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Cozinha, Mesa e Companhia

Enviado por danielacaldeira, 17/07/13 7:52:24 PM

guia Michelin

Adoro o assunto “Viagem”. Se for para a França então, tem muito de mim, do que gosto, do que sou. A França é um lugar à parte para os aficcionados por comida. É o berço da gastronomia, palco de grandes Chefs e inspiração para o resto do mundo. Por mais que venham modismos, cozinhas de diversos paises em voga e tantas outras novidades, a França sempre será a maior referência para qualquer Chef e amante da gastronomia.

Para mim, viajar remete imediatamente à criatividade, pois os momentos de férias são os que relamente consigo criar. Ando com um bloquinho (à moda antiga mesmo!) e vou escrevendo o que manda a minha imaginação. Acredito que é por que nos desligamos da rotina, da tecnologia e passamos a experimentar o diferente e com isso damos espaço para a pausa, para a mente criativa, para o novo.

Quando viajo, gosto de experimentar restaurantes de Chefs que admiro, mas também costumo tentar achar pequenos restaurantes, cozinhas descomprometidas, mas com alma. Claro que já caí em algumas armadilhas, pois é quase humanamente impossível isso não acontecer. Até porque o que é bom para mim, pode ser ruim para você. Paladar é como arte: muito pessoal. Mas para ajudar a diminuir a margem de erro, nada como confiar em um guia respeitadíssimo como o Guia Michelin.

Impresso com o máximo de segredo e com tiragem desconhecida, este guia é o mais respeitado do mundo e premia os melhores restaurantes, classificando-os com estrelas (de 1 a 3) que representam o sonho ou pesadelo de qualquer Chef. Ganhar uma estrela Michelin significa a ascensão do restaurante e de seus Chefs, enquanto que perder uma delas pode levar até a uma tragédia como a do Chef Bernard Loiseau, que se suicidou em fevereiro de 2003 com um tiro na cabeça aos 52 anos, desesperado com o rumor de que seu estabelecimento perderia a classificação de “três estrelas” no Guia Michelin. Exageros e descontroles à parte, esta é a seriedade e alguns Chefs franceses em relação à sua comida…

O lendário Guia Michelin foi publicado pela primeira vez em 1900 por André Michelin e seu irmão Edouard, fundadores da Compagnie Générale des Établissements Michelin, a famosa empresa fabricante de pneus. A primeira edição do Guia tinha foco meramente publicitário, motivado pela Exposição Universal de 1900. Nessa época o Guia Michelin era um brinde que os clientes recebiam na compra dos pneus Michelin. Na virada do século XX, a França contava com pouco mais de 2.400 motoristas, para os quais o guia trazia informações como endereços de oficinas, postos de gasolina, farmácias, médicos, mapas e curiosidades.

Até 1908 o guia servia principalmente para a divulgação de hotéis e oficinas mecânicas. No ano seguinte, a Michelin optou pela supressão total da publicidade paga no Guia, visando tornar-se mais independente e conquistar maior credibilidade de seus leitores. Foi só a partir de 1920 que o Guia deixou de ser oferecido como brinde e passou a ser vendido. Foi então que surgiu a avaliação de restaurantes, realizada por criteriosos inspetores anônimos da Michelin.

Editado em 22 países, o ‘Guide Rouge’ da Michelin já vendeu mais de 30 milhões de exemplares desde sua criação. Seja pela qualidade ou pela quantidade exemplares vendidos, é uma publicação de enorme respeito.

Então para suas próximas férias, compre um guia Michelin e se entregue a um dos sete pecados capitais, diminuindo suas chances de errar!

 

 

 

 

 

 

 

 

Enviado por danielacaldeira, 28/06/13 11:26:12 AM

fondue de queijo

 

Com a chegada do inverno, nosso corpo pede mais comida para nos manter aquecidos. Desta forma, inverno tem tudo a ver com gastronomia. É a época do ano que as pessoas comem mais, ficam mais juntas – em volta da mesa, de uma lareira, comendo e compartilhando boas histórias e vinhos.

