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Luta Livre

Enviado por Fernando Rudnick, 29/09/16 7:24:52 PM
Foto: Instagram

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Com três vitórias consecutivas desde que foi obrigado a subir de categoria no UFC, o paranaense John Lineker nunca esteve tão perto de se tornar o desafiante ao cinturão peso-galo (até 61 kg).

A luta deste sábado (1.º), contra o americano John Dodson, em Portland, nos Estados Unidos, pode ser o fiel da balança para o número três do ranking.

Veja o card de lutas  do UFC Portland

“Uma vitória pode me colocar na linha de frente. Não sei se será a próxima luta, talvez a seguinte. Estou esperando isso. Quero enfrentar o campeão Dominick Cruz”, diz o parnanguara de 26 anos, que venceu seis de seus oito primeiros duelos no octógono antes de deixar a divisão dos moscas (até 57 kg) por causa da dificuldade para bater o peso.

Contra Dodson que chegou a fazer duas disputas de título entre os moscas, Lineker fará seu segundo main event (luta principal) no UFC. Em julho, o lutador apelidado de ‘Mãos de Pedra’ nocauteou Michael McDonald, então quinto colocado da categoria.

O próximo adversário, porém, também tem no punho pesado sua principal arma. São nove nocautes em 18 vitórias – Lineker acumula 13 em 28 triunfos.

Desafio mais duro no caminho da disputa de título? “Só vou poder dizer depois da luta. Cada um absorve [os golpes] do jeito que aguenta. Não sei se os caras em quem ele bateu têm queixo tão forte”, fala o parnanguara, que assim como Dodson, nunca foi nocauteado na carreira.

“O casamento de estilos prevê uma luta que empolgue o público”, emenda.

Veja todos os confrontos da noite:

Enviado por Fernando Rudnick, 29/09/16 5:31:50 PM

O UFC chega a Portland neste sábado com uma importante luta pela divisão dos galos (até 61 kg). O paranaense John Lineker enfrenta John Dodson em uma possível decisão do próximo desafiante ao título de Dominick Cruz.

O card preliminar terá transmissão do Combate e do SporTV a partir de 20h15. O card principal começa a partir de 0h, apenas pelo Combate.

 Veja todos os confrontos da noite:

Enviado por Fernando Rudnick, 28/09/16 9:00:57 PM
Foto: Inovafoto

Foto: Inovafoto

UFC não está à venda

No dia 10 de maio deste ano a ESPN americana publicou uma matéria dizendo que o UFC seria vendido por uma oferta na casa dos US$ 4 bilhões. Segundo o autor, Darren Rovell, havia quatro potenciais compradores, entre eles o grupo de entretenimento WME-IMG.

Dana negou. Afirmou que o UFC não estava à venda e ainda disse que o autor da reportagem de não era um “fã de fatos”. Dois meses depois, o UFC foi vendido e o comprador foi o WME-IMG, que desembolsou US$ 4,2 bilhões.

Maior que futebol no Brasil

Para Dana White, o MMA (leia-se o UFC) será o maior esporte do mundo. Ele acredita, no entanto, que o esporte já passou o futebol, no país do futebol (!). Em 2013, foi exatamente isso que ele garantiu ao jornal Manchester Evening.

“No Brasil somos maiores que o futebol e o futebol é uma coisa muito grande no Brasil. Seríamos muito maiores no Reino Unido se tivéssemos o acordo de televisão certo”, disse.

Mulheres nunca vão lutar no UFC

Até fevereiro de 2013, nenhuma mulher havia pisado no octógono mais famoso do mundo. Coube a Ronda Rousey e Liz Carmouche quebrarem a escrita no UFC 157.

Ronda acabou se tornando a grande estrela do campeonato, com cinco defesas de cinturão seguidas, além de abrir espaço para outras duas categorias femininas surgirem.

Houve uma época, no entanto, que era impossível sonhar em ver mulheres em ação no campeonato. No vídeo abaixo, de 2011, Dana respondeu ao TMZ quando veríamos lutas femininas por lá.

