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Policiais civis do Paraná anunciam greve

Falta apenas a adesão dos agentes da região de Maringá, que farão uma assembleia na tarde desta quinta-feira. Categoria pede a efetivação do plano de cargos e salários

  • PorRenan Colombo, do Jornal de Maringá, e Adriano Ribeiro e Adriano Kotsan, da Gazeta do Povo
  • 11/02/2010 07:22

O Sindicato das Classes Policiais Civis do Paraná (Sinclapol) anunciou na quarta-feira (10) que a categoria vai entrar em greve nos próximos dias. A paralisação, que atingirá todo o estado, não tem data para acontecer, mas deve ser iniciada após o carnaval. Assembleias em Curitiba, Londrina e Cascavel já confirmaram a decisão. Falta apenas a adesão dos agentes de Maringá, que se reunirão na tarde desta quinta-feira (11).

A principal reivindicação dos policiais está relacionada ao plano de cargos, carreiras e salários (PCCS) da categoria. O Decre­­to 5.721, assinado em 2005, estabelece um plano para a classe, mas o PCCS ainda não foi concluído. A relação de cargos chegou a ser apresentada para os policiais, mas os salários não foram definidos. "O governo do estado prometeu apresentar a tabela de vencimentos na primeira semana de janeiro, mas isso não aconteceu", afirma o presidente do sindicato, André Gutierrez.

A categoria pede ainda melhores condições de trabalho para os profissionais da área. Segundo o Sinclapol, as delegacias estão superlotadas e o efetivo de agentes é insuficiente, o que obriga muitos policiais a cuidar dos presos em vez de trabalhar na investigação dos crimes. De acordo com o sindicato, atualmente há 3,3 mil policiais em todo o estado.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), que informou que não vai comentar a definição de greve dos policiais civis.

Categoria pressiona o governo

Gutierrez afirma que a única possibilidade de a greve não acontecer é uma ação rápida do governo estadual. "Só não vamos parar se o governo nos apresentar algo concreto e com prazo definido. Sem isso, a greve vai acontecer, sim. E, se a Justiça decretar que a paralisação é ilegal, vamos partir para outros tipos de manifestação."

Algo parecido aconteceu em 2005, quando a categoria anunciou que entraria em greve, mas desistiu da ideia após a ação do governo. Caso a paralisação realmente ocorra, Gutierrez diz que a categoria manterá 30% dos profissionais atuando, para garantir as condições mínimas de segurança das delegacias.

Em 24 de novembro do ano passado, os policiais realizaram uma paralisação de 24 horas em todo o estado, com as mesmas reivindicações de agora. Na época, o Sinclapol informou que aproximadamente 2 mil dos 3,3 mil policiais cruzaram os braços. Representantes da categoria organizaram uma caminhada que passou pela Assembleia Legislativa do Paraná e pelo Palácio das Araucárias.

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