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Luta Livre

Enviado por Fernando Rudnick, 13/08/15 6:10:46 PM
(Foto: Reprodução/Youtube)

(Foto: Reprodução/Youtube)

Em audiência repleta de momentos insólitos nesta quinta-feira (13), em Las Vegas, Anderson Silva foi punido pela Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC) com 12 meses de suspensão pelo doping por esteroides anabolizantes antes de sua última luta pelo UFC, em 31 de janeiro.

Como já cumpriu seis meses de suspensão preventiva, o lutador pode voltar a competir em fevereiro de 2016, caso apresente um exame que não detecte nenhuma susbstância proibida.

Além do tempo fora do octógono, o ex-campeão dos médios foi multado em US$ 200 mil (bônus da vitória), mais 30% do valor recebido para competir (US$ 180 mil), totalizando US$ 380 mil. O duelo contra Nick Diaz, então vencido por decisão unânime pelo brasileiro, agora virou um No Contest (luta sem resultado).

Bizarrices

A audiência foi repleta de momentos bizarros. Primeiro, Anderson alegou que tomou um estimulante sexual trazido por um amigo da Tailândia. O tal estimulante, que segundo Spider estava em uma garrafa azul e não tinha rótulo, teria sido utilizado pela última vez no início de janeiro.

Perguntado por que a substância não foi declarada no questionário pré-luta, ele ironizou. “Porque é um assunto pessoal. A gente toma estimulante sexual por quê?”, disse Anderson, que também teve problemas para soletrar, em português, o nome da pessoa que lhe deu a garrafa: Marcos Fernandes.

“Estávamos falando na academia sobre coisas de homem. Falaram que era bom, queria ver se era mesmo”, explicou o paulista radicado no Paraná.

A intérprete escalada pela NSAC também causou situações desconfortáveis, ao não traduzir literalmente o depoimento de Spider e tirando algumas falas do contexto. Tanto que Ed Soares, manager do lutador, foi chamado para ajudar — apesar do claro conflito de interesses.

Em outros momentos, o brasileiro causou alto ruído no sistema de som do tribunal ao simplesmente coçar o queixo com o microfone (!!!). Em outros, música alta tocou na sala via aparelho de teleconferência. Teve de ‘It Wasn’t Me’ (Não fui eu), de Shaggy, a ‘Me So Horny’ de 2 Live Crew.

Para piorar, assim que foi informado que o esteróide em questão sai do organismo em sete dias, fato que não bate com o resultado negativo do dia do combate, Anderson mudou seu depoimento e disse que usou o produto da garrafa azul (agora chamado por ele de Cialis, um remédio similar ao viagra) também na semana da luta.

“Se tivesse a noção de que iria dar todo esse problema eu não teria tomado. Mas todo mundo é passível de erro e não sou diferente de ninguém”, defendeu-se o lutador, que claramente não convenceu a NSAC.

“Acho que houve intenção de usar o produto para a ajudar na volta da lesão devastadora (perna quebrada). Estamos só brincando aqui”, resumiu o comissário Anthony Marnell, que questionou também a credibilidade dos outros exames antidoping feitos por Anderson Silva na carreira, já que Spider admitiu que esta foi a primeira vez que fez um teste-surpresa semanas antes de competir.

Anderson coça o queixo no microfone durante a audiência (Foto: Reprodução/Youtube)

 

Enviado por Fernando Rudnick, 04/08/15 9:53:32 PM
(Foto: Inovafoto)

(Foto: Inovafoto)

Ronda Rousey abriu mão, nesta terça-feira (4), do objeto de desejo de qualquer lutador. A americana, campeã peso-galo (até 61 kg) do UFC, doou seu cinturão ao Instituto Reação, projeto social comandado pelo ex-judoca Flávio Canto.

Assim como o brasileiro, a lutadora é medalhista de bronze em Olimpíadas.

” Tocou o meu coração o que vi aqui [no projeto]. A maneira que fui recebida no Brasil nunca aconteceu em nenhum lugar do mundo. Queria encontrar uma maneira de retribuir e fazer algo especial por esse país tão importante para mim e para o MMA. Eu me inspiro vendo vocês treinando e queria de alguma forma inspirar vocês também”, declarou Ronda, que em março já havia deixado um cheque de US$ 30 mil ao projeto.

Enviado por Fernando Rudnick, 02/08/15 10:13:50 PM

Um dia depois de nocautear Bethe Correia em 34 segundos para manter o cinturão peso-galo (até 61kg) do UFC, a americana Ronda Rousey começou a aproveitar as férias no Rio de Janeiro.

