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360 Graus

Enviado por Sulamita Mendes, 14/04/16 3:42:00 PM
"O segredo não é correr atrás das borboletas...  é cuidar do jardim para que elas venham até você"  Mário Quintana

“O segredo não é correr atrás das borboletas…
é cuidar do jardim para que elas venham até você”
Mário Quintana

A partir da semana que vem meus artigos não estarão mais publicados aqui no Blog 360 Graus. Você poderá encontrá-los no sulamitamendes.blogspot.com.

Além dos artigos de minha autoria, terão outros sobre Comunicação Organizacional, Marketing, Liderança, Gestão empresarial, enfim, dicas de como poderá tocar seu próprio negócio ou setor da empresa em que trabalha.

Agradeço muito os que leram minhas ideias e se manifestaram aqui no Blog ou no Faceboock, email ou mesmo pessoalmente! Espero que eu tenha conseguido contribuir em suas reflexões sobre a importância da comunicação no ambiente empresarial. Que eu tenha conseguido te cutucar pra perceber que comunicação organizacional são todos os colaboradores da empresa comprometidos em saber o que ela faz pra poder cumprir sua missão e seus valores.

Porém, para defender o que a organização faz é preciso que internamente todo funcionário saiba o que precisa ser feito, que todo fornecedor compreenda quais os valores da empresa para poder dizer “assino embaixo” e por fim, que todo stakeholder, seja consumidor da marca ou não, possa dizer que sua empresa é uma das que pode ser defendida no mercado, com ou sem crise.

E tudo isso, gente, se faz com comunicação organizacional que comunica o sentido da empresa, seus negócios, seus valores,  para todos que se relacionam com aquela marca – seja de um profissional autônomo, de um produto, de um serviço, de um candidato, de uma empresa, enfim, não somos bons profissionais se não soubermos nos comunicar. Não defendemos um projeto, se não tivermos habilidades de comunicação. Não fazemos parte do mundo dos negócios se não comunicamos o que negociamos.

Abraços e até mais!

Espero te ver por lá, no novo ambiente digital!

Enviado por Sulamita Mendes, 06/04/16 12:33:48 PM
Até que ponto vale a pena se manifestar?

Até que ponto vale a pena se manifestar?

 

Um estudo indicou que quando eram feitas palestras para sensibilizar os moradores de comunidades africanas sobre temas do cotidiano, como ferver água antes de beber, por exemplo, a adesão era de no máximo 10%. Quando identificaram em quem realmente a comunidade confiava, quem era o líder e ele passou a explicar o mesmo tema, a adesão saltou para 80% dos moradores. A pesquisa foi realizada pelo sociólogo Everett Rogers.

Nas empresas acontece a mesma coisa. O pesquisador TJ Larkin, PhD em Comunicação, utilizou essa pesquisa do sociólogo e aplicou no ambiente empresarial. O resultado destaca que o colaborador adere nove vezes mais a informações passadas pelas chefias diretamente, comparada com as difundidas pelos meios formais de comunicação da empresa. TJ Larkin afirma que os gerentes próximos a suas equipes são sempre os mais confiáveis pra transmissão de informações, tese comprovada por várias empresas globais que ressaltam que esses gerentes estão mais próximos dos colaboradores, participam das conversas na hora do cafezinho, circulam pela organização, enfim, fazem parte do ambiente do funcionário, têm a mesma referência de linguagem e de vivência, inspiram confiança.

E se o estudo realizado pelo sociólogo não fosse em uma comunidade africana, mas no ambiente digital atual? Como seria a reação de seus colaboradores, seus fãs nos meios digitais? A mesma reação do ambiente físico.

Destaco aqui o fato do engajamento público do CEO, resultado da pesquisa realizada com 1,7 mil executivos sêniores em 19 países, inclusive o Brasil, que mostra que 81% dos entrevistados são a favor (“The CEO Reputation: Conseguindo Destaque na Era do Engajamento”). Mas engajamento público é muito mais do que manifestação digital. Essa mesma pesquisa aponta, na visão global e de alguns executivos brasileiros, que 35% dos entrevistados consideram que é importante se posicionar sobre as questões atuais de nosso país sobre política e políticas públicas, quando 48% consideram inadequado.

Tudo bem, mas qual o resultado do engajamento digital de um gestor no comportamento de seus colaboradores e mesmo, no segmento em que a empresa atua e o que pode afetar nos negócios da empresa?

Em uma consultoria orientei os líderes da empresa pra que não se manifestassem sobre suas preferências políticas, considerando o momento atual, econômico e político partidário. Por que isso? Porque sua empresa lidava com turismo e estava em uma fase de apresentação da marca ao segmento e isso poderia restringir alguns contratos. Minha orientação é que precisa de muita cautela. O gestor deve ser consciente de que sua opinião irá refletir internamente e em seu ambiente de negócios e… até que ponto vale a pena se manifestar e quanto disso irá respingar em seu mercado de atuação?

