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Gazeta Agora: André Mendonça deve negar pedido da PGR em investigação que envolve Lulinha

Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca que a PGR quer que o inquérito envolvendo Lulinha saia do STF e vá para a Primeira Instância.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que remeta um dos inquéritos envolvendo o filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como "Lulinha", para a Primeira Instância da Justiça sob a alegação de não envolver nenhuma autoridade com foro privilegiado.

Gazeta do Povo apurou que o pedido já foi enviado ao gabinete de Mendonça e também já chegou à Polícia Federal, responsável pelas investigações. A reportagem procurou o STF e aguarda retorno.

O inquérito trata da suspeita de tráfico de influência de Lulinha dentro do governo para a venda de cannabis medicinal ao Ministério da Saúde. Este é o mesmo inquérito que acabou envolvendo, recentemente, o ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o "Marcola", por ligação com a lobista Roberta Luchsinger.

PF não prova crime de jornalista alvo de Moraes

No inquérito aberto por Alexandre de Moraes contra o jornalista maranhense Luís Pablo, a Polícia Federal não apresentou provas de que ele tenha cometido o crime de perseguição, imputado a ele inicialmente a partir de reportagens publicadas no ano passado sobre o uso de veículos oficiais por Flávio Dino no Maranhão.

A investigação provou apenas que Luís Pablo recebeu de uma fonte fotos e informações sobre a movimentação de Dino e sua família em vias públicas, sem demonstrar que o jornalista tivesse seguido o carro usado pelo ministro para intimidá-lo ou constrangê-lo, atos que caracterizam o crime de perseguição, também conhecido como “stalking”.

Ainda assim, o inquérito foi mantido em andamento por Alexandre de Moraes e, com dados de dois celulares, um notebook e um pen drive apreendidos com Luís Pablo, a PF identificou como fonte das informações publicadas pelo jornalista o ex-secretário de governo Raimundo Cutrim, adversário político de Dino no Maranhão.

Crise que arrasta centenas de varejistas à recuperação judicial

O varejo brasileiro terminou o primeiro semestre com 986 empresas em recuperação judicial, alta de 20,4% em um ano, segundo levantamento da RGF Associados. Os pedidos recentes de Casas Bahia e Marabraz são os exemplos mais conhecidos de uma crise que atinge empresas de diferentes segmentos e tamanhos.

Para fontes ouvidas pela Gazeta do Povo, entre os principais fatores por trás da crise está o ciclo de crédito restritivo: juros altos, crédito escasso e endividamento elevado corroeram o poder de compra das famílias e o fôlego financeiro das redes.

A 14% ao ano, a taxa básica de juros está em um nível considerado restritivo para a economia e encarece o acesso ao crédito. Para o varejo, o impacto ocorre dos dois lados do balcão: o consumidor encontra mais dificuldade para parcelar as compras, enquanto as empresas pagam mais caro para financiar estoques, capital de giro e dívidas.

Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.

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