“Nunca”, respondeu. Mudou de ideia, felizmente.

Brock Lesnar não lutará no UFC 200

Um mês antes do histórico UFC 200, em julho, o site MMA Fighting publicou que Brock Lesnar estava muito perto de deixar a aposentadoria para trás e lutar no evento. O americano é um astro do WWE, evento de telecatch, mas já havia sido campeão peso-pesado do UFC.

Dana White negou a informação em um sábado, data do UFC 199, em entrevista à ESPN americana. Na mesma noite, antes da última luta da noite, o telão do ginásio em Los Angeles anunciou que Lesnar faria uma pausa no WWE e enfrentaria Mark Hunt no octógono.

Lesnar não só voltou ao UFC como recebeu a maior bolsa da noite. Dias depois, foi pego no exame antidoping.

McGregor defenderá o cinturão

Após anunciar que Conor McGregor teria a revanche contra Nate Diaz, duelo que foi disputado em agosto, no UFC 201, White foi enfático. O irlandês irá defender o título dos penas (até 66 kg) na sequência.

“Vencendo ou perdendo essa luta contra Nate Diaz, Conor vai lutar contra quem vencer o duelo entre Aldo e Frankie”, garantiu, na época.

O que era para ser uma certeza acabou se tornando mais uma mentira. Conor foi escalado para enfrentar o americano Eddie Alvarez, pelo título dos leves (até 70 kg), em Nova Iorque. Decisão que irritou José Aldo e motivou o brasileiro a anunciar a aposentadoria.

O russo Khabib Nurmagomedov é outro que recebeu a promessa title shot para o UFC 205. E ficou a ver navios ao ver McGregor pular a fila.

Foto: USA TODAY

Foto: USA TODAY

Enviado por Fernando Rudnick, 28/09/16 3:33:46 PM
Fogo: Hugo Harada/Gazeta do Povo

Fogo: Hugo Harada/Gazeta do Povo

Esqueça esporte. UFC não é esporte. Esporte é MMA (artes marciais mistas). O Ultimate é uma organização privada que, claro, visa o lucro.

A irritação de José Aldo com o campeonato, com Dana White e com Conor McGregor, portanto, é mais um exemplo da lógica que define os rumos do evento. O objetivo final é puramente comercial, tanto que recentemente foi vendido pelo valor recorde de US$ 4,2 bilhões ao grupo de entretenimento WME-IMG.

Lutas de MMA dentro de um pacote quase que gourmet são os produtos vendidos pela companhia. E o octógono é controlado, basicamente, por lutadores que sabem se colocar na vitrine.

Caso do irlandês McGregor. Rei do marketing, mas que consegue se garantir no ringue, ele está tomando as rédeas do campeonato. Em dezembro de 2015, o polêmico lutador nocauteou José Aldo em 13 segundos para conquistar o cinturão peso-pena (até 66 kg).

Deste então, não lutou mais na divisão onde ostenta o cinturão. Fez duas lutas contra Nate Diaz duas categorias acima, entre os meio-médios (até 77 kg). Perdeu uma vez, ganhou outra e, principalmente, vendeu muito bem. Estima-se que o número de pacotes de pay-per-view comercializados no UFC 202 seja recorde.

Ao mesmo tempo que faturou muito com Conor, o UFC perdeu esportivamente, pois “matou” sua categoria dos penas ao deixar o campeão sem lutar. Nesse meio tempo, “criou” um cinturão interino, vencido por Aldo. Título que, nessas condições, já não tem muito valor.

A promessa feita ao brasileiro, no entanto, era de que Conor o enfrentaria neste ano para a decisão do campeão linear até 66 kg. A revanche estava garantida, conforme o blog apurou com pessoas próximas a Aldo. O próprio White, presidente do UFC, havia dito que o irlandês teria de defender o cinturão após enfrentar Diaz.

