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Enviado por Anna Simas, 23/07/14 2:17:13 PM

crocodiloOntem foi aniversário de um ano do bebê real, o príncipe George. Como era de se esperar, ele recebeu dezenas de presentes de vários países, autoridades e conhecidos da família. Um deles foi um campo inteiro cheio de flores, dado por um amigo do príncipe Charles. Até aí, salvo exagero, tudo normal.

Porém, dois deles passaram dos limites e me causaram indignação (e explicam o motivo de escrever sobre isso aqui no blog): um filhote de crocodilo e um trio de suricatos. Sim, a criança ganhou um crocodilo. Mas não é por ela que eu estou chocada (afinal, claro que jamais ficará perto do bicho e será exposta a qualquer tipo de risco), mas pelo animal.

Ele foi dado pelo governo da Austrália e vai ficar em um zoológico por lá mesmo. George só terá o direito de acompanhar o seu crescimento. O problema é que fizeram foto do crocodilo com a boca totalmente amarrada, com chapéu de aniversário ao lado de um bolo com vela de um ano. O bicho mal abre o olho na foto e, certamente, está super incomodado e com medo. Pior que isso: criaram uma página no Facebook para exibir as fotos (veja aqui).

Pelo que entendi, a ideia é transformar o animal – que ganhou o mesmo nome do pequeno príncipe – em atração turística. No Face aparecem várias imagens dele com outra pessoas, também com a boca amarrada.

Duas considerações aqui: primeiro que tudo isso é completamente desnecessário. Crocodilo não é pet que pode ficar posando para fotos fofas que está tudo bem. Ele precisa ficar em seu habitat natural. Segundo que isso – considerando que as páginas reais nas mídias sociais têm milhares de seguidores – incentiva o povo por aí a fazer o mesmo e tratar animais selvagens como se fossem brinquedos.

Falando em brinquedo, o mesmo vale para os suricatos. Eles foram dados pela Dudley and West Midlands Zoological Society e certamente não vão ficar com o George. Mas é o mesmo raciocínio: dá-los de presente a uma criança incentiva a prática, que é abominada pela proteção animal.

Enviado por Anna Simas, 18/07/14 3:54:23 PM

Para quem tem uma criança em casa e quer falar com ela sobre proteção animal, aqui vai uma dica: a cachorra Carol vai te ajudar.

Eu conheci a personagem na semana passada, no site da Pedigree. Mas ela não tem nada a ver com a marca de ração ( só aparece lá porque o marketing gostou da ideia). Foi criada pela jornalista Caroline Zerbato para divulgar a causa animal. É uma tirinha bem simples, que mostra uma cachorra engraçadinha em situações em que precisa defender os bichos abandonados, maltratados e doentes, ou falar sobre adoção. É bastante ingênuo, mas por isso mesmo funciona bem para os pequenos.

Por enquanto a publicação é só virtual. Todas as tiras estão aqui: kawek.com.br/carolzerbato.

carol

carol1

Enviado por Anna Simas, 17/07/14 4:27:42 PM

Está rolando uma campanha bacana nas redes sociais para estimular a adoção de animais com deficiência física. A ideia é que as pessoas vençam o preconceito e levem para casa um cão ou gato com dificuldade de locomoção. São cinco fotos de bichinhos com algum tipo de paralisia que ressaltam as qualidades deles, sugerindo que você deixe de lado qualquer probleminha físico.

O nome é “O que faz a diferença para você” e foi criada pela atriz Júlia Bobrow, que ficou famosa em São Paulo quando adotou a Mocinha, uma cachorrinha de rua com paralisia nas quatro patas.

A Mocinha morreu no ano passado, mas a Júlia continuou firme no propósito de ajudar bichos que são rejeitados duas vezes: uma por serem abandonados e outra por terem alguma deficiência.

Olha só as imagens:

campanha 1 campanha 2 campanha 4 campanha 5 campanha3

Enviado por Anna Simas, 02/04/14 12:41:57 PM

boxer

Vídeos fofos com animais causam comoção naturalmente, mesmo que o bichinho esteja lá, todo pimpão, brincando e correndo. Agora imagina ver um cão também correndo e faceiro, mas sem as patas traseiras. É de chorar, não?Foi isso que o vídeo do boxer americano Duncan Lou Who provocou nas pessoas que o viram nos últimos dias: muitas e muitas lágrimas

Duncan, que vive em um abrigo para animais, o Panda Paws Rescue (www.pandapawsrescue.org), nasceu com uma deformidade nas patas e por isso precisou tirá-las. Ele usou uma cadeira de rodas para cães por um tempo, mas não se adaptou. Então acabou acostumando a se mover usando apenas as patas da frente.

