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Luta Livre

Enviado por Fernando Rudnick, 28/05/15 9:01:27 PM
Ali foi quase anônimo em Curitiba (Foto: João Bruschz/Gazeta do Povo)

Muhammad Ali foi quase anônimo em Curitiba (Foto: João Bruschz/Gazeta do Povo)

Sem motivo aparente, a reportagem que fiz em 2013 sobre a passagem do mito do boxe Muhammad Ali por Curitiba voltou à tona nas redes sociais na semana passada. Até então, a foto que originou a matéria, clicada por João Bruschz, tinha duas personagens misteriosas. Pelo menos para mim.

Mas o ressurgimento da história no Facebook colocou a curitibana Regina Côrtes em contato com blog. Ela tinha 34 anos na época do encontro. Sua filha, Alessandra, apenas dois.

Quase três décadas depois, a dona de casa recorda com detalhes a passagem do maior boxeador da história pelo Paraná. “Te confesso que foi muita emoção. Marcou demais. Não foi qualquer um, era uma figura internacional de peso. É inesquecível”, fala Regina, que tem formação em filosofia e história pela UFPR.

“Eu o acompanhava porque não era só lutador. Era muito politizado, contra a guerra. Além de ganhar tudo, era um ativista”, diz a paranaense que passeava na Boca Maldita naquela manhã fria de 28 de abril de 1987.

Ao ver mãe e filha, Muhammad Ali – que adorava crianças e gostava de fazer palhaçada – caminhou em direção a elas. “Eu estava andando com a Alessandra no colo e parei ao vê-lo. Não acreditei. Outras pessoas pararam, mas o curitibano é tímido e poucos se aproximavam”, conta Regina, que atualmente mora em Belo Horizonte.

Alessandra, que hoje é médica e trabalha como pediatra no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, se encantou com a gravata vermelha do lutador. “Ele chegou com aquela mão enorme, me cumprimentou e pegou ela no colo. Fiquei olhando o rosto dele, procurando alguma cicatriz. Só achei uma, pequena, em cima da sobrancelha. Mas fiquei muda. Nossa comunicação foi mais pelo olhar”, relembra.

O contato não durou mais do que cinco minutos. O suficiente para ser inesquecível.

Enviado por Fernando Rudnick, 24/05/15 1:49:35 PM
Wanderlei criticou a atuação de Vitor Belfort (Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo)

Wanderlei criticou a atuação de Vitor Belfort (Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo)

A performance de Vitor Belfort contra Chris Weidman nesse sábado (23), na luta que valia o cinturão dos médios (até 84 kg) do UFC, não passou imune a seu eterno rival, Wanderlei Silva. Em entrevista ao blog, por telefone, o lutador paranaense se mostrou envergonhado com a atuação do carioca.

“Não tem o que falar, sem comentários… faltou peito, coração, garra, vontade”, apontou o Wand, que está no Brasil para uma série de seminários.

“O que me deixa mais triste é ele se entregar daquela maneira. Não vi sangue no olho, o adversário ter de arrancar a alma dele para ganhar. A gente sabe que ele [Belfort] pode mais. Mas parece que não queria”, cutucou.

Belfort, de 38 anos, até começou bem o combate e acertou bons golpes no campeão, que fazia o possível para se defender. Porém, quando o americano mudou de tática e resolver botar a luta para baixo, a situação se inverteu.

Fato que, segundo Wanderlei, não condiz com a experiência do brasileiro no jiu-jítsu, já que ele é faixa-preta do renomado Mestre Carlson Gracie, falecido em 2006.

“O Carlson Gracie deve estar se debatendo no túmulo depois dessa. Ele foi um grande professor, dono de uma grande técnica. Foi muito estranho a maneira com que o Vitor foi dominado”, falou o Cachorro Louco.

O blog também conversou sobre outros assuntos com Wanderlei. Eles serão alvo de outro post durante essa semana. Fique ligado.