A primeira visita foi ao Maracanã, onde assistiu ao empate entre Flamengo e Santos, por 2 a 2, neste domingo (2). Quando foi mostrada no telão do estádio, foi aplaudida pelos 61 mil espectadores do jogo.

Nas cadeiras, vestida com a camisa do Flamengo, cansou de tirar selfies com fãs. A judoca, que trouxe a família para o Brasil, reservou uma semana no mesmo resort onde estava hospedada para o combate.

Enviado por Fernando Rudnick, 02/08/15 12:27:32 PM
(Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

(Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

Depois de vencer Rogério Minotouro na madrugada deste domingo (2), em um revanche de dez anos atrás, Maurício Shogun Rua, 33 anos, já tem outro ‘remember’ em vista.

Logo após o paranaense confirmar o triunfo por decisão unânime, o Quinton Rampage Jackson, 37, sinalizou que quer devolver a derrota de 23 de abril de 2005, por nocaute, no Pride.

Nas redes sociais, o americano garantiu estar pronto.

De imediato, Shogun aceitou o combate com o meio-pesado (até 93 kg). “O Rampage me desafiou no Instagram e eu aceitei o desafio. O UFC autorizando, eu luto com ele em qualquer dia, a qualquer horário”, avisou.

Em 2012, a luta chegou a ser marcada, mas teve de ser adiada por lesão. Certamente é um combate que vai atrair o público, apesar do auge dos atletas ter passado há muito tempo.

(Foto: Divulgação/UFC)

(Foto: Divulgação/UFC)

Vitor Belfort x Dan Henderson

Se não confirmou o próximo desafio de Shogun, o UFC marcou a luta principal do UFC São Paulo, em novembro. Após ser nocauteado por Chris Weidman na disputa do cinturão dos médios, em maio, Vitor Belfort vai encarar Dan Henderson.

Será a terceira luta entre eles. Em 2006, o americano venceu por decisão unânime. Em 2013, também em São Paulo, Belfort nocauteou com um chutaço.

Enviado por Fernando Rudnick, 02/08/15 11:23:53 AM
(Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

(Fotos: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

Rodrigo Minotauro Nogueira perdeu para o holandês Stefan Struve, 2,13 de altura, na madrugada deste domingo (2), no UFC Rio. A derrota por decisão unânime não foi nem de longe a mais embaraçosa da carreira do lutador, de 39 anos, considerado uma lenda do esporte.

Mas pode ter sido a última.

Vindo de três revezes seguidos e com uma visível dificuldade para competir em alto nível, o presidente do UFC, Dana White, não quer mais vê-lo no octógono.

“Eu amo o ‘Big Nog’ e acho que todos o ama. Ele é um cara muito legal… Ele é respeitado por todo. Nós conversamos essa noite e para mim acabou. Não quero mais vê-lo lutar mais”, falou o dirigente, quer contratá-lo como embaixador do campeonato e para realizar alguma função burocrática.

“Ele não discorda. Vamos nos encontrar e conversar… Provavelmente vou dar a ele o mesmo acordo de Chuck Lidell, Matt Hughes e Forrest Griffin [ex-lutadores contratados pelo UFC]. Vou trazê-lo e fazer dele um funcionário”, completou.

Minotauro, que fez seu nome no Pride, no Japão, tem 34 vitórias e 10 derrotas em 16 anos como profissional do MMA.

Enviado por Fernando Rudnick, 02/08/15 10:03:09 AM
(Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

(Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

O UFC está aberto e muito interessado no duelo entre Ronda Rousey e Cris Cyborg. Segundo o presidente do campeonato, Dana White, a luta pode representar a maior venda de pacotes de pay per view da história da organização.

Para sair do papel, porém, basta a paranaense bater o peso da divisão galo (até 61,2 kg). Ela compete na categoria 65,7 kg, que não existe no UFC.

“O dia que a Cyborg bater o peso, a luta contra Rousey vai acontecer. Acho que essa luta pode fazer 2,5 milhões de vendas de pay per view”, falou o dirigente.

O UFC 100, em 2009, é até hoje o campeão de vendas, com 1,6 milhão.

A próxima desafiante de Ronda, no entanto, será Miesha Tate — única lutadora que passou do primeiro round com a campeã, mas foi derrotada duas vezes por chave de braço.

