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Blog Animal

Enviado por Anna Simas, 05/02/15 5:17:22 PM

gluta1Ela é a sensação da internet. A fofura das fotos (abaixo)  explicam. Mas antes de chegar aí, Gluta, passou por um caminho difícil: morava na rua e tinha câncer.

A história é a seguinte: a cachorrinha vive na Tailândia e foi resgata por um tailandês chamado Sorasart. Na época em que a encontrou, ele morava em um quarto e não tinha como ficar com ela por lá. Compadecido, a deixou no estacionamento do lugar em que vivia e passou a alimentá-la todos os dias.

Percebendo que Gluta estava abatida, levou ao veterinário e descobriu que ela tinha uma infecção uterina e câncer, também no útero. Fez tratamento, que durou quase dois anos. Curada, conseguiu que Sorasart arrumasse um espaço para ficarem juntos. Empolgado, ele passou a postar fotos engraçadas da cachorra nas mídias sociais.

A ideia era incentivar as pessoas a adotarem cães abandonados e mostrar que uma “ajudinha” pode fazer milagres.  Apelidou Gluta de “O cão mais feliz do mundo” e em pouco tempo as páginas receberem milhares de curtidas.

O endereço das mídias são esses:

http://gluta.tumblr.com/

www.facebook.com/GlutaStory

 Veja algumas fotos de Gluta postada nas mídias sociais:

gluta2 gluta3 gluta4 gluta5 gluta6 gluta7 gluta8

 

Enviado por Anna Simas, 27/01/15 6:31:43 PM

esperanca

A cachorrinha da foto tem cerca de dois anos e chama Esperança. O nome não foi aleatório. Em 15 dias ela escapou de ser wwworada por bichos, literalmente, e voltou a ser saudável e morar longe das ruas.

Ela foi resgatada pelo grupo de proteção animal Salva Bicho no dia 13 de janeiro, no pátio de uma montadora de veículos em São José dos Pinais, depois de mais de um dia inteiro de tentativa. Assustada, não deixava que os protetores se aproximassem, o que é normal para um cão muito judiado.

Ela tinha um furo enorme no focinho feito por vermes (assustador como dá para ver na foto) , estava muito magra e desnutrida.

Depois de uma semana internada em uma clínica veterinária, Esperança se recuperou. Está gordinha, com o focinho quase cicatrizado e até ganhou uma bela casinha – com direito a varanda e tudo – das protetoras. Está saudável e feliz, pronta para ganhar um lar definitivo.

Por enquanto ela está abrigada em um hotelzinho para cães, aguardando adoção.  Quem tiver interesse é só entrar em contato com a Fabiane Rosa pelo 9682-5900 ou 9156-3109.

Confira as fotos de como ela estava e como ficou:

Quando foi achada:

esperancaaa

No começo do tratamento:

esperanca1 esperanca2 esperanca3

Recuperada:

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Enviado por Anna Simas, 05/08/14 5:44:44 PM

i-know-where-your-cat-lives

O título deste post não é uma brincadeira. Ele é o nome de um site que rastreou e mapeou os gatos do mundo inteiro! Parece loucura, mas é verdade.

Ele faz o seguinte: a partir das postagens nas redes sociais marcadas com #cat, mostra a imagem e o local onde a foto foi tirada. Portanto, se você marcou alguma vez seu bichano nas redes, ele certamente está no mapa.

O site é este aqui: iknowwhereyourcatlives.com. Quem ficou incomodado (eu ficaria),  por lá dá para enviar mensagem e pedir a retirada da foto.

Assustador, não?

 

Enviado por Anna Simas, 01/08/14 2:17:51 PM

tombazar

Sábado, dia 2, acontece o 8º Tombazar, que é um bazar de produtos de moda, beleza, decoração e utilidades domésticas que arrecada fundos para ajudar o Tomba Latas, um grupo de protetores independentes de Curitiba.

Tudo que é arrecadado vai para cobrir as despesas com veterinário e lar temporário dos cães (ou tombinhas, como eles chamam) recolhidos pelo grupo.

O Tombazar acontece das 11 às 17 horas no restaurante Ópera Bambu (Rua Nestor Victor, 434 , Água Verde). A entrada é gratuita.

Não conhece o Tomba?

O Tomba Latas é um grupo de protetores independentes que recolhe e trata animais abandonados, muitos deles vítimas de maus-tratos. Eles levam ao veterinário, castram, vacinam, recuperam o animal quando é preciso e depois colocam em lares temporários até que eles sejam adotados. São 13 colaboradores diretos e dezenas de voluntários. O grupo começou em 2010 e de lá para cá resgatou cerca de 500 cachorros.

Entra lá na página do face para ver fotos dos bichinhos que eles cuidam: www.facebook.com/tombalatas.

