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Luta Livre

Enviado por Fernando Rudnick, 28/03/17 8:00:49 PM

Foto: Instagram

Casada com o lutador de MMA Joseph Benavidez, a apresentadora e repórter do UFC Megan Olivi revelou ao programa MMA Junkie Radio os “dramas” de quando precisa trabalhar no mesmo evento em que o marido luta.

A americana admitiu que perde totalmente a cabeça durante o período do combate — e por isso não gosta que ninguém a veja assistindo o esposo sair na mão. Eles casaram em outubro de 2015.

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“Assistir lutas faz parte do meu trabalho. Eu sei o que acontece. Eu sei porque os lutadores fazem as coisas. Quando ele luta, eu fico: ‘Meu Deus, o que está acontecendo?’. Não preciso de ninguém vendo isso — ninguém precisa ver — então nós meio que escondemos”, disse Olivi.

Na última vez em que Benavidez entrou no octógono, em dezembro do ano passado, a repórter se escondeu na cozinha do casino The Palms, onde aconteceu o TUF Finale 24. Sorte a dela que o marido venceu Henry Cejudo por decisão dividida.

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“Peguei o elevador, apertei um botão e parei na cozinha. Disse que meu marido estava lutando e que não queria assistir porque estava trabalhando. Eles disseram OK. Então coloquei um timer no meu telefone para 17 minutos, que é o tempo da luta com os intervalos entre os rounds. E quando acabou, peguei o elevador e a luta estava encerrada”, contou.

Às vezes, Olivi tem a missão de entrevistar o marido, como faz com qualquer outro lutador. Situação que ela prefere evitar, claro.

“Não importa o que, sempre faço meu trabalho e ele o dele. Então acho que é melhor separar — porque fico maluca quando ele luta”.

Benavidez, duas vezes desafiante ao cinturão dos moscas (até 57 kg), volta à ativa contra Ben Nguyen no próximo dia 11 de junho, na Nova Zelândia.

Desta vez, a esposa estará de folga. Mas ficará no backstage, provavelmente escondida em algum canto do ginásio.

Foto: Divulgação

 

Enviado por Fernando Rudnick, 28/03/17 3:31:11 PM
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Chael Sonnen comparou Wanderlei Silva a um sapato na coletiva de imprensa do Bellator 180, nesta terça-feira (28), em Nova York.

O americano não ficou contente com o brasileiro, que participou da entrevista via internet porque permaneceu em Curitiba para focar na sua preparação para a luta de 24 de junho, e começou a falar com seu sapato.

Para o falastrão de Oregon, seria o mesmo que conversar com seu desafeto.

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Em outro ponto da entrevista, as provocações esquentaram. O curitibano respondeu com um xingamento ao pedido de se referir ao rival com Mr. Sonnen.

“Suck my balls [chupe minha bolas]”, falou Silva, que completou com um gesto obsceno.

“Todo o tempo ele [Sonnen] está falando, falando e falando. Espero que ele esteja treinando mais do que fala porque se for como da última vez que você lutou, vou te bater muito rápido “, completou Wand.

Além dos protagonistas do evento, estiveram presentes no Madison Square Garden outras estrelas do maior evento da história do principal concorrente do UFC, como o russo Fedor Emelianenko, considerado o maior peso-pesado da história do MMA.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

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Bellator 180 — Card principal (até aqui)

Chael Sonnen x Wanderlei Silva
Fedor Emelianenko x Matt Mitrione
Douglas Lima x Lorenz Larkin
Michael Chandler x Brent Primus

Abaixo, o vídeo completo da coletiva:

Enviado por Fernando Rudnick, 28/03/17 2:27:12 PM

Foto: Divulgação/Fight2Night

Foz do Iguaçu reunirá MMA e balada eletrônica, além de um show da banda Jota Quest, na segunda edição do Fight 2 Night — evento criado pelo ator global Bruno Gagliasso que mistura esporte e festa no mesmo local.

Com capacidade para quatro mil pessoas, o Rafain Palace Hotel será o palco da atração no próximo dia 28 de abril. A estreia aconteceu em novembro de 2016, no Rio de Janeiro.

Ao todo, o Fight 2 Night terá dez lutas. O card completo ainda não foi divulgado, mas os ex-lutadores do UFC Paulo Thiago e William Patolino estão confirmados. Quatro combates serão válidos por um GP da categoria meio-média (até 77 kg), que terá o campeão conhecido no fim do ano.

