O Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca os vídeos de teor sexual em festas de Vorcaro, tratados pela Polícia Federal como possível instrumento de chantagem.
Os vídeos de conteúdo sexual das festas do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com autoridades de diferentes espectros políticos e membros do Judiciário ainda não estão no centro do caso Master. Isso porque a Polícia Federal apura, segundo pessoas próximas às investigações, se os conteúdos eram usados para pressionar e até para chantagear autoridades e figuras públicas que participaram dos eventos regados a bebidas caras, charutos exclusivos e “acompanhantes” estrangeiras.
Os vídeos passarão a ocupar um lugar central nas investigações se ficar comprovado que o conteúdo serviu para ameaçar ou obrigar figuras dos três Poderes a sustentar politicamente o Banco Master ou se foram promovidos com o uso de recursos públicos. Esses recursos poderiam ter sido desviados do banco a partir de fundos de previdência de estados e municípios ou mesmo do desconto indevido de beneficiários do INSS.
Mendonça Filho será relator da PEC da redução da maioridade penal na Câmara
O deputado federal Mendonça Filho (PL-PE) foi escolhido para relatar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal na comissão especial que será instalada pela Câmara dos Deputados na segunda semana de agosto.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira (8) pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Na mesma publicação, Motta informou que o deputado Aluísio Mendes (Republicanos-MA) presidirá o colegiado responsável por analisar o mérito da proposta.
Ao divulgar as indicações, o presidente da Câmara afirmou que a redução da maioridade penal é um tema que desperta grande interesse da população e prometeu um debate amplo. "Esta pauta é um grande apelo da população. A Câmara vai debatê-la com equilíbrio, responsabilidade e ouvindo a todos", escreveu.
Associação do MP apoia promotora que criticou fala sobre Deus
A Associação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Amperj) manifestou solidariedade à promotora de justiça Elayne Rodrigues, que classificou como “inconstitucional” uma manifestação religiosa realizada durante um evento em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
O episódio ocorreu na última sexta-feira (3), durante um encontro promovido pela Associação dos Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares do Estado do Rio de Janeiro (Acterj). Em seu discurso, a promotora declarou sentir-se “extremamente ofendida” por uma oração evangélica realizada na abertura da programação.
“Logo no início do evento fui surpreendida por uma oração evangélica. Preciso esclarecer à organização e à associação que a fé é um direito privado e não deve ser estendida a outras pessoas em um evento público”, afirmou.
O Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.



