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Olimpíadas

Brasil iguala melhor total na história dos Jogos, mas não supera campanha em Atenas

Mesmo com delegação recorde, brasileiros não conseguiram superar campanha de cinco ouros conquistados há quatro anos

Ouro no vôlei feminino fez Brasil igualar número de medalhas conquistadas em Atlanta-1996 | Mustafa Ozer / AFP
Ouro no vôlei feminino fez Brasil igualar número de medalhas conquistadas em Atlanta-1996 (Foto: Mustafa Ozer / AFP)
Natália Falavigna brigou muito para trazer o bronze no taekwondo |

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Natália Falavigna brigou muito para trazer o bronze no taekwondo

Na natação, César Cielo faturou um ouro e um bronze no Cubo D Água |

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Na natação, César Cielo faturou um ouro e um bronze no Cubo D Água

Michael Phelps se tornou o maior atleta olímpico de todos os tempos com os oito ouros em Pequim |

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Michael Phelps se tornou o maior atleta olímpico de todos os tempos com os oito ouros em Pequim

Usain Bolt: 100 e 200 metros rasos com os recordes pulverizados e um físico não tão favorável a ele |

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Usain Bolt: 100 e 200 metros rasos com os recordes pulverizados e um físico não tão favorável a ele

Maurren Maggi ficou com o ouro no salto em distância |

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Maurren Maggi ficou com o ouro no salto em distância

Fabiana Murer viveu inferno astral e frustrou o Brasil |

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Fabiana Murer viveu inferno astral e frustrou o Brasil

Campeões olímpicos em Atenas, Ricardo e Emanuel ficaram com o bronze em Pequim |

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Campeões olímpicos em Atenas, Ricardo e Emanuel ficaram com o bronze em Pequim

Frustrados mesmo ficaram Márcio e Fábio Luiz, que ficaram com a prata |

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Frustrados mesmo ficaram Márcio e Fábio Luiz, que ficaram com a prata

Após fracassar em Sydney-2000, Ronaldinho voltou aos Jogos e ficou com o bronze |

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Após fracassar em Sydney-2000, Ronaldinho voltou aos Jogos e ficou com o bronze

Marta e companhia perderam a final no futebol feminino e foram prata |

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Marta e companhia perderam a final no futebol feminino e foram prata

Ketleyn Quadros surpreendeu o Brasil ao trazer o bronze no judô |

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Ketleyn Quadros surpreendeu o Brasil ao trazer o bronze no judô

Quem também faturou um bronze nos tatames chineses foi Leandro Guilheiro |

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Quem também faturou um bronze nos tatames chineses foi Leandro Guilheiro

Bruno Prada e Robert Scheidt foram prata na classe Star |

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Bruno Prada e Robert Scheidt foram prata na classe Star

Fernanda Oliveira e Isabel Swan também trouxeram na bagagem um bronze na vela |

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Fernanda Oliveira e Isabel Swan também trouxeram na bagagem um bronze na vela

No hipismo, Rodrigo Pessoa decepcionou e só foi o quinto |

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No hipismo, Rodrigo Pessoa decepcionou e só foi o quinto

Juraci Moreira foi a Pequim graças a uma desistência, mas fez bonito e foi o 26.º |

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Juraci Moreira foi a Pequim graças a uma desistência, mas fez bonito e foi o 26.º

A inédita medalha de ouro da seleção feminina de vôlei nos Jogos de Pequim fez o Brasil igualar o recorde de 15 medalhas olímpicas conquistadas nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996. Entretanto, a campanha em Pequim está aquém do esperado, uma vez que a melhor colocação do país nas Olimpíadas – o 16.º lugar em Atenas-2004 (com cinco ouros, duas pratas e três bronzes) – dificilmente será batida. O Brasil encerrou a campanha em Pequim na 23ª posição no quadro de medalhas.

A expectativa de que o Brasil poderia fazer a sua melhor campanha na história dos Jogos Olímpicos veio antes mesmo das competições começarem na China. O país enviou uma delegação recorde de 277 atletas, e em muitas modalidades existiam grandes esperanças de ouros. Contudo, a falta de sorte, de preparação ou simplesmente o descontrole emocional sepultaram o desejo desta leva de atletas brasileiros em pelo menos repetir o desempenho de quatro anos atrás.