A lógica do esporte, contudo, novamente foi desvirtuada nessa terça-feira (28). O UFC anunciou que a luta principal do UFC 205, dia 12 de novembro, em Nova Iorque, terá McGregor contra o americano Eddie Alvarez, campeão dos leves (até 70 kg), como combate principal.

Não questiono que o duelo é interessante no olhar esportivo, mas o principal motivo de sua existência é o potencial comercial. Apesar de acreditar que McGregor x Aldo 2 também venderia bastante, colocar Alvarez no card, um americano de Nova Jérsei, certamente é a jogada correta comercialmente.

Outro exemplo claro dessa lógica é escolher o veterano Dan Henderson, número 13 do ranking dos médios (até 84 kg), para enfrentar o inglês Michael Bisping pelo título.

A luta marcada para o dia 8 de outubro, em Manchester, cidade natal do campeão, muito bem poderia ter o brasileiro Ronaldo Jacaré, número dois da categoria, como desafiante. O certo seria isso.

Mas certo e errado não existem no UFC. Existe o que dá certo em termos de venda e o que não dá. Mas vale lembrar que na era dos ídolos descartáveis o que funciona hoje pode não ser a solução amanhã.

Será que a hora de Conor vai chegar?

Enviado por Fernando Rudnick, 28/09/16 7:54:23 AM
(Foto: USA Today)

(Foto: USA Today)

José Aldo garante estar aposentado do MMA.

O lutador amazonense se irritou com promessas não cumpridas do UFC, especificicamente do presidente Dana White, e afirmou que não lutará mais. A gota d’água foi o casamento da luta entre Conor McGregor e Eddie Alvarez para a estreia do UFC em Nova Iorque, em 12 de novembro. O duelo vale o título dos leves (até 70 kg).

Campeão linear dos penas (até 66 kg), categoria da qual Aldo é o campeão interino, o polêmico irlandês não luta na divisão desde que nocauteou o brasileiro, em dezembro do ano passado. Ele já fez duas lutas entre os meio-médios (até 77 kg), contra Nate Dias, ambas com ótimos números de vendas de pay-per-view.

Ao ouvir que Aldo pediu a liberação do contrato com o UFC, declaração dada no programa Revista Combate nessa terça (27), White chegou a dizer que ligaria para o brasileiro para tentar resolver a situação.

Mas a cabeça dele parece estar definida.

“Vi o que o Dana falou. Desde que eu perdi eles prometeram uma coisa para mim. Vinha no meu pensamento que eu não queria nem mais lutar MMA, chegou uma hora que chegou no meu limite. Sentei com o Dedé (Pederneiras, técnico) há muito tempo, ele me convenceu de continuar, lutei com o Frankie Edgar para ganhar, foi a luta do Dedé. Quando acabou a luta eu ofereci a vitória a ele. Depois disso, estava esperando, o cara falou que a luta estava fechada, pessoas do UFC falaram que a gente conseguiu a luta. A gente conquistou isso, falaram que a gente tinha que lutar com o Frankie Edgar. Não é que estou de cabeça quente, revoltado, nada disso. Estou muito tranquilo, conversei desde muito antes que queria encerrar minha carreira aos 30 anos de idade e tomar novos rumos. Eu nunca lutei por dinheiro, queria fazer um trajetória boa e deixar um legado na categoria. Queria me aposentar como único campeão peso-pena, mas não foi dessa maneira. Sou campeão interino, estou lá em cima, mas estou realmente estou de saco cheio”, disse Aldo ao Combate.

O amazonense reiterou que nem uma proposta milionária de luta o faria mudar de ideia. O problema não é dinheiro, garante, mas sim a posição do UFC, que segundo Aldo agora é controlado por McGregor.

“Só quero que possam me liberar do contrato. Se eles me oferecerem milhões, podem ficar para eles, não quero. Desculpe a expressão, mas não sou puta para me vender. Sou homem. Meu pai me fez assim”, comentou.