Certa vez um gestor ficou muito incomodado e até demonstrou seu desconforto com agressividade na voz quando lhe falei sobre isso… mas tenho certeza absoluta que sua posição nos meios digitais não só inibia o diálogo interno com sua equipe, como causava nela mal-estar quando participa de algumas reuniões em que ele podia falar livremente, por ser o gestor, mas seus funcionários tinham que ficar quietos caso discordassem dele.

Se essa exposição dificultar o dia a dia do trabalho e o resultado dos negócios, por que não encontrar outras formas de se manifestar, como participar de algum grupo que discuta soluções para superar o posicionamento de políticas públicas que não aprova ou apoiar colocando em prática o que aprova? Talvez seu exemplo conte muito mais que suas palavras no meio digital, ditas muitas vezes em um momento de raiva ou de apoio a alguma situação pontual.

 

Enviado por Sulamita Mendes, 01/04/16 7:03:58 PM
A resposta nem sempre precisa ser tão veloz, necessita cautela e planejamento.

A resposta nem sempre precisa ser tão veloz, necessita cautela e planejamento.

Hoje em dia com todos podendo palpitar, principalmente nos meios digitais, os gestores tendem a caracterizar preconceituosamente como crise qualquer falatório ou mesmo reclamação sobre os negócios de uma organização. Porém, observe que se for algo contornável e que não crie uma interrupção no cotidiano dos negócios da empresa, não é considerado como uma crise… Mas pode virar uma, se não souber como cuidar da situação. Depende de como é administrada em seus primeiros sinais.

Justamente porque com os meios digitais as informações são mais rápidas que o próprio The Flash, muitos avaliam que devem responder qualquer situação com a mesma velocidade. Só que cada caso é um caso e a própria resposta sem critérios e planejamento pode comprometer a imagem da empresa, que até então não estava comprometida.

Sempre oriento que se uma situação, mesmo tensa, ficar dentro da empresa e for administrada internamente, seja competição negativa entre áreas, documentos errados que podem afetar o balanço da empresa, falas equivocadas da chefia durante uma reunião com os associados, tudo isso deve ser considerado como um conflito interno. Ele deve e pode ser administrado. Mas é um conflito, não uma crise.

Crise é justamente aquela situação que vazou da empresa, seja pela imprensa, pelos próprios funcionários (propositalmente ou sem querer), pela concorrência ou por algum desastre da natureza. Algo ou uma situação que não possa mais ser contida dentro dos limites da empresa. Ou seja, algo que comprometa o passivo da organização, que vá a público e que possa causar danos de imagem, que refletirão em danos econômicos e que podem arranhar a reputação.

Ops… reputação, o que é reputação?

Reputação é considerado o maior ativo de uma organização. É construída pela somatória de ações da empresa com todos seus stakeholders no decorrer dos anos. É aquilo que o público quer e espera que a marca corresponda. Abrange sua sustentabilidade econômica, social e ambiental. Ou seja, é o que o público espera da empresa, como produtos éticos, atendimento com respeito acima de tudo, honestidade nas negociações e prazos, entre outros pontos que definem o que é aquela organização, o que representa aquela marca de um produto ou de um serviço ou, ainda, de uma rede de empresas.

Ou seja, crise de imagem é uma grande ameaça à reputação da organização. Isso porque compromete seu futuro, a confiança em seus serviços e produtos, enfim, a sua sustentabilidade.

Infelizmente, estamos cheios de exemplos negativos de administração de crise de imagem e preservação da reputação da empresa, mas isso não quer dizer que não existam exemplos positivos. Só que esses positivos normalmente não aparecem porque foram evitados por boas estratégias de gestão de imagem.

Enviado por Sulamita Mendes, 23/03/16 1:02:01 AM

 

Estratégia pode se basear na projeção da curva do produto.

Estratégia pode se basear na projeção da curva do produto.

Conversando com o pessoal da Prefeitura de Curitiba, fui informada que no início deste ano a liberação de documentos pra montar uma empresa estava muito mais lenta, devido a um aumento da procura de pessoas interessadas na montagem de seus próprios negócios.

Ainda no tempo em que trabalhei no Sebrae no Paraná, como gerente de marketing, e já se vão quase dez anos que saí de lá, o Brasil era um dos países mais empreendedores e eram dois os motivos, porque a pessoa tinha uma excelente ideia e era uma oportunidade de mercado e o outro motivo, por necessidade. Confesso que fico com receio que a crise e sua consequente onda de desemprego possa ter fomentado a vontade das pessoas em montar suas empresas… sem a devida preparação.

Nesta hora resolvi dar meus pitacos. Não na parte empreendedora, mas na fatia do planejamento da nova empresa.

Se estiver planejando entrar neste mercado lembre-se de planejar comunicação.