Independente de marcas ou recordes, o Brasil viu em Pequim o nascimento de verdadeiros heróis nacionais, como César Cielo na natação, ou ainda a consolidação de grandes nomes como Maurren Maggi e o técnico da seleção feminina de vôlei, José Roberto Guimarães. Os fracassos brasileiros também vieram, principalmente no futebol, no judô e no vôlei de praia, modalidades em que o país prometia conquistar muitas medalhas de ouro, mas só restou prata e vários bronzes como consolo.

Veja abaixo os principais destaques do Brasil em Pequim:

NATAÇÃO

Todas as apostas de medalhas para o Brasil nas águas do Cubo D’Água estavam depositadas em Thiago Pereira, que conquistou nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, nada menos do que seis medalhas de ouro. Entretanto, o nadador voltou sem nada, e a posição de herói brasileiro das piscinas ficou com César Cielo. "Comendo pelas beiradas", o nadador radicados nos Estados Unidos beliscou um bronze nos 100 metros livres, e cumpriu uma promessa nos 50 metros livres: buscar o ouro na prova mais rápida da natação. Cielo o fez, com direito a recorde olímpico em Pequim.

Enquanto Thiago Pereira promete a volta por cima nas Olimpíadas de Londres, em 2012, Cielo vive a pressão de ser herói, o que vai gerar muita cobrança sobre seus resultados pelo próximo ciclo olímpico. Mas quem tomou os holofotes para si em Pequim foi um norte-americano. Michael Phelps foi aos Jogos com a meta considerada impossível por muitos: quebrar a marca de sete ouros em uma única edição das Olimpíadas, feito do compatriota Mark Spitz em Munique-1972. Phelps se dedicou quatro anos para este momento, e a vinda do seu oitavo ouro no 4x100m medley masculino coroou a participação mais sensacional de um atleta na história dos Jogos Olímpicos.

ATLETISMO

De quase aposentada a medalha de ouro olímpica. Maurren Higa Maggi pôs fim a uma espera de 24 anos do Brasil. Foi o tempo que o país levou para voltar a ouvir o Hino Nacional em um Estádio Olímpico, algo que não acontecia desde Joaquim Cruz nos Jogos de Los Angeles, em 1984. Em Pequim, a saltadora cravou seu nome na história brasileira ao se tornar a primeira mulher do país a trazer um ouro olímpico para casa. E a sorte sempre esteve ao seu lado. Nas eliminatórias, a principal rival, a portuguesa Naide Gomes, foi mal e ficou de fora da final. No último salto da então campeã Tatyana Lebedeva, da Rússia, o ouro parecia escapar, mas por 1 centímetro, ao ponto mais alto do pódio ficou com Maurren.

A atleta de 32 anos chegou ao auge justamente após viver momentos de ascensão e alegria, como o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em 1999, ao fundo do poço com a suspensão por doping, em 2003. Neste momento Maurren quase abandonou as pistas, porém resolveu recomeçar do zero. Acabou tendo o seu esforço e determinação coroados na China. Fora a conquista no salto em distância feminino, o atletismo brasileiro viu mais decepções do que alegrias.

No salto triplo, o paranaense Jadel Gregório ficou longe das medalhas e terminou em sexto. No salto com vara, em um dia bastante infeliz e conturbado, Fabiana Murer contou com uma lambança da organização dos Jogos de Pequim – que "perdeu" uma de suas varas –, se descontrolou emocionalmente, e viu o sonho de trazer uma medalha naufragar. Nesta prova, a russa Yelena Isinbayeva deixou o mundo mais uma vez de boca aberta ao ganhar o ouro, o que já era esperado, porém com o recorde mundial de 5m05, em sua última tentativa. No revezamento 4x100 masculino e feminino, o bronze passou perto dos brasileiros, mas não veio.

Quem também se deu mal no atletismo na China foram os Estados Unidos, acostumados a ganhar muitas medalhas de ouro na modalidade. Quem deu as cartas em 2008 foi a Jamaica, capitaneada pelo fenômeno Usain Bolt, vencedor dos 100 e 200 metros rasos e do revezamento 4x100 masculino – com direito a recorde mundial nas três provas. Sob dúvidas acerca de doping e de sua postura irreverente, Bolt foi um dos principais nomes das Olimpíadas de Pequim.

VÔLEI

O trauma de ter perdido três semifinais olímpicas nas últimas três edições dos Jogos colocou a seleção feminina em xeque. A dolorosa derrota em Atenas há quatro anos para as russas ainda doía. Todavia, superando tudo e todos, as meninas do Brasil comprovaram o favoritismo, controlaram os nervos e faturaram a medalha de ouro, conquista inédita para o vôlei feminino do país. De quebra, o técnico José Roberto Guimarães tornou-se o primeiro treinador da modalidade a ser campeão olímpico entre as mulheres e os homens – ele já havia sido ouro em Barcelona-1992 com o time masculino.