As comidinhas pedem mais substância e calor, o que chamamos de confort food – comida reconfortante. Um contra-ponto ao frio do lado de fora!

Uma receita fácil de fazer, para um jantar à dois bem romântico, ou para receber grandes amigos!

Fondue de Queijo

Existem várias receitas de fondue de queijo, muitas receitas bem ruins, mas esta é a receita que faço na minha casa! Pode confiar!

350g emmental ralado
350g gruyère ralado
1 dente alho
300ml vinho branco
1 cálice de Kirsch (aguardente de cereja) – essencial para a receita
2 colheres (chá) amido de milho (maisena)
pimenta e noz-moscada a gosto

Amasse ligeiramente o alho e esfregue-o, com a ajuda de um garfo, na parte interna da panela (de preferência, panela de cerâmica). Acrescente o vinho branco e deixe ferver. Vá acrescentando os queijos, aos poucos mexendo com um fouet. Deixe o dente de alho dentro da panela, desta forma ele vai aromatizando o preparo.

Dilua a maizena no Kirch e acrescente à panela. Deixe ferver para que engrosse um pouco. Tempere com pimenta e uma pitada de noz moscada. Fácil né?

Eu adoro comer o fondue de queijo com pães diferentes, normalmente os pães de casca dura. pinhão cozido (deliciosa combinação!), mini batatinhas assadas (vale um pouquinho de azeite de oliva e alecrim para assar!), tomatinhos cereja, e cogumelos. Para os que adoram proteína, como eu, que tal  cubos de mignon grelhados, ou uns camarões levemente cozidos regados no fondue? Por que não?

Para beber, a combinação perfeita é um Chardonnay do novo mundo.

Mãos à obra!  surpreenda quem você ama com um jantar à luz de velas e uma noite fora do convencional!

Excelente forma de começar o final de semana!

 

 

Enviado por admin, 01/05/13 7:32:00 PM

Em Agosto do ano passado, depois de 12 anos trabalhando no meu buffet, La Table Gastronomie, resolvi investir na parte de doces. Nasceu a La Table Douce, fruto de minha experiência desses anos todos como chefe de cozinha, e da necessidade de estar constantemente criando, inventando coisas novas. Os doces surgiram também, por que sou uma chocólatra por natureza. Não passo um dia sequer sem comer chocolate ou passando vontade de comê-lo.
Gosto de ver a relação que as pessoas tem com a comida, mas especialmente com doces. É aquele momento de se permitir, de indulgência, de esquecer das responsabilidades, das dietas, das restrições que a vida adulta nos impõe e voltar a ser criança por alguns segundos. Acho alias, que é isso que buscamos ao procurarmos nossa pequena cota de açúcar. Acho que tudo que fazemos com moderação, não nos deve fazer tão mal.
Então se você é chocólatra ou uma “formiga” como eu, experimente esta deliciosa receita e se permita os pequenos momentos de prazer!

Daniela Caldeira

Torta de Chocolate e Nozes Crocante

Para o Crocante
90 g de nozes torradas e grosseiramente picadas
115 g de noz pecãn torradas e grosseiramente picadas
½ xícara de açúcar mascavo claro
1/8 de colher de chá de canela
115 g de manteiga derretida
Em um recipiente, misture as duas nozes, o açúcar e a canela. Adicione a manteiga derretida e pressione a mistura no fundo de uma forma de fundo removível e refrigere por 30 minutos.