Sabe a curva de declínio do produto ou do serviço? Você já deve ter aprendido sobre isso. Leve em consideração esse mesmo movimento pra planejar a implementação de estratégias de comunicação organizacional.

Explicando melhor, se não disser a que veio, ou melhor, se não disser que está na área, ninguém vai perceber. É preciso comunicar que existe. Um endereço virtual como um site, uma fanpage e estratégias de email-marketing, fazem um bem danado pra mostrar seus serviços e produtos nesta fase. Lógico que já deve ter passado pelas etapas do marketing e pressuponho que você saiba com quem está negociando e conheça de forma mais detalhada o seu consumidor. Sabendo com quem está se comunicando, consegue acertar no conteúdo da mensagem.

All Ries, um dos papas da comunicação, orienta que a estratégia de lançamento de uma marca deve ser por meio da persuasão. E, segundo ele, isso se consegue com o trabalho de divulgação com assessoria de imprensa, experimentação, eventos, enfim, estratégias de Relações Públicas.

Em uma segunda etapa, comparando com a curva do produto, é preciso que os consumidores percebam a marca na hora da compra e se sintam motivados à experimentação. Nesta hora, ainda levando em conta as orientações de Ries, ele destaca que a marca depois de constituída, deve ser defendida pela propaganda. É claro que não somente por ela, mas também por várias outras ferramentas de comunicação. O que ele defende é que a propaganda não deve entrar na primeira fase de apresentação do produto, serviço ou da empresa, porque não é propósito dela constituir uma marca.

E por fim, se a gente for ainda levar em conta a curva do produto, ou seja quando ele tende a ter uma queda, a estratégia da comunicação é ter ações de curto e de longo prazo pra que haja adesão à marca.

A Coca-cola que é a Coca-cola não descuida do monitoramento mercadológico. Quando a venda entra em declínio, por exemplo, é feita uma estratégia de comunicação pra corrigir algum desvio. A imagem da marca fica sempre oscilando entre declínio e maturidade. Inclusive em períodos de crise econômica ela não diminui seu investimento em comunicação. Sempre é preciso garantir seu posicionamento porque se a marca chegar a níveis de declínio muito acentuado, o esforço pra recuperar mercado é muito, muito mais elevado, tanto de estratégias como de investimentos.

Mas a Coca-cola que é a Coca-cola tem um orçamento pra investir em comunicação e você, que está começando? Então… Deve deixar já no inicio de seu planejamento um valor reservado pra investir em comunicação. Dentro de suas possibilidades, dentro da realidade de sua empresa e de seu mercado.

Complicou? Não era a intenção. Meu propósito é dizer que é pra lá de importante que você planeje comunicação já na hora em que está só sonhando com sua nova empresa. Não se preocupe somente com a documentação, localização, quais são seus produtos ou serviços e que preço cobrar. Tudo isso faz parte do planejamento, mas você não pode descuidar da comunicação, deixe um orçamento pra investir nessa área. A frase de que “quem não se comunica se trumbica”, do lendário comunicador Chacrinha, é correta e hoje mais do que nunca, com os meios digitais aí, não tem como se descuidar e esquecer de planejar como comunicar seus negócios.

Enviado por Sulamita Mendes, 16/03/16 1:03:56 AM
Ceder para ganhar. Muitas vezes essa é a solução.

Ceder para ganhar. Muitas vezes essa é a solução.

Engano quem pensa que a falta de diálogo é algo recente ou mesmo herança das mídias digitais. Sempre foi difícil, nas melhores e mais evoluídas sociedades. É algo que demanda empatia, vontade que dê certo, é aprender a ouvir o outro, não julgar e por aí vai.

A principal estratégia do diálogo é saber escutar. Escutar sem interromper, com verdadeira vontade de compreender o que o outro está querendo dizer e também em descobrir como podemos contribuir para o entendimento e a ação, a amizade, o projeto, enfim, o objetivo que gerou aquele diálogo.

O que normalmente percebemos em alguns momentos sociais é todo mundo falando junto, deixando a emoção gritar mais alto e sem interesse de que aquela conversa leve a qualquer lugar, a não ser que seja onde cada um individualmente quer. E não estou falando só de famílias de sangue quente, como as latinas, mas também em algumas empresas onde você está negociando. Precisamos aprender a dialogar.

Quando for negociar um projeto lembre-se de conhecer um pouco sobre seu interlocutor. Quem é, qual as características da empresa, quais outros projetos que já executaram, enfim, hoje isso é mais fácil, existem os meios digitais que podem ajudar.

Depois desse passo tão óbvio e tão esquecido por tanta gente, o importante é conhecer de cabo a rabo seu projeto, ter parâmetros de pesquisas, dados que possam ajudar a esclarecer algum ponto na hora da apresentação, pois nem sempre o nível de entendimento é o mesmo que o seu. Pode ser que o que você irá apresentar exija um conhecimento determinado que seu interlocutor não tem.