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“A primeira edição foi um grande sucesso e queremos levar o selo para o país inteiro, proporcionando a todos uma verdadeira experiência que une esporte, música e diversão. Além dessa edição em Foz do Iguaçu, faremos outras três ao longo do ano, em grandes cidades do Brasil”, diz Bruno Gagliasso, via assessoria de imprensa.

Após as lutas, o show terá apresentações do Jota Quest e do trio de DJs Make U Sweat.

Serviço

Fight 2 Night 2

Onde: Rafain Palace Hotel (Av. Olímpio Rafagnin, 2357 – Parque Imperatriz, Foz do Iguaçu)

Quando: 28 de abril, das 20h às 05h30.

Ingressos: entre R$ 45 e R$ 770 no site www.allingressos.com.br

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Enviado por Fernando Rudnick, 27/03/17 7:45:19 PM
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A curitibana Cris Cyborg abdicou de seu cinturão peso-pena (até 66 kg) do Invicta FC na última sexta-feira (24) e, claro, já começou a campanha para disputar o título da mesma categoria no UFC, contra a holandesa Germaine de Randemie.

Mas antes, ela propôs acertar as contas com uma velha conhecida no ringue de telecatch. Já que no octógono está difícil encontrar a americana Ronda Rousey, não é?

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“Tenho minha parceira Raquel TNA e agora tudo que a Ronda Rousey precisa é de uma para podemos ir para o Royal Rumble do WWE”, publicou Cyborg, que fez um treino com a também paranaense Gabi Castrovinci (cujo nome artístico é Raquel), única brasileira que atua no Pro-Wrestling americano. Veja o vídeo abaixo.

Assim como Ronda, que chegou a fazer uma aparição do WWE — o maior show de telecatch dos Estados Unidos — em 2014 e convive com uma grande especulação sobre seu retorno, Cyborg também já flertou com o mundo das lutas falsas há alguns anos.

Será que elas se cruzarão por lá?

Watch out @wwe there is a new Brazilian Bad Girl in town! I had a great time today with @impactwrestling #tnawrestling star Raquel. From my city of Curitiba @gabi.castrovinci was a contestant on the 6th season of @wwetoughenough If @rondarousey never returns to the UFC maybe the fans will have to see the fight inside a ring instead of a cage. Kkkkkk Cuidado @wwe há uma nova brasileira Bad Girl na cidade! Hoje tive a grande oportunidade de treinar e conhecer Estrela do @impactwrestling #tnawrestling Raquel. Somos curitibanas @gabi.castrovinci foi uma das concorrentes na 6ª temporada de @wwetoughenough TV show! Se @rondarousey nunca voltar para o UFC (MMA)talvez os fãs terão que ver a luta dentro de um ringue de Pro Wrestling Kkkkkk #criscyborg #letsgochamp #wwe thank you @three_leopard For support! @sdmuaythaigym #wrestlemania

Uma publicação compartilhada por CRISTIANE V JUSTINO ★ (@criscyborg) em

Enviado por Fernando Rudnick, 27/03/17 6:51:15 PM
Foto: Reprodução/Youtube

Foto: Reprodução/Youtube

Quem conhece a rivalidade atual entre Chael Sonnen e Wanderlei Silva terá dificuldade para acreditar na passagem que o americano contou nessa segunda-feira (27), no programa The MMA Hour.

Escalados para se enfrentar no Bellator 180, dia 24 de junho, no Madison Square Garden, em Nova York, os lutadores já treinaram juntos. Sonnen, inclusive, foi convidado pelo curitibano para a inauguração de sua academia em Las Vegas.

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O ano era 2008. Sonnen se preparava na academia Xtreme Couture para a luta contra Paulo Filho, no WEC 36. Wanderlei, que havia se mudado há pouco tempo para Las Vegas, entrou no recinto para treinar. Foi o primeiro contato entre eles.

Antes de começarem a sessão de sparring, Sonnen sinalizou que estava sem protetor bucal.

“Era o Wanderlei Silva, tinha uma aura sobre ele. Não sabia como era o inglês dele, então só sorri e apontei para minha boca. Fizemos um round e ele nunca deu um soco em mim. Ele cuidou de mim o tempo inteiro, me deixou soltar combinações nele e até me deu um toques de treinador”, revelou o americano.