Para a Ganache de Chocolate;
580 g de chocolate meio amargo
170 g de manteiga amolecida
¾ de xícara de açúcar
6 ovos grandes (peneirados)
¼ de xícara de nata fresca
½ colher de chá de polpa de baunilha ou essência de baunilha

Derreta o chocolate em banho Maria. Enquanto o chocolate derrete, bata a manteiga e o açúcar em uma batedeira até que esteja cremoso e aerado.
Adicione dois ovos de cada vez, batendo bem após cada adição. Aumente a velocidade e bata por 2 minutos até que aumente um pouco de volume.
Adicione o chocolate derretido em velocidade baixa e bata até estar totalmente incorporado. Acrescente a nata e a baunilha. Coloque o recheio sobre a massa de nozes e refrigere por 6 horas.

Para desenformar, passar uma faca em volta e depois abrir a forma. Cortar as fatias passando a faca em água quente.

Daniela Caldeira

A La Table Douce, faz mesas de doces e caixas de doces sob encomenda para presentear. O telefone da La Table Douce é (41) 3274-3539

Enviado por admin, 25/03/13 7:54:00 PM

A Páscoa e nossa criatividade com bacalhau

O ano começa em velocidade absurda, mal piscamos o carnaval já passou e a Páscoa já chegou. Aqui no Brasil, Páscoa sem bacalhau é algo como Natal sem peru, então as vendas do bacalhau crescem absurdamente nesta época (e o preço também!!!).
Sugiro que nesta Páscoa, vocês façam algumas receitas com bacalhau, como uma degustação de bacalhau, pois este ingrediente é um dos mais versáteis na cozinha. Para se ter ideia, existem mais de 1200 receitas de bacalhau cadastradas! Ou seja, certamente existe uma para o seu paladar. Sugeri no Facebook da La Table, (La Table Gastronomie) que cada um leve um prato para este almoço tão especial. Além da brincadeira, quem sabe a sua receita não passa a ser aquela obrigatória em todas as Páscoas…
Até dia 28, vou dar 2 receitas de bacalhau que adoro. Uma bem brasileira, que segue abaixo e outra que é minha preferida: “Bacalhau que nunca chega”… com bacon, ovos e batata palha…huuum!
No meu almoço de Páscoa, as duas receitas estarão presentes. E as outras? Bem, as outras vão depender da criatividade da família!

Vamos à primeira receita:

Bacalhau Brasileiro: (serve aproximadamente 5 pessoas)
1 kg de bacalhau já dessalgado (aferventar e tirar lascas/desfiar)
70 ml de azeite de oliva extra-virgem
6 dentes de alho picados
1 cebola grande picada
1 pimentão verde pequeno picado
4 tomates italianos concassé (sem pele e sem sementes, picados)
1 pimenta dedo de moça picada
220 ml de leite de coco
70 ml de azeite de dendê
10 ovos (separados)
Coentro e salsinha picada, à gosto
Queijo parmesão para dourar
Comece aferventando o bacalhau, dessalgado e tirando as lascas/desfiando. Reserve. Em uma panela, aqueça o azeite de oliva e frite a cebola e o alho. Adicione o pimentão e refogue mais um pouco. Acrescente o tomate concassé e a pimenta dedo de moça e refogue. Junte o bacalhau desfiado e em lascas e refogue por 5 minutos. Tempere com sal e pimenta e adicione o leite de coco e o azeite de dendê e cozinhe por mais alguns minutos. Retire do fogo e deixe amornar.
Bata as claras em neve, adicione as gemas e continue batendo. Coloque metade dos ovos no bacalhau, ajuste os temperos e finalize com a salsinha e o coentro picados. Coloque em um refratário, cubra com a outra metade dos ovos e salpique com parmesão. Leve ao forno para dourar.
Bom apetite!!

Enviado por admin, 24/02/13 6:24:00 PM

Comida Thai é uma das minhas preferidas. Adoro os aromas e sabores desta cozinha e o perfeito equilíbrio do ácido, adocicado e picante. Gosto dessas comidas que brincam com nosso paladar e nos tiram da rotina.


Seguem duas receitas perfeitas para guardar nas receitas preferidas e surpreender os amigos no fim de semana; uma receita de chutney de manga, que faço desde que comecei a cozinhar e outra de camarão, que usa este chutney para alcançar a deliciosa combinação de sabores.

