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Reunião

Secretários querem trocar informações sobre tráfico

  • PorCarlos Magno Araújo, especial para a Gazeta do Povo
  • 01/12/2010 21:01

A discussão de estratégias para coibir a migração de bandidos do Rio de Janeiro e o reforço da vigilância nas fronteiras dos estados foram tema de uma reunião extraordinária do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), ontem, em Brasília. Oito estados estiveram presentes, entre eles o Paraná.

No encontro ficou definido que o Consesp pedirá para a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e para a Polícia Federal que haja uma troca de informações sobre traficantes que eventualmente podem fugir do Rio de Janeiro. Uma nova reunião foi marcada para os dias 9 e 10 de dezembro.

"Não há motivo para pânico", disse o secretário nacional de Segurança, Ricardo Balestreli. Ele ressaltou que a situação é apenas de alerta para os demais estados. Segundo o secretário, se os estados se reforçarem não haverá motivos para ambiente de calamidade. No Paraná, a Polícia Rodoviária Federal já ampliou a atenção sobre veículos de outros estados. Balestreli acredita que o Paraná não deve ser o destino preferido destes bandidos, porque têm fronteiras bem guardadas em comparação com outros estados e contará com o amparo do setor de inteligência para evitar a migração.

Dados de familiares

O secretário de Segurança do Paraná, Aramis Linhares Serpa, será feito um reforço do policiamento na fronteira com os demais estados. Ele informou que a Abin pode atuar no levantamento de dados sobre a presença de parentes ou contatos de traficantes nos estados. "Sem drogas, armas e familiares, esses traficantes não obterão base e não terão como manter domicílio em outros estados", afirmou.

Sobre a entrada de veículos comuns pelas divisas do estado, Serpa confirma que haverá rigor quanto a fiscalização das placas de veículos de outros estados. "Iremos monitorar placas de outros estados, e seremos mais rigorosos. Contudo, não creio que o Paraná seja o destino preferido desses traficantes devido ao nosso histórico de combate ao crime organizado, e também pela distância com o Rio de Janeiro, além das nossas condições climáticas pouco interessantes aos bandidos", destacou.

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