Enviado por Fernando Rudnick, 24/05/15 2:42:01 AM
Weidman dominou Belfort no chão e venceu por nocaute

Weidman dominou Belfort no chão e venceu por nocaute

Chris Weidman precisou de menos de um round para nocautear Vitor Belfort e defender, pela terceira vez, o título dos médios (até 84 kg) do UFC. Depois da contundente vitória na noite desse sábado (23), em Las Vegas, o americano pediu respeito.

“Parem de duvidar de mim. É meu último aviso”, bradou o lutador de 30 anos, que venceu Anderson Silva duas vezes e também Lyoto Machida, ex-campeão meio-pesado.

A luta, porém, não começou bem para o campeão. O brasileiro explodiu nos primeiros minutos e encaixou uma sequência de golpes que o abalaram. Só que Belfort não manteve o ritmo, errou ao tentar chutar o adversário, e foi derrubado facilmente.

Foi aí que o combate ganhou outro rumo.”Eu deveria ter mantido a distância, mas ele me levou para o chão”, admitiu Belfort, que sofreu com o ground and sound, especialmente com as cotoveladas do rival.

“Senti o gosto da vitória, mas não deu. Não tenho desculpa. Ele foi melhor nessa noite”, completou, evitando falar sobre aposentadoria.

Aos 38 anos, Belfort tentava conquistar seu terceiro cinturão no UFC em categorias diferentes. Ele venceu o torneio peso-pesado (até 120 kg) em 1997 e o título meio-pesado (até 93 kg), em 2004. Agora, o carioca tem 24 vitórias e 11 derrotas na carreira.

Vitor vinha de três nocautes seguidos contra adversários bem ranqueados (Bisping, Rockhold e Henderson), sequência conquistada com a utilização de TRT (terapia de reposição de testosterona). A prática foi banida do campeonato no ano passado, período que ele usou para readaptar seu corpo – a última luta do brasileiro havia sido há 17 meses.

Depois do duelo, Weidman, diminuiu o tom contra o rival. Na pesagem, ele chamou Belfort de trapaceiro, mesmo com todos os testes antidoping pré-luta negativos.

“Ele acertou alguns golpes, mas consegui me recuperar. Temos de aplaudir o Vitor, que é uma lenda do esporte”, comentou, sob muitas vaias de brasileiros na MGM Grand Garden Arena.

Na decisão do novo campeão dos meio-pesados, Daniel Cormier fez valer seu wrestling de nível olímpico contra Anthony Johnson e venceu por finalização no terceiro round. Depois da luta, provocou Jon Jones, que perdeu o título por se envolver e fugir de um acidente de trânsito no mês passado: “Estou te esperando, Jon Jones”, cutucou Cormier, que havia sido o último desafiante ao cinturão, perdendo por decisão unânime.

Enviado por Fernando Rudnick, 20/05/15 8:55:48 PM
Belfort busca título contra Chris Weidman neste sábado (Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo)

Belfort busca título contra Chris Weidman neste sábado, em Las Vegas (Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo)

Para buscar o cinturão dos médios (até 84 kg) do UFC neste sábado (23), no duelo contra o americano Chris Weidman, o carioca Vitor Belfort precisa deixar para trás seu histórico recente em combates pelo título do campeonato.

Depois de começar a carreira com duas vitórias em lutas decisivas, o lutador da Blackzilians acumula três derrotas seguidas em ‘finais de campeonato’. O retrospecto, portanto, é negativo.

Em agosto de 2004, o brasileiro perdeu para Randy Couture por nocaute técnico e deixou de ser o campeão dos meio-pesados (até 93 kg) – título que havia consquistado em janeiro do mesmo ano contra o mesmo rival, também por nocaute técnico.

Sete anos depois, em 2011, Belfort travou contra Anderson Silva. Foi nocauteado com um chute frontal no primeiro round. Contra meio-pesado Jon Jones, em 2012, foi finalizado no quarto round após ficar muito próximo de fazer o adversário bater com uma chave de braço.

Em 1997, em sua segunda luta na carreira, o Fenômeno nocauteou Scott Ferrozzo e conquistou o torneio peso-pesado no UFC 12.

Enviado por Fernando Rudnick, 19/05/15 9:03:58 PM

São José dos Pinhais inaugurou na última segunda-feira (18) o primeiro centro de excelência do boxe do Brasil.