CAMARÃO AO CURRY COM ARROZ BRANCO

Ingredientes:

•10 camarões grandes e limpos (temperados com sal e limão)
•2 colheres de sopa de azeite de oliva
•3 dentes de alho picados
•1 cebola picada
•1 pimenta dedo de moça pequena
•½ colher de sopa de curry em pó
•2 Folhas de lima Kaffir (opcional)
•3 colheres de sopa de Domecq
•½ xícara de leite de coco
•2 colheres de sopa de chutney de manga (receita abaixo)
•Salsinha e coentro picados
•Sal

Modo de preparo:

Tempere os camarões com sal e limão e reserve.
Em uma frigideira aqueça o azeite e frite o alho e a cebola. Junte a pimenta e o curry e refogue até soltar os aromas. Acrescente o camarão e refogue dos dois lados. Flambe com o Domecq, acrescente o leite de coco e o chutney e ajuste os temperos. Finalize com salsinha e coentro picados
Sirva com arroz branco com coco ralado e Castanhas de Caju.

CHUTNEY DE MANGA E DAMASCO

Ingredientes:

•300 g de manga picada
•300 g de damasco picado
•90 g de passas brancas inteiras
•1 pimenta dedo-de-moça picada
•50 g de gengibre picado
•40 g de alho picado
•230 g de açúcar
•300 ml de vinagre de vinho branco
•500 ml de água
•3 ramas de canela

Modo de preparo:

Apurar todos os ingredientes em fogo médio, até ficar na consistência de geléia.
Guardar em geladeira por até 3 meses.

Sirva com champagne e tenha um dia espetacular!

Enviado por admin, 07/02/13 9:22:00 AM

BAUNILHA – Da flor à aromática fava

Provavelmente você conhece a fava de baunilha, já comeu algo que leva baunilha, gosta do seu aroma adocicado e sabor que agrada à alma. Difícil quem não goste.
Mas você sabia que todo esse aroma e sabor vêm do fruto de uma orquídea?
Elas são as únicas orquídeas que servem para a alimentação.

A ilha africana de Madagascar é a maior produtora mundial de baunilha e, junto com os vizinhos Comores e Réunion, responde por praticamente de 90% da produção. México, Uganda, Congo e Tahiti também são produtores. No Brasil, a baunilha vem sendo cultivada com sucesso na região de Belmonte em Salvador.

Como eu amo a Baunilha e estava recentemente nas ilhas Mauritius, que fica ao lado da ilha Réunion, resolvi ir conhecer de perto esta orquídea que tanto me fascina.

Daniela Caldeira

Foi maravilhoso passear entre os cachos de baunilha e saber um pouco mais de sua história. Seu cultivo é extremamente difícil. Depois de colhidas, as favas são fervidas rapidamente, depois passam pelo vapor, depois são secas e curadas, onde adquirem seu aroma e sabores concentrados. Este processo dura ao todo 9 meses (uma gestação!)

Por isso, não é de se estranhar que, depois do açafrão e do cardamomo, a baunilha seja a terceira especiaria mais cara do mundo. Um quilo de favas de qualidade custa por volta de 500 dólares;

Outra coisa importante que aprendi lá é que as favas de baunilha devem ficar dentro de um vidro fechado com aproximadamente 5 cm de suas favas imersas em rum ou whisky. Desta forma elas se conservam infinitamente e não ficam ressecadas. Ah, e o rum deve ficar maravilhoso!! ;)

E não confunda: baunilha natural só com as favas ou com a essência delas extraída. Essa essência de baunilha que encontramos em frascozinhos em qualquer supermercado são extratos sintéticos, que nem de perto se assemelha ao natural.

Vamos então a uma receita com Fava de Baunilha: O tradicional Creme Brulée que tantas e tantas vezes pedimos em restaurantes e não vemos nem sequer um grãozinho de baunilha. Se isso acontecer com você, devolva a sobremesa e peça seu dinheiro de volta – NÃO É CRÈME BRÛLÉE!!!

