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Assessor da campanha de Serra teria fugido com R$ 4 milhões da campanha. O dinheiro seria de caixa 2

Matéria da revista IstoÉ publicada em agosto mostrou que Paulo Vieira de Souza, ex-diretor de Engenharia da Dersa, empresa de economia mista vinculada à Secretaria dos Transportes de São Paulo, teria arrecadado, informalmente, R$ 4 milhões para a campanha do tucano José Serra e fugido com o dinheiro. De acordo com a reportagem, a informação teria sido confirmada por dirigentes tucanos, como o vice-presidente do partido, Eduardo Jorge. Na semana que passou, o PT paulista entrou com uma representação no Ministério Público para que fosse apurado o caso. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o ex-diretor da Dersa negou que tenha arrecadado recursos para a campanha de Serra. O candidato tucano também negou as acusações.

O tucano normatizou o aborto

Em 1998, quando era ministro da Saúde, José Serra assinou a norma técnica que normatiza o atendimento no SUS para os casos de aborto previstos em lei: quando a mulher é estuprada ou quando há risco para a vida da gestante.

Serra vai vender empresas públicas

José Serra participou do governo Fernando Henrique Cardoso, que realizou a privatização de estatais, como a Vale do Rio Doce e a Telebras. Durante a gestão de Serra no governo paulista, o banco Nossa Caixa [que pertencia ao estado de São Paulo] foi vendido para o Banco do Brasil. Apesar desse passado, o tucano nega que pretenda realizar novas privatizações, caso seja eleito presidente. O plano de governo que ele entregou ao TSE [dois discursos] não faz menção a privatizações. Em entrevistas recentes, Serra também tem afirmado que não irá vender empresas públicas.

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