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Pandemia

Gripe A H1N1 não sofreu mutação para doença mais séria, diz OMS

Diretora-geral da OMS Margaret Chan notou que o principal desafio será garantir vacinas suficientes para os países mais pobres do mundo

  • PorAgência Estado
  • 21/09/2009 16:01

A diretora-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, afirmou nesta segunda-feira que o vírus da gripe A H1N1 aparentemente não sofreu mutação para uma doença mais grave. Ainda segundo ela, o desenvolvimento das vacinas para a doença ocorre conforme o previsto.

As vacinas para a gripe A H1N1 até agora produzidas mostraram-se eficazes, disse Margaret, falando em Hong Kong.

"O vírus pode sofrer mutação a qualquer momento. Mas de abril até agora, nós vemos dos dados recebidos de laboratórios por todo o mundo que o vírus ainda é muito similar (ao estado anterior)", avaliou ela.

A diretora-geral da OMS notou que o principal desafio no combate à pandemia será garantir vacinas suficientes para os países mais pobres do mundo. Idealmente, segundo ela, três bilhões de doses podem ser produzidas anualmente. Ela lembrou que a China já começou a vacinar sua população.

"Os resultados dos primeiros testes clínicos sugerem que uma dose simples de vacina pandêmica será suficiente. Se confirmada, essa descoberta irá literalmente dobrar o montante de vacina disponível", disse.

O comentário foi feito após, na semana passada, a OMS advertir que a produção anual da vacina deve ficar bem abaixo das 4,9 bilhões de doses anteriormente previstas. No domingo, o diretor-regional da OMS Shin Young-soo disse que a entidade, junto com as Nações Unidas, trabalha para arrecadar US$ 1 bilhão para comprar vacinas para países pobres.

Margaret disse que Hong Kong poderia relaxar medidas contra a epidemia de gripe A H1N1 "passo a passo". Segundo ela, o país deve enfocar recursos de longo prazo, para evitar contágios e reduzir o número de casos sérios. Ela afirmou que pacientes considerados de alto risco, como os mais velhos, os obesos e aqueles com doenças preexistentes, serão mais afetados pela doença.

Há temores de que os países mais pobres não consigam vacinas suficientes para a doença, também conhecida como gripe suína. Isso apesar de, na semana passada, os EUA e outros oito países se comprometerem a doar 10% de seu estoque de vacinas para as nações mais pobres.

Enquanto isso, o laboratório francês Sanofi-Aventis anunciou hoje que começará a entregar as primeiras doses de sua vacina contra a gripe suína nos EUA até meados de outubro. As informações são da Dow Jones e da Associated Press.

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