i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
tréplica

Dilma critica Serra por insinuar conivência com radicais

  • PorAgência Estado
  • 29/08/2010 17:51

A petista Dilma Rousseff (PT) afirmou hoje que as insinuações do seu adversário na corrida presidencial, José Serra (PSDB), de que, caso eleita, seria conivente com movimentos radicais, como o Movimento dos Sem-Terra (MST), "não honram a biografia dele".

"Parece que eles não aprendem, eles já fizeram isso em 2002". "Tentaram ao longo do governo do presidente Lula, sistematicamente, criar um clima de oposição muito acirrada, de tumulto". As declarações de Dilma foram feitas hoje à tarde, em Brasília, antes do início de mais uma sessão de gravação de seus programas eleitorais para a televisão.

Logo depois, quando Dilma já estava no estúdio, sua assessoria foi informada sobre novas críticas de Serra, agora de que a petista está sentando na cadeira um mês antes da eleição e que isso "é uma atitude que talvez seja falta de respeito com os eleitores." De acordo com a assessoria de Dilma, ela jamais se sentou na cadeira presidencial e esclarece o tema em todas as entrevistas.

Dilma disse ainda, na entrevista antes do início das gravações, que Serra tenta "se evadir" do debate de propostas para o País quando diz que a eleição dela seria a "terceirização da Presidência". "A gente tem de discutir propostas, eu não vou rebaixar o nível da discussão nem 'amarrada'", rebateu a petista.

Cargos

Diante da pressão de aliados, que insistem em tratar dos cargos do futuro governo tendo em vista a vantagem de Dilma nas pesquisas de intenção de voto, a candidata afirmou que não fala sobre o assunto. Ao falar sobre propostas para popularização do acesso à internet de banda larga, a petista não quis comentar quem ocuparia a presidência da Telebrás porque seria, de acordo com ela, "colocar o carro na frente dos bois".

De acordo com a candidata, "qualquer discussão de nome da minha parte, e da minha campanha, é factoide". "Desautorizo todas as especulações sobre quem quer que seja porque não achamos isso politicamente correto e eticamente correto". Segundo Dilma, nenhum partido político a procurou para falar sobre nomeações. "Até agora, para mim, essa questão só chegou através da imprensa", acrescentou.

A tentativa do ex-ministro José Dirceu de evitar que o também ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci assuma a Casa Civil no possível governo de Dilma, conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo, é, segundo a candidata, "um factoide".

Viagens

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, informou que Dilma deve fazer a primeira viagem de campanha ao Norte do País nas próximas semanas, provavelmente ao Pará, maior colégio eleitoral da região.

Dilma tem agenda prevista na capital paulista amanhã e quarta-feira. Na quinta-feira, vai a Foz do Iguaçu (PR) e na sexta-feira a Canoas (RS). Dilma deve tirar um ou dois dias de folga nos próximos dias, quando nascer o primeiro neto dela, filho da única filha, Paula.

Sobre novas visitas a São Paulo e Minas Gerais, onde os candidatos aos governos estaduais ligados ao governo federal enfrentam problemas, Dilma disse que continuará dando atenção aos dois maiores colégios eleitorais do País, "mas sem descuidar dos outros Estados".

Em Minas Gerais, o candidato ao governo do Estado pelo PMDB, Hélio Costa, tem perdido vantagem para o adversário tucano, Antônio Anastasia. Em São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) está 24 pontos porcentuais à frente do candidato ao governo pelo PT, Aloizio Mercadante, aponta a última pesquisa Ibope/Estado.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.