O vídeo mostra a primeira vez que os protetores do abrigo o levaram à praia. Por isso as imagens são tão emocionantes, pois mostra o cão correndo feliz de um lado para outro, como se a sua deficiência fosse um mero detalhe. Pegue o lencinho de papel e prepare-se para assistir:

Enviado por Anna Simas, 26/03/14 12:23:54 PM

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

O cãozinho da foto foi vítima de uma crueldade terrível: machucou a pata (não se sabe se foi mordida de outro cão ou atropelamento) e o dono simplesmente ignorou o machucado. Por passar meses ferido, encheu de bicho  e, claro, ficou super infeccionada.

Mas, felizmente, uma protetora de animais o resgatou, levou ao veterinário e Chico foi tratado, só que teve de amputar a pata. O problema é que ele está precisando de um lar urgente, pois o local onde está (um abrigo) é muito abarrotado e os outros cachorros estão judiando dele.

Se alguém quiser adotá-lo, é só mandar e-mail para annas@gazetadopovo.com.br. Ele é dócil e carinhoso.

chico2

 

Enviado por Anna Simas, 25/03/14 4:09:44 PM

Recebi um e-mail pedindo ajuda para resgatar o Nino. Ele é um cão velhinho, sem raça definida, que foi abandonado pelos donos em um terreno no bairro Santa Cândida, na Avenida Paraná.

Ele tem cerca de 15 anos e passou por duas histórias tristes de abandono. Na primeira vez, há dez anos, a casa onde morava foi demolida e a família o deixou lá, do lado de fora do portão. Depois disso foi adotado por uma senhora, mas agora ela mudou de estado e também abandonou o Nino. Ele foi atropelado e tem uma perna machucada.

Um grupo de moradores da região dá água e comida para o Nino, mas ele precisa de um lar. Se alguém quiser adotá-lo, é só mandar e-mail para annas@gazetadopovo.com.br .

Enviado por Anna Simas, 04/02/14 4:50:56 PM

IVONALDO ALEXANDRE

Recebo sempre muitas dúvidas sobre bichos, principalmente na área de saúde. Tento responder todas, mas nem sempre é possível. Mas agora vai rolar aqui na redação uma coisa bem bacana: nossa equipe de vídeo vai escolher alguns leitores e tirar suas dúvidas.

Então, se você tem alguma (pode ser sobre comportamento animal também) é só mandar um e-mail para annas@gazetadopovo.com.br com seu telefone, nome e a questão que uma repórter entrará em contato.

 

Enviado por Anna Simas, 03/02/14 3:47:16 PM

grumpy

Comentei por aqui que agora escrevo sobre animais também para o Gaz + (www.gazetadopovo.com.br/gaz). Semana passada falei sobre um bichano que anda bombando nas redes, o Grumpy Cat. Confira:

Fofinho e zangado

Conheça o Grumpy Cat, a sensação da internet

Quem é ligado nas redes sabe que vários bichos bombam por aí. Semana passada falei por aqui do Chico, do Cansei de ser gato. Agora é a vez de um outro felino, não menos fofo, só que zangado (como mostra a foto): o Grumpy Cat. Ele tem uma site (www.grumpycats.com), página no Facebook (www.facebook.com/grumpycat), Instagram (instagram.com/realgrumpycat#), vídeo no YouTube e, nos Estados Unidos, muitos produtinhos à venda.

Tudo começou em 2012, quando uma foto dele foi postada no Reddit (uma página em que os usuários podem divulgar links para conteúdo na web). Por causa da sua carinha de bravo, o gatinho virou uma sensação. No início muitos acharam que as imagens eram modificadas no photoshop, mas depois que apareceu o vídeo no YouTube, veio a confirmação: ele nasceu daquele jeito mesmo!

Com o passar dos dias ele ficou cada dia mais pop, e aos poucos foi ganhando novos canais na rede. Na página oficial, os donos contam que a raça é meio indefinida, mistura de persa com ragdoll.

Normal?