“Foi um cara incrível. Ele é o último cara que você quer fazer um sparring sem protetor, mas pensei: que cara legal. Tive uma ótima experiência com ele. Pouco tempo depois, ele abriu sua academia, eu estava na cidade e fui à inauguração, tudo estava bem”, prosseguiu.

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Segundo Sonnen, a treta só começou anos depois, quando ele ficou conhecido no mundo do MMA e estava prestes a enfrentar Anderson Silva pela segunda vez, em  julho de 2012. Ambos estavam um tour de mídia pelos Estados Unidos e o brasileiro tentou dar uma ‘lição de moral’.

“Ele disse para eu cuidar com o que falava sobre o Brasil, que iria perder os dentes. Eu achei estranho, passamos o dia inteiro juntos e você está me reprimindo. Estamos dentro de uma van e você está tentando começar uma briga aqui? E, terceiro, você trouxe seu cinegrafista. Isso é estranho”, falou.

A passagem está no canal de Wanderlei Silva no Youtube. Veja abaixo, a partir de 3min51s.

As coisas foram de mal a pior a partir desse encontro. A gota d’água, claro, foi o conhecido entrevero no The Ultimate Fighter Brasil 3, em 2014.

“Eu era persona non grata no Brasil e ele começou uma briga de rua comigo no set. Eu estou sozinho, sou o cara malvado. Se você vier pegar no meu pé, você vai me humanizar para a audiência. Eles vão gostar de mim e não é isso que vim fazer aqui.  O script está escrito, sou o malvado e você é o cavaleiro que vai brigar pelo seu país e nós vamos lutar no pay-per-view. Se você fizer bullying comigo, o efeito será o contrário”, comentou Sonnen.

“Aí você perdeu meu respeito porque é burro e não entende do negócio [de promoção de lutas]”, completou o americano, que frisou outro ponto que o deixou desapontado: sua esposa estava na gravação do TUF e presenciou a briga com o paranaense.

Wanderlei Silva interrompeu a entrevista ao vivo e, por telefone, aproveitou para provocar o rival e, pelo que parece, antigo colega de sparring.

“Ele [Sonnen] está falando como um perdedor. Chael, você sabe que tem um problema e agora fica contanto essa história triste. Vai se f… Vou te bater muito no dia 24 de junho”, disparou.

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Enviado por Fernando Rudnick, 27/03/17 4:38:24 PM
Foto: USA Today

Foto: USA Today

No mundo moderno do MMA, assinar contrato com o UFC significa chegar ao auge da carreira.

Mais holofotes para os lutadores e, principalmente, mais dinheiro na conta — diferença que fica ainda mais evidente no caso dos brasileiros, já que o real é uma moeda desvalorizada em relação ao dólar americano.

Mas será que os salários pagos pelo Ultimate são tão bons assim? A resposta é: depende, nem todo mundo é Conor McGregor.

Vamos recapitular. Em 2011, quando Dana White e companhia resolveram apostar no mercado brasileiro, o valor mínimo pago a um atleta era de US$ 6 mil — valor que dobra em caso de vitória.

Ao longo do tempo essa quantia subiu para US$ 8 mil e desde 2015 para US$ 10 mil. Ou seja, um lutador que acabou de ser contratado pode estrear faturando ao menos US$ 20 mil por luta — cerca de R$ 63 mil hoje em dia.

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Esse é o salário por combate. Normalmente, se não sofre lesões sérias, um lutador faz entre três e quatro lutas no período de um ano. Há casos extremos, no entanto.

O americano Donald Cerrone, por exemplo, competiu seis vezes em 13 meses, entre dezembro de 2015 e janeiro de 2017. Nesse período, o Cowboy faturou três prêmios de desempenho dados pela organização — outra forma dos atletas aumentarem significativamente suas bolsas.

A cada evento, o UFC distribui um bônus de melhor luta e dois de melhor performance. Cada um vale US$ 50 mil. Não são raros, porém, os ‘bichos molhados’ dados pela direção para atletas que superam as expectativas ou que aceitam lutas em cima da hora.

Há outro quesito que aumenta o salário mínimo dos lutadores, mas ele é bem polêmico.

Em junho de 2015, a Reebok se tornou patrocinadora oficial do UFC. Desde então, os lutadores são obrigados a entrar no octógono utilizando seus materiais. Antes, cada atleta buscava seus apoiadores e vendia espaços publicitários nos shorts e também no banner mostrado antes dos combates.

