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Presidente da Argentina, com apenas 5% de vacinação, recusou Pfizer por condições leoninas
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A simples existência de um vizinho como a Argentina é uma enorme pedra no sapato da esquerda brasileira. Compreende-se: a turma do Foro de SP voltou ao poder, fez o lockdown rigoroso que a nossa esquerda queria que Bolsonaro fizesse no Brasil, e colhe péssimos resultados. A economia desabou, enquanto as mortes por habitante dispararam e, na margem, já ultrapassaram as brasileiras.

Uma cantora brasileira chegou a invejar os vizinhos que tinham um presidente, ao contrário do Brasil, segundo ela. Mas absolutamente nada na Argentina tem servido de bom exemplo. O autoritarismo do governo aumentou muito sob o pretexto da pandemia, produtores rurais foram proibidos de exportar carne, negócios sofreram enorme ingerência estatal, e quase 12 mil hotéis e restaurantes fecharam as portas, movimento que continua em ascendência.

Isso sem falar que a Argentina caminha a passos largos na direção da Venezuela, não apenas com a disparada na taxa de pobreza, mas nos "valores" que viram as costas para a democracia. Esse será o caminho do Brasil, caso Lula volte ao poder: a Argentina se retirou da denúncia internacional no tribunal de Haya por crimes contra a humanidade na Venezuela.

Ou seja, o governo argentino passa pano para a tirania assassina de Maduro, que executou em um só ano, de forma extrajudicial, mais do que o regime militar em duas décadas - sem levar em conta que nossas Forças Armadas lidavam com comunistas revolucionários que desejavam instalar no Brasil justamente esse regime opressor e assassino, enquanto o regime de Maduro mata pessoas inocentes.

Lembrar que a Argentina existe logo ao lado é, portanto, um grande embaraço para nossa esquerda. Ela precisa lidar com a narrativa furada de que Bolsonaro é o grande responsável pelas mortes com Covid, pela "falta" de vacina e até pela queda da economia. Não dá para repetir que com Lula tudo estaria melhor enquanto a Argentina, cujo governo é apoiado por Lula, está bem ao lado esfregando uma realidade oposta na cara de pau dessa turma. Então preferem eliminar a Argentina do mapa...

Mas não é possível, pois os fatos são muito fortes para fingirem que não aconteceram. Por isso até a Folha de SP precisa dar a notícia a contragosto (como a CNN Brasil faz quando é notícia positiva sobre o Brasil de Bolsonaro):

A Gazeta do Povo fez uma reportagem completa sobre a situação da vacinação na Argentina, e o quadro é vergonhoso para nossa esquerda que demoniza Bolsonaro e o chama até de genocida por supostamente ter recusado vacinas. Eis um trecho:

A Argentina foi o segundo país da América do Sul a iniciar a vacinação contra a Covid-19. Ainda em dezembro de 2020, quando na região apenas o Chile tinha iniciado uma campanha de imunização, a Argentina começou a receber as primeiras doses da Sputnik V que haviam sido contratadas em acordo com o governo russo. Mas os cinco meses que se seguiram fizeram murchar a esperança inicial de que o país poderia rapidamente vacinar sua população.

Durante esse período, 20% dos argentinos receberam a primeira dose de imunização e menos de 6% receberam a dose complementar. Atualmente a Argentina está vacinando menos que o Chile, Uruguai, Brasil e Guiana, com uma taxa de doses aplicadas diariamente que está em torno de três para cada mil habitantes – semelhante a Equador e Bolívia, segundo a plataforma Our World In Data, da Universidade de Oxford.

[...] Em dezembro do ano passado os argentinos estavam esperando receber 750 mil doses da vacina anti-Covid da Pfizer, devido a um anúncio feito pelo próprio presidente no mês anterior. Contudo, foram surpreendidos quando o governo afirmou que as condições exigidas pela farmacêutica americana eram “um pouco inaceitáveis”.

“A Pfizer nos pediu uma Lei de Vacinas e nós atendemos. Agora nos pedem uma outra lei para evitar responsabilidades legais se as vacinas causarem danos físicos. Não daremos essa imunidade jurídica, eles são responsáveis pelas vacinas”, disse o presidente argentino no ano passado.

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O presidente argentino confirma, portanto, o que disse Bolsonaro e aquilo que o ex-ministro Pazuello confirmou na CPI, ao não comprar vacinas da Pfizer naquele momento: “Me colocavam em uma situação muito violenta em relação às exigências”. Nossa mídia esquerdista também vai chamá-lo de genocida? Vai levar isso em conta quando repetir a ladainha de que Bolsonaro já poderia ter comprado muito mais vacinas?

Enquanto isso, no Brasil real, bem diferente da narrativa canhota...

Pelo visto até a esquerda caviar parisiense vai para o Brasil para receber uma dose de vacina, se continuar assim...

Não tem jeito: quem demoniza Bolsonaro por conta da "falta" de vacina, acusa-o de genocida ou de ameaça à democracia, enquanto chama Lula de democrata e prega o lockdown como panaceia na pandemia, não passa de um perfeito canalha!

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