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Polzonoff

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Transformando em crônica heroica o noticiário de cada dia.

E-book

Estou lançando o livro “Defensor da Democracia uma Ova”. Baixe aqui

DEFENSOR DA DEMOCRACIA UMA OVA
NÃO FAÇA como Constantino, Fiuza e Lacombe. Leia "Defensor da Democracia uma Ova". (Foto: Gazeta do Povo)

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Sob os protestos legítimos da esposa que, compreensivelmente, exigia minha atenção, passei um fim de semana inteiro organizando o livro “Defensor da Democracia uma Ova”, já disponível na biblioteca desta Gazeta do Povo. Deu trabalho. O e-book reúne 41 crônicas escritas entre 2020 e 2025. Eram muitas mais, mas essas 41 aí eu considerei as melhores. Algumas melancólicas, outras engraçadas, as crônicas mostram a ascensão de Alexandre de Moraes, de ministro coadjuvante de Dias Toffoli a isso que ele é hoje.

Que mais? Ah, sim! O livro era para se chamar “Contra o Xandão”. Sou ruim de títulos, reconheço. “Contra o Xandão” era para ser uma referência ao livro “Contra o Brasil”, do Diogo Mainardi. Mas até parece que o pessoal ia entender, né? Aí acabei optando por esse “Defensor da Democracia uma Ova” mesmo. Assim, em forma de desabafo, mas também fazendo uma referência bem-humorada à figura ovaloide da calva suprema. Ou seria Master? No mais, defensor da democracia uma ova!

Mancada

Sobre a coletânea, os que tiveram a oportunidade de lê-la até aqui reagiram com “obrigado” e emojis de joinha. Esses últimos entraram para minha lista negra. Humpf. “Importante publicar”, disse o cineasta Josias Teófilo. “Ô louco, sensacional. Já me diverti com o título e a capa”, afirmou Erich Mafra, o único que de fato abriu o e-book, porque em seguida ele comentou que é “assustador como o primeiro texto não envelheceu nada em seis anos”. Já Paulo Briguet foi sucinto: “Bacana”. Outras pessoas não disseram nada. Não reagiram nem com um mísero joinha. Mas não vou dizer quem. Mancada do Constantino, do Fiuza, do Marsiglia e do Lacombe. Tô de mal com vocês.

“Nesta época em que meus colegas começam a perceber o tamanho do problema que criaram, achei que valia a pena reunir essas crônicas. Elas mostram que é possível criticar um tiranete caricato com leveza e humor. E também funcionam como um registro de que nem todos deram de ombros para o que aconteceu neste país nos últimos anos. Em resumo, escrevi para esfregar na cara mesmo”, disse o autor, sem que ninguém lhe perguntasse. O sujeito se acha. Como foi dito no primeiro parágrafo, mas não custa repetir, “Defensor da Democracia uma Ova” já está disponível aos assinantes da Gazeta do Povo. Divirta-se!

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