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Polzonoff

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"Para nós, há apenas o tentar. O resto não é da nossa conta". TS Eliot.

Está chegando a hora de perguntar: quem foi você durante a pandemia?

  • [17/07/2020] [16:32]
Até aqui, foram quatro meses de muitas mudanças causadas pela pandemia. Como você reagiu a elas? E por que isso é importante.
Até aqui, foram quatro meses de muitas mudanças causadas pela pandemia. Como você reagiu a elas? E por que isso é importante.| Foto: Reprodução

À medida que o pânico em torno da pandemia de Covid-19 lentamente se dissipa, os mais apressadinhos começam a refletir não sobre quem serão depois que isso tudo tiver passado (em agosto?), e sim sobre quem foram em meio à profusão de decretos inúteis, informações desencontradas, medo e intermináveis gráficos na capa dos jornais.

Com sorte, os que fizeram pacto com a mentira, com o alarmismo, com o exagero e até com o cientificismo haverão de fazer as pazes com a verdade. Me refiro, aqui, a pessoas e empresas que viram na pandemia uma oportunidade de exercer seu poder “transformador da realidade” em detrimento de seu poder de observar criticamente a realidade. E pessoas físicas e jurídicas que expressaram até alguma felicidade pelo surgimento de algo tão avassalador e trágico.

Isso sem falar nos que usaram várias táticas sentimentais para recriminar emocional e socialmente aqueles que passaram (e estão passando) esses meses todos tentando manter a cabeça fora do lamaçal em que se transformou o debate sanitário no mundo. Aqueles que, munidos de convicções que muitas vezes não são deste mundo, foram obrigados a testemunhar seus semelhantes se curvarem à arrogância do pequeno poder.

Aqui proponho que você se faça quatro perguntas simples, para as quais não existe uma resposta certa. Afinal de contas, somos todos humanos, sujeitos ao erro e à tentação, e às vezes também estamos cansados ou ocupados demais para transformamos nossas vidas em campos de batalha filosóficos.

Sejamos, pois, generosos com nós mesmos.

Defendi a liberdade?

O encontro com a própria consciência é algo que não se ordena, apenas se sugere. E ele acontece num silêncio semelhante àquele do enigma zen: qual o som de uma árvore caindo na floresta, sem que haja ninguém para ouvir? Haverá sempre os que passarão incólumes por esse tipo de reflexão – porque jamais duvidam de si.

Os demais, aqueles que antes de dormir ainda têm forças para refletir sobre o dia, já se deparam com algumas perguntas incômodas, mas necessárias. A primeira, mas não obrigatoriamente a mais importante delas é: eu defendi a liberdade? Ou tentei fazer a minha visão de mundo prevalecer sobre as demais?

Como o vírus é uma partícula sobre a qual pairam muitas incertezas (a ciência não sabe direito nem se ela pode ser considerada vida) e cuja consequência extrema é nada menos do que a morte, é normal que muitas pessoas vissem suas convicções abaladas. Adicione-se a este caldo um tiquinho de tensão política e pronto! O castelinho de areia da liberdade (própria e alheia) desmorona.

A ideia aqui, porém, não é apontar o dedo para os muitos malfeitos cometidos em nome do “achatamento da curva” ou qual tenha sido o clichê “científico” da vez. A ideia é se perguntar se a liberdade foi um valor a ser individualmente considerado em sua conduta diária nos últimos quatro meses.

Aprendi a morrer?

Foi Montaigne quem escreveu: “Ele que aprendeu a morrer desaprendeu a ser escravo. Saber morrer nos liberta de toda a sujeição e de todos os limites”. Mais do que uma frase bonitinha para figurar em agenda de adolescente, a reflexão de Montaigne nos traz ao cotidiano quase paranoico da pandemia de Covid-19, quando todos, em algum momento, se perguntaram “o que vai acontecer comigo?”

É uma pergunta ancestral que sempre foi respondida pela fé. Numa era secularizada como a nossa, porém, o consolo da fé é um bem escasso. Assim, é normal que se recorra ao intelecto. O que muita gente deve ter percebido nesta pandemia é que o cérebro pode até ser o órgão mais maravilhoso do Universo (na opinião do próprio cérebro, claro), mas ele jamais encontrará, por si só, resposta para o grande dilema da morte.

