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O acordo recorde do Manchester United para colocar a marca Chevrolet em suas famosas camisas vermelhas mostrou o poder do marketing da Liga Premier Inglesa que já comanda o mais lucrativo contrato de TV no mundo do futebol.

Carregar o nome de um patrocinador é altamente eficaz e uma forma nada sutil de marketing que tem sido característica do futebol europeu desde a década de 70. No entanto, o acordo da United com a General Motors certamente conduzirá para cima os valores pedidos por outros clubes europeus de ponta para transformar seus jogadores em outdoors ambulantes.

O Manchester United, que pertence à família norte-americana Glazer, e que planeja listar-se na Bolsa Valores de Nova York (NYSE, na sigla em inglês), foram campeões ingleses num recorde de 19 vezes e alegam ter 659 milhões de seguidores no mundo --mais do que qualquer outro clube.

"O Manchester United, como a maior marca do mais popular esporte do mundo, vai se tornar uma proposta atraente", disse Austin Houlihan, do grupo de serviços financeiros Deloitte.

Ter o nome exposto em uma camisa de time dá aos patrocinadores 90 minutos de exposição garantida em partidas que atraem elevadas audiências globais num momento em que grande parte da mídia tem se dividido em nichos de mercado.

"É uma oferta muito mais valiosa estar dentro de programas em camisas de times do que a publicidade que gira em torno (dos jogos) quando os telespectadores podem mudar de canal", afirmou Danny Townsend, presidente da empresa de análise de marcas Repucom para Europa, Oriente Médio, África e sul da Ásia.

O United e a GM não confirmaram o valor do negócio que verá a Chevrolet substituir a corretora de seguros Aon como a marca das camisas do Manchester United a partir de 2014, sob um acordo com prazo de sete anos.

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