O UFC repassa um bônus de patrocínio que varia de acordo com o número de lutas e o status (campeão ou desafiante ao título). Um estreante ou lutador com até cinco lutas leva US$ 2,5 mil. Já o dono do cinturão fatura US$ 40 mil por duelo.

A polêmica está nos valores. Grande parte dos lutadores afirma que recebia muito mais quando negociava sua publicidade.

“O menor valor que consegui — e foi em um card preliminar — foi US$ 35 mil por luta”, contou o meio-pesado Ryan Bader, que recentemente trocou o UFC pelo concorrente Bellator. Ele garante que já conseguiu mais de US$ 80 mil por combate apenas com patrocínios.

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Então, vamos à soma de quanto um novato poderia ganhar:

US$ 10 mil (para lutar) + US$ 10 mil (vitória) + US$ 2,5 mil (patrocínio Reebok) + US$ 50 mil (performance) = US$ 72,5 mil, aproximadamente R$ 230 mil atualmente.

Mas nem de longe esse é o valor limpo, que vai para o bolso do lutador. Existem muitos gastos na preparação para uma luta. Os atletas tem de pagar a academia onde treinam, despesas médicas, impostos, etc.

“Se alguém pensa que é um negócio fácil ser lutador, está errado. Apesar de ser possível fazer bastante dinheiro no MMA, há muitas despesas como na maioria dos esportes”, afirmou o lutador do UFC Miles Jury, ao site Bloody Elbow.

O americano estima que as academias cobram normalmente entre 5% e 10% da bolsa, empresários levam até 20% e os impostos podem chegar a 30% da quantia bruta, além de outros gastos. A realidade dele, evidentemente, é nos Estados Unidos. No Brasil, esses custos fixos são menores.

Assim, segundo Jury, um lutador estreante fica com apenas US$ 5,500 (R$ 17,3 mil) se vencer e, no caso de uma derrota, US$ 1,5 mil (R$ 4,7 mil). Isso, claro, no cenário mais comum, sem bônus de desempenho.

Mas, claro, há o outro lado da moeda. O lado milionário. O irlandês Conor McGregor recebeu a maior bolsa da história do UFC em novembro do ano passado, quando derrotou Eddie Alvarez e se tornou o campeão peso-leve: US$ 3,590 milhões.

Esse foi o valor declarado à Comissão Atlética de Nevada. Em seu contrato, como de outras estrelas, também há um percentual das vendas de pacotes pay-per-view, além de outros gatilhos que aumentam a bolsa de maneira significativa.

O próprio Conor já revelou, antes do UFC 202, que recebe mais de US$ 10 milhões por luta. E imaginar que quatro anos antes, em abril de 2013, seu contrato inicial foi de US$ 8 mil para subir no octógono.

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Enviado por Fernando Rudnick, 26/03/17 8:30:28 PM
Foto: Reprodução/Youtube

Foto: Reprodução/Youtube

O lutador profissional de muay thai escocês Jordan Coe, de 20 anos, foi encontrado morto na manhã desse domingo (26), na Tailândia, onde morava há cerca de três anos.

O britânico usava uma roupa pesada, normalmente utilizada para acelerar a perda de peso, quando saiu do hotel onde vivia. De acordo com o jornal Bangkok Post, ele tentava reduzir três quilos para atingir 61 kg e conseguir lutar no domingo à noite.

Médicos do Hospital Maharat Nakhon Ratchasima, responsáveis pela autópsia preliminar, acreditam que Coe entrou em choque devido à desidratação severa.

Em seu perfil no Facebook, o lutador — considerado uma promessa do esporte — confirmou que tinha duelo marcado na província de Korat. Além disso, se mostrou feliz por estar na terra do muay thai para perseguir seu sonho.

“Amando lutar constantemente todo mês. Quase três anos morando na Tailândia e a cada ano aprendo mais e mais. Obrigado ao meu time, família, amigos e fãs por sempre me ajudar em minha jornada”.

Enviado por Fernando Rudnick, 26/03/17 9:00:45 AM
Foto: Divulgação/UFC

Foto: Divulgação/UFC

Por mais que não goste de Chael Sonnen, seu adversário no Bellator 180, dia 24 de junho, em Nova York, Wanderlei Silva sabe que precisa controlar as emoções em seu retorno ao ringue após quatro anos de aposentadoria.