Crème Brûlée

Ingredientes:

500 g de nata fresca
500 g de leite integral
1 fava de baunilha
9 gemas
200 g de açúcar

Modo de preparo:

Abra a fava ao meio, e com as costas de uma faca, retire a polpa da baunilha das duas metades. Coloque as duas metades da fava e a polpa em uma panela. Acrescente o leite, a nata e o açúcar. Ligue o fogo no baixo e deixe começar a ferver.

Imediatamente desligue o fogo e tampe a panela. Deixe em infusão por 10 minutos. Peneire as gemas em um recipiente e depois dos 10 minutos de infusão, coloque 1 concha do creme sobre as gemas e mexa vigorosamente para que as gemas não cozinhem. Repita com mais uma concha e mexa. Agora, as gemas já estão com uma temperatura aproximada à do creme, esse processo chama-se temperagem! Viu, você temperou as gemas e agora pode coloca-las na panela com o restante do creme. Não ligue mais o fogo. Guarde na geladeira e só asse no dia seguinte. EM BANHO- MARIA!

Até que o meio do recipiente onde vai assar esteja ainda um pouquinho mole. Refrigere novamente , retire na hora de servir, salpique com um pouco de açúcar e maçarique até dourar!

Huuum, literalmente Bon Apetit!!!

Enviado por admin, 28/10/12 8:29:00 PM

Começa a época do ano em que todo mundo parece ficar um pouco enlouquecido, para mim, os eventos se acumulam fazendo com que minha vida seja quase que eterna na cozinha… pilotando fogões e me dividindo entre as novidades dos doces e a La Table Gastronomie.

Claro que trabalhando assim, a culpa da mãe ausente toma conta de mim e hoje, mesmo cansada, cedi ao amoroso pedido do meu filho de fazer uma das coisas que ele mais ama na vida… Cinnamon Rolls – Rosquinha de canela. Claro que o fruto não cai longe da árvore; e ele, como a mãe, ama pães e canela.

De verdade, o aroma da canela assando toma conta da cozinha. Sabe aquelas imagens de desenho animado que as pessoas saem voando atrás de uma fiozinho de fumaça? Este deve ser o cheiro da fumacinha… Comer as rosquinhas ainda mornas é como comer uma nuvem doce de alegria. Se eu tivesse o meu livro de: “200 coisas para comer antes de morrer”, esta seria uma delas.

E a culpa? Amassa e joga fora porque depois desse cheiro pela casa, não tem como ninguém ficar brabo com você!

Daniela Caldeira

Cinnamon Rolls

Ingredientes:
30 g de fermento fresco
½ colher de chá de açúcar
¼ de xícara de água
1 xícara de leite
½ xícara de açúcar
2 colheres de chá de sal
½ xícara de manteiga amolecida
3 ovos em temperatura ambiente
5 ¾ de xícara de farinha de trigo

Recheio:
¼ de xícara de manteiga amolecida
1 ½ xícara de açúcar mascavo
1 colher de sopa de canela

Modo de preparo:
Coloque o fermento em uma bacia com a ½ colher de chá de açúcar e com a água morna. Deixe por 5 min. Acrescente todos os outros ingredientes, mas somente 5 xícaras de farinha de trigo. Sove a massa até que esteja elástica. Acrescente mais 1/4 de xícara de farinha e só acrescente os outros 2/4 (1/4 de cada vez) se for necessário. A massa quando está no pondo é bem aveludada e fácil de lidar. Sove por aproximadamente 10 min.

Deixe dobrar de volume, coberta com um pano ou filme de pvc. Retire o volume e em uma superfície enfarinhada, abra a massa em um retângulo com 1 cm de espessura.
Passe a manteiga amolecida por todo o retângulo e espalhe o açúcar mascavo misturado com a canela. Enrole como rocambole.