Enviado por Anna Simas, 31/07/14 12:30:01 PM

Tigre Tom - Maringá - 05/03/2012 - Paraná

O tigre que atacou um menino de 11 anos ontem, no Zoológico de Cascavel, é, sem dúvida, o único inocente da história. Acho que a maioria dos leitores que viram a notícia concorda comigo. Mas, para os que não concordam, aqui vão quatro argumentos básicos:

– O óbvio: o pai wwweria ter tomado conta da criança. Tanto que vai responder penalmente por isso.

– Quem estava filmando poderia ter ido lá e afastado a criança ou chamado algum responsável  pelo zoológico.

– O zoológico tinha proteção e aviso para as pessoas não chegarem perto e alimentar os animais. Mas talvez alguns fiscais pelo pátio pudessem ajudar nisso, ou uma grade maior e mais segura.

– A criança provocou o animal. Veja bem, não estou dizendo que ela tem culpa e que merecia. Longe disso. Mas não foi um acidente no qual o animal fugiu e foi direto atacá-la. O garoto foi lá, com comida,  e estressou o animal. Animais selvagens sentem-se ameaçados quando isso acontece. Tanto que agora o tigre está, segundo informações da assessoria da prefeitura de Cascavel, em uma área isolada do zoo para se acalmar. No fim do dia ele wwwe voltar à jaula.

A assessoria informou que não existe a menor possibilidade do tigre sofrer qualquer tipo de punição, como eutanásia ou ser transferido. A bióloga responsável, Vanilce Oliveira, garantiu que o animal é dócil. Mas, vamos convir que, mesmo que não fosse, ele continuaria sem ter a menor culpa.

 

 

** A imagem é apenas ilustrativa. Não se trata do tigre em questão.

Enviado por Anna Simas, 29/07/14 5:38:12 PM

resgateNo começo deste mês uma ONG americana de proteção animal fez um resgate difícil. A Animal Rescue Corps (veja o site) retirou 123 cães em estado deplorável de um local que criava os animais, na Virgínia.

Os bichos estavam lá para a reprodução, ou seja, fornecer filhotes para venda. Todos estavam bem judiados: magros, com infecções nos olhos e ouvidos e doenças de pele. Sem contar que ficavam em locais sujos (com cheiro de fezes e urina) e escuros.

Durante o resgate a equipe fez um vídeo, para ajudar na campanha de conscientização contra a venda de animais. As imagens são fortes, mas infelizmente manter animais nesse estado para reprodução é bem comum, inclusive no Brasil (relembre um caso aqui). Por isso a proteção animal combate tanto a venda de bichos e incentiva a adoção.

Felizmente esses 123 foram salvos e agora estão em abrigo, recebendo cuidados e esperando alguma família que os adote, mas ainda existem muito nas mesmas condições pelo mundo.

Veja o vídeo:

Enviado por Anna Simas, 25/07/14 5:59:30 PM

tom2

Tenho uma colega jornalista, a Juliana Vines, que acabou de ganhar um gatinho. Ela trabalhou aqui na Gazeta do Povo, depois passou três anos na Folha de São Paulo e agora mora na Colômbia. É de lá que nas últimas semanas tem me mandado fotos fofas dele (a fofurice é enorme, como dá para ver nas imagens). Tão fofas que não resisti: pedi que fizesse um post para o blog contando como é a experiência de ter um filhote de gato em casa. O bichano chama Tom e é da raça ragdoll. Confira o relato dela:

Tom1

Meu gatinho encrenqueiro

Para não dizer que nunca tive um gato, uma vez cuidamos de uma gatinha que apareceu no nosso quintal. Foi uma tragédia. Ela morreu dois dias depois da adoção, por motivos desconhecidos.

A experiência malsucedida –e o fato de meus pais preferirem cães— me deixou longe dos gatos até três semanas atrás, quando o Tom chegou. E chegou chegando. No auge dos seus quatro meses, ele sobe em quase todos os móveis da casa, escala persianas, corre 30 metros rasos do quarto até a sala e se enfia em buracos jamais vistos.

Para mim, tudo é novidade. O primeiro choque foi constatar que ele já veio sabendo fazer xixi e cocô no lugar certo, sua caixa de areia. Impressionante, não errou uma. Cachorros demoram aprender e, mesmo depois de ensinados, podem errar o alvo em momentos de tensão.

A segunda surpresa foram as sonecas. O Tom dorme 80% do tempo. No primeiro dia a sós com ele, pensei que tinha sido mordido pela mosca tsé-tsé, que transmite a doença do sono. Googlei: “Meu gato dorme muito, isso é normal?” Parece que sim. Depois de ler vários blogs e revistas, descobri que os gatos têm uma relação engraçada com o sono: ficam boa parte do tempo meio-dormindo, meio-acordados e despertam de vez no amanhecer e no anoitecer, o que é chamado de sono crepuscular.

É de manhã cedinho e no começo da noite que o Tom fica mais aceso. Isso já rendeu cenas engraçadas, como na noite em que ele caiu na minha cabeça enquanto eu pegava no sono (e ele tentava escalar a prateleira que fica acima da cama). Por motivos de segurança, o quarto foi banido à noite, pelo menos nessa fase mais pestinha.