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Ainda mais com a enxurrada de provocações que devem começar já na próxima terça-feira (28), na primeira coletiva de imprensa do evento no Madison Square Garden.

“Ele [Sonnen] é bom nisso [provocar e vender a luta]. Só que é aquela história. Não posso sentir nem raiva, nem pena. Fechou a grade é seguir friamente o plano de jogo até o fim. Estou muito puto, mas serei muito profissional. Chegarei bem preparado”, avisa o curitibano, que terá 41 anos no dia do duelo — o próprio Sonnen também será quarentão.

Ambos se encaixariam no projeto do carioca Vitor Belfort quer tirar do papel: uma liga de lendas de MMA voltada para atletas em fim de carreira e com regras específicas e um pouco menos agressivas.

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A ideia ainda é embrionária. Wanderlei, contudo, não acredita que ela seja necessária. Para ele, tudo se resolve se os organizadores dos eventos casarem perfis e idades similares.

“Acho que gurizão tem que lutar com cara da mesma idade. O Belfort não pode lutar com esses caras mais novos e ficar se apresentando assim em rede nacional. Méritos para ele, que continua lutando aos 39 anos, mas fazer feio assim não dá”, cutuca o Cachorro Louco, referindo-se à derrota do rival para o americano Kelvin Gastelum no UFC Fortaleza, no início de março.

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Após quatro derrotas nas últimas cinco lutas, Belfort ainda quer fazer um combate de despedida pelo UFC neste ano. Mesmo assim, competindo sob bandeiras diferentes, Wanderlei não vê o reencontro como impossível. Eles se enfrentaram em outubro de 1998, no UFC 17,5, e o carioca nocauteou em 44 segundos.

“Não rola agora, mas daqui a pouco pode rolar. A luta contra o Sonnen é um exemplo. O papo tinha sumido e voltou com tudo. Eu iria adorar bate nele [Belfort]”, ironiza lutador formado na Chute Boxe.

Enviado por Fernando Rudnick, 24/03/17 6:02:40 PM
Foto: Instagram

Tiezerini e José Aldo Foto: Instagram

No Brasil, as botas pneumáticas — também chamadas de botas de compressão — viraram moda entre clubes e jogadores de futebol há cerca de um ano.

Não raro, aparecem com destaque no Instagram dos boleiros em recuperação nos principais departamentos médicos do país. Em viagens e concentrações, antes e depois dos jogos, lá estão elas.

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Febre no futebol, o equipamento é utilizado por lutadores de MMA nacional há pelo menos três anos. Nomes como José Aldo, Vitor Belfort e Wanderlei Silva foram os pioneiros, conta o fisioterapeuta Adriano Tiezerini, autoridade nacional quando o assunto é recuperação de lutadores.

“A tecnologia foi inventada nos Estados Unidos e tem sido muito utilizada na NFL e na NBA. No Brasil, foi o nadador Cesar Cielo quem começou a usar. Depois dele, trouxemos para Curitiba”, fala Tiezerini, que atende atletas de vale-tudo desde o início dos anos 2000.

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A principal função da bota, que trabalha com ar comprimido, é a drenagem da área. Ou seja, elimina fluídos e ajuda na recuperação do atleta. Existe também a versão para os braços.

“Ela otimiza o próximo treino, acelera o tempo de recuperação e previne novas lesões. Ajuda a eliminar edemas”, cita o fisioterapeuta, que ajudou a desenvolver o único modelo nacional do equipamento.

Segue a recuperação ! ✌️⚽️ Uma publicação compartilhada por Carlos Alberto (@calberto_oficial) em

É a REBOOT auxiliando os atletas de um dos maiores clubes brasileiros! ⚽️⚫️#Flamengo #reboot #rebootGo #rebootMax obrigada @drtannure pela confiança, é uma satisfação para nós ajudarmos com a REBOOT a trazer ótimos resultados para o Flamengo. #repost @drtannure with @repostapp ・・・ Ontem a vitória foi importante Mas precisamos recuperar pois quinta já temos outro desafio e Recovery é assunto sério para o Flamengo. Em nosso CT, utilizamos toda a tecnologia disponível no mercado em favor de nossos atletas. A REBOOT da @estekmedical_sports tem nos ajudado muito na preparação e recuperação dos atletas. Com ela conseguimos acelerar a recuperação muscular no pós treino, no pós jogos, não só para fazer o recovery, mas também diminuindo o risco de lesões. A REBOOT também auxilia na drenagem linfática e o retorno venoso, sendo mais uma excelente ferramenta utilizada para a melhoria da performance de nossos atletas. Vamos trabalhar para deixar nosso atletas prontos para quinta! #vaipracimadelesmengo #treinamentoeficiente #treinamentofuncional #performancefisica #medicinadoesporte #recovery

Uma publicação compartilhada por @estekmedical_sports (@estekmedical_sports) em

Enviado por Fernando Rudnick, 24/03/17 2:46:48 AM

Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

“Não gosto do cara, vou resolver nas vias de fato e ainda vou ganhar um troco”.