O projeto, que conta com apoio do Ministério do Esporte através da Lei de Incentivo, oferece aulas gratuitas – de segunda a quinta-feira – para cerca de 200 crianças e jovens.

O centro é comandado pelos ex-boxeadores Macaris do Livramento e Rosilete dos Santos e conta com apoio da Copel, Sanepar e da prefeitura da cidade.

Enviado por Fernando Rudnick, 18/05/15 8:05:09 PM
Wanderlei Silva teve a pena de banimento revertida

Wanderlei Silva teve a pena de banimento revertida

O paranaense Wanderlei Silva conseguiu uma importante vitória na Justiça americana na última sexta-feira (15). De acordo com documento obtido pelo site MMAFighting.com, divulgado nessa segunda (17), o lutador teve o banimento do esporte revertido por uma juíza do estado de Nevada.

Em setembro do ano passado, o Cachorro Louco foi punido com a pena máxima pela Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC) após fugir de um exame antidoping surpresa em maio. Ele também havia sido condenado pagar multa de US$ 70 mil.

Para a juíza Kerry Earley, a punição ao lutador foi um exemplo de excesso de autoridade por parte da NSAC, que não embasou a decisão em ‘evidências substanciais’. Agora, Wanderlei será chamado para prestar um novo depoimento diante da comissão atlética.

Na primeira audiência, em junho de 2014, o brasileiro confirmou que utilizou diuréticos no período de preparação para a luta com Chael Sonnen, que acabou cancelada, e por isso fugiu do exame. A defesa de Wand, no entanto, também teve seu pedido negado – a alegação é de que o lutador estava licenciado e não poderia passar por um teste antidoping.

Wanderlei, que fez fama mundial ser campeão do Pride, no Japão, não luta deste março de 2013, quando nocauteou Brian Stann pelo UFC. Ele terminou a carreira com 35 vitórias e 12 derrotas em seu cartel, além de um empate e um No Contest (luta sem resultado).

No Instagram, o curitibano comemorou a reversão da pena:

I will be back!!!! Heyyyyy !! To de Volta com tudo!!!

A photo posted by Wanderlei Silva (@wandfc) on

Enviado por Fernando Rudnick, 03/05/15 1:34:00 PM
Mayweather continua invicto (Foto:Divulgação)

Mayweather continua invicto (Foto:Divulgação)

Enviado por Fernando Rudnick, 01/05/15 7:02:09 PM

Não importa o que aconteça neste sábado (2) no ringue do MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas (EUA), a luta entre o americano Floyd Mayweather Jr, 38 anos, e o filipino Manny Pacquiao, 36, já entrou para a história do boxe.

Especulado há quase uma década, o combate coloca frente a frente dois os melhores atletas do esporte na atualidade. Apesar das gigantescas diferenças pessoais, ambos se juntaram para receber a maior bolsa já vista em duelo profissional.

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A soma é de aproximadamente R$ 900 milhões de reais (US$ 300 milhões), cerca de R$ 25 milhões por minuto se os 12 rounds programados foram até o final. “Essa é uma luta que o mundo não pode perder”, resume falastrão e exibicionista Mayweather, cujo estilo contrasta com o de seu rival.

Enquanto ‘Money’, adota a linha ‘estrela arrogante’, com extravagâncias como nunca repetir o mesmo par de tênis e a mesma cueca, além de ostentar uma coleção de carrões de mais de R$ 18 milhões, Pacman é discreto e religioso.

“Não é nada pessoal, nós só estamos fazendo nosso trabalho, fazendo o melhor para colocar nossos nomes da história do boxe. Mas a coisa mais importante é que espero dividir com Floyd, depois da luta, minha fé em Deus”, falou o ‘mocinho’ do confronto na última quinta-feira.

Até mesmo nos Estados Unidos, Mayweather é visto como vilão, rótulo enfatizado pela prisão por violência doméstica, em 2012. Mas você acha que o atleta mais bem pago do mundo (US$ 25 mi a mais do que os US$ 80 mi que Cristiano Ronaldo em 2014) se importa com isso?