Mas e o tal diálogo? Ouça pacientemente a pessoa com quem está negociando. Sem interesse de interromper, sem olhar para o celular, sem ficar pensando em que resposta irá dar, mas escutando para verdadeiramente compreender e complementar o que ficou em dúvida.

Se não concordar com algo tome o cuidado de falar respeitosamente sobre o projeto que está sendo apresentado. A pessoa está expondo sua opinião e nem sempre a resposta deve se ater no certo e no errado, mas sim no diálogo pra se chegar em um consenso.

Se precisar apontar alguma falha, tenha a assertividade de falar do projeto e jamais de quem o executou. Dizer que o projeto não condiz com o que foi brifado inicialmente é muito diferente de dizer que fulano de tal não compreendeu o que foi pedido.

Você pode falar pelos cotovelos, mas aprenda a ouvir. Deixe o outro se expressar, do contrário nunca saberá qual a real necessidade ou contribuição que a outra pessoa poderá trazer a você. Saiba que uma dificuldade na execução de um trabalho ou baixa produtividade ou mesmo divergência de pontos de vista podem ser resultados de falta de cuidado na atenção durante um suposto diálogo que você teve com um colaborador ou parceiro de negócio.

Analise, no momento em que você não ouve a outra pessoa, interrompe ou complementa suas frases por ela, agride com gestos e palavras (e nem estou falando de palavrões e gestos obscenos), você pode estar demonstrando o quanto despreza aquela pessoa e pior, o quanto ela a intimida a ponto de você nem deixar que se expresse ou que possa se destacar mais que você em qualquer situação.

Suposições, mas podem esclarecer alguns conflitos, principalmente se são recorrentes.

Boa semana!

Enviado por Sulamita Mendes, 10/03/16 9:17:30 AM
Um precisa aprender a controlar a objetividade, outro, a ansiedade de querer resolver tudo.

Um precisa aprender a controlar a objetividade, outro, a ansiedade de querer resolver tudo.

Enfim, como a mulher se comunica? Mais emotiva, menos objetiva, muitas vezes a mulher sofre em alguns ambientes executivos, majoritariamente masculinos. Deve mudar?…

Não é o caso de analisar o que é certo e e o que é errado, afinal seria muita imaturidade entrar nessa discussão e o mundo não é dual. Mas alguns fatos comprovam tendências tanto culturais como orgânicas, de que existem diferenças da forma como observam o ambiente ao redor e como se comunicam.

Não é novidade dizer que essas diferenças acontecem, basta olhar em volta, quando você trabalha ou se relaciona com uma mulher. Existem vários autores, de várias especialidades que explicam isso. O que mais se ouve é que a mulher privilegia o uso do lado direito do cérebro, o hemisfério da sensibilidade, emoção, intuição, criatividade. O homem, mais o lado esquerdo, da tangibilidade, da objetividade, do que é concreto e racional.

Até aí nenhuma novidade, certo? O que quero acentuar é que ainda observamos mulheres com dificuldades de se expressar, tanto no ambiente de trabalho como no ambiente familiar porque existe um desrespeito ou desconhecimento dessas características diferentes de agir, de pensar e de se comunicar.

Logo que as mulheres começaram a buscar e ocupar espaços profissionais onde até então eram exclusivos dos homens, com uma ou outra exceção (estou me referindo ao espaço empresarial), elas tinham que adequar sua forma de pensar e muitas vezes, até sua forma de se vestir, para serem aceitas nesse ambiente masculino.

Se reagiam e batiam na mesa, “estavam naqueles dias”. Se traziam emoções e outros pontos de vista para os projetos que eram expostos, eram “mulherzinhas”. Confesso que em algumas situações era muito difícil, fiz parte de alguns desses momentos. Me doía não somente por mim, mas por algumas colegas. E isso não era velado, era dito na tampa, sem respeito mesmo pelas diferenças. Era errado agir e pensar como uma mulher.

Sim. Falta objetividade em algumas conversas, em algumas decisões. Somos prolixas muitas vezes. Observamos detalhes demais, que nem sempre são necessários naquele momento do projeto.

Temos então que mudar? Não, temos que nos adaptar como em tudo na vida, isso é uma questão de treino. Mas esse treino não é somente para as mulheres, o homem também precisa aprender a conviver com esse universo feminino. Precisa controlar sua ansiedade em querer resolver tudo, precisa aprender que quando a mulher fala, “precisamos rever esse planejamento”, ela pode estar pensando em voz alta, não precisa o homem imediatamente deletar o planejamento e sair já buscando novas soluções.

Alguns autores defendem que em um ambiente majoritariamente feminino fica mais difícil se conseguir a conclusão de um trabalho, parece que sempre falta algo e em um ambiente majoritariamente masculino, a competição pode ser mais acirrada, o ambiente pode se tornar mais agressivo.

