O Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca que Marinho diz a Fachin que “não haverá vingança” e nem omissão em governo de Flávio Bolsonaro contra o STF.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordena a campanha do colega Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República, disse nesta terça-feira (6) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que um eventual governo do parlamentar não fará “vingança nem omissão” contra a Corte.
A declaração foi dada após uma reunião de Marinho e Fachin no STF, no começo da tarde. O senador sinalizou trégua com a Corte, mas atenção por decisões que venham a ser tomadas por seus ministros.
“Não haverá vingança dos bolsonaristas contra os ministros, mas também não haverá omissão”, disse Marinho a jornalistas após o encontro.
“Estamos carregando nas costas a promiscuidade da Suprema Corte”, diz Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que carrega nas costas “a promiscuidade da Suprema Corte brasileira”. A declaração ocorre após o petista ficar atrás de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno da eleição presidencial. O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro.
"Só tem um candidato que só tem um candidato que é antissistema. E somos nós, não tem outro. E estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que ficou estabelecida na Suprema Corte brasileira depois dessas denúncias", disse Lula durante uma reunião com a coordenação de campanha.
Além da vantagem de Flávio, o PL conseguiu eleger 19 senadores e 121 deputados federais. A principal pauta defendida pela direita do Senado é o impeachment de ministros do STF. O presidente voltou a defender uma reforma no Poder Judiciário.
Moraes autoriza semiaberto para “Débora do Batom”
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (6) a progressão de pena para o regime semiaberto para a cabeleireira Débora Rodrigues, que ficou conhecida como “Débora do Batom” por ter vandalizado a estátua “A Justiça”, em frente à Corte, durante os atos de 8 de janeiro de 2023.
Moraes acolheu a manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) para a progressão da pena, e afirmou que parte do período já foi cumprida, o que permite a concessão do semiaberto.
“Em virtude da presença dos requisitos legais, defiro a progressão para o regime semiaberto à sentenciada, mantendo sua atual prisão domiciliar, por ser forma de cumprimento de pena mais benéfica do que o regime semiaberto ora sentenciado”, afirmou na decisão a que a Gazeta do Povo teve acesso.
O Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.