Aprender a morrer, portanto, é uma expressão equivocada. Ninguém aprende a morrer como aprende a Fórmula de Bhaskara ou os afluentes do rio Amazonas. O aprendizado, neste caso, é bem mais sutil e, ouso dizer, impossível de ser transmitido às gerações futuras. Montaigne chegou perto. Tolstói, com seu A Morte de Ivan Ilitch, tentou e também fracassou.

O coronavírus, ou melhor, todas as infinitas celeumas que cercaram a pandemia também tentaram nos ensinar a morrer. Mas talvez estivéssemos distraídos demais com máscaras e lockdowns para aprendermos essa que é a lição mais difícil de todas.

Entendi a transitoriedade de tudo?

Aqueles que, como eu, nasceram no fim da década de 1970, estavam acostumados a certo nível de segurança e abundância. Em outras palavras, minha geração sempre teve tudo à mão. Isso não significa que, individualmente, não enfrentamos todos adversidades, inseguranças e escassezes (plural esdrúxulo, não?) de vários tipos. Significa que, no geral, temos muito mais condições intelectuais, técnicas e até emocionais para lidar com os problemas comuns à Humanidade. Em comparação com nossos antepassados, somos todos, independentemente de credo, raça ou nacionalidade, extremamente privilegiados.

E, no entanto, não à toa a ansiedade é um dos maiores males a afligir minha geração. Porque de alguma forma sempre soubemos que o mundo de abundância que nos foi legado podia muito bem desaparecer de uma hora para outra. Muitas foram as ameaças: a Guerra Fria, o Bug do Milênio, o 11 de Setembro, ISIS, aquecimento global. Nenhuma dessas coisas, contudo, teve a força destruidora e transformadora da pandemia de Covid-19.

Não estou querendo dizer com isso que cedi à ideia de purificação da Humanidade do fetiche da peste. Longe de mim! Estou querendo dizer que o coronavírus, com sua supressão da liberdade, com a onda de falências e demissões, com sua promessa (felizmente não confirmada) de caos e saques e fome, foi o que mais perto chegou de mostrar que tudo o que temos – meu Deus, até aquele chopezinho na sexta à tarde, os conflituosos jantares em família, as discussões de trabalho – pode ser tirado de nós de uma hora para outra.

Fui grato?

O que nos traz à faceta mais interessante dessa tragédia que se aproxima de consumir um milhão de pessoas, sem falar nas multidões de sobreviventes desesperados que terão de encontrar forças para reconstruir a vida em meio à ruína econômica de países inteiros: a gratidão.

Porque sobrevivemos. A despeito do que nos dizem algumas pessoas que veem o mundo como um lugar insuportável, sombrio e ameaçador, controlado por pessoas inerentemente más. E a despeito de medidas tão autoritárias quanto risíveis, de intermináveis debates farmacológicos e de previsões apocalípticas. Sobrevivemos. Até aqui. Não é pouca coisa.

As gôndolas dos mercados estão cheias. Há combustível nas bombas de gasolina. As bibliotecas continuam de pé. Da torneira jorra água potável. Temos à nossa disposição, o tempo todo, tanta informação e diversão que até cansa. Ao toque de um botão, podemos ver o rosto e conversar com aqueles aos quais a pandemia impôs o isolamento. E à noite temos um teto a nos proteger dos elementos.

Esses são os fatos. Eles estão envoltos, reconheço, numa série de sentimentos não necessariamente nobres. No medo que beira a covardia. Na já citada ansiedade. Na arrogância. No pessimismo. Mas também na generosidade. Na fé. Na virtude discreta. Na esperança. No milagre que é termos sobrevivido para agora podermos optar conscientemente pela gratidão.

[Se você gostou deste texto, mas gostou muito mesmo, considere divulgá-lo em suas redes sociais. Agora, se você não gostou, se odiou com toda a força do seu ser, considere também. Obrigado.]

