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Gazeta Agora: Lula na ONU tem indiretas a Trump, defesa do PIX e palanque para a eleição

Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca que Lula usa ONU para reafirmar críticas aos EUA e “ingerência externa” em eleições.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) utilizou a tribuna da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (22), para reafirmar as frequentes críticas ao seu homólogo norte-americano Donald Trump em relação à política externa e para defender o que considera como soberania nacional.

As críticas, sem citar diretamente Trump ou os Estados Unidos, foram feitas durante o discurso de abertura da 81ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, em que o Brasil tradicionalmente inicia os debates. Logo após Lula, o presidente norte-americano também discursa por ser o país sede do órgão.

"Somos chamados a optar pelo multilateralismo ou unilateralismo, soberania ou subordinação", disse Lula em um dos trechos do discurso. O petista vem, desde o ano passado, acusando os Estados Unidos de impor uma política de parcerias unilaterais com a ameaça de sobretaxas sobre países que não fecham acordos.

Em outro momento, afirmou que o atual secretário-geral da ONU, António Guterres, foi "testemunha direta dos crescentes desmandos da super potência" e, ainda, que o Brasil "não cabe no quintal de ninguém".

Mendonça pede investigação de Moraes por abuso de autoridade e denunciação caluniosa

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça pediu que o presidente da Corte, Edson Fachin, avalie a possibilidade de instaurar uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes pelos crimes de abuso de autoridade e denunciação caluniosa.

A manifestação de 76 páginas foi protocolada nesta segunda-feira (21), último dia do prazo concedido por Fachin. Ao concluir a introdução e passar à análise dos fatos, o magistrado diz que evitará "o uso de expressões inadequadas, de falácias argumentativas e de ataques etéreos e desprovidos de elementos concretos".

A acusação de abuso de autoridade é baseada em dois artigos da lei de 2019 que trata especificamente do tema. Um deles prevê pena de seis meses a dois anos a quem "requisitar instauração ou instaurar procedimento investigatório de infração penal ou administrativa, em desfavor de alguém, à falta de qualquer indício da prática de crime, de ilícito funcional ou de infração administrativa". O outro pode punir de um a quatro anos a autoridade por "dar início ou proceder à persecução penal, civil ou administrativa sem justa causa fundamentada ou contra quem sabe inocente".

Marinho compara poder de Dino sobre emendas ao inquérito das fake news

O coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), senador Rogério Marinho (PL-RN), usou os casos sobre emendas parlamentares sob relatoria do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino para afirmar que uma das propostas é fazer uma "reforma judiciária séria". Ele avaliou que o feito "virou um monstro nas mãos de Flávio Dino" e que repete a ampliação de poder observada no inquérito das fake news.

A fala foi publicada nesta terça-feira (22) e ocorreu em uma entrevista ao talk show “Que Programa É Esse?”, do canal no YouTube TV Celular, lançado pela campanha. O parlamentar destacou o poder exercido pelo relator sobre os 513 deputados federais e 81 senadores, dizendo saber "como ele se comporta".

Marinho também abordou o que classificou como uma intervenção na política local do estado natal do ministro, o Maranhão. Ele afirmou que o ministro afastou três conselheiros do Tribunal de Contas do Maranhão (TCE-MA). Na verdade, Dino afastou apenas um, o presidente do órgão, Daniel Brandão. Com a decisão, o TCE passou a funcionar com três titulares a menos, porque duas cadeiras já estavam vagas e os processos para preenchê-las permaneciam suspensos por decisões anteriores do STF, também relatadas por Dino.

Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.

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