Enfim, o que precisamos, nós mulheres e homens, é compreender que o ambiente enriquece quando conseguimos enxergar complementaridade em nossa forma de pensar e agir. Precisamos compreender que é sempre o emissor que deve adaptar a linguagem, portanto mulherada, procure ser mais objetiva quando for negociar para uma plateia exclusivamente masculina ou de outras culturas mais objetivas. E, homarada, já vá preparado para ser questionado sobre vários porquês sobre determinado projeto quando for negociar para uma plateia exclusivamente feminina.

Enviado por Sulamita Mendes, 03/03/16 2:01:53 PM

 

Não abandone os negócios.

Não abandone os negócios.

A gente liga a TV e o que mais se fala é da crise. Abre o jornal ou melhor, nem precisa abrir, a manchete principal é a crise. Até o WhatsApp da família que seria pra falar da vida ou da receita da vó que foi repaginada, só fala da crise.

Como então, planejar o dia a dia se a crise funciona como uma âncora sem deixar ninguém ousar ou ter coragem de inovar? Não é ingenuidade minha, é claro que a crise está acontecendo… opa, opa, opa. Melhor parar porque o que menos eu quero falar agora é sobre a crise.

Minha intenção é refletir sobre aquele empresário que está expandindo os negócios que estão bem, mas quando perguntado como está, como no automático responde: “pois é, a crise…” e lá vem o rosário.

Claro que falar outra coisa que seja diferente é difícil, ainda mais nesse período de intolerâncias, mas é preciso reagir. Parece que voltamos à época que alguém dizia “mas é redonda, é redonda, é redonda…”.

Se um empresário que está bem, “apesar da crise”, e não consegue falar outra coisa a não ser se lamentar, como pode convencer outro empresário, “que apesar da crise”, está querendo negociar o seu produto?

Fica uma conversa de doido. Não é negar a crise, mas é repensar a forma de negociar… apesar da crise.

Antes de tudo e isso não é de agora, a venda é consequência de um relacionamento do vendedor com o comprador. Hoje seria mais chique falar, da marca com os stakeholders.

Comprar sem questionar aquele produto que está ali na sua frente no supermercado é o que chamamos de hábito de marca. Parece fidelidade, mas é como aquela coisa de entrar no carro e chegar no trabalho sem saber como dirigiu até lá…não há consciência do que faz, do que compra. Isso não é fidelidade, é hábito.

O que estou querendo dizer, que não há fidelidade? De marca, nem sempre.

Mas por que estou escrevendo isso tudo? Parece mesmo conversa de doido…

Porque mesmo e apesar da crise é preciso fazer negócios, é preciso vender. E para sua marca poder pelo menos viver aquela história de hábito de compra, antes ela precisa no mínimo ser conhecida… É isso.

Então, lá venho eu novamente indignada, por que alguns ainda não acreditam que comunicar a marca pode vender muito mais do que bater na porta de um por um pra tirar pedido? Até porque, para alguém abrir essa porta e comprar, precisa já ter ouvido falar daquela marca. Por isso, inclusive, alguns conseguem bater na porta e tirar pedido. Já fizeram a lição de comunicar e se relacionar com seus públicos.

Defender causas que verdadeiramente podem interessar a seus stakeholders. Fazer parceria com outra marca mais conhecida do que a sua, em um evento. Veicular propaganda em revistas do setor ou de interesse de quem usa serviços similares. Melhorar a embalagem de seus produtos. Esses são alguns dos exemplos do que a comunicação pode fazer por sua marca e isso pode resultar em vendas.

Sempre tem alguma solução de acordo com o que você tem em caixa. Não é pegar tudo o que tem e sair planejando propaganda no horário nobre da TV, se a verba é curta. Já ouvi, inclusive, empresários falando que nada é de graça quando alguém propõe uma parceria. Isso pode ser, inclusive, desconhecer o quanto sua marca está valendo. Eu mesma já fiz parcerias entre marcas em que as duas saíram ganhando e nem sempre todas colocaram a mão no bolso. Uma parceria com companhia aérea, um espaço bacana pra um evento, uma assessoria de imprensa bem articulada, tudo isso pode ser moeda de troca.

Triste, mas já participei de reunião de empresa com força de marca nacional, mas que o bambambam dela desconhecia essa força e só falava que não tinha verba… e perdia a oportunidade de fazer muitas coisas bacanas, que seriam boas para todos.

O importante é saber que não adianta só criar metas de vendas, ensinar os vendedores a falarem dos atributos dos produtos, pesquisar quais áreas trabalhar e sair tentando vender. É preciso criar relacionamento e ele leva tempo, tem que conquistar a confiança.

