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Luta Livre

Enviado por Fernando Rudnick, 24/02/17 4:20:07 PM
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O paranaense Saulo Cavalari, ex-campeão mundial de kickboxing, tenta retomar o cinturão dos meio-pesados do Glory nesta sexta-feira (24), em Chicago, nos Estados Unidos.

Chamado de Cassius Clay, o curitibano admite que quer vingança contra o russo Artem Vakhitov, responsável por roubar seu título em julho do ano passado, em Paris.

“Não tem como dizer que não tem [um sentimento de vingança]. Se ele ganhou uma e eu outra, agora vamos para uma melhor de três”, lembra Cavalari, que bateu o rival no Glory 20, em abril de 2015, em Dubai.

“Ele é muito rápido e inteligente. Não tenho de respeitar muito ele. Tenho que frustrá-lo  durante a luta”, completa o atleta de 28 anos, sobre sua estratégia de luta.

Além de Saulo, o card terá mais dois brasileiros no ringue. O também curitibano Ariel Machado encara o alemão Danyo Ilunga em uma das semifinais do Torneio dos Desafiantes. Já o paulista Anderson “Braddock” Silva enfrenta o romeno Benjamin Adegbuyi.

O evento, com dez lutas ao todo, começa às 21 horas. O canal Combate transmitirá as últimas cinco lutas a partir de 0h30, na madrugada desta sexta para sábado (25).

Glory 38 

Luta Principal (Meio-Pesado)

Artem Vakhitov vs Saulo Cavalari (BRA)

Co-Luta Principal (Meio-Médio)

Richard Abraham vs Antoine Pinto

Torneio do Desafiante (Meio-Pesado)

Danyo Ilunga vs Ariel Machado (BRA) – semifinal

Zack Mwekassa vs Zinedine Hameur Lain – semifinal

SuperFight Series

Benjamin Adegbuyi vs Anderson Silva (BRA) – Pesado

Catalin Moroşanu vs Maurice Greene – Pesado

Murthel Groenhart vs Thongchai – Meio-Médio

Pawel Jedrzejcyk vs Daniel Morales – Meio-Médio

Enviado por Fernando Rudnick, 13/02/17 6:20:51 PM

A academia CM System, de Curitiba, levou na última sexta-feira (11) três prêmios no “Oscar do MMA brasileiro” — o Prêmio Osvaldo Paquetá.

O baiano Luan Miau, de 22 anos, foi eleito o melhor lutador nacional de 2016. Já o ex-lutador do UFC e PRide, Cristiano Marcello, ficou a estatueta de treinador do ano.

Para completar, a CM System, fundada por Marcello na década passada, foi escolhida pelo público como a melhor equipe.

“O Oscar foi para Curitiba”, comemorou o técnico.

Ainda sobre a conquista do Oscar do MMA Brasileiro – O Prêmio Osvaldo Paqueta – onde tivemos a honra de conquistar três diferentes categorias: CMSYSTEM academia do ano, Cristiano Marcello treinador do ano e Luan Miau Santiago Lutador do ano! Still about winning the Brazilian MMA Oscar – Osvaldo Paqueta Award – where we had the honor of winning three different categories: CMSYSTEM academy of the year, Cristiano Marcello coach of the year and Luan Miau Santiago Fighter of the year! #OscarDoMMABrasileiro #PremioOsvaldoPaqueta #CMSYSTEM #EdgeEnergyDrink #SupplyLife #BlackBonesTattoo #FarmaciaDermatologicaRhelva #ClinicaSavytha #JohnyNavalha #MkeCycles #Ichibantherapy #BJJ #JiuJitsu #MuayThai #Boxe #MMA #BJJPosition #Ibjjf #Cbjj #CristianoMarcello

Uma foto publicada por cristianomarcello (@cristianomarcello) em

Enviado por Fernando Rudnick, 13/02/17 5:57:13 PM
Foto:  Jefferson Bernardes/ Inovafoto

Foto: Jefferson Bernardes/ Inovafoto

A paranaense Jessica Andrade vai disputar o cinturão peso-palha (até 52 kg) do UFC. Segundo o site Combate.com, a oportunidade de desbancar polonesa Joanna Jedrzejczyk será no dia 13 de maio, em Dallas, nos EUA.

Será a primeira vez desde dezembro de 2013 que um atleta natural (ou radicado) no estado tem entrará no octógono pelo título. Na oportunidade, Anderson Silva perdeu para Chris Weidman na fatídica noite em que fraturou a perna.

Ainda invicta na carreira, a campeã Joanna soma sete vitórias no UFC — 13 no total. Jessica, por outro lado, tem dez lutas no principal campeonato de MMA, com sete vitórias e três derrotas. O cartel completo da brasileira mostra 16 vitórias e cinco derrotas.

Após descer de categoria, Bate Estaca encaixou três vitórias seguidas e ótimas performance.

O UFC 211 terá o duelo de pesados (até 120 kg) entre Stipe Miocic e Junior Cigano como luta principal. Na mesma categoria, Fabrício Werdum e Ben Rothwell devem decidir quem será o próximo desafiante.

Enviado por Fernando Rudnick, 10/02/17 2:37:56 PM

Depois do UFC 198, em maio do ano passado, Curitiba parece ter entrado de vez na rota dos eventos internacionais de MMA.

Prova disso é que o Brave Combat Federation, baseado no Bahrein, escolheu a cidade para sua primeira incursão internacional, com o Brave 3, no dia 18 de março.

Um dos príncipe do país do Oriente Médio, Khalid Bin Hamad Al Khalifa, é o idealizador do campeonato. Fã de esportes de combate, ele até lutou MMA amador.

As lutas serão no Ginásio Max Rosenmann, em São José dos Pinhais, mas toda a logística e promoção será feita na capital paranaense. Por isso, o nome de Curitiba é o que aparece.

O ginásio recebe 3800 sentadas, mas com as cadeiras na quadra e outra estrutura temporária que será montada no local, a expectativa de público é de 5 mil pessoas.

O combate principal será entre Lucas “Mineiro” Martins (ex-UFC) e Paulo “Bananