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Luta Livre

Enviado por Fernando Rudnick, 28/07/15 12:56:48 PM

Shogun vai enfrentar Minotouro (à direita) no Rio (Foto: Inovafoto)

O curitibano Maurício Shogun Rua foi buscar motivação em Huntington Beach, na Califórnia, para a revanche histórica com Minotouro Nogueira, no próximo sábado (1.º), no Rio de Janeiro.

Novamente treinando sob a orientação do treinador Rafael Cordeiro, seu mestre na época da Chute Boxe, o lutador de 33 anos quer deixar para trás as duas derrotas seguidas no UFC, ambas por nocaute para Ovince St. Preux e Dan Henderson, no ano passado.

“Aqui o Rafael estimula mais o meu ponto forte, que é o muay thai, e para mim isso é mais motivante”, explica Shogun ao blog.

Ele gravou o reality show The Ultimate Fighter Brasil em Las Vegas e depois desembarcou com a família para um camp de três meses na academia King´s MMA. E a intenção é se mudar de vez para os Estados Unidos.

“Com certeza eu fico confiante ao lado do Rafael. Tudo o que ele fala para mim eu acredito. Então é motivante”, enfatiza.

Quando derrotou Minotouro, em junho de 2005, toda a preparação de Shogun foi feita ao lado de Rafael. O combate, considerado um dos mais emocionantes da história do esporte, foi vencido por decisão unânime após três rounds no extinto Pride.

Era apenas a 11.ª luta de Shogun, então com 22 anos.

“A luta foi há dez anos, muita coisa mudou, mas basicamente lutamos da maneira igual. Vai ser uma luta agressiva, como foi no Pride. Sou um cara que busca o nocaute e ele também. É inevitável ser uma luta agressiva”, promete o paranaense.

Relembre como foi a primeira luta:

Enviado por Fernando Rudnick, 24/07/15 5:28:42 PM

O UFC retorna a Chicago, nos Estados Unidos, neste sábado (25), com a disputa de cinturão dos pesos-galo, entre o campeão TJ Dillashaw e o brasileiro Renan Barão.

Veja três motivos para acompanhar o evento:

Barão tenta recuperar o cinturão dos galos. (Foto: Divulgação/UFC)

TJ Dillashaw (11-2) x Renan Barão (33-2)

Revanche da luta de maio do ano passado, quando o americano dominou o potiguar e nocauteou no quinto e último round. Eles deveriam ter lutado em agosto de 2014, mas Barão passou mal durante o corte de peso, desmaio e foi cortado do evento. Desta vez, com um camp melhor, uma perda de peso mais tranquila, ele promete mostrar que a perda do cinturão foi mero acaso. Dillashaw, porém, não pode ser menosprezado. O lutador da Tem Alpha Male, de 29 anos, tem um wrestling de alto nível, além de já ter provado que tem mãos capazes de anular todo o jogo do rival. Aposta: Barão vence por decisão unânime.

Tate está invicta desde que perdeu para Ronda. (Foto: Divulgação)

Miesha Tate (16-5) x Jessica Eye (11-2)

Cupcake, como Tate é conhecida, vem de três vitórias consecutivas e é a favorita para o duelo. Seu wrestling e grappling é melhor do que o da adversária. Eye, por outro lado, tem mais qualidade no jogo em pé, com um boxe afiado e boa movimentação. Se conseguir impedir as avançadas e derrubadas, pode ser a próxima desafiante ao título de Ronda Rousey (que muito provavelmente vai derrotar Bethe Corrreia no dia 1.º de agosto). Não acho que isso vai acontecer: Aposta: Miesha Tate por decisão unânime.

Barboza é conhecido por seus nocautes. (Foto: Divulgação/UFC) 

Edson Barboza (15-3) x Paul Felder (10-0)

Um dos combates que mais prometem na noite. Os dois são strikers de alto nível, mas o brasileiro tem mais experiência no UFC. Juntos, eles somam 17 nocautes. É provável, portanto que um deles vá ao chão em Chicago. De qualquer forma, é uma luta para não perder. Aposta: Edson Barboza TKO 2.º round.

