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Luta Livre

Enviado por Fernando Rudnick, 18/11/16 5:40:53 PM
Foto: Reprodução/Youtube

Foto: Reprodução/Youtube

A americana Samantha Diaz inovou para bater o peso antes de sua estreia como lutadora de MMA no Invicta 20.

A atleta de 23 anos precisava pesar no máximo 116 libras (52,6 kg) para a luta contra Miranda Maverick. Porém, teve problemas no corte e só conseguiu chegar a 116,2 libras (52,7 kg), mesmo sem roupa.

A lutadora, porém, não desistiu de perder as 100 gramas restantes. Ela contou com a ajuda da fotógrafa do evento, que não teve dó e cortou seu cabelo.

“Eu amo meu cabelo. Demorei anos para crescer”, lamentou a americana, para depois completar. “Pode continuar cortando. Preciso que isso funcione”.

Após a paradinha no salão improvisado, Samantha ficou com 52,5 kg. E o esforço valeu a pena.

Sua adversária também teve problemas com a balança e pesou 53,7 kg. Assim, como ficou dentro do limite, Samantha também levou 20% da bolsa da rival.

Veja o vídeo do MMA Fighting:

Enviado por Fernando Rudnick, 13/11/16 7:06:21 AM

Conor McGregor sabe exatamente o quanto representa para o UFC, ainda mais após fazer história ao conquistar dois cinturões no UFC 205, em Nova York.

Por isso, antes de discutir quando voltará ao octógono, o irlandês quer ser chamado para discutir sua entrada, como sócio, na companhia que recentemente foi adquirida pelo grupo de entretenimento WME-IMG por cerca de US$ 4 bilhões.

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E ele não parece estar blefando. Suas cartas são boas.

“Tenho consciência do meu valor. Quero o meu agora. Vou atrás do meu se vocês me querem de volta”, falou o lutador de 28 anos, na coletiva de imprensa do maior evento da história do UFC, segundo o próprio presidente Dana White.

“Quero equivalência. Quer uma parte da companhia. Conan O’Brien [comediante e apresentador americano] é dono de um pedaço da companhia, então onde está minha parte?”, indagou o campeão dos penas (até 66 kg) e dos leves (até 70 kg), que anunciou que será pai pela primeira vez em maio.

“Tenho milhões de barreiras antes da minha próxima luta. Quem quer que seja o dono agora que venha falar comigo”, completou.

McGregor estreou no UFC em abril de 2013 e desde então fez uma escalada rápida até se tornar o maior salário do campeonato.

O evento estrelado por ele no Madison Square Garden, por exemplo, bateu o recorde de bilheteria do UFC e também da arena mais famosa do mundo, com pouco mais de US$ 17 milhões de arrecadação.

White também confirmou que o UFC 205 obteve o recorde de vendas de pacotes pay-per-view do campeonato, mas não anunciou o número total.

Enviado por Fernando Rudnick, 13/11/16 4:31:33 AM
Foto: Michael Reaves/Getty Images /AFP

Foto: Michael Reaves/Getty Images /AFP

Conor McGregor conseguiu. Após atropelar Eddie Alvarez na madrugada deste domingo (13), na estreia do UFC em Nova York, o irlandês se tornou o primeiro dono de dois cinturões na história do campeonato.

A força de McGregor é legítima, dentro e fora do octógono.

Dentro, ele não deu chance para o ex-campeão dos leves (até 70 kg) e venceu por nocaute técnico no segundo round. Sua mão é pesada e precisa.

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Fora, ele é de longe a maior estrela do UFC na atualidade. Seu poder de marketing é tão grande quanto o que já mostrou no ringue. Tanto, que a arrastou milhares de irlandeses para torcer para ele no Madison Square Garden.

“Cadê meu segundo cinturão. Sovinas, US$ 4,2 bilhões [valor aproximado da venda do UFC] e não posso ter meu segundo cinturão”, bradou o Conor, assim que o microfone estava à disposição para a continuação de seu show.

“Eddie é um guerreiro, mas ele não deveria estar aqui comigo. Eles não estão no meu nível”, seguiu o atleta de 28 anos e agora 21 vitórias em 24 confrontos na carreira.

Nos penas (até 66 kg), divisão na qual destronou o brasileiro José Aldo, Conor tem sete vitórias consecutivas.

Porém, ele ainda não defendeu o título nenhuma vez. Em vez disso, fez duas money fights contra Nate Diaz na categoria meio-média (77 kg) — perdeu a primeira e ganhou a segunda.

Essa sequência o colocou em um patamar de negociação inédito com a direção do UFC. Conor sabe que é uma estrela, se comporta como uma, e faz exigências de astro. Exigências financeiras, claro, mas também dentro do octógono.

Ele quis disputar outro título, coisa que nunca havia sido permitida — Aldo até tentou e ouviu um não.

Agora, resta ver os próximos capítulos. Dana White, presidente do UFC, havia dito McGregor teria de escolher uma única divisão para competir. O irlandês respondeu que só um exército para tirar os cinturões dele.