De qualquer forma, Grumpy Cat de malvadão  só tem a cara. No site diz que ele é muito fofo, calmo, gosta de brincar com cortinas – e outras coisas de gatos normais – e viajar (tá, isso não é muito coisa de gato normal). Na hora de tirar fotos para os sites e para a imprensa (sim, ele é praticamente uma celebridade!), o gatuno colabora.

Produtinhos

Por causa do sucesso, a imagem do gatinho passou a estampar vários produtos: caneca, bolsa, calendário, capinha para celular, camiseta, um spray para tirar odor de gato da casa e, o mais legal, um capuccino de garrafinha. Todos podem ser comprados pelo site www.zazzle.com/thegrumpycat.

Vídeo

Enviado por Anna Simas, 27/01/14 2:06:21 PM

 

cavalinho

No sábado, dia 25, a Sociedade Protetora dos Animais (SPAC) resgatou mais um cavalo vítima de maus-tratos. O animal estava abandonado no bairro Cajuru e apresentava marcas de violência, além de estar muito doente.

A SPAC levou veterinários ao local e depois o encaminharam à chácara da ONG, mas o cavalo não resistiu. Durante as vezes em que tentaram levantá-lo, ele caiu, pois não conseguia parar de pé. Nem a medicação pode ser dada direito, porque as veias do animal estavam fracas e não aguentaram.

A Soraya Simon, presidente da SPAC, registrou ocorrência na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), mas ainda não há sinal do responsável pela violência. Se alguém souber, pode entrar em contato com a delegacia (3356-7047). Não precisa se identificar.

Comentei aqui outras vezes sobre como eu acho um absurdo o que acontece com os cavalos na periferia. Geralmente os carrinheiros usam e abusam do bicho e depois, quando ele já não aguenta mais, o abandonam em um canto qualquer.

Um colega aqui do jornal, o José Carlos Fernandes, comentou comigo dia desses que muitos carrinheiros não usam mais cavalos porque sai caro. Mas para mim não importa a quantidade. Se apenas um ainda usar o animal, vou achar absurdo do mesmo jeito.

Sou absolutamente contra a prática, mesmo que a pessoa “cuide”. Não faz o menor sentido a exploração de um cavalo hoje em dia. O animal não está preparado para passar o dia rodando pela cidade, carregando peso e tomando pouca água (vamos convir que não é simples parar em qualquer lugar para dar de beber ao bicho).

Enviado por Anna Simas, 21/01/14 5:07:06 PM

gato5

Escrevi hoje para a minha coluna no site do Gaz + um texto sobre o gato Chico, do “Cansei de ser gato”. Como ainda não tinha comentado sobre ele por aqui, segue abaixo para os leitores do Blog Animal:

Nós não cansamos dele

Levanta a mão aí quem ainda não conhece a página do Facebook  Cansei de ser Gato (www.facebook.com.br/canseidesergato). Difícil, não é? Em seis meses foram mais de 160 mil curtidas.  O gato Chico ficou tão famoso, que ganhou também um site (www.canseidesergato.com.br). Por lá é possível ver, além das fotos super legais, vídeos com o making of das produções.

Mas o que eu ainda não sabia – e fiquei bem empolgada – é que o site tem agora uma lojinha virtual. Lá dá para comprar coisas bacanas do gato, como porta-copos, imãs de geladeira, lousa magnética, livro e, o melhor de tudo, capinha para iPhone. Elas são tão legais que dá vontade de ter todos os modelos!

Chico modelando

Quem cuida da página são as jovens Amanda Nori e Tá Guimarães. Todos os dias elas caracterizam o gato Chico – um sem raça definida muito fofinho com quase dois anos – de vários personagens, desde aqueles engraçados da novela, como a Valdirene, até atores que andam bombando em Hollywood, como a Jennifer Lawrence.

As fotos são feitas em casa, com acessórios emprestados. As ideias são de toda parte, das meninas ou dos fãs que mandam e-mails com pedidos. Segundo elas (que deram entrevista ao Gaz + no ano passado), o Chico é bem calminho. Deixa colocar qualquer coisa nele, sem problema algum.  O mais legal são as poses que ele faz. Parece até que entende o que está rolando, faz caras e bocas e, claro, colabora.

Quem viu os vídeos deve ter notado que em alguns deles há mais um gatinho. Ou melhor, uma gata. Ela também é das meninas, mas como é muito agitada, fica de fora das fotos.

Preferidos

Como é uma imagem diferente por dia, fica difícil escolher os preferidos. Mas eu separei aqui as que eu acho muito bacanas. Confiram:

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