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Comentários [ 28 ]

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    FERNANDO BITTENCOURT VARGAS

    ± 5 horas

    Bons questionamentos no texto. Mas defender a liberdade? É um conceito amplo. Precisa junto ter-se a responsabilidade. Liberdade de sair de casa sem necessidade? De não usar máscara? De espalhar o coronavírus? De se matar? De matar o outro de modo involuntário, e nem ficar sabendo disso, sendo assintomático? A experiência recente só mostrou sucesso com lockdown, distanciamento e máscaras. O resto falhou. A minha liberdade termina onde começa o direito à vida do outro. Então, se puder, fique em casa. E siga recomendações sanitárias.

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    • S

      SantoHomem!

      ± 4 horas

      Te prepara para ser chamado de comunista! Porque o discurso que destoa do bolsonarismo, é taxado de comunista. Prepara-te! Brasil = terra arrasada! E quanto + tempo este governo permanecer, maior será o estrago e mais demorada será qualquer aceno de recuperação.

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    FRANCIELY

    ± 6 horas

    a partir do momento em que me reconheço privilegiada, igualmente vem junto a mediocridade de uma vida pública (no sentido de contribuir com o próximo e o mundo) tão pequena. Foi um texto que nocauteou minha consciência hoje. Parabéns!!

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    Lex Aleksandre

    ± 6 horas

    Texto maravilhoso!

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    Freitas

    ± 6 horas

    "Covid-19: um milhão de novos casos em apenas quatro dias."

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    Nilson Macan

    ± 7 horas

    Muito bom o testo. nunca me apavorei com as noticias sobre a pandemia e sim com o escarcel que governadores, prefeitos e principalmente a imprensa fizeram para aterrorizar a população. O que ainda me assusta são as consequências econômicas do fique em casa. Mais de 700,000 empresas fecharam as portas definitivamente; mais de 15 milhões de desempregados. Gente passando fome, gente se suicidando por perder tudo. Mas, como Cristão, confio na JUSTIÇA DIVINA, para julgar as ações de uns e de outros.

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    felipe marconatto

    ± 9 horas

    Muito bom o artigo, Polzonoff é realmente um excelente escritor, este texto me fez pensar algumas questões: A minha liberdade é maior do que a possibilidade de contaminar outra pessoa? Entender a fragilidade do outro que pode ter sérias consequências por uma ação despreocupada minha perante a pandemia é liberdade? Não é ser apocalíptico também ser um messias da onda de falências e demissões? Uma demissão ou falência temporária é maior que a perda da vida de uma pessoa que pode ser um ente querido? Enfim, sou grato a vida e as possibilidades que ela nos trás e é na perseverança de um caminho com a preocupação com o outro que sairemos mais forte deste momento.

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    Carmo Augusto Vicentini

    ± 9 horas

    Seguramente Paulo está no caminho de se tornar o melhor articulista da língua portuguesa.

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    Cláudio Lettnin Haertel

    ± 9 horas

    Muito inspirador....

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    Eduardo Prestes

    ± 10 horas

    Excelente ! E das perguntas, a mais importante foi: “Defendi a liberdade ? Ou tentei fazer a minha visão de mundo prevalecer sobre as demais?" A única obsessão da esquerda é MANDAR, ter poder sobre os outros. Dedicam a vida a isso.

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    SILVIO MACIEL ROCHA

    ± 10 horas

    "Venho pedir milhões de desculpas. Pois ao escrever a mensagem apressadamente digitei a palavra errada. COLUNISTA saiu como comunista. PARABÉNS PELO ÓTIMO TEXTO. Me tornei leitor assíduo por me identificar com suas ideias. PARABÉNS PELO EXELENTE TEXTO.

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    Luiz Carlos Giublin Junior

    ± 10 horas

    Sensacional Paulo!! Vou postar.