Veja o vídeo:

Enviado por Fernando Rudnick, 27/09/16 6:50:09 PM

 

Cris Cyborg sugeriu nesta terça-feira (27) uma data para finalmente enfrentar a ex-campeã peso-galo (até 61 kg) do UFC, Ronda Rousey: 5 de fevereiro, no tradicional fim de semana do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano.

No Twitter, a curitibana foi no embalo da afirmação de Dana White ao site TMZ Sports de que a americana quer, sim, enfrentá-la. Porém, abusou da ironia, já que não acredita que a ‘vontade’ da rival irá se tornar realidade.

“Devo cancelar meus planos do Super Bowl ou vai ser como todas as vezes que elas disse que quer lutar comigo e então exige que eu bata 135 (libras, 61,2 kg) ou morra tentando”, escreveu a lutadora, agora com duas vitórias em duas lutas em peso-casado de 63,5 kg no UFC.

Cyborg e Ronda são desafetos desde a época que o UFC afirmava que nunca teria categorias femininas. No Strikeforce, a americana era campeã da divisão dos galos, enquanto a brasileira era a rainha dos penas (até 66 kg).

Ronda foi para o UFC e permaneceu como campeã até perder para Holly Holm em novembro de 2015. Ela não luta desde então. Cris, por outro lado, é campeã do Invicta FC, e só estreou no UFC em maio, no UFC 198, em sua cidade natal. A luta contra Leslie Smith foi em um peso combinado de 64 kg, idêntico ao do combate contra a sueca Lina Lansberg, no sábado (24), em Brasília.

Ambas foram nocauteadas pela paranaense de 31 anos, que deixou claro em um documentário a dificuldade que passa nos cortes de peso. White se nega a criar a divisão na qual Cyborg costuma competir.

É provável que o duelo mais esperado pelos fãs fique mesmo só no papel.

Enviado por Fernando Rudnick, 27/09/16 4:28:44 PM

Paul Felder sofreu nas mãos do piauiense Francisco Massaranduba no UFC Brasília. O americano não resistiu ao atleta da academia curitibana Evolução Thai e a luta foi paralisada no terceiro round, por interrupção médica.

O enorme corte no supercílio direito chamou a atenção, mas o próprio lutador fez questão de acalmar os fãs.

UFC Brasília tem lutador chutando árbitro e corte bizarro

“Estou ok. De volta nos EUA e animado por ver minha família. Vi a luta e quero dar os parabéns para o Massaranduba. Como sempre, espero dar um show para os fãs ao UFC. Voltarei em breve”, comentou Felder.

Com a vitória, Massaranduba chegou ao sétimo triunfo consecutivo no octógono e finalmente entrou no ranking dos leves (até 70 kg). Massara agora é o 13.º colocado.

“Passo por passo vamos chegar lá. Massaranduba, agora é como jogar xadrez. Escolher as peças certas para o caminho do cinturão”, comemorou o técnico André Dida, no Instagram.

Enviado por Fernando Rudnick, 25/09/16 3:53:14 AM
Foto: Reprodução/Twitter

Foto: Reprodução/Twitter

O americano Roy Nelson não ficou nada feliz com o árbitro John McCarthy, que mediou sua luta contra o brasileiro Antônio Pezão Silva no UFC Brasília.

O peso-pesado (até 120 kg) derrotou o adversário, seu amigo pessoal, por nocaute no segundo round. Porém, precisou desferir mais golpes do que julgava necessário.

Segundo Nelson, Pezão apagou após o primeiro golpe, mas McCarthy o orientou a continuar, pois considerou que a luta ainda não estava terminada. Contrariado, o lutador deu um chute nas costas do árbitro após o fim da luta.

“Eu sei o que é um nocaute. Eu nocauteio pessoas para viver”, disse o americano na coletiva de imprensa. “Sou amigo o Bigfoot, não queria causar mais dano a ele”, completou, tratando o chute como um “empurrão”.

Presidente do UFC no Brasil, Giovani Decker não quis comentar a situação e disse que a Comissão Atlética vai analisar o ocorrido.

