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Falta de luz pode ter prejudicado a prova do TJPR e organizadora se manifesta

A prova foi aplicada no último domingo, quase mil dias após a publicação do edital de abertura

  • PorThais Nunes Laskoski
  • 24/09/2019 17:18
Estão em disputa 114 vagas imediatas de nível médio, além da formação de cadastro de reserva
Estão em disputa 114 vagas imediatas de nível médio, além da formação de cadastro de reserva| Foto: IRWL/TJ-PR

A tão aguardada prova do concurso para Técnico Judiciário do 1º Grau de Jurisdição do Tribunal de Justiça do estado do Paraná não foi motivo de alegria para parte dos inscritos. Após mais de dois anos de preparação, candidatos que fizeram a prova numa universidade em Curitiba relataram nas redes sociais que foram prejudicados pela falta de energia elétrica durante o concurso.

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Conforme os relatos, no local houve falta de energia na tarde de domingo e, somado ao mau tempo na capital paranaense, a pouca luminosidade prejudicou a realização da prova, pois era inviável enxergar as questões. De acordo com a candidata Luciana Felipe da Silva "acabou a luz uma hora após o início da prova e foi a maior confusão. Só no final da tarde que transferiram a gente pra outro bloco, faltando menos de uma hora pra terminar o prazo. Até nos deram uns 30 minutos a mais, mas o psicológico já estava abalado porque fiquei pelo menos 20 minutos na total escuridão esperando que o fiscal me autorizasse a mudar pra uma carteira mais perto da janela. A minha sala ficava do lado esquerdo do bloco, onde estava mais escuro".

Há quem discorde do prejuízo do apagão. De acordo com a candidata Larissa Borenstain, a falta de energia não impediu a realização da prova. "Não me senti prejudicada com o apagão. Pra mim foi tranquilo, eu estava sentada perto da janela e consegui fazer a prova normalmente".

Entramos em contato com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná e com o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos, organizadora do concurso. Em nota, o Cebraspe nos esclareceu que:

O Cebraspe informa que, na organização de cada certame que realiza, adota várias medidas de segurança, que incluem o envio de ofício às companhias energéticas - na perspectiva de reduzir riscos associados a possível falta de energia elétrica. No caso do concurso público do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ/PR) - Servidor, um veículo atingiu um poste de luz em local próximo ao citado pela matéria, no dia da aplicação da prova.

Em razão desse fato, que escapa ao controle deste Centro, ocorreu falta de energia elétrica em apenas um dos blocos da UniDomBosco. A situação foi contornada pelo plano de contingência estabelecido pelo Cebraspe para tratar intercorrências. Neste caso, foi estabelecido protocolo que contemplou, ao escurecer, o deslocamento seguro dos candidatos que ainda estavam fazendo prova para uma sala com luminosidade adequada para o horário e a concessão de tempo adicional de 30 minutos, a fim de que não houvesse nenhum prejuízo aos candidatos que realizavam as provas no bloco atingido pela falta de luminosidade.

O protocolo ocorreu com tranquilidade e compreensão por parte dos candidatos. Por oportuno, informa-se que o concurso público do TJ/PR ocorreu de forma segura, isonômica e absolutamente dentro da legalidade e que, portanto, não será anulado.

VEJA MAIS: 94 mil inscritos no concurso do Tribunal de Justiça do Paraná faltaram à prova

A prova foi aplicada em diversas cidades do estado do Paraná no último domingo (22) a partir das 13h (horário local). Os inscritos enfrentaram sessenta questões de múltipla escolha das disciplinas de Língua Portuguesa (20), Matemática (15), Informática (5), Atualidades (5), Noções de Direito e Legislação (15), além de uma redação com até 30 linhas que avaliará os conhecimentos dos candidatos em escrita e em assuntos da atualidade.

Com a decisão de não anulação, o certame o cronograma fixado, sendo que nesta quarta-feira (25) serão publicados os gabaritos com a abertura do prazo para recurso das questões objetivas.

Histórico do concurso

O concurso teve edital publicado em 18 de janeiro de 2017 com previsão de prova no terceiro trimestre do mesmo ano. No entanto a prova não aconteceu como determinado e em 05 de setembro de 2017 a instituição divulgou nota adiando a prova para 2018. Em 27 de abril de 2018, 463 dias após a abertura do concurso, o tribunal publicou um novo edital modificando o programa da matéria de Noções de Direito e Legislação, aumentando o número total de vagas (de 100 para 114), reabrindo o prazo para inscrições e oferecendo aos candidatos já inscritos a possibilidade de cancelamento na participação no concurso. Em 1º de agosto de 2018 a comissão de concurso publicou ainda uma nova movimentação relativa a reserva de vagas para negros e deficientes e, também, a relação dos candidatos que se inscreveram e, posteriormente, solicitaram desistência do concurso.

O ano terminou, o compromisso de prova em 2018 não foi cumprido e surpreendentemente, após a mudança da cúpula diretiva do tribunal, no dia 07 de fevereiro de 2019, 750 dias após a publicação do edital, o concurso foi suspenso sob a alegação de necessidade de avaliação de decisões do Conselho Nacional de Justiça, sobretudo quanto à força de trabalho do primeiro grau de jurisdição.

A organizadora do concurso foi contratada em 04/04/2019 dando fim ao período de suspensão, sendo que em 17 de maio de 2019 o tribunal retificou o programa de Noções de Direito e Legislação (veja o vídeo abaixo), exigindo as alterações legislativas ocorridas desde a publicação do edital de abertura em 18 de janeiro de 2017 até trinta dias antes da prova.

No dia 25 de julho de 2019, 918 dias após a abertura do concurso, o Tribunal de Justiça agendou a prova para 22 de setembro de 2019, pondo fim a espera dos inscritos.

VEM AÍ: Secretaria da Fazenda do Paraná autoriza concurso

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Comentários [ 1 ]

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  • B

    B.

    ± 0 minutos

    Injusto seria sim o com os que se prepararam e ficaram horas fazendo a prova.

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