Descubra o que seu produto tem de importante para quem vai adquiri-lo e comunique convincentemente sobre ele. Não fale somente sobre os atributos técnicos ou outros fatores sob o ponto de visto do que você acha importante sobre a sua marca, sobre o seu produto. O que o consumidor quer? O que ele gostaria de saber? O que é importante para o comprador, para quem consome seu produto ou serviço? É isso que você precisa comunicar.

É preciso conquistar a confiança no que vende, ser verdadeiro. Comunique o que você acredita, qual o sentido do que produz. Até porque na maioria das vezes não se negocia somente uma vez. Está aí… se cria relacionamento. Experimento, falo com quem experimentou, falo pra outras pessoas experimentarem.

Além da parte técnica, comunique o sentimento, fale de experiências. Se relacione. O que não pode é você pensar que alguém compra só por comprar. As pessoas precisam de referência. Se fizerem uma busca rápida nos sites de busca, vão encontrar alguma coisa sobre sua marca ou vai parecer que sua empresa é fantasma?

É isso aí! Até mais!

Enviado por Sulamita Mendes, 18/02/16 9:47:16 PM

 Alguns dizem “não compre gato por lebre”, como eu acho os dois tão diferentes, prefiro dizer “não beije sapo como se fosse um príncipe”.

Sempre estamos fazendo levantamento de serviços e de orçamento pra ajustar com nosso budget. Nessas horas observo alguns pontos que quero compartilhar aqui pra você não sair beijando tudo quanto é sapo, ainda mais nestes dias de chuva, antes de encontrar a solução ideal para seus negócios.

Saiba o que quer, pesquise, planeje antes de sair fazendo. Tire referências de quem irá contratar. Peça pra ver algum serviço que já foi realizado por esse profissional. Confie, inclusive, em sua intuição… sim, tem horas que precisa decidir mais com os sentidos do que com a razão.

Agora vamos pensar que você é o fornecedor.

Sempre faço questão de destacar que quando você vai apresentar um orçamento para um possível cliente de seus serviços (ou mesmo de produtos), tome cuidado com o valor que irá cobrar. Saiba que pesquisas de comportamento do consumidor mostram que você pode até cobrar abaixo da tabela, porém a pessoa que irá comprar seus serviços normalmente estará almejando em algum momento poder comprar o mais caro, caso ele seja o melhor ou que tenha uma marca forte.

Pense… quantas vezes que sobrou um dinheirinho e a primeira coisa que fez foi comprar algo que desejava muito? Um produto ou um serviço que mesmo sendo mais caros era o que você queria? Algumas vezes, justamente por ser mais caro, despertou o desejo de ter ou de experimentar.

O consumidor mudou. O mercado mudou. Vai e volta, alguém repete isso.

São vários os fatores que determinam a vontade de adquirir um serviço ou produto. Não é somente o preço, “apesar da crise” (rs). Ainda mais se os consumidores já tiveram a oportunidade de um dia provar algo de um padrão melhor. Logo que têm a possibilidade, faz de tudo pra novamente tomar aquele vinho, pra contratar aquele designer, pra fazer aquela viagem, pra comprar aquele sapato, enfim, busca por uma experiência além do consumo simplesmente.

Então não se iluda. No começo seu possível cliente pode não ter orçamento pra contratar um serviço mais caro, mesmo que esse seja o valor justo do que está cobrando. Isso é real. Mas saiba que se leiloar seu conhecimento e cobrar muito abaixo do que realmente ele vale, isso só servirá de trampolim para no primeiro momento de folga financeira, seu cliente mudar e comprar outros serviços ou produtos mais caros.

O que isso tem a ver com gato, sapo, príncipe? Que confusão.

Oras, deixe claro suas negociações. Informe sobre que tipo de serviço ou produto seu cliente terá direito.

Por quanto tempo? Sim, precisa de um contrato que determine início, meio e fim de seu trabalho. É importante pegar aquele contrato? Ele permitirá que você entre em um nicho que está querendo trabalhar há tempos? Se for assim, vale o investimento de cobrar abaixo, porém, que esteja claro. Pra quem? Pra você e para seu cliente.

Agora vai lá e beije o sapo. Ninguém te falou que ele não muda? tsc tsc tsc

Enviado por Sulamita Mendes, 10/02/16 11:54:46 AM
Como nossos alunos falarão de nós, professores, daqui 15 anos? Como falarão hoje, em seus ambientes de trabalho?

Como nossos alunos falarão de nós, professores, daqui 15 anos? Como falarão hoje, em seus ambientes de trabalho?

A nova geração tem dificuldade com normas, mas elas são necessárias. As empresas e mesmo os professores têm se intimidado para aplicá-las. Quase como se não fosse possível, ou pior, que não tivesse que existir.