Wanderlei Silva precisa de apenas uma frase para resumir por que voltará da aposentadoria para enfrentar o americano Chael Sonnen no próximo dia 24 de junho, no Madison Square Garden, em Nova York.

O curitibano terá 41 anos de idade na data do Bellator 180 – a maior e mais importante edição do principal concorrente do UFC. Quatro anos e três meses depois de pendurar as luvas de MMA, o Cachorro Louco voltará a seu habitat natural.

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No ringue, em três rounds válidos pelos meio-pesados (até 93 kg), Wand colocará seu legado em xeque diante de um desafeto declarado. Rivalidade que ganhou corpo com provocações, declarações polêmicas e até um entrevero de verdade nos bastidores do reality show The Ultimate Fighter Brasil 3, em 2014.

Eles chegaram a ter o duelo marcado para o UFC 175, mas o brasileiro foi punido por fugir de um exame antidoping, enquanto o gringo foi pego trapaceando na mesma coleta surpresa.

Por isso, o duelo não deixa de ser um risco calculado. Com uma recompensa milionária, diga-se de passagem.

“O Bellator quer ser maior que o UFC e tem de começar pelo dinheiro. Vou ganhar mais do que recebia lá. Conseguiram passar de sete dígitos, além da participação no pay-per-view. Tem tudo para ser uma ótima bolsa, vai valer todo o trabalho”, conta o paranaense que marcou época no evento japonês Pride, no início dos anos 2000.

“Acho que nesse dia [24 de junho] o Bellator vai ser, sim, maior que o UFC”, confia o lutador, que desde o ano passado trocou definitivamente a vida em Las Vegas pelo retorno às origens na capital paranaense.

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O retorno de Wanderlei, na verdade, deveria ter acontecido na virada do ano. Estava tudo certo para ele enfrentar o croata Mirko Crocop no Rizin, em Saitama, no Japão. Porém, um acidente de bicicleta mudou seus planos.

O veterano precisou ter o ombro operado e não se recuperou totalmente até a luta, que acabou cancelada. “Algumas pessoas me criticaram porque não fui lutar com o Crocop. Ia ganhar uma bolada, era um milhãozinho, mas não seria honesto com ninguém lutar sem condições. Avisei eles com quase um mês e meio de antecedência”, defende-se.

Para diminuir o risco de mais um cancelamento, o curitibano garante que está treinando ‘na pontinha dos dedos’ com a equipe Evolução Thai, liderada pelo técnico André Dida. Mas isso não quer dizer facilidade. Ao contrário.

Ainda mais porque o americano, oriundo do wrestling, tem as qualidades necessárias para teoricamente anular o estilo agressivo do brasileiro. Além de estar em atividade há mais tempo, já que enfrentou Tito Ortiz em janeiro deste ano — Sonnen foi derrotado por finalização.

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“Se aquela luta com o Anderson [Silva, pelo título dos médios, em 2010] fosse de três rounds, o Sonnen teria ganhado. Ele tem um jogo perigoso, é um grande atleta. Eu estou treinando todos os dias com o Dida e estamos bolando um game plan em cima disso, com várias armas novas. Vou ter o antídoto”, afirma.

“Estou encarando essa luta como uma reestreia. Só vou saber como vou me sentir a hora que entrar no cage. Nesse período participei de muitos eventos [como convidado], mas quando você vai para competir é outra coisa. Vou estar no ginásio mais famoso do mundo, lutando contra o meu maior rival. São todos ingredientes diferentes”, emenda Wanderlei.

Se o retorno for positivo, com vitória, os fãs podem aguardá-lo no ringue pelo menos mais uma vez. Mas a volta também pode marcar o adeus definitivo.

“Se por acaso não sair do jeito que quero, aí sim [posso parar de vez]. Depende da minha performance”.

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