UFC on FOX 16

Card principal – começa às 21h

TJ Dillashaw x Renan Barão – pelo título dos galos (até 61 kg)
Miesha Tate x Jessica Eye
Edson Barboza x Paul Felder
Joe Lauzon x Takanori Gomi

Card preliminar – começa às 17h15

Gian Villante x Tom Lawlor
Jim Miller x Danny Castillo
Kenny Robertson x Ben Saunders
Eddie Wineland x Bryan Caraway
Daron Cruickshank x James Krause
Ramsey Nijem x Andrew Holbrook
Jessamyn Duke x Elizabeth Phillips
Zak Cummings x Dominique Steel

Enviado por Fernando Rudnick, 23/07/15 2:43:07 PM
(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

“Bem-vindos à nova era do MMA”. Com esse slogan, o polêmico torneio Double Fighting, de combates em dupla, estreia oficialmente neste sábado (25), em Curitiba.

Idealizado em 2011 pelo empresário paranaense Carlos Nacli, a nova categoria saiu do papel no ano passado, com uma luta-teste dentro de uma academia. Agora, pela primeira vez aberto ao público, o campeonato apela ao ineditismo para tentar ganhar destaque no disputado mercado na luta.

“Hoje o maior elemento que tenho para explorar é a curiosidade [do público]. Quero que o negócio faça burburinho”, admite Nacli. “Em todo mercado competitivo é preciso inovar. Percebi que teria pouca chance de sucesso se tivesse um campeonato tradicional. Por isso temos um diferencial para poder crescer”, completa.

O organizador do evento, porém, garante que a luta 2 x 2 está longe de ser uma briga de rua, como alguns críticos apontaram. Há um conjunto de regras, como no MMA tradicional, além de algumas normas específicas. “A cultura do brasileiro é de criticar sem saber o que é, como funciona. Acham que estou botando a luta dois contra dois para se quebrarem, mas não é assim”, diz.

Entre as regras do Double Fighting estão:

*** Pesagem no dia do evento – a categoria é de 82 kg.

*** Na formação 2 x 2 não é permitido golpe de impacto pelas costas, nem golpe surpresa do tronco para cima no oponente indireto

*** Após um lutador ser eliminado, a luta prossegue 1 x 1. A vantagem da dupla restante é a opção de revezar no intervalo entre os rounds.

*** Cotovelada só é permitida na luta em pé.

*** É permitido ajudar o seu parceiro no chão, mas somente com técnicas de luta agarrada.

*** Ganha a luta quem chegar ao final do terceiro round com mais lutadores.

*** Caso o combate termine empatado, um quarto round de três minutos será o desempate.

Aceitação e vendas

Segundo Nacli, não foi difícil convencer as academias a aderirem à nova modalidade. O Double Fighting, que acontecerá em forma de torneio, tem oito times participantes (Thai Brasil, King Shark, Astra Fight Team, Chute Boxe, Immortal, PRVT, Pit Bull/Forja V2 e Ryan Gracie), que irão competir em forma de torneio, com quartas de final, semifinal e a grande decisão.

“Algumas academias tiveram uma rejeição, sim. Mas como estou fazendo algo com regras, bem estruturado, não foi difícil convencer.Pagamos uma bolsa de R$ 2 mil, mais alta que 95% dos torneios Brasil. Pagamos em cash, valorizamos os caras”, enfatiza o empresário, que é formado em Educação Física.

O plano para rentabilizar o Double Fighting é vender as lutas via internet para fãs de lutas de todo o mundo. O retorno de mídia na época da luta-teste foi um termômetro para o projeto. O vídeo de demonstração, no Youtube (veja acima), por exemplo, tem mais de 120 mil visualizações e foi destaque em diversos sites especializados.

“O campeonato será on demand, um pay-per-view. O Game of Thrones do MMA. Você compra o pacote ou cada luta isolada. Vamos criar um canal de vendas pelo site”, explica, crente no sucesso do projeto.

“Em um primeiro momento as pessoas vão querer ver por curiosidade. Depois, a tendência é que a galera que gosta de lute volte. Não é em toda luta que é possível ter três nocautes ou três finalizações”, termina.

Serviço: Double Fighting

Onde: Academia Striker´s House (Av. Mal. Floriano Peixoto, 2780 – Parolin)

Quando: 25 de julho, às 19h. O local abre ao público às 17h.

Ingressos: Disk Ingressos

Ideia globalizada

A ideia de MMA com mais de dois atletas no ringue, no entanto, também já apareceu em outros lugares do mundo. Na Polônia, o Team Fight Championship faz combates 5 x 5. Porém, com regras bem mais brandas, é praticamente uma briga de rua.

E na Rússia existe o Team Cage Fighting, que funciona em duplas e até em trios, e segue as regras do MMA tradicional.

Enviado por Fernando Rudnick, 22/07/15 10:51:50 AM

O paranaense Wanderlei Silva aproveitou a polêmica dos novos uniformes do UFC para atacar a organização mais uma vez. Em sua conta no Instagram, o lutador aposentado subiu o tom e acusou, com todas as letras, que o campeonato tem lutas com resultados armados.

“Lutas compradas e posso provar isso! Ainda não soltei a bomba, não falei tudo que sei!!!”, escreveu Wand, que ainda está sob contrato com o UFC, mas move uma ação na Justiça para liberá-lo do vínculo. A mensagem tem quase 3,5 mil curtidas.

Após a luta entre Conor McGregor e Chad Mendes, vencida pelo irlandês no segundo round, cumprindo a promessa de nocaute, o brasileiro deu indiretas em redes sociais sobre uma possível ‘venda’ da luta, fato que até agora não passa de pura especulação.

O fato que motivou o desabafo de Wanderlei, no entanto, foi a demissão do lendário cutman Stitch Duran, que criticou o funcionamento do acordo entre a Reebok e o UFC, válido a partir de 1.º de julho, e que acabou com os patrocínios em uniformes e banners dos atletas.

Enviado por Fernando Rudnick, 25/06/15 7:27:15 PM
Sakai tenta mais no nocaute no Bellator (Foto: Antônio More/Gazeta do Povo)

Sakai tenta mais no nocaute no Bellator (Foto: Antônio More/Gazeta do Povo)

Máquina de nocautes, o curitibano Augusto Sakai quer manter sua fama, além de um cartel invicto, nesta sexta-feira (26), nos Estados Unidos.

Peso-pesado (até 120 kg) do Bellator – principal torneio de MMA do mundo depois do UFC –, o lutador de 24 anos derrubou seis dos sete adversários que enfrentou em quase quatro anos de carreira.

Desta vez, o rival é o americano Daniel Gallemore, 30, que se apresenta em casa no Kansas.“Cada luta é diferente, uma estratégia distinta. Então vou buscar colocar em prática o meu ponto forte e vamos em busca de mais uma vitória”, diz Sakai, que tem 1,91m de altura, pesa até 130 kg fora de competição e diz não se incomodar com o rótulo de gordinho. “Ter o abdômen trincado não quer dizer nada”, lembra o atleta das academias Gile Ribeiro e Noguchi.

A mão pesada do lutador, porém, não é a única arma para o nocaute. Seus treinos de muay thai são conduzidos por Fábio Noguchi, responsável por graduar Anderson Silva na arte originada na Tailândia. Assim, seu repertório tem muitas cotoveladas e, principalmente, joelhadas no clinch.

Três triunfos vieram exatamente assim. “Mas isso daqui é MMA e estou preparado para qualquer coisa”, ressalta o paranaense, que repete um ritual após cada vitória. Torcedor do Paraná e integrante da organizada Fúria Independente, Sakai leva a camisa do clube para o ringue.

Relação que hoje supera a paixão. A Fúria está entre os 11 patrocinadores dele. “Está difícil conseguir apoio, ainda mais com essa crise econômica. Mas a torcida segue me patrocinando junto com os outros. Não é só bagunça como dizem por aí. Também estão incentivando o esporte. Me sinto honrado por representá-los”, afirma o lutador.

O Bellator 139 terá transmissão ao vivo pelo Fox Sports a partir de 22 horas.

Lutador é patrocinado pela maior torcida organizada do Paraná (Foto: Divulgação/Paraná Clube)

Lutador é patrocinado pela maior torcida organizada do Paraná (Foto: Divulgação/Paraná Clube)

Enviado por Fernando Rudnick, 25/06/15 5:56:29 PM
Anderson Silva teve exame antidoping negativo não anexado ao processo (Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

Anderson Silva teve exame antidoping negativo não anexado ao processo (Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

O blog Na Grade do MMA revelou nesta quinta-feira (25) uma carta na manga de Anderson Silva no processo do caso de doping.

Um dos exames de urina realizados em 31 de janeiro, data da luta contra Nick Diaz em Las Vegas, voltou limpo. O teste foi feito por um segundo laboratório contratado pela Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC), o Quest Diagnostics.

Dois minutos depois desse exame, às 18h41, Spider passou por outro, do laboratório Sports Medicine Research & Testing Laboratory. Nele, foi apontado o uso do anabolizante drostanolona, substância que já havia sido detectada em um exame pré-luta, no dia 9 de janeiro.

O exame que deu negativo não havia sido anexado ao processo na NSAC e agora será usado para tentar amenizar a pena de Anderson Silva, que está suspenso preventivamente e pode pegar gancho de até dois anos.

Lembrando no pós-luta o brasileiro também foi flagrado em doping por ansiolíticos. Ele tem até 7 de agosto para apresentar sua defesa a NSAC, que marcará uma nova audiência.

Enviado por Fernando Rudnick, 23/06/15 4:26:24 PM
Luta entre Aldo e McGregor pode ser adiada (Foto: Divulgação)

Luta entre Aldo e McGregor pode ser adiada (Foto: Divulgação)

A tão esperada luta entre o brasileiro José Aldo e o irlandês Conor McGregor deve ser adiada. O combate, que estava marcado para o próximo dia 11 de julho, em Las Vegas, está ameaçado por causa de uma lesão do campeão da categoria pena (até 66 kg).

De acordo com o Combate, Aldo fraturou a costela nesta terça-feira (23) durante uma sessão de treinos na academia Nova União, no Rio de Janeiro. Ele foi levado ao hospital e passou por exames que confirmaram a gravidade do caso.

A duas semanas da luta, o UFC deve transferir o duelo mais esperado do ano para outra data. Normalmente, são necessárias quatro semanas de recuperação para fraturas desse tipo.

Enviado por Fernando Rudnick, 14/06/15 5:00:51 PM
Só restou José Aldo da foto dos campeões reunidos em 2011 (Foto: Reprodução/Twitter)

Só restou José Aldo da foto dos campeões reunidos em 2011 (Foto: Reprodução/Twitter)

O título do brasileiro Fabrício Verdum, no sábado (13), na Cidade do México, comprova a rotatividade entre os campeões do UFC.

Da foto tirada em 29 de abril de 2011, que reuniu sete campeões do campeonato, somente o amazonense José Aldo segue com o cinturão.

Da esquerda para direita, relembre o que aconteceu com cada um, lembrando que ainda não existiam as categorias galo e palha feminino, das campeãs Ronda Rousey e Joanna Jedrzejczyk, e mosca masculino, comandada por Demetrious Johnson.

Cain Velásquez – categoria pesada (até 120 kg)

A derrota para Werdum foi a segunda disputa de título perdida pelo americano de 32 anos. Sete meses depois da imagem histórica, ele foi nocauteado por Júnior Cigano. Porém, recuperou a cinta em dezembro de 2012, diante de seu algoz e também bateu o catarinense na terceira luta entre eles. Entre a trilogia, Antônio Pezão foi outra vítima de Velásquez.

Jon Jones – categoria meio-pesada (até 93 kg)

Traçava o caminho para ser o maior lutador da história. Defendeu o título por oito vezes, a última em janeiro deste ano, quando acabou com Daniel Cormier. No entanto, sua vida pessoal interferiu na carreira. Foi pego no antidoping por cocaína e recebeu multa, mas não foi destituído do trono porque o teste foi fora do período de competição. Situação que mudou em abril, após fugir de um acidente de trânsito que deixou uma grávida ferida. Foi suspenso pelo UFC e terá de se acertar com a Justiça antes de pensar em voltar a lutar.

Anderson Silva – categoria média (até 84 kg)

Fez quatro defesas de cinturão até ser nocauteado por Chris Weidman, em julho de 2013. Quebrou a perna na revanche, em dezembro do mesmo ano, e quase se aposentou. Voltou a lutar em janeiro desde ano e derrotou Nick Diaz por decisão unânime. Após a luta, caiu no antidoping por esteroides anabolizantes. Só deve voltar ao ringue em 2016.

Georges St. Pierre – categoria meio-média (até 77 kg)

Lutou quatro vezes desde aquele dia 29 de abril de 2011. Venceu todas, mas decidiu se aposentar, ou pelo menos tirar um período sabático, a partir de novembro 2013. O UFC aguarda seu retorno e o canadense terá uma disputa de título automática assim que decidir retornar.

Frankie Edgar – categoria leve (até 70 kg)

O reinado do americano durou pouco mais de um ano. Chegou a defender o título contra Gray Maynard, mas perdeu para Benson Henderson, em fevereiro de 2012, e também na revanche, em agosto do mesmo ano. Desceu para os penas em 2013 e perdeu para Aldo. Desde então, acumula quatro triunfos seguidos.

José Aldo – categoria pena (até 66 kg)

É o único remanescente. No período, fez sete defesas de cinturão. No próximo dia 11 de julho, enfrenta o irlandês Conor McGregor, em Las Vegas.

Dominick Cruz – categoria galo (até 61 kg)

Mesmo invicto, perdeu o título. A culpa foi das lesões. Defendeu o título contra Urijah Faber e Demetrius Johnson, em 2011, mas uma lesão no ligamento cruzado anterior o afastou do octógono por três anos, tempo demais para o UFC, que vagou o cinturão. Voltou a lutar sem setembro de 2014, com vitória sobre Takeya Mizugaki.

Enviado por Fernando Rudnick, 14/06/15 2:30:23 AM
Werdum finalizou Velásquez no UFC 188 (Foto: Reprodução)

Werdum finalizou Velásquez no UFC 188 (Foto: Reprodução)

O brasileiro Fabrício Werdum é o campeão incontestável peso-pesado (até 120 kg) do UFC. O gaúcho de 37 anos finalizou o americano Cain Velásquez neste sábado (13), na Cidade do México, e unificou o cinturão da categoria mais importante do campeonato.

Werdum, que conquistou o título interino em novembro do ano passado, quando nocauteou Mark Hunt, foi perfeito contra o então campeão linear, que não lutava há dois anos por causa de lesão no joelho.

Primeiro, suportou a pressão inicial do descendente de mexicanos no primeiro round. Depois, no segundo assalto, dominou o adversário na luta em pé, com um muay thai afiado e repertório vasto de joelhadas no clinch.

Quando Velásquez já estava irreconhecível, totalmente sem gás – e provavelmente surpreso com o rendimento do azarão nas casas de apostas –, cometeu um erro crucial. Iniciou a terceira parte da luta tentando a queda, mas caiu já com o pescoço envolvido por uma guilhotina implacável. Não teve escapatória e ‘Vai Cavalo’ comemorou como nunca a recompensa pelo trabalho duro de preparação.

Ele está no México há um mês para se adaptar à condição especial que o combate apresentava. “Estive aqui por 34 dias porque a altitude [de 2.250 metros] é muito difícil. Tinha uma boa estratégia. Tinha um grande sonho que hoje eu realizei”, vibrou o lutador treinado pelo curitibano Rafael Cordeiro, líder da Kings MMA, principal responsável pela transformação de Werdum em um grande lutador também em pé, não só no chão, onde tem três títulos mundiais de jiu-jítsu.