“Estou preparada para tudo. Por isso sou a campeã. Eu sou campeã do peso galo. E se ela quer lutar, que bata o peso”, afirmou a americana.

“Eu prefiro quem quer que bata o peso e não use drogas”, cutuco, lembrando do caso de doping de Cyborg, em 2011, por esteroide anabolizante.

Campeã peso-pena do Invicta, torneio feminino fornecedor ligado ao UFC, Cristiane Justino tem contrato com UFC e estuda baixar o peso, como revelou nessa matéria. A nocauteadora, porém, não quer competir debilitada e por isso até sugere uma luta de peso combinado, sem cinturão em jogo.

Após a vitória de Ronda sobre Bethe Correia, Cyborg deixou no ar que o encontro está próximo.

Good fight for Honda. My next fight is 140lbs, then I hope we get a chance to give fans the WMMA fight the most violent…

Posted by Cristiane “Cyborg” Santos on Sábado, 1 de agosto de 2015

É esperar para ver. Mas como o potencial é altíssimo, acredito que a maior luta do MMA feminino sairá do papel em breve.

(Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo)

(Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo)

Enviado por Fernando Rudnick, 02/08/15 2:53:34 AM

Durou pouco, apenas 34 segundos.

O sonho de Bethe Pitbull Correia ser campeã do UFC foi atropelado por uma enfurecida Ronda Rousey na madrugada deste domingo (2), no Rio de Janeiro. A americana nocauteou a desafeto com a mesma facilidade com que finalizou nove adversárias anteriores com chave de braço. Talvez até mais.

Ronda, que já tinha duas vitórias por nocaute na carreira, agora acumula três triunfos dessa maneira. Mas ela nunca havia feito uma oponente cair de cara no octógono.

Aos 28 anos, a medalhista de bronze em Pequim-2008 mostra que não para de evoluir.

Juntas, suas últimas três lutas duraram 64 segundos. Ao todo, 12 vitórias e zero derrotas.

“Espero que que ninguém mais fale da minha família. Espero que seja a última vez”, avisou a judoca, que não engoliu um comentário da brasileira nos meses que antecederam o encontro.

Fotos: Alexandre Loureiro/Inovafoto

Bethe prometeu tomar o cinturão e falou para a americana não se matar depois. Só que o pai da lutadora se suicidou — a potiguar garante que não sabia.

Como era de se esperar, a campeã entrou no octógono sob vaias e os já habituais gritos ‘uh, vai morrer’ da maioria. Mesmo assim, a maior estrela do UFC foi simpática na entrevista pós-luta.

“Eu amo Brasil. Muito Obrigado”, disse, em português. “Para quem me vaiou, obrigado pelo barulho. Para quem me apoiou, amo vocês ainda mais”, acrescentou.

Shogun repete roteiro e vence Minotouro

Maurício Shogun Rua reencontrou a vitória no UFC. Depois um ano e nove meses, o curitibano de 33 anos bateu Rogério Minotouro Nogueira por decisão unânime no Rio de Janeiro.

Mas assim como no primeiro combate entre eles, há dez anos, no Pride, o resultado não veio sem emoção. Após um início dominante, ele sentiu os golpes do rival no fim do primeiro round. Por pouco, não foi nocauteado.

“Senti o golpe, fiquei muito grogue, mas consegui me recuperar e voltar para a luta”, analisou o produto da Chute Boxe.

Shogun, então, voltou para o duelo mais estratégico. Com chutes na perna e também na linha cintura, ele minava o gás do adversário. Quando achava uma brecha, tentava derrubar. Desta forma, apesar das vaias do público por supostamente ‘amarrar’ a luta, volta para casa vitorioso.

“Foi sim [uma luta que honrou a primeira], sabia que ele era um cara duro, que estaria preparado. Mas venci, fiquei com a vitória”, comemorou.

Enviado por Fernando Rudnick, 31/07/15 8:10:04 PM
Rafael Cordeiro no treino aberto com Shogun: mestre é a motivação para o lutador voltar a vencer na carreira. (Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

Rafael Cordeiro no treino aberto com Shogun: mestre é a motivação para o lutador voltar a vencer na carreira. (Fotos: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

Aos 42 anos de idade, Rafael Cordeiro já não exibe o mesmo porte físico da época de lutador de vale-tudo e muay thai.

O curitibano, hoje dono de uma barriguinha saliente, deixou de ser atleta de maneira precoce, aos 27 anos, para se dedicar à vida de treinador. Ainda assim, se engana quem pensa que ele não sobe mais no tatame como antigamente. Aliás esse é um dos diferenciais que lhe transformou no único treinador com dois alunos campeões do UFC.