Pois minha experiência de anos em Pós-Graduação e em ambientes de trabalho onde as equipes eram bem mais jovem que eu, tem me mostrado que o que eles precisam é compreender os porquês daquelas normas. A nova geração é muito mais questionadora. Isso não quer dizer que a minha ou as outras não fossem, mas hoje se eles têm duvidas, perguntam na tampa, na hora, muitas vezes, inclusive, em momentos inadequados.

A geração Y e agora a Z está criando uma nova forma de trabalhar e em alguns setores isso está sendo muito positivo.

Os muito jovens são rápidos em diversas plataformas tecnológicas e muitas vezes não têm paciência para ensinar. Isso é percebido no ambiente familiar, educacional e logo no trabalho – já que neste ano muitos dos Y começam a trabalhar.

“A César o que é de Cesar”, poderíamos aqui citar. De quem é o papel para esses ajustes todos? Antes, é óbvio, da família, que deve ensinar limites e valores aos filhos. Mas a escola, nesta situação carrega uma enorme responsabilidade. Primeiro porque muitas famílias não se conversam e não conseguem exercer seu papel de líder, de respeito, de autoridade (no bom sentido). Segundo, porque as escolas estão assumindo alguns desses papeis justamente pelo vácuo deixados pelos pais, por omissão ou por desconhecimento de suas responsabilidades.

Aqui não questiono – e quem sou eu pra questionar – o que é certo ou errado. Aqui procuro trazer a reflexão do papel da escola e consequentemente, quais os resquícios que irão respingar positiva ou negativamente no ambiente de trabalho. E novamente, não vou entrar no mérito da escola como um espaço comercial, falarei de conteúdo e método.

Bem, se vou falar de conteúdo e método, tenho que falar da pessoa chave neste processo: o professor.

Só uma reflexão pra ficar no canto do cérebro, como gosto de brincar. Se as instituições de ensino cada vez contratam mais quem tem títulos como mestrado e doutorado para melhorar suas notas no MEC e consequentemente, sua aceitação no mercado (venda de cursos), o professor não pode descuidar do que ensina, se o conteúdo tem relação com a realidade e atualização sobre aquele assunto e mais, que forma ele está ensinando.

Sou totalmente a favor de títulos, eu mesma sempre estou a procura de atualizações e titularização, em breve falarei mais sobre isso. Mas o que percebemos, agora sob o ponto de vista dos alunos, é que muitos educadores com doutorado, pós-doutorado, por exemplo, não conseguem sensibiizar seus alunos com o que precisariam aprender. Isto é, não conseguem ensinar.

Voltando para a sala de aula. Pra ser professor antes de tudo precisa de amor pelo ato de ensinar e em seguida, conhecimento sobre sua responsabilidade social. Alguns alunos têm muito mais contato com os professores do que com os próprios pais e com isso, o educador passa a ser modelo também de vida.

Oras, como desenvolver competências para o professor dominar uma sala de aula que fica atenta em média menos do que 10 minutos? E a tecnologia? Como trazer para mais perto de si o aluno que não desgruda da mão o celular? O aluno que questiona o tempo todo o que o professor ensina e tira a prova na hora, pesquisando no Google, por exemplo?

O professor precisa aproveitar toda oportunidade para aprender. Seja assistindo a um filme, participando de um jantar em família, fazendo cursos formais, outros alternativos, mas deve aprender a aprender, como vem exigindo de seus alunos em sala de aula.

Somos (eu também sou professora), somos responsáveis pela melhoria do ambiente de ensino. Se você ensina determinada matéria há 20 anos e ainda usa os mesmos exemplos e técnicas, você pode estar se distanciando do aluno (pra não confirmar que está se distanciando…).

“Oras, chego no final deste artigo pra ler isto? Eu leciono matemática, nada mudou até aqui”, pode estar pensando. Nananinanão. Mudou sim. Seus alunos possuem outras necessidades para conseguir aprender. A nova geração precisa compreender os porquês e você pode, mesmo na matemática, na química e em outras matérias racionais, trazer para eles compreenderem onde se utilizou ou se utiliza aquele pensamento racional no dia a dia. A nova geração antes dos 30 e após os 30 anos de idade, precisa compreender o que aquilo pode interessar a ele. Onde irá praticar.

A forma como minha professora de história ensinava, era fantástica. Fazíamos nós mesmos, nossos teatros e apresentações. Meu querido e saudoso professor Leopoldo Scherner, cantava em sala de aula conosco, nos sensibilizava na construção dos textos – e tive a sorte de tê-lo como professor também no período acadêmico. Mas também, meu professor de matemática era uma anta. Não só desqualificava o aluno que tivesse dificuldades, como não tinha paciência se fizéssemos algumas perguntas que para ele eram óbvias…não existe pergunta óbvia se há dúvidas. Sou rápida no cálculo, mas tenho preconceito até hoje, na hora de ler pesquisas.