Agora o Brasil tem três cinturões do campeonato. O peso-pena (até 66 kg) José Aldo, treina na Nova União, do técnico Dedé Pederneiras. Werdum e Rafael dos Anjos, peso-leve (até 70 kg), dirigidos por Cordeiro.

***

Lembrando que em 2010 Werdum finalizou o russo Fedor Emelianenko, considerado o melhor da história dos pesados. Desta vez, bateu apenas o melhor nome da divisão na atualidade (até então).

 

Enviado por Fernando Rudnick, 12/06/15 9:47:49 PM
Vina vai enfrentar o argentino Eneas Gringo (Foto: Marcio Valle/Primeiro Round)

Vina vai enfrentar o argentino Eneas Gringo (Foto: Marcio Valle/Primeiro Round)

Com quatro lutadores com passagem pelo UFC, o Imortal Fight Championship estreia neste sábado (12), a partir das 15h30, em São José dos Pinhais.

O paranaense Vinícius Vina encara o argentino Eneas Gringo na categoria pena (até 66 kg). Na luta principal, Rick Monstro, parceiro de treinos de Anderson Silva enfrenta Leonardo Leleco entre os meio-pesados (até 93 kg). Quem também tem passagem pelo maior evento do mundo é o carioca Delson Pé de Chumbo e o catarinense João Zeferino.

Ao todo, serão 15 duelos no Ginásio Ney Braga. Os principais duelos do evento terão transmissão pelo canal Esporte Interativo a partir das 20 horas.

Na pesagem desta sexta-feira (12), cinco atletas não conseguiram bater o peso e foram multados. “Fizemos cumprir o que está previsto no contrato. Sentamos com os lutadores e seus treinadores e as lutas estão confirmadas, mesmo com alguns atletas falhando na balança. Teremos um grande show de MMA amanhã”, avisou Stefano Sartori, presidente do evento.

Imortal FC – Serviço
Ingressos: R$ 30 (arquibancada), R$ 60 (cadeira) e R$ 120 (VIP).
Data: Sábado, 13 de junho de 2015
Horário: 15h (abertura dos portões) / 15h30 (card preliminar) / 20h (card principal)
Local: Ginásio Ney Braga
Endereço: Rua Izabel A. Redentora, 2299 – Centro – São José dos Pinhais

Card Principal
Até 93kg: Rick Monstro (92,5kg) x Leonardo Leleco (92,5kg)
Até 66kg: Vinicius Vina (66,1kg) x Eneas Gringo (65,7kg)
Até 84kg: Delson Pé de Chumbo (83,5kg) x Julio Gaúcho (83,8kg)
Até 57kg: Jennifer Maia (57,3kg) x Stephanie Bragayrac (59kg)*
Até 70kg: João Zefernino (71,8kg)* x Juliano Kuririn (70,5kg)
Até 77kg: Marcos Pirata (77,4kg) x Geraldo Luan Santana (77,3kg)
Até 61kg: Naldo Silva (61,3kg) x Arivaldo Carniça (61,2kg)

Card Preliminar
Até 66kg: Gustavo Wurlitzer (65,8kg) x David Valente (66,4kg)
Até 70kg: Antônio Paulo Nego (70,1kg) x Jackson Miranda (69,2kg)
Até 63kg: Felipe Machado (62kg) x Diego Shaolin (62,8kg) – Desafio de Kickboxing
Até 57kg: Isabelly Varela (57kg) x Priscila Ferreira (57,4kg)
Até 80kg: Sergio de Fátima (81,1kg)* x Cleiton Caetano (80kg)
Até 70kg: Rafael Sadan (73,7kg)* x Everton Toniazzo (70,5kg)
Até 70kg: Diego Vargas (70,2kg) x Killys Mota (70kg)
Até 93kg: Johnie Walker (92,7kg) x Ricardo Pandora (92,5kg)
Até 57kg: Eduardo Wellington (56,7kg) x Bruno Oliveira (57,9kg)*
Até 93kg: Junior Cesar (92,7kg) x Cristiano Diniz (92,7kg)

*Os atletas ultrapassaram o limite de peso combinado para seus respectivos duelos e foram multados em 30% no valor da bolsa paga para a luta.

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