Invicto em 47 lutas – Manny tem cinco derrotas na carreira –, o boxeador acredita que pode ser o melhor de todos os tempos. Por isso precisa desafiar e derrotar alguém do calibre de Pacquiao.

“Essa luta é sobre um lutador que está no topo lutando contra outro que também está. É sobre trazer emoção para vocês. Não sabemos como vai acabar, mas acredito nas minha habilidades. Acredito que serei vitorioso”, crava o favorito, que trata o boxe como um xadrez e espera cansar o adversário para se sobressair a partir da metade do duelo.

O nocauteador filipino, ex-menino de rua, quer apenas fazer história. “Quero ser uma inspiração para as pessoas”, diz o azarão.

Enviado por Fernando Rudnick, 29/04/15 5:17:03 PM
Jones perdeu dois patrocínios em dois meses (Foto: Divulgação)

Jones perdeu dois patrocínios em dois meses (Foto: Divulgação)

Jon Jones não precisou esperar nem um dia para sentir a primeira consequência financeira da retirada do seu cinturão pelo UFC, anunciada no fim da noite de terça-feira (28), nos Estados Unidos.

O meio-pesado (até 93 kg), que manteve o título por 1501 dias, perdeu o patrocínio da marca esportiva Reebok. Oito meses atrás, por causa da briga com Daniel Cormier durante um evento de promoção da luta, a Nike também cancelou seu acordo com o americano.

O UFC decidiu tirar o título de Jones por quebra do código de conduta da organização – ele está suspenso por tempo indeterminado. No sábado, o atleta de 27 anos se envolveu em um acidente de trânsito que deixou uma mulher grávida ferida e fugiu sem prestar socorro. Em seu carro, foram encontrados um cachimbo para fumar maconha, além de pacotes da droga. Seu substituto na luta do 23 de maio, contra Anthony Johnson, é justamente Cormier, a quem derrotou em janeiro por decisão unânime. Pouco antes daquele combate, a Comissão Atlética de Nevada (NSAC) revelou que Jones caiu em um teste antidoping (cocaína) fora do período de competição. Na ocasião, o UFC apenas o multou, já que a droga não entra na listagem de melhoradores de performance segundo a Agência Mundial Antidoping (Wada).

Sem Jones no caminho, o brasileiro José Aldo agora é o número 1 peso por peso do UFC.  

Enviado por Fernando Rudnick, 29/04/15 12:22:21 AM
Jon Jones não é mais campeão do UFC (Foto: UFC)

Jon Jones não é mais campeão do UFC (Foto: UFC)

Jon Jones não é mais campeão meio-pesado (até 93 kg) do UFC. O presidente da organização, Dana White, anunciou no fim da noite dessa terça-feira (28), no programa Fox Sports Live, que o lutador está suspenso por tempo indeterminado e que perdeu o título do qual era dono desde 2011.

“Obviamente, ele [Jones] está muito desapontado. Ele queria ser um dos maiores, mas foi uma decisão que tivemos que tomar”, falou White, que confirmou que a luta entre Anthony Johnson contra Daniel Cormier, no dia 23 de maio, definirá o novo rei da divisão.

No Twitter, Jones desabafou: ‘Tenho muito o que repensar. Desculpas a todos que decepcionei’.

Jones, de 27 anos, se envolveu em um acidente de trânsito no último sábado, em Albuquerque, no Novo México, onde mora e treina. Após seu veículo atingir o carro e uma mulher grávida, o atleta fugiu do local a pé sem prestar socorro. Na caminhonete alugada do lutador foram encontrados um cachimbo de maconha e vestígios da droga.

Na segunda-feira, Jones se apresentou à polícia, pagou fiança e foi liberado. Mais tarde, retornou para prestar depoimento e conseguiu liberação para poder viajar. A condição imposta pelo juiz é de que ficasse longe de bebida alcoólica e de outras drogas, além de que mantivesse contato frequente com seu advogado.

Em janeiro, o americano se envolveu em outra polêmica. Caiu em um exame antidoping fora do período de competição por cocaína, mas foi apenas multado pelo UFC.

Johnson e Cormier lutam no dia 23 de maio

 

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