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Entrelinhas

Resgate da praça

  • PorMarcela Campos - entrelinhas@gazetadopovo.com.br
  • 23/10/2014 21:08
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| Foto:

Um grupo de entidades e ex-alunos da primeira escola de ensino médio de Londrina, o Colégio Londrinense, lançou uma campanha na internet com a finalidade de arrecadar recursos para revitalizar a Praça Jonas de Faria Castro, de grande importância histórica para a cidade. A praça, que fica entre as ruas Quintino Bocaiúva, Mossoró e Santos, recebeu este nome em homenagem ao fundador do colégio. As doações (a partir de R$ 30) podem ser feitas pelo site de financiamento coletivo Catarse. Os idealizadores da iniciativa precisam arrecadar R$ 30 mil até 20 de dezembro. Caso contrário, conforme as regras do site, não levam nada.

Monumento

Jonas de Faria Castro fundou o então Ginásio Londrinense em 1939. Antes da inauguração, quem quisesse cursar o ensino médio tinha de ir para longe da família. Jacarezinho (PR), na divisa com São Paulo, era o que havia de mais próximo. Um dos objetivos do movimento é recuperar o busto de bronze em homenagem ao pioneiro, inaugurado em 1953. Em 2007 o monumento foi roubado, restando na praça apenas um pilar de mármore (foto).

Reprodução/Internet

Justiça condena professor

A Justiça de Foz do Iguaçu condenou um professor da Unioeste, com formação em Engenharia Elétrica, a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais a dois colegas (R$ 5 mil para cada um), por ter incluído em seu currículo acadêmico uma pesquisa deles, na área médica, da qual não participou. A decisão, da 1ª Vara Cível de Foz, pode ser contestada. De acordo com o réu, os próprios autores incluíram o nome dele no artigo. Em 2009, ao preparar seu Currículo Lattes, o professor fez um cruzamento de informações com currículos de docentes com quem tinha atividades em comum e, neste cruzamento, adicionou trabalhos que não havia considerado anteriormente. O réu afirma que colaborou na realização de cálculos usados na pesquisa. Já a sentença afirma que ele não conseguiu comprovar a participação.

Danos materiais

Os autores da ação também solicitaram condenação por danos materiais, pedido que foi negado pelo juiz. Segundo a sentença, não ficou evidenciado que o réu obteve vantagem financeira.

R$ 500 mil

Esse é o prejuízo anual de Curitiba com o furto de cabos elétricos subterrâneos, luminárias ornamentais e equipamentos da rede elétrica em ruas, praças e bosques. Segundo a prefeitura, a onda de ataques à estrutura de iluminação pública vem se intensificando nos últimos meses e hoje a cidade tem cerca de 500 luminárias desligadas por causa de vandalismo e furto de equipamentos.

Formação gratuita

Um grupo de professores de Londrina recebeu gratuitamente capacitação e material didático para ensinar crianças do 4º e 5º ano do ensino fundamental os fundamentos da produção do conhecimento. A iniciativa, do Instituto TIM, tem como objetivo fazer com que os alunos aprendam as operações intelectuais básicas usadas pelos cientistas para produzir e validar as descobertas – observar, verificar, classificar, questionar, definir, aplicar e generalizar. O projeto TIM Faz Ciência já atendeu 70 mil estudantes no Brasil inteiro e o objetivo é ampliá-lo no Paraná. Para participar, as escolas e prefeituras precisam fazer contato com o Instituto TIM. Mais informações: www.timfazciencia.com.br.

10 anos de cotas

Uma década depois de implantar o sistema de cotas sociais e raciais, a UEL recebeu nesta semana o 1º Seminário de Articulação de Ações Afirmativas do Paraná. Quarta universidade pública brasileira a implantar a medida, a UEL faz um balanço positivo da política, que deve ser reavaliada em 2016. A universidade destina 40% das vagas dos cursos para estudantes de escolas públicas. Metade delas é reservada exclusivamente para negros.

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