A seleção masculina de vôlei perdeu o ouro para os Estados Unidos. E ao contrário dos últimos anos, o Brasil de Bernardinho não entrou em quadra com sobras. A perda da Liga Mundial neste ano, calando o Ginásio do Maracanãzinho, ainda pairava sobre o time capitaneado pelo paranaense Giba. Coincidência ou não, os americanos foram aqueles que tiraram o Brasil da final do torneio, vencendo por retumbantes três sets a zero. Mas uma vez não teve jeito. Na final, o Brasil venceu o primeiro set, no entanto, tomou a virada, perdendo duelo por 3 sets a 1.

VÔLEI DE PRAIA

Na praia, o Brasil deixou a desejar. Favorito a conquistar pelo menos quatro medalhas – duas delas de ouro –, as duplas do país oscilaram muito, principalmente no feminino. Candidatas diretas ao ouro, a dupla Juliana/Larissa foi desfalcada antes dos Jogos começarem, já que Juliana preferiu desistir a prejudicar a companheira. Ana Paula foi convocada às pressas, e a dupla formada sem tempo de treinar chegou a passar de fase em Pequim, mas caiu nas quartas-de-final diante das campeãs olímpicas Walsh e May. Este mesmo combinado americano bateuRenata/Talita nas semifinais, e na disputa do terceiro lugar, as brasileiras perderam para as donas da casa Chen Xue/Xi Zhang. Esta foi a primeira vez desde que o vôlei de praia entrou nos Jogos Olímpicos, em Atlanta-1996, que o país não traz medalhas no feminino.

No masculino, os então campeões olímpicos Ricardo/Emanuel fizeram uma campanha irrepreensível, pelo menos até a semifinal, quando foram batidos pela outra dupla brasileira, Márcio/Fábio Luiz. Na final, a expectativa pelo ouro era grande, mas os brasileiros não foram páreos para os americanos Rogers/Dalhausser. Na disputa pelo bronze, Ricardo/Emanuel passaram pelos brasileiros naturalizados georgianos Geor e Gia.

GINÁSTICA

Os ginastas do Brasil mais uma vez fizeram história em uma edição de Jogos Olímpicos. Mas as esperadas medalhas não vieram. Apesar da equipe feminina ter chegado a uma inédita final olímpica – ficando em oitavo lugar –, a expectativa eram pelas apresentações individuais de Diego Hypólito, Jade Barbosa e Daiane dos Santos. O trio avançou as finais com facilidade, mas pecou no momento de decisão e viu o sonho de subir ao pódio em Pequim desaparecer. Hypólito foi quem mais sofreu, já que a irretocável apresentação no solo só foi derrubada pelo tombo no último movimento.

FUTEBOL

A paixão do brasileiro segue sem dar um ouro para o país nas Olimpíadas. Pentacampeão mundial, o time masculino do Brasil chegou a Pequim sem muito alarde, porém no decorrer dos jogos foi mostrando que o contestado técnico Dunga poderia levar a seleção ao inédito ouro. O maior obstáculo só veio na semifinal, contra os arqui-rivais argentinos, adversários que fazem o Brasil quase sempre jogar mais. Mas na China a equipe foi mal e tomou uma goleada de 3 a 0 para os hermanos. Resultado: mais uma disputa de bronze, conquistado facilmente sobre a Bélgica. A sina de não ter a medalha de ouro permanece por pelo menos mais quatro anos.

No feminino, as meninas do Brasil oscilaram dentro de suas partidas nas Olimpíadas. Independente de jogar muito bem – como contra a Alemanha na semifinal –, ou muito mal na primeira fase contra a Coréia do Norte (e vencer), a seleção comandada por Marta avançou à final contra as americanas, aquelas mesmas que tiraram do país o ouro em Atenas, mas que foram surradas no Mundial do ano passado pelas brasileiras. O gol do ouro olímpico parecia questão de tempo durante os 90 minutos da decisão, mas foi por água abaixo na prorrogação, quando os EUA fizeram 1 a 0 e garantiram mais uma conquista. O título de "amarelonas", antes dado às meninas do vôlei, agora está em posse da equipe feminina.

