i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Consciência

Famosos que cheiram cocaína prejudicam América Latina e África

  • PorReuters/Brasil Online/O Globo Online
  • 15/11/2007 14:47

As celebridades que cheiram cocaína estão incentivando um tipo de comércio que destrói comunidades inteiras na América Latina e na África, disse na quinta-feira o responsável das Nações Unidas pela luta contra o crime.

"Uma música, uma imagem ou uma declaração que faça a cocaína parecer algo bom pode colocar a perder milhões de dólares em campanhas de prevenção e educação contra a droga", de acordo com o texto de discurso de Antonio María Costa, chefe do Escritório das Nações Unidas contra as Drogas e Crimes.

"O consumo (da droga) aqui e na Europa está causando outro desastre na África, que ainda precisa lidar com a pobreza, o enorme desemprego e com pandemias", disse Costa.

Os traficantes de cocaína da América do Sul voltaram suas atenções para a África Ocidental em busca de uma rota para negociar com a Europa, advertiram autoridades.

Na Colômbia, a cocaína também contribui com centenas de milhares de dólares para financiar a guerrilha e os paramilitares de extrema direita, que acabam com milhares de vidas por ano, principalmente entre a população pobre do país.

"Os europeus entendem agora que não devem comprar diamantes de sangue, ou roupa feita por escravos em locais com péssimas condições", afirmou Costa.

"Mesmo que para os viciados em cocaína não importe a própria saúde, eles deveriam certamente ser responsáveis pelo dano que provocam aos outros", avaliou.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.