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    chico

    ± 11 horas

    Parabéns! conseguiu resumir meu estado de espírito e convicções diante da tragicomédia em que estamos vivendo

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  • F

    Freitas

    ± 11 horas

    A QUE PONTO CHEGAMOS >>> "Está na hora de o próprio partido depurar os seus candidatos. Como vem fazendo o presidente do PTB, Roberto Jefferson. "

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      Freitas

      ± 11 horas

      Comentário postado em luga errado. Era para ser no Alexandre Garcia>>> "Está na hora de o próprio partido depurar os seus candidatos. Como vem fazendo o presidente do PTB, Roberto Jefferson. " Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/partidos-limpeza-quadros-etica-eleicoes/ Copyright © 2020, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

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    Paulo J Ribeiro Jr

    ± 12 horas

    Este artigo deveria viralizar na rede para provocar debate é reflexão oportuna e necessária. A caneta (ou melhor teclado) esteve serviço de inspirado autor!

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  • P

    Pindorama

    ± 12 horas

    Infelizmente talvez não chegue a 5% da população com condições culturais, sociais, educacionais e econômicas para fazer autocrítica a este nível. Se estas premissas estivessem presentes, nem crise teria havido.

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    Luís Fernando

    ± 12 horas

    Parabéns pelo excelente e inspirador texto que, com certeza, alcança seu objetivo e nos leva a refletir. Muito obrigado.

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  • M

    Magaly FragaMoreira

    ± 12 horas

    Caro Polzonoff, sou sua fan de carteirinha. Sua escrita é irretocável. Essa polemica sobre contágio esquece do sr. Darwin e sua teoria da seleção natural.

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  • F

    Freitas

    ± 13 horas

    Por que as pessoas insistem em não entender que o abre-e-fecha é ruim para a Economia, mas necessário para a Saúde? Quem em sã consciência gosta de ter certos direitos tolhidos? Ninguém. O problema é - E ISTO JÁ FOI EXPLICADO TROCENTAS MIL VEZES EM TODOS OS PAÍSES DO MUNDO - que, se não houver contenção, não há país no mundo que tem capacidade hospitalar para internar os infectados mais graves. Esta é a razão do abre-e-fecha. E ainda certas pessoas insistem em não colaborar. Pensam que são imunes e sequer pensam nos seus mais próximos. Quantos recuperados estariam mortos, se os hospitais estivessem lotados já no início?

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  • F

    Freitas

    ± 13 horas

    17.07.2020 > " Barcelona pede que população fique em casa para conter covid Foi solicitado que os moradores façam compras online e que eventos culturais e esportivos também sejam limitados."

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  • M

    MAURICIO SANTOS

    ± 14 horas

    Excelente Paulo, como sempre!

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  • C

    CSG

    ± 23 horas

    Eu não deixei de trabalhar um único dia. Uma pena que o Presidente do meu País não trabalhou um único dia.

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    2 Respostas
    • I

      IvoHM

      ± 6 horas

      Juntaram-se o Cool Solta Gases e o Cloaquinha, os dois comunistas que acusam o adversário de serem o que são.

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    • S

      SantoHomem!

      ± 21 horas

      O presidente do Brasil nunca trabalhou. Nem como militar, muito menos como político. Fez confusão no quartel e como político nem sequer participou de uma comissão. Fico imaginando como este homem "comanda" uma reunião com 20-30 pessoas, de forma ordeira, republicana e democrática. Se eu for falar o que eu acho que ele é, meu comentário seria removido. Em suma, ele é uma pessoa alheia ao trabalho. Como diz o Prof. Villa, o Bozo é um mandrião. Vejam no google o significado. Mandrião é um nome bonito para v a g a b u n d o.

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    SILVIO MACIEL ROCHA

    ± 2 dias

    Muito Bom! Você vem se destacando como um dos melhores comunistas do pais

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    • S

      SILVIO MACIEL ROCHA

      ± 10 horas

      Venho pedir milhões de desculpas. Pois ao escrever a mensagem apressadamente digitei a palavra errada. COLUNISTA saiu como comunista. PARABÉNS PELO ÓTIMO TEXTO. Me tornei leitor assíduo exatamente por admirar e me identificar com suas preciosas ideias.

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      SantoHomem!

      ± 21 horas

      Esse comentário foi removido por não estar de acordo com os Termos de Uso.

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