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Introdução

Por que apresentar nossas convicções?

A partir de agora, você, caro leitor, terá à mão um resumo das ideias que norteiam nossas avaliações sobre os principais eventos do dia a dia

  • Gazeta do Povo
 | Felipe Lima
Felipe Lima
 
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Caro leitor,

Você tem acompanhado as inovações que lançamos recentemente. Inovações de conteúdo, como a parceria com novos colunistas e a ampliação de nossa equipe em Brasília; e tecnológicas, como a nova versão do nosso site, equipado de geolocalização e de uma ferramenta de experiência social. Procuramos, assim, atendê-lo cada vez melhor, acompanhando cada vez mais de perto sua própria dinâmica de trabalho e de hábitos de informação.

Mas, se mudamos em vários aspectos, queremos, por outro lado, reafirmar nossa fidelidade às convicções que nos trouxeram até aqui. E nesse jogo entre mudança e permanência, entre amor ao novo e fidelidade ao essencial, a Gazeta do Povo publica – o que é novidade – um conjunto de textos que explicitam de uma maneira um pouco mais sistemática nossa visão de mundo, que é nosso DNA imutável. Você, caro leitor, tem agora em mãos um resumo das ideias que norteiam nossas avaliações sobre os principais eventos do dia a dia.

A sinceridade facilita a confiança e queremos que nossos leitores tenham certeza de que o que pauta nosso trabalho são essas convicções

Esperamos que aprecie conhecer essas ideias. Elas têm importância para nós e julgamos que abrir nosso coração desta forma pode intensificar a amizade e o respeito entre você e nós. Não se preocupe se não concordar com elas. É natural que tenhamos pontos de divergência. Não é assim que ocorre, mesmo entre amigos, numa sociedade plural como a nossa? Essa eventual discordância não será motivo para que não conversemos, mas, antes, um estímulo mais para uma enriquecedora troca mútua, que desejamos com a publicação destes textos. Pode ter certeza de que nos esforçaremos sempre para expô-las de forma respeitosa – respeitando também, por outro lado, quem pense de forma diferente.

Talvez alguns textos estejam um pouco mais densos e difíceis que o habitual. Perdoe-nos. Não foi fácil resumir em poucas páginas ideias que têm tantos desdobramentos. Mas esta é uma primeira versão. Estaremos sempre nos esforçando por torná-las cada vez mais simples e claras.

Só para você ter um panorama do que vamos apresentar, podemos organizar esses textos em três grupos. No primeiro, falamos do que pensamos sobre o homem e seu destino; no segundo, sobre a sociedade, o bem comum e as organizações que surgem no seio dela; no terceiro, sobre o Estado, seu papel e suas relações com os cidadãos.

Esperamos estar oferecendo um melhor serviço a você. A sinceridade facilita a confiança e queremos que nossos leitores tenham certeza de que o que pauta nosso trabalho são essas convicções e que nos esforçamos de verdade por ser cada vez mais coerentes.

Boa leitura!

Índice

1. O poder da razão e do diálogo

Homem, dignidade, ética e família

2. A dignidade da pessoa humana

3. O alcance da noção de dignidade da pessoa humana

4. Defesa da vida desde a concepção

5. Ética e a vocação para a excelência

6. O valor da família

7. A importância do casamento

8. A valorização da mulher

Sociedade, bem comum e princípio da subsidiariedade

9. A finalidade da sociedade e o bem comum

10. O princípio da subsidiariedade: menos Estado e mais cidadão

11. Os responsáveis pelo bem comum

12. As empresas, sua finalidade e o bem comum

13. O valor da comunicação

Democracia, liberdades, o Estado, sua finalidade e limites

14. O valor da democracia

15. O Estado de Direito

16. Cultura democrática

17. A finalidade do Estado e do governo

18. Os limites da ação do Estado

19. O que é o princípio da proporcionalidade

20. Proporcionalidade e liberdade profissional

21. O Estado laico

22. Liberdade de expressão

23. A legislação sobre o casamento

24. Livre iniciativa

25. Ações afirmativas

26. Fortalecimento do modelo federativo

27. O significado da representação política

28. Voto distrital misto

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