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Golpe da união estável

Polícia Federal prende 5 pessoas em Curitiba por fraude em regularização de estrangeiros

Casos aconteceram em menos de uma semana. Polícia Federal diz que já havia informações de fraudes nos processos

  • PorGazeta do Povo
  • 23/10/2018 10:47
Presos podem ser condenados a até 15 anos de prisão | Jonathan Campos/Gazeta do Povo
Presos podem ser condenados a até 15 anos de prisão| Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

Cinco pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Federal (PF) em Curitiba em menos de uma semana tentando simular união estável para regularizar a situação de estrangeiros que estavam de forma irregular no Brasil. O caso mais recente aconteceu segunda-feira (22), quando uma mulher foi presa dentro da superintendência da PF no bairro Santa Cândida ao tentar forjar a regularização de uma paquistanesa no país.

De acordo com a Polícia Federal, a prisão aconteceu quando ela — uma despachante também de origem paquistanesa — foi ao setor de migração e apresentou documentos que declaravam residência e união estável de outra mulher com um brasileiro. A intenção era solicitar o registro de permanência no Brasil por reunião familiar.

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Contudo, a polícia desconfiou da história justamente por causa de informações de que fraudes desse tipo estavam sendo feitas para regularizar a situação de imigrantes irregulares. A partir disso, os agentes checaram a documentação e descobriram que a união estável era falsa.

A despachante foi presa em flagrante e a PF abriu inquérito para apurar as demais informações apresentadas pela mulher no processo.

Outras prisões

Essa é a segunda prisão do tipo que acontece em Curitiba em menos de uma semana. Na última sexta-feira (19), outras quatro pessoas foram presas em flagrante por também tentar fraudar o sistema de regularização de imigrantes da mesma forma. No caso, um despachante, um chinês e dois brasileiros que ajudaram no esquema simulando a união estável e a declaração de residência foram detidos.

Eles responderão pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica em documento público e em documento particular e uso de documentos falsificados. Se condenados, podem ter pena de até 15 anos de prisão.

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