Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Café com a Gazeta

PF amplia investigação e cita suspeitas envolvendo Jaques Wagner no caso Master

A Polícia Federal avançou, segundo a reportagem, na investigação do caso do Banco Master. E, além disso, passou a analisar possíveis vantagens atribuídas ao senador e líder do governo no Senado, Jaques Wagner. Nesse contexto, a apuração aponta, de forma ainda preliminar, que o parlamentar teria relação indireta com benefícios como uso de apartamento em Salvador, voos privados e ingressos para eventos. Enquanto isso, simultaneamente, os investigadores examinam transações financeiras e mensagens que, portanto, poderiam indicar proximidade com pessoas ligadas ao esquema sob investigação.

Além disso, a reportagem afirma que a PF também apura repasses que chegariam a cerca de R$ 3,5 milhões e, consequentemente, busca entender se esses valores teriam origem em agentes vinculados ao entorno do Banco Master. Contudo, o senador nega irregularidades. Ele afirma que não é réu nem foi denunciado. Por outro lado, sustenta que não possui vínculo com os bens citados, enquanto, finalmente, a investigação segue em andamento e ainda não apresentou conclusão definitiva.

Wagner desdenha da PF e lembra que já foi alvo de operação e teve recorde de votos em 2018

O senador Jaques Wagner (PT-BA) desdenhou nesta quinta-feira (18) da nona fase da Compliance Zero, operação que realizou busca e apreensão em endereços que lhe pertencem. Wagner afirmou que também foi alvo de uma operação semelhante em 2018 e acabou como o senador "mais votado" pela Bahia naquele ano. Ele também avaliou que deve seguir como líder do governo Lula no Senado.

“A Bahia é terra de muro baixo. (...) Minha candidatura se mantém. Em 2018, quando eu também fui candidato ao Senado, teve uma busca e apreensão em minha casa, mantive minha candidatura e fui o senador mais votado na história da Bahia”, lembrou, em entrevista

Delegado pede a Moraes para ouvir Bolsonaro em inquérito sobre pistola apreendida

O delegado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) Thiago Silva pediu, nesta quinta-feira (18), autorização ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes para ouvir o ex-presidente Jair Bolsonaro. O policial deseja esclarecimentos em relação a uma arma apreendida na segunda-feira (15), em uma blitz da Lei Seca em Taguatinga, no Distrito Federal.

Na abordagem da Polícia Militar, um motorista foi parado, se prontificou a assoprar o bafômetro e se identificou como sargento Estácio Leite, servidor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ele disse que a pistola e um carregador sobressalente pertenciam ao ex-presidente. A oitiva seria por meio de videoconferência, marcada para a tarde da próxima quarta-feira (24).

Confira outros destaques do Café com a Gazeta do Povo desta sexta-feira (19):

O Café com a Gazeta do Povo vai ao ar das 07h às 10h, no canal da Gazeta do Povo no Youtube.

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.