Será que o UFC já começou o alistamento?

PS: A bilheteria do UFC 205 foi US$ 17,7 milhões, a maior da história do UFC e também do Madison Square Garden. Nos próximos dias a maior venda de PPV do campeonato também deve ser anunciado.

History #UFC205

Um vídeo publicado por ufc (@ufc) em

Enviado por Fernando Rudnick, 13/11/16 4:14:20 AM

UFC 205: Woodley v Thompson

A épica luta entre os americanos Tyron Woodley e Stephen Thompson, valendo o cinturão meio-médio (até 77 kg) do UFC, na madrugada desse domingo (13), em Nova York, terminou empatada.

Só que antes de confirmar o resultado para o Madison Square Garden lotado o locutor oficial do evento, Bruce Buffer, anunciou vitória de Woodley, atual campeão, por decisão divida. O erro gerou diversos memes nas redes sociais.

O problema foi o seguinte: dois jurados marcaram o duelo empatado por 47 a 47. O terceiro, no entanto, anotou 48 a 47 para Woodley, o que configura uma empate majoritário.

Veja a papeleta com os placares (foto do site MMAJunkie)

Buffer chegou a sair do octógono para checar a informação antes de divulgar o resultado errado, mas a correção só veio quando Woodley já havia comemorado o triunfo (que não nunca aconteceu). Ele mantém o título, mas com uma pitada generosa de decepção.

O combate, em si, foi muito equilibrado e o empate é de certa forma justo. O campeão esteve muito perto de nocautear — e depois de finalizar — no quarto assalto, mas Thompson resistiu de maneira impressionante. O prêmio de luta da noite não teve concorrentes.

A revanche é mais do que do que bem-vinda. Até lá, a zoação será constante.

Enviado por Fernando Rudnick, 13/11/16 3:24:40 AM

Campeã peso-palha (até 52 kg) do UFC a polonesa Joanna Jedrzejczyk sofreu na pele para manter o cinturão no UFC 205, em Nova York. A lutadora dominou a luta contra a compatriota Karolina Kowalkiewicz – e venceu por decisão unânime –, mas nem por isso deixou de levar golpes potentes.

O rosto da atleta de 29 anos ficou bastante inchado depois do combate, especialmente o nariz e a têmpora. Aliás, o inchaço foi tão grande ao lado do olho direito que a desfigurou. Dana White confirmou a fratura no nariz mais tarde.

Esta foi a quinta defesa de cinturão de Joanna, que tem duas vitórias sobre a brasileira Claudia Gadelha. Ao todo, ela tem 13 vitórias e nenhuma derrota no cartel.

@joannajedrzejczyk defends her belt again! #ANDSTILL

Uma foto publicada por UFC Europe (@ufceurope) em

Enviado por Fernando Rudnick, 13/11/16 3:06:09 AM

Principal rival de Ronda Rousey dentro no octógono, a americana Miesha Tate se aposentou aos 30 anos. O anúncio veio após a derrota para Raquel Pennington no UFC 205, na madrugada desse domingo (13), em Nova York.

“Tenho bastante tempo [no esporte], apanhei bastante. Não é mais meu tempo”, falou a lutadora.

Miesha Tate announces her retirement. – “It’s just not my time anymore. #UFC205

Um vídeo publicado por Die With Memories Not Dreams (@thefightgamemma) em

Tate perdeu por decisão unânime, mas precisou mostrar uma habilidade no melhor estilo “Mulher Elástica” para não ser finalizada, especialmente quando chegou a ficar de ponta cabeça para sair de uma guilhotina.

Ela fechou nove anos de carreira com 18 vitórias, sete derrotas e podendo dizer quer foi campeã peso-galo (até 61 kg) do UFC. Em março deste ano, Cupcake finalizou Holly Holm, a responsável por acabar com a invencibilidade de Rousey (em novembro de 2015). Quatro meses depois, Tate foi finalizada por Amanda Nunes, perdendo o cinturão.

Contra Ronda, o histórico de Miesha tem duas lutas épicas que terminaram com duas derrotas por finalização. A primeira em 2012, ainda no Strikeforce, e a segunda no UFC.

Foto: Michael Reaves/Getty Images /AFP

Foto: Michael Reaves/Getty Images /AFP

Enviado por Fernando Rudnick, 13/11/16 2:30:53 AM
Foto:  Michael Reaves/Getty Images/AFP

Foto: Michael Reaves/Getty Images/AFP

Aos 39 anos, o cubano Yoel Romero ainda é um garoto dentro do octógono. Ele provou isso contra Chris Weidman, na madrugada deste domingo (13), no UFC 205, em Nova York.

Com uma joelhada voadora no terceiro round, o lutador olímpico de wrestling nocauteou o principal algoz do brasileiro Anderson Silva. Chegou a oito triunfos seguidos e agora quer o cinturão.

Weidman ficou bastante machucado. A imagem não nega o estrago.

“Treinei muito, não importa o que passei, as dificuldades, vou continuar adiante”, falou, enquanto sinalizava que merece disputar o cinturão contra Michael Bisping.

