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Presidente do Atlético, Mario Celso Petraglia pede que a torcida troque as cobranças por apoio ao time na Baixada. | Antônio More/Gazeta do Povo
Presidente do Atlético, Mario Celso Petraglia pede que a torcida troque as cobranças por apoio ao time na Baixada.| Foto: Antônio More/Gazeta do Povo

O presidente do Atlético, Mario Celso Petraglia, voltou a criticar a torcida do Atlético após a vitória por 1 a 0 sobre o Sportivo Luqueño, na noite de quarta-feira (21), na Baixada, no duelo de ida das quartas de final da Copa Sul-Americana.

Assim que a partida terminou, o cartola atleticano afirmou que as vaias e cobranças vindas das arquibancadas a cada vez que um atleta do Furacão erra um lance desestabilizam a equipe comandada por Cristóvão Borges.

“Será que seria pedir muito para a torcida para que não vaiem os nossos jogadores quando acontecem jogadas erradas! Eles sentem a cobrança!”, escreveu Petraglia, em sua conta no Twitter. “É uma ação perde, perde. Este comportamento da arquibancada tira a confiança, desestabiliza o emocional e deixa o time inteiro inseguro”, prosseguiu.

Petraglia também pediu ajuda para que a torcida volte a empurrar o time na Baixada. “Assim como o incentivo, a força, o apoio, ajuda [sic], a vaia, a cobrança e o apupo atrapalha [sic] muito! Ajudem!”, complementou.

Esta não é a primeira vez que Petraglia reclama das vaias atleticanas na Baixada. Na última segunda-feira (19), no programa ‘Atletiba da Massa’, na rádio Massa, o mandatário já havia criticado as vaias na derrota por 4 a 1 para o Corinthians, no último domingo (18).

“Temos de reconhecer que o Corinthians é infinitamente mais preparado. Aí o menino [Bruno Mota] erra um passe e a torcida, naquela angústia de vencer, já começa a vaiar”, afirmou, relembrando o lance do terceiro gol dos paulistas, anotado ainda aos 45 minutos do primeiro tempo.

Na jogada, o jovem meia Bruno Mota perdeu a bola para Elias na intermediária defensiva do Furacão. Na sequência, Renato Augusto fez o gol. Na segunda etapa, Mota se redimiu ao anotar o gol de honra dos donos da casa, que terminaram derrotados por 4 a 1.

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