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O Grupo Dignidade, organização não governamental que luta pelos direitos dos homossexuais, entrou há duas semanas com um pedido extrajudicial de retirada de publicidade enganosa da Google Play, a loja on-line mantida pelo Google para a venda de jogos, músicas e programas para celular. A medida tem como alvo um aplicativo que promete curar gays e lésbicas pelo smartphone. O programa Door of Hope garante que o interessado conseguirá "se ver livre da homossexualidade" em 60 dias. O aplicativo foi desenvolvido pela Setting Captives Free. Em ofício enviado à Google Play, o Grupo Dignidade afirma que "é do entendimento da Organização Mundial da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde que a homossexualidade não é doença. Logo, se não é doença, não pode ser curada."

Efeito

A reclamação contra o aplicativo parece ter surtido efeito. Ontem, a coluna procurou o programa na loja virtual do Google, mas não o encontrou. Ele está disponível apenas no site da Setting Captives Free. Funciona como um curso on-line interativo que usa passagens da Bíblia para convencer o homossexual de que ele pode se "libertar". "Se você aplicar os princípios bíblicos encontrados aqui, você pode caminhar através da porta de esperança para uma nova vida com Cristo", promete.

Furto de árvore

Você leu direito, leitor. Não é "fruto", é "furto" mesmo. Aconteceu em Porto Alegre, no bairro Menino Deus. Nesta segunda-feira, um homem de 43 anos admitiu à polícia que foi contratado por uma imobiliária para cortar uma árvore que dificultava a visualização de uma peça publicitária. O furto ocorreu na quinta-feira passada e a polícia chegou ao homem a partir da placa da caminhonete usada na operação. Segundo o jornal Zero Hora, a ação durou 15 minutos: três pessoas chegaram e cortaram o tronco rente ao solo, com uma motosserra. Depois colocaram a árvore na carroceria e foram embora, sob os olhares atônitos das testemunhas. A prática caracteriza crime ambiental e os responsáveis podem pagar multa.

Lógica reversa

Uma intervenção urbana do artista holandês Helmut Smits segue lógica contrária ao da imobiliária de Porto Alegre. Descontente com a presença de outdoors na cidade onde mora, ele plantou árvores bem na frente das placas (foto).

Mais Médicos

Há algumas semanas, a coluna mostrou que médicos estão passando um abaixo-assinado nos consultórios contra medidas propostas pelo governo federal, entre elas a contratação de profissionais estrangeiros para trabalhar no interior no país. Segundo a leitora Luciana Amaral, "é constrangedor que o profissional se utilize de um momento técnico para fazer política." Ela considera que as assinaturas dos pacientes são "assinaturas de cabresto". A campanha nos consultórios também é criticada pela leitora Vanilde Tiepo. "Na minha opinião eles estão somente preocupados com a reserva de mercado", diz.

Filantropia e saúde

O médico Raul Cutait, fundador do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, realiza palestra hoje em Curitiba sobre "A importância da filantropia na área da saúde". Será às 19h30, no Hotel Bourbon. As inscrições podem ser feitas no site www.saben.org.br.

24 quadros por segundo

"Vê, esse é o problema da sua geração. São obcecados com rótulos."

A frase foi dita pela personagem Sue Sylvester, da série de tevê Glee. A sugestão foi enviada pelo leitor Willian Bressan.

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