O inglês, que estava trabalhando como comentarista no Madison Square Garden, fez sinal de negativo e depois provocou, mostrando o dedo indicador. Na sequência, ainda ironizou o rival, que já caiu no doping, mas foi inocentado.

“Te amo, Mike. Agora você vê o verdadeiro campeão”, retrucou o cubano, que segundo o comentarista do UFC, Joe Rogan, vai mesmo ter sua chance pelo título na sequência.

 

Enviado por Fernando Rudnick, 13/11/16 12:50:31 AM
Foto: Michael Reaves/Getty Images /AFP

Foto: Michael Reaves/Getty Images /AFP

Três brasileiros entraram no octógono nesse sábado (12), no histórico UFC 205, primeiro evento de MMA em Nova York. Só um pôde comemorar.

Enquanto o meio-médio (até 77 kg) Vicente Luque nocauteou o americano de origem palestina Belal Muhammad no primeiro round do combate, Rafael Sapo Natal e Thiago Pitbull Alves não tiveram a mesma sorte (ou competência).

O mineiro Sapo, da categoria média (até 84 kg), foi dominado pelo americano Tim Boetsch e perdeu por nocaute logo no round inicial. Pitbull, que estrearia nos leves (até 70 kg), mas não bateu o peso, perdeu para Jim Miller por decisão unânime. O duelo aconteceu em peso casado.

Curiosamente, nem a vitória de Luque é 100% verde e amarela. Criado em Brasília, o lutador de 24 anos nasceu em Nova Jersey, onde tem familiares até hoje em dia. Com o resultado, ele venceu suas últimas quatro lutas por finalização ou nocaute, número muito expressivo no campeonato.

Enviado por Fernando Rudnick, 13/11/16 12:03:56 AM
Foto: Reprodução/Twitter

Foto: Reprodução/Twitter

No mesmo dia da estreia do UFC na cidade de Nova York, um lutador chamou a atenção em outro evento, bem longe do Madison Square Garden. E certamente não foi do jeito que ele queria.

Em Londres, o inglês Paddy Pimblett derrotou o americano Julian Erosa por decisão unânime e manteve o título do Cage Warriors. Foi a 13a vitória do britânico, que perdeu apenas uma vez na carreira.

Na entrevista após a luta, porém, o atleta de 21 anos passou mal, vomitou e quase acertou o cinturão. Veja a cena abaixo:

Enviado por Fernando Rudnick, 10/11/16 8:06:47 PM

A julgar pela coletiva de imprensa, o UFC 205, em Nova York, cumprirá sua enorme expectativa.

SAIBA MAIS: Veja detalhes das 12 lutas do UFC 205

Principal astro da companhia, o irlandês Conor McGregor roubou a cena no Madison Square Garden nessa quinta-feira (10), antevéspera do evento deste sábado (12) no histórico palco de New York Knicks (NBA) e New York Rangers (NHL), além de épicas lutas de boxe de Muhammad Ali e Mike Tyson.

Contra o americano Eddie Alvarez, campeão peso-leve (até 70 kg), Conor fará o combate principal no lendário ginásio que nunca recebeu um evento de MMA. O esporte foi banido do estado em 1996 e só voltou a ser legalizado em março deste ano.

O polêmico campeão dos penas (até 66 kg) nem ligou. Chegou atrasado para a entrevista e preparou uma entrada triunfal, vestindo um casaco de pele branco. Pegou o cinturão do oponente, que havia deixado o local, e provocou uma confusão. Ameaçou até jogar a cadeira em Alvarez.

“Desculpem pelo atraso, mas não estou nem aí. Eu não dou a mínima para o que Eddie fala. Os irlandeses estão de volta, eu mando em Nova York. Sem mim, esta m… toda afunda”, falou McGregor, para delírio dos barulhentos fãs irlandeses.

Presidente do UFC, Dana White, teve dificuldade para separar os lutadores. Mesmo assim, não escondia a felicidade por concretizar o sonho de organizar uma edição do campeonato no maior mercado dos Estados Unidos.

A expectativa é que o UFC 205 bata todos os recordes de bilheteria e também de venda de pacotes pay-per-view

“O Madison Square Garden é provavelmente a arena mais famosa do mundo. Vai ser incrível quando todos estiverem entrando aqui. A luta [para conseguir legalizar o MMA em NY] foi ridículo, não deveria ter acontecido, mas com certeza transformou esse evento em algo bem maior”, comentou o dirigente.

Além do esperado duelo de campeões, o evento terá outras duas disputas de cinturão. Pelos meio-médios (até 77 kg), Tyron Woodley encara Stephen Thompson para tentar manter o título.

Já pelo palha feminino (até 52 kg), um duelo de polonesas promete ser quente. A campeã Joanna Jedrzejczyk encara a ex-parceira de treinos Karolina Kowalkiewicz.

Veja abaixo o que aconteceu na encarada. 

JJ vs. KK gets heated.

Um vídeo publicado por Ariel Helwani (@arielhelwani) em

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