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Conheça os estádios que receberam o Atletiba e que não existem mais

  • Gazeta do Povo
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Depois de três anos e meio, a Arena da Baixada volta a receber um Atletiba. No domingo (21), às 16 horas, Atlético e Coritiba entram em um dos palcos pelos quais o clássico já passou. Alguns deles, aliás, não existem mais.

Parque Graciosa

O palco do primeiro Atletiba da história terminou com vitória do Coritiba sobre o Atlético por 6 a 3. Era a casa do Alviverde até o início dos anos 30, antes de clube partir para construção da sua casa própria, o Belfort Duarte, depois Couto Pereira. No Parque Graciosa foram disputados 10 confrontos entre os rivais, sendo cinco vitórias para o Coritiba, três para o Atlético e dois empates. O estádio ficava na região do Juvevê, entre as ruas Nicolau Maeder e a Barão de Guaraúna, com os portões de entrada pela Rua Rocha Pombo. Lá funcionam estabelecimentos comerciais e um parque residencial.

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Divulgação/Coritiba

Palestra Itália e Franklin Delano Roosevelt

O estádio foi inaugurado em 1915 e mudou de nome algumas vezes, antes de ser destruído por um incêndio, em maio de 2006. Ficava na Alameda Carlos de Carvalho, no Batel, onde hoje é um supermercado. Era a casa do Palestra Itália, um dos clubes que deu origem ao Paraná, e que também dava o nome ao estádio. Por ser um terreno arrendado, o Palestra preferiu deixar o local e construir outro campo, no Tarumã. Então, os imigrantes poloneses da Sociedade União Juventus decidiram comprar e reformar o estádio Palestra Itália, dando o nome de Franklin Delano Roosevelt, presidente dos Estados Unidos que conduziu o país durante a II Guerra, ajudando a Polônia na disputa territorial contra a Alemanha. No local foram disputados sete Atletibas, entre 1937 e 1945, com quatro vitórias para o Coxa, duas para o Atlético, e um empates.

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Reprodução/Internet

Orestes Thá

Apenas um jogo foi disputado no estádio, em março de 1956, e terminou empatado por 4 a 4. E o clássico, como não poderia deixar de ser, foi marcado pela rivalidade. Os atleticanos queriam jogar com uma bola vermelha, enquanto os coxas brancas só aceitavam jogar com uma bola amarela, gerando uma grande confusão e expulsões pros dois lados. As duas bolas foram usadas durante o confronto, e os gols do Furacão só saíram com a vermelha, enquanto os tentos do Coritiba foram anotados apenas com a amarela. Sobre o local, o Orestes Thá era propriedade do Esporte Clube Água Verde, que mais tarde passou a se chamar Esporte Clube Pinheiros, que na fusão com o Colorado originou o Paraná. O terreno ainda pertence ao Tricolor, e hoje é o Parque Social e Recreativo Orestes Thá, sede do clube, na Avenida Presidente Kennedy.

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