Corte fatias de aproximadamente 6 cm e coloque virados para a cima em uma forma. Faça isso até terminar a massa. Deixe dobrar de volume e asse em forno quente (170 graus) por aproximadamente 30 min. (teste com um palito- deve sair sem massa grudada). Espere amornar e regue com o seguinte glacê:

Glacê:
2 colheres de sopa de leite
2 colheres de sopa de manteiga
1 1/3 xícara de açúcar de confeiteiro
2 tampinhas de essência de baunilha

Preparo:
Aqueça o leite com a manteiga, acrescente o açúcar e a baunilha. Regue as rosquinhas ainda mornas com este glacê. Espere o glacê endurecer e sirva!

Daniela Caldeira

Delícia!

Enviado por admin, 08/10/12 7:06:00 PM

Focaccia e sua criatividade!

Pães sempre foram minha paixão! Poderia passar o resto da minha vida comendo pães, manteiga e queijos. Mas pão de verdade, não qualquer pão!
Antes da La Table “sonhar” em existir, pães era o que eu queria fazer para o resto da minha vida!
Enquanto morei em Nova York, fiz um curso intensivo de 3 meses em panificação no French Culinary Institute – uma escola de culinária espetacular.
Enquanto meu marido passava a semana em Pitsburg trabalhando eu passava a semana fazendo o curso das 7:30 da manhã às 15:30. Adorava passar o dia fazendo pães, adorava o aroma dos pães, os estralos que eles dão ao resfriar a mais maravilhosa crosta do mundo, e adorava, é claro, comer os pães que fazíamos diariamente…
Pães artesanais dão um trabalho fenomenal, pois o fermento é um fermento fresco, feito normalmente com uvas (pode ser de maçã, batata…), e esse fermento é um “ser vivo” e deve ser alimentado diariamente com farinha e água para não morrer! Este fermento passa de geração em geração, e quanto mais velho o fermento, mais especial é o sabor e a textura do pão!
Quando voltei dos Estados Unidos, morei um tempo em São Paulo, e lá fazia e inventava pães diariamente, e tinha o meu fermento fresco, artesanal e o André (meu marido), brincava comigo que um dia seríamos “devorados” por aquele “alien”!!
Mas ele se deliciava com meus pães!!

Para não ficar só na conversa, vou ensinar à vocês uma receita muito simples e deliciosa de Focaccia que fica maravilhosa na forma de panini – um pedaço de Foccacia cortado com a cobertura que você sonhar- e aqui entra a sua criatividade!

Eu já fico sonhando com a Foccacia fresquinha, saindo do forno com um belo pedaço de queijo brie, finíssimas fatias de Presunto de Parma e muita, muita rúcula, regada com um delicioso azeite de oliva e flor de sal! Huuuuum – super recomendo!

Focaccia

1.250 g de farinha
750 g de água
35 g de fermento para pão (pode ser o fresco em tablete ou o seco)
20 g de sal
4 colheres de sopa de azeite de oliva
Alecrim fresco
Sal grosso

Faça a massa e sove. Deixe dobrar de volume, retire o excesso de ar e deixe descansar coberto por 15. min. Unte uma forma retangular média com bastante azeite de oliva. Abra a massa e coloque na forma. Cubra com um pano e deixe crescer novamente. Faça furos com o dedo, regue com azeite de oliva e salpique com bastante sal grosso e alecrim fresco.
Asse em forno quente.
Simples Assim!

internet

Para os fãs de pães como eu, recomendo em Nova York os pães do Balthazar – www.balthazarbakery.com – recomendo o restaurante também, que obviamnte serve os pães no couvert.

