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crise da mariposa

A uma semana da temporada, Paranaguá não tem medidas preventivas para evitar alergia em turistas

Segundo Secretaria de Saúde, panfletos serão distribuídos somente se houver um novo aumento no número de casos

  • PorBeatriz Pozzobon, especial para Gazeta do Povo, e Durval Ramos
  • 13/12/2017 17:36
 | Reprodução/
| Foto: Reprodução/

Devido aos casos de alergia causados por mariposas em Paranaguá, no Litoral do estado, a prefeitura do município está preparando panfletos para orientar os turistas caso eles tenham problemas com os insetos. No entanto, segundo a Secretaria de Saúde do município, a distribuição do material deve acontecer somente se houver um novo aumento no número de ocorrências.

De acordo com a pasta, a campanha informativa foi feita pelo governo do estado durante um surto semelhante registrado no verão de 2010/11 e será retomada neste ano caso os turistas comecem a ter problemas com a mariposa — ou seja, uma estratégia mais reativa e menos de prevenção. A apenas uma semana do início da temporada, a prefeitura diz que vai estudar a possibilidade de distribuir panfletos em hotéis e pousadas de Paranaguá e na Ilha do Mel para alertar os visitantes sobre como evitar o contato com o inseto. Nos postos de saúde, essa distribuição já está sendo feita.

Até agora, foram registrados 1.700 casos notificados em pouco menos de um mês. As ocorrências começaram a aparecer no dia 20 do mês passado, sendo que os picos de atendimentos aconteceram entre os dias 26 e 28 de novembro. Neste período, as unidades básicas de saúde (UBS) e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município chegaram a atender de 200 a 350 pessoas num único dia. Hoje, a situação está bem mais tranquila, com média de 15 atendimentos diários.

Segundo o médico pediatra Cassiano Cubas Machado, que atende na UPA e em UBS em Paranaguá, o momento crítico já passou. “Isso acontece por conta do ciclo de reprodução das mariposas, que é bastante curto”. De acordo com ele, poucos casos devem ocorrer até o final deste mês — ou seja, ainda durante as festas de Natal e de ano novo.

De qualquer forma, a Secretaria Municipal de Saúde vai disponibilizar mais dois médicos por dia para atendimento na UPA, além de ter reforçado os medicamentos, distribuídos gratuitamente, para tratamento das alergias. O reforço médico faz parte da Operação Verão inicia no próximo dia 21 e prossegue até uma semana após o Carnaval.

De acordo com a chefe de divisão de vigilância em zoonose e intoxicações de Secretaria de Saúde do Paraná, Tânia Portella, os panfletos foram distribuídos aos municípios do Litoral em novembro. Além disso, segundo ela, a secretaria promoveu treinamento com cerca de 50 agentes de saúde para lidar não apenas com mariposas, mas outros animais peçonhentos — incluindo águas-vivas.

Como evitar o contato com a mariposa

Não utilizar redes e roupas que ficaram expostas nos varais;

Limpar mobiliário externo toda manhã com pano úmido;

Recolher as crianças ao entardecer;

Antes do entardecer, desligar as luzes de fora de casa;

Antes de varrer, borrifar água no chão para evitar a formação das “nuvens de cerda” ou utilizar rodo com pano úmido.

Primeiros socorros

Tomar banho morno ou frio ou utilizar compressas de água fria para diminuir a coceira;

Se a irritabilidade na pele aumentar ou continuar, procurar a unidade de saúde mais próxima.

Controle

Utilizar telas nas portas e janelas para evitar a entrada das mariposas nas residências;

Evitar bater nas mariposas com vassouras, panos secos ou calçados, pois isso pode causar a liberação das cerdas no ar;

Envolver a mariposa com um pedaço de papel umedecido em água e descartar no lixo;

Outra forma de eliminar a mariposa é borrifa-la com mistura de água e detergente.

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