O peso-leve carioca Raphael dos Anjos, 30 anos, conquistou o cinturão em maio. O peso-pesado gaúcho Fabrício Werdum, 38, faturou o título em junho. Ambos, no entanto, já foram nocauteados pelo mestre no dia a dia da Kings MMA, em Huntington Beach, na Califórnia. A academia inaugurada em 2007 com três alunos – entre eles a esposa e a filha de Rafael – se transformou em referência mundial.

“Ele puxa a escolinha, mas não é mais atleta, é coach. Mas quando bota as luvas e as caneleiras… tem nego se machucando legal lá. É impressionante”, atesta Werdum, o último do ‘exército da Kings’ a cair. “Ele me pegou com uma joelhada na barriga no tempo certinho. Eu falei: ‘só um minutinho, mestre’, e já desci gemendo de dor”, relembra.

Nas mãos do curitibano, Dos Anjos e Werdum deixaram se ser apenas grandes lutadores de jiu-jítsu e para se tornarem atletas completos e até nocauteadores, com alto nível de técnica na luta em pé.

Panorama oposto à trajetória do curitibano Maurício Shogun Rua, 33, que se formou lutador debaixo da asa de Rafael na Chute Boxe, e com quem viveu seu melhor momento no evento japonês Pride, entre 2003 e 2007. Depois, mestre e discípulo tomaram rumos diferentes e, entre encontros e desencontros, voltaram a trabalhar juntos depois de quatro anos exatamente para o UFC 190, neste sábado (1.º), a partir das 19h30, no Rio de Janeiro.

“O que nos separava era a distância”, fala Shogun, que deixou Curitiba com a família para fazer os três meses de preparação nos Estados Unidos. “O Rafael é o melhor treinador do mundo disparado. É um cara que não trabalha só a parte física e técnica, mas sim o emocional. Acho que isso é fundamental e faz uma grande diferença”, acredita.

O rival do paranaense é o meio-pesado (até 93 kg) Rogério Minoutoro Nogueira, 39. Dez anos atrás, no Japão, eles protagonizaram um dos combates mais agressivos da história, com vitória de Rua por decisão unânime – seu 11.º triunfo em 12 duelos até então.

Uma década depois, o momento é outro. Desde que deixou de treinar com Cordeiro, Shogun perdeu cinco vezes em sete embates. E o principal: perdeu motivação para treinar. Algo que foi buscar nos Estados Unidos ao lado do mestre.

“O Rafael é um cara que conhece meu jogo e estimula o que faço de melhor. Isso é motivante”, fala o lutador, mostrando confiança.

UFC 190
Card principal – a partir de 23h
Peso-galo: Ronda Rousey x Bethe Correia
Peso-meio-pesado: Mauricio Shogun x Rogério Minotouro Nogueira
Final do TUF Brasil 4 peso-leve: Fernando Açougueiro x Glaico França
Final do TUF Brasil 4 peso-galo: Dileno Lopes x Reginaldo Vieira
Peso-pesado: Stefan Struve x Rodrigo Minotauro
Peso-pesado: Antônio Pezão x Soa Palelei
Peso-palha: Cláudia Gadelha x Jessica Aguilar
Card preliminar – a partir de 20h
Peso-meio-médio: Demian Maia x Neil Magny
Peso-meio-pesado: Rafael Feijão x Patrick Cummins
Peso-meio-médio: Warlley Alves x Nordine Taleb
Peso-galo: Iuri Marajó x Leandro Issa
Peso-médio: Vitor Miranda x Clint Hester
Peso-galo: Hugo Wolverine x Guido Cannetti

Enviado por Fernando Rudnick, 30/07/15 5:22:28 PM
(Foto: Inovafoto)

(Foto: Inovafoto)

A maior estrela do UFC está no Brasil. Anderson Silva, Jon Jones, Conor McGregor?

Que nada… A americana Ronda Rousey, de 28 anos, que luta neste sábado (1º), no Rio de Janeiro, leva o título de longe. “Ela é a maior estrela que já tivemos”, garante o presidente do campeonato, Dana White.

A convicção do chefe do UFC é explicada dentro e fora do ringue.