E em Paris, onde boulangerie é coisa muito séria, recomendo uma visita na boulangerie Poilane – www.poilane.com

Enviado por admin, 17/09/12 4:35:00 PM

Cozinhando Junto

Volta e meia escrevemos sobre o descontentamento geral da correria do dia-a-dia. Falta tempo para tudo; tempo para passar com os filhos, com o marido, de cuidar de você mesma, de ir ao cinema, falta do silêncio.
A medida que o tempo passa e nós amadurecemos, passamos a perceber que isso faz parte da vida de todos e nos damos conta que para que possamos mudar nossa freqüência talvez seja preciso muito pouco: tirar os sapatos e andar na grama, respirar profundamente, ou fazer aquilo que você mais gosta, com seus filhos. Nos esquecemos das coisas simples da vida; pegar os filhos na escola e comer amora nas árvores da rua, ir ao parque e correr dos quero-quero, comer pipoca vendo o sol se por… pequenas coisas que nos acalmam e nos alegram.
Darei a dica da minha especialidade: Cozinhar com os filhos, propor que eles façam o jantar, por exemplo, e você só supervisiona… uma excelente opção para termos qualidade de tempo juntos, diversão e também dar uma forcinha para que os pequenos tomem gosto pela cozinha.

Segue uma receita de um sanduíche que meus filhos adoram. Simples e delicioso, bem básico para eles pilotarem a cozinha!

Fatias de pão fatiado de sua preferência
Manteiga em temperatura ambiente
Fatias de queijo emental ou gouda
Fatias de presunto bem finas
1 xicara de leite integral
2 Ovos
1 colher de sopa de açúcar
1 pitada de sal

Em um prato fundo ou em um bowl, misture os ovos inteiros com o leite, sal e o açúcar.
Passe manteiga em duas fatias de pão, coloque 3 fatias do queijo e 2 fatias do presunto e feche o pão com a outra metade. Passe rapidamente o sanduíche nesta mistura de leite/ovo/açúcar, dos dois lados. Derreta um pouco de manteiga em uma frigideira, coloque o sanduíche e doure em fogo baixo até o queijo derreter, aproximadamente 3 – 4 minutos de cada lado. Sirva acompanhado de uma saladinha bem fresca!

Daniela Caldeira

Um jeito simples e delicioso de começar a semana!!

Enviado por admin, 09/09/12 7:29:00 PM

Dia desses respondi um questionário sobre flores comestíveis. Acho que as flores comestíveis estão na moda há algum tempo, mas pelo que me lembro das vezes que as utilizei, as pessoas sempre deixavam no prato e nunca as comiam.

Para ser sincera, a flor comestível mais comum por aqui, a capuchinha, também não me agrada muito. Como sou bastante curiosa, resolvi provar todas as flores de ervas e verduras que encontrava na minha chácara, para que pudesse usá-las em meus preparos na cozinha.

Daniela Caldeira
Flor de Couve
Daniela Caldeira

O resultado é surpreendente: as flores de coentro, alecrim, manjericão e da couve são deliciosas. No caso das ervas frescas, elas têm o sabor da própria erva e são lindas e delicadas. A flor do coentro é minúscula e branca. A do manjericão também é branca e cresce em pequenos “tufos”. A flor do alecrim é roxa e parece uma micro-orquidea e a flor da couve é amarela e maior que as demais, mas parece que você esta mordendo a própria couve…

Estas flores são utilizadas em alguns restaurantes, mas ainda são pouco conhecidas. Se você tem um vaso em casa com alguma erva aromática, da próxima vez que elas derem flor, se aventure e experimente. Acrescente em saladas ou na decoração de um prato.

Outra moda que cresce cada vez mais na gastronomia é a utilização de brotos, como o de beterraba, mostarda, nabo e rúcula e como as flores, eles também são carregados de beleza e sabor, próprios para finalizar os pratos.

Nunca vi as flores para comprar por aqui e quando precisei usar uma flor de borago, tive que trazer de São Paulo. Os brotos, encontramos mais facilmente. Tem um lugar, nos fundos do Mercado Municipal chamado Companhia da Semente. Vale dar uma passadinha por lá e experimentar as novidades na mesa de sua casa e no seu próximo jantar gourmet!

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