 

***

Francisco Massaranduba derrotou Paul Felder no terceiro round de sua luta em Brasília. O lutador da Evolução Thai, no entanto, contou com a interferência do médico para chegar à sua sétima vitória seguida no UFC.

O americano tinha um enorme corte no supercílio e foi impedido de continuar por causa da gravidade da lesão. O presidente do UFC, Dana White, afirmou no Twitter que concordou com a decisão. Veja a imagem chocante abaixo.  

Enviado por Fernando Rudnick, 25/09/16 1:59:44 AM
Foto: Divulgação/UFC

Foto: Divulgação/UFC

Cris Cyborg segue imbatível no MMA. A curitibana de 31 anos, que tornou público seu sofrimento para perder cerca de 11 kg em cinco dias e bater 64 kg, não deu chances para a sueca Lina Lansberg na madrugada deste domingo (25), no UFC Brasília.

A vitória veio por nocaute técnico no segundo round após a adversária apanhar durante quase todo o primeiro assalto. Ao todo, foram 84 golpes significativos contra 17.

“A Lina é uma lutadora da parte em pé [de muay thai] e ela queria manter assim. Vi a oportunidade e a levei para o chão”, falou a lutadora formada na Chute Boxe, aparentemente sem esperanças de ver o UFC abrir a categoria peso-pena feminino (até 66 kg), na qual ela é campeã do Invicta FC.

“Já tenho dois cinturões lá em casa. Quero fazer superlutas para deixar meus fãs felizes”, comentou. No Twitter, porém, ela voltou a defender a criação de sua divisão.

O segundo duelo de Cyborg no UFC durou mais do que a média dela. Dos 16 combates anteriores, apenas sete foram além do round inicial. De qualquer maneira, a paranaense marcou seu 14.º nocaute na carreira.

“Mostrei um pouquinho mais do meu jogo. Ela [Lina] é uma lutadora dura em pé, mas tive a oportunidade de dar a queda e finalizar no ground and pound. Ela tem muito coração”, elogiou Cyborg, que estreou no UFC Curitiba, em maio, com nocaute técnico sobre a americana Leslie Smith em 1min21s.

Com o rosto bastante machucado após encarar a brasileira, Lansberg também foi só elogios à dona da casa.

“Ela é incrível. Achei que eu iria me comportar um pouco melhor na luta. Mas ela é incrível. Foi divertido fazer essa luta”, disse a multicampeã de muay thai, de 34 anos.  

Resultados do UFC Brasília  Card principal

Cris ‘Cyborg’ venceu Lina Lansberg por nocaute técnico no segundo round

Renan Barão venceu Phillipe Nover por decisão unânime Roy Nelson venceu Antônio Pezão por nocaute no segundo round

Francisco Massaranduba venceu Paul Felder por nocaute técnico (interrupção médica) no terceiro round

Eric Spicely venceu Thiago Marreta por finalização (mata-leão) no primeiro round

Godofredo Pepey venceu Mike De La Torre por finalização (mata-leão) no primeiro round.

Card preliminar

Michel Trator venceu Gilbert Durinho por decisão unânime

Rani Yahya venceu Michinori Tanaka por decisão unânime Jussier Formiga venceu Dustin Ortiz por decisão unânime

Erick Silva venceu Luan Chagas por finalização (mata-leão) no terceiro round

Alan Nuguette venceu Stevie Ray por decisão unânime

Vicente Luque venceu Héctor Urbina por nocaute no primeiro round

Gregor Gillespie venceu Glaico França por decisão unânime  

 

Enviado por Fernando Rudnick, 23/09/16 12:29:59 PM

O UFC está de volta Brasília neste sábado (24), com 13 lutas. O card preliminar começa às 19h30, enquanto as lutas principais iniciam às 23 horas, no Ginásio Nilson Nelson.

A RPC mostra as três lutas principais a partir de 0h40, já na madrugada de domingo (25).

Como será que a curitibana Cris Cyborg vai se apresentar depois de um difícil e polêmico corte de peso?

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