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Gazeta Agora

Gazeta Agora: Janones admite que PT usou regime de exceção para eleger Lula

O Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca que Janones diz que estado de ‘democracia mitigada’ foi necessário para vencer eleição.

O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou em uma entrevista à Rede Globo exibida na noite de domingo (1º) que um modelo "transitório" ou de "democracia mitigada" foi necessário para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencer a eleição deste ano.

Janones deu a declaração ao responder ao questionamento de um repórter no programa Fantástico sobre sua atuação no canal de WhatsApp “Exército do Lula”. O deputado foi questionado se achava democrático dar uma ordem e 10 milhões de pessoas obedecerem.

"É o que eu chamo de democracia mitigada. Não é a democracia no seu estado pleno, não é a democracia que eu quero pro nosso país, não é um modelo de democracia sustentável. Isso aqui é um modelo transitório, necessário pra gente vencer uma eleição, necessário pra gente poder dar governabilidade ao presidente a partir de agora. Mas é um modelo que deve servir como transição", disse Janones.

No canal "Exército do Lula", Janones dava missões para seguidores pelo WhatsApp, como vestir a camisa da seleção brasileira e fazer o "L" em um determinado dia ou fazer buscas específicas na internet para tentar influenciar a distribuição de conteúdo no buscador do Google.

Gilmar sinaliza incômodo com Nunes Marques por demora em prorrogar eleições

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes usou suas redes sociais para sinalizar incômodo com a condução das eleições por seu colega de Corte, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques. Na publicação, feita na noite desta segunda-feira (2), o decano não mencionou nomes ou episódios, mas direcionou sua crítica à suposta demora em uma decisão de Nunes Marques que teria feito com que o ministro Cristiano Zanin prorrogasse o período de votação.

Gilmar afirmou que é necessária a "postura de árbitro equidistante" por parte de "quem está na condução do órgão que organiza o pleito". Ao aprofundar a crítica, argumentou que "silêncios e hesitações não são neutros", podendo abrir margem para "decisões contraditórias" ou atuação de outras instâncias para "suprir, pelas vias próprias, o que poderia ter sido resolvido desde a origem e servir de pretexto a quem insiste em atacar um sistema eleitoral íntegro e confiável".

"Foi o colegiado do Tribunal Superior Eleitoral que assegurou que a disputa transcorresse dentro das regras do jogo democrático. [...] Desta vez, a colegialidade cumpriu seu papel. A solidez do processo eleitoral, contudo, não pode depender apenas da força do colegiado", diz a publicação.

O que está em jogo para Trump nas eleições que definirão o controle do Congresso dos EUA

As eleições legislativas desta terça-feira (3) nos Estados Unidos podem mudar os rumos do governo de Donald Trump nos dois últimos anos de mandato. Embora seu nome não esteja na cédula de votação, o republicano terá seu futuro político diretamente afetado pelo resultado das eleições legislativas de meio de mandato, conhecidas nos EUA como midterms, que definirão qual partido – Democrata ou Republicano – controlará a Câmara dos Deputados e o Senado americano a partir de janeiro de 2027.

Uma vitória dos democratas poderá limitar a aprovação de novas leis, abrir caminho para investigações contra integrantes do governo e dificultar a agenda nacional e internacional da Casa Branca. Caso os republicanos mantenham a maioria nas duas Casas, Trump terá mais espaço para aprofundar sua agenda econômica, migratória e de segurança nacional e internacional nos dois últimos anos de sua presidência.

As eleições ocorrem em meio à baixa popularidade de Trump nos EUA. Uma pesquisa da Reuters/Ipsos divulgada na semana passada mostrou que 32% dos americanos aprovam sua gestão, enquanto 66% desaprovam.

O Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.

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