Invicta em 11 lutas, a lutadora é totalmente dominante na categoria galo feminino (até 61 kg) e única campeã da breve história da divisão, criada em 2013. Suas últimas três defesas de cinturão, por exemplo, duraram juntas 1min36s. Foram um nocaute técnico (sobre Sara McMann), um nocaute (Alexis Davis) e uma finalização (Cat Zingano), esta última em embaraçosos 14s.

A próxima adversária é a brasileira Bethe Correia, que venceu nove vezes em nove lutas na carreira, mas está longe do nível técnico de Rousey. Muito longe.

Medalha de bronze no judô na Olimpíada de Pequim, em 2008, Ronda tem como especialidade a chave de braço. Nove vitórias da loira aconteceram dessa maneira. Contudo, ela tem melhorado na luta em pé. Uma das inspirações é Mike Tyson, que até foi vê-la treinar na preparação para o duelo de sábado.

Ronda chegou ao status de estrela, porém, muito por causa de suas aparições fora do octógono. Atriz com três filmes de ação no currículo (veja o perfil dela no IMDB), ela é muito conhecida nos Estados Unidos, inclusive por quem não gosta de MMA.

“Nenhum cara que tivemos despontou no cinema ou fez tanto dinheiro com patrocínios, filmes ou lutas como a Ronda Rousey fez”, atesta Dana White.

Em 2012, antes mesmo de quebrar a barreira do preconceito e ser a primeira mulher contratada pelo UFC, já estava em alta. Posou como veio ao mundo para a edição especial da revista da ESPN americana.

No ano seguinte, Ronda estrelou o reality show The Ultimate Fighter – o primeiro e único até hoje com mulheres como técnicas – ao lado de sua principal rival, Miesha Tate. De certa forma, por ser explosiva, acabou como a vilã do programa.

Nada que abalasse seu crédito com o público, pelo contrário.

Sua base de fãs é enorme. No Twitter, ela tem mais de 1 milhão de seguidores. Bem mais do que a maioria dos atletas do UFC, por exemplo. O recém-coroado campeão dos pesados Fabrício Werdum soma 234 mil, para se ter uma ideia.

No treino aberto de quarta (29), no Rio, a americana teve apoio do público brasileiro. Chegou a pular a divisória de segurança para tirar selfies com os fãs. Arrisco a dizer que terá mais admiradores/torcedores do que Bethe no dia da luta, com quem criou inimizade após um comentário sobre seu pai.

(Foto: Inovafoto)

(Foto: Inovafoto)

Bethe provocou dizendo para Ronda não se matar após perder o cinturão. O problema é que o pai dela se suicidou. A potiguar, no entanto, garante que não sabia e que agora a rival quer ser fazer de coitadinha.

As desculpas não foram aceitas. “Trouxe a minha família toda para cá. Parte disso é porque eu quero que todos eles vejam pessoalmente quando eu der uma surra na Bethe depois que ela os desrespeitou”, afirma a americana.

(Foto: Inovafoto)

(Foto: Inovafoto)

O visual da americana ajuda no sucesso, é óbvio. Mas o carisma da lutadora e sua dedicação para estar no topo é o que fazem dela a maior estrela do UFC.

Recomendo não perder o horário da luta no sábado. Pode durar pouco.

“Vou bater a Bethe, depois vou tirar algumas semanas para descansar. Então vou bater a Miesha, e acho que vou à Tailândia para filmar. Depois, volto para bater a próxima garota. Esse é basicamente o plano”, planeja Ronda.

Enviado por Fernando Rudnick, 29/07/15 5:17:02 PM
Wanderlei Silva é processado pelo UFC (Foto: Reuters)

Wanderlei Silva é processado pelo UFC (Foto: Reuters)

Se Wanderlei Silva disparou um jab contra o UFC no início da semana. Tomou um cruzado de direita como resposta.

Após acusar o UFC de armar lutas, o paranaense terá de provar na Justiça. A organização entrou com um processo contra o ex-lutador nessa terça-feira (28), segundo o site Bloody Elbow. O caso é tratado como má-fé na corte de Las Vegas.

Wanderlei, que ainda está sob contrato com o UFC, se aposentou no ano passado após fugir de uma exame antidoping surpresa. Ele foi julgado pela Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC) e banido do esporte nos Estados Unidos. A decisão, porém, foi revertida em maio e uma nova audiência será marcada.

O Cachorro Louco vem fazendo campanha para ser liberado do contrato, mas o UFC se nega a cancelar o vínculo. Desde então, ele tem disparado contra o campeonato e, por último, afirmou que pode provar que há lutas vendidas no evento.

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