O Tom é um ragdoll (do inglês, boneca de pano). Não por acaso, essa é uma das raças mais mansas e sociáveis, resultado do cruzamento de várias outras raças, entre elas persa e sagrado da Birmânia. Isso quer dizer que, mesmo sendo pestinha, o Tom é uma fofura: guarda as unhas quando vai brincar com a gente, deixa ser paparicado e parece um sombra, segue a gente o tempo todo pela casa. Claro que isso tem um lado xaropinho, afinal, ter um gato na pia do banheiro enquanto você escova os dentes não é muito prático nem higiênico.

Eu que sempre ouvi dizer que gatos eram frios me surpreendi. Sim, eles são mais independentes que os cães, tanto que a rotina da casa não mudou muito por causa do Tom. Já tive alguns cachorros e lembro como um filhotinho vira o centro das atenções. Gatos parecem dar menos trabalho, mas conseguem ser tão fofos e companheiros como os cachorros. Eu digo que ele parece um bicho de pelúcia animado. Tudo bem, MUITO animado, às vezes até demais…

********

Em tempo: Tom tem quatro meses, mas está com tamanho de gato adulto. Isso é comum em ragdoll. Quem quiser saber mais sobre a raça, pode clicar aqui.

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Enviado por Anna Simas, 23/07/14 2:17:13 PM

crocodiloOntem foi aniversário de um ano do bebê real, o príncipe George. Como era de se esperar, ele recebeu dezenas de presentes de vários países, autoridades e conhecidos da família. Um deles foi um campo inteiro cheio de flores, dado por um amigo do príncipe Charles. Até aí, salvo exagero, tudo normal.

Porém, dois deles passaram dos limites e me causaram indignação (e explicam o motivo de escrever sobre isso aqui no blog): um filhote de crocodilo e um trio de suricatos. Sim, a criança ganhou um crocodilo. Mas não é por ela que eu estou chocada (afinal, claro que jamais ficará perto do bicho e será exposta a qualquer tipo de risco), mas pelo animal.

Ele foi dado pelo governo da Austrália e vai ficar em um zoológico por lá mesmo. George só terá o direito de acompanhar o seu crescimento. O problema é que fizeram foto do crocodilo com a boca totalmente amarrada, com chapéu de aniversário ao lado de um bolo com vela de um ano. O bicho mal abre o olho na foto e, certamente, está super incomodado e com medo. Pior que isso: criaram uma página no Facebook para exibir as fotos (veja aqui).

Pelo que entendi, a ideia é transformar o animal – que ganhou o mesmo nome do pequeno príncipe – em atração turística. No Face aparecem várias imagens dele com outra pessoas, também com a boca amarrada.

Duas considerações aqui: primeiro que tudo isso é completamente desnecessário. Crocodilo não é pet que pode ficar posando para fotos fofas que está tudo bem. Ele precisa ficar em seu habitat natural. Segundo que isso – considerando que as páginas reais nas mídias sociais têm milhares de seguidores – incentiva o povo por aí a fazer o mesmo e tratar animais selvagens como se fossem brinquedos.

Falando em brinquedo, o mesmo vale para os suricatos. Eles foram dados pela Dudley and West Midlands Zoological Society e certamente não vão ficar com o George. Mas é o mesmo raciocínio: dá-los de presente a uma criança incentiva a prática, que é abominada pela proteção animal.

Enviado por Anna Simas, 18/07/14 3:54:23 PM

Para quem tem uma criança em casa e quer falar com ela sobre proteção animal, aqui vai uma dica: a cachorra Carol vai te ajudar.

Eu conheci a personagem na semana passada, no site da Pedigree. Mas ela não tem nada a ver com a marca de ração ( só aparece lá porque o marketing gostou da ideia). Foi criada pela jornalista Caroline Zerbato para divulgar a causa animal. É uma tirinha bem simples, que mostra uma cachorra engraçadinha em situações em que precisa defender os bichos abandonados, maltratados e doentes, ou falar sobre adoção. É bastante ingênuo, mas por isso mesmo funciona bem para os pequenos.

Por enquanto a publicação é só virtual. Todas as tiras estão aqui: kawek.com.br/carolzerbato.

carol

carol1

Enviado por Anna Simas, 17/07/14 4:27:42 PM

Está rolando uma campanha bacana nas redes sociais para estimular a adoção de animais com deficiência física. A ideia é que as pessoas vençam o preconceito e levem para casa um cão ou gato com dificuldade de locomoção. São cinco fotos de bichinhos com algum tipo de paralisia que ressaltam as qualidades deles, sugerindo que você deixe de lado qualquer probleminha físico.

O nome é “O que faz a diferença para você” e foi criada pela atriz Júlia Bobrow, que ficou famosa em São Paulo quando adotou a Mocinha, uma cachorrinha de rua com paralisia nas quatro patas.

A Mocinha morreu no ano passado, mas a Júlia continuou firme no propósito de ajudar bichos que são rejeitados duas vezes: uma por serem abandonados e outra por terem alguma deficiência.

Olha só as imagens:

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