JUDÔ

Ao mandar três campeões mundiais aos Jogos de Pequim, o Brasil tinha a certeza de medalhas no judô. Mais do que isto: o país esperava que o jejum de 16 anos sem um ouro olímpico – desde Rogério Sampaio em Barcelona-1992 – pudesse acabar. Mas não foi o que aconteceu. João Derly e Luciano Correia decepcionaram e caíram cedo nas eliminatórias, enquanto Tiago Camilo ainda beliscou a medalha de bronze. A modalidade trouxe ainda mais dois bronzes com Ketleyn Quadros – primeira medalha olímpica no judô feminino brasileiro – e Leandro Guilheiro. A participação foi muito boa, todavia o gosto no final foi amargo. Faltou preparo psicológico aos brasileiros.

VELA

Na raça, Robert Scheidt superou um início ruim em Qingdao e conquistou a sua segunda prata olímpica, a primeira na classe Star. O bicampeão olímpico na Laser já tinha uma outra prata nesta mesma categoria, e ao lado de Bruno Prada vivia a pressão de "substituir" Torben Grael nesta classe para o Brasil, além do favoritismo que o acompanhava. A condição atípica nas Olimpíadas chinesas não facilitou em momento algum a vida dos brasileiros, que ficaram longe do ouro desta vez. A modalidade ainda trouxe mais um bronze para o país, com Fernanda Oliveira e Isabel Swan na classe 470. O feito inédito das meninas foi o que salvou a participação da vela brasileira em Pequim, que ficou muito distante dos dois ouros conquistados em Atenas-2004.

TAEKWONDO

A paranaense Natália Falavigna era antes mesmo do início das Olimpíadas a principal esperança brasileira em Pequim. Última entre os brasileiros a estrear, ela viu Débora Nunes e Márcio Wenceslau caírem logo cedo nas eliminatórias, ficando longe das medalhas. Quando chegou a sua vez, a quarta colocada nos Jogos de Atenas mostrou estar muito preparada e foi avançando, até parar na norueguesa Nina Solheim, vencedora do duro combate por decisão dos juízes. Na repescagem, Natália buscou a medalha a todo instante, e foi agraciada com um importante bronze para a modalidade.

BASQUETE

Sem representação no torneio masculino de basquete, o Brasil depositou todas as suas fichas nas meninas da seleção, mas de pouco adiantou a torcida tupiniquim. Sem a presença de Iziane, principal jogadora do país, a equipe praticamente não se encontrou em Pequim e foi facilmente eliminada em sua chave, protagonizando mais um fiasco para o esporte brasileiro e para a modalidade, que vive uma fase muito ruim no Brasil.

HIPISMO

Todas as atenções foram concentradas em Rodrigo Pessoa quando o assunto era a participação do hipismo brasileiro nos Jogos de 2008. Campeão olímpico há quatro anos, o brasileiro lidou bem com a pressão, chegou a brigar diretamente pelo bicampeonato, mas parou os próprios erros, fechando a sua participação na quinta colocação. Os demais atletas do país que foram a Pequim pouco fizeram e a modalidade não brilhou para o Brasil como em edições anteriores.

HANDEBOL

Conscientes de que não tinha chances de medalhas nas Olimpíadas de Pequim, as seleções masculina e feminina do Brasil procuraram se aproximar ao máximo do desempenho dos times europeus, e em alguns jogos conseguiram equilibrar as ações. Mas faltou experiência e sangue frio em partidas decisivas, já que o país surpreendeu e chegou ao último jogo da primeira fase com chances de classificação para a segunda fase – o que já seria um feito inédito e muito positivo ao esporte. Acabou não conseguindo o feito entre os homens nem entre as mulheres, porém ficou claro que, se o trabalho for mantido, os resultados podem ser colhidos em Londres-2012.

TRIATLO

O paranaense Juraci Moreira Júnior só foi a Pequim graças a uma desistência, contudo não desperdiçou a oportunidade que teve. Ele chegou a figurar na quarta posição, mas foi o 26.º colocado no triatlo olímpico e ficou como o melhor entre os brasileiros nos Jogos Olímpicos. Reinaldo Colucci chegou 11 posições atrás no masculino, enquanto Mariana Ohata – única brasileira na prova – foi a 39.ª colocada.

TÊNIS DE MESA

O ícone do tênis de mesa brasileiro Hugo Hoyama se despediu das Olimpíadas em Pequim. Em sua quinta participação olímpica, o veterano mesa-tenista foi como convidado, mas não teve sorte na competição entre equipes e o Brasil pouco fez para impedir a sua eliminação precoce. No individual, Thiago Monteiro e Gustavo Tsuboi fizeram boas apresentações, mas não puderam bater de frentes com os europeus e os chineses, estes sim candidatos a medalhas.

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