Se os jovens encontram essas dificuldades em ambiente escolar, onde deve ser de acolhimento e de alegria, imagina quando for para o ambiente de trabalho. Se for líder, então, vai achar que quanto mais carrancuda a cara, mais sábio é o ser carrancudo… Assim como, quanto mais palhaço e malandro, mais bem sucedido a criatura… Triste ilusão sobre relacionamentos, assertividade, ética, comunicação, convívio social e felicidade no ambiente de trabalho!

Enviado por Sulamita Mendes, 06/02/16 8:23:20 AM

 

É interessante como ficou fácil novamente jogar a corda em uma árvore, como os filmes de “bang-bang” mostram, e enforcar o ladrão de cavalos, mesmo que ele nunca tenha montado em um e mais, que nunca tenha roubado um cavalo. Ou então, que tenha roubado, mas que precisa do devido tempo pra falar “mãe, me desculpa, foi sem querer” ou algo do gênero, antes de ser enforcado.

Por vezes imaginava como seria o dia a dia de um advogado criminalista e em algumas vezes, olhei torto para alguns quando sabia do caso que defendiam.

Oras, trabalhar com gestão de crises me fez estar mais próxima desta realidade. Normalmente quem nos procura é justamente aquele que a maioria cospe nele.

Sempre num primeiro momento de análise de aceito tal contrato ou não, lembro que todo cidadão tem direito a defesa jurídica, perdão divino e expressar seu pensamento. Neste momento procuro me lembrar qual meu papel como gestora de crises.

Muitas vezes pensam em me contratar como porta-voz ou para a defesa do indivíduo que gerou a crise. Não é esse o papel de um gestor de crises, é muito mais complexo e até complicado de explicar, tanto para quem contrata, como para quem julga porque você aceitou tal contrato.

Vamos por partes. Quem está com a corda no pescoço precisa compreender que o papel do gestor de crises é de auxiliá-lo com técnicas e treinamentos, assim como pesquisas e estratégias de como poder ganhar espaços e oportunidades para que tenha seu direito de expressão garantido.

Para julgar e defender, é preciso que seja contratado outro profissional, um advogado. Que pode e deve fazer parte da equipe que irá gestionar a crise de imagem.

Contratar assessoria de imprensa para um caso onde só o dedinho do pé está segurando pro banquinho não cair e a pessoa ser enforcada, é no mínimo ingenuidade.

Esperem, meus colegas de assessoria, não me enforquem. Assessoria de imprensa deve ser contratada por toda empresa e individuo que irá lidar com o público e precisa estabelecer um diálogo com ele. Uma dessas formas é por meio das notícias nos veículos de comunicação e quem faz a devida ponte é o jornalista ou relações públicas, que trabalha com assessoria de imprensa.

Depois da cacaca estar estabelecida, não adianta comprar um tapete maior pra colocar embaixo. Quando ela já acontece ou está na iminência de acontecer, tem que contratar um profissional com experiência e capacidade para fazer a gestão de crises, que também irá ter como uma das estratégias, a assessoria de imprensa. Que é justamente ensinar como erguer esse tapete, em que momento, como e por quem.

Só que a cacaca já está ali, a forma de expor, em que momento, como, quem irá fazer (sei, já escrevi isso, mas é que quero reforçar pra não ter dúvidas), é que é diferente de uma estratégia de assessoria quando não está instalada a crise. Quando há crise, não é um relacionamento que se estabelece com os meios de comunicação de um dia para outro. Não é uma nota na imprensa ou X releases por mês, que irão reverter a percepção de imagem e a possibilidade de falar algo além do que já está sendo dito. Um passo em falso, por falta de análise do risco e subjugando a situação com soluções simplificadas, pode gerar uma crise na crise.

Como hoje todos crucificam nos meios digitais e nem em grupos de família há o espaço de diálogo quando se pensa diferente, fica mais difícil fazer a gestão de crises. É preciso isenção do gestor que necessita ficar como terceira pessoa no caso e não se envolver emocionalmente ou tomando partido (que muitos jornalistas, inclusive, deveriam resgatar esse compromisso).

Há que se ter muito jogo de cintura e erguer o dedo várias vezes antes de ser ouvido. Há que se respirar fundo até conseguir pela milésima vez terminar uma frase. Há que se suar muito a camisa pra conseguir espaço no cérebro de quem já está bombardeado com tantas informações contra.

Isso faz parte do planejamento de como gestionar a crise estabelecida.

“Joga b. na Geni, ela é feita pra apanhar, ela é boa de cuspir, ela dá pra qualquer um, maldita Geni”, já diz a canção do musical Ópera do Malandro, de Chico Buarque.

Deixa primeiro ela falar, depois você decide o que fazer, mas decidir culpabilidade é dever do juiz. Defender inocência, é dever do advogado. Defender o direito de se expor, é dever do gestor de crises.

Então, noutro dia falo do outro lado da crise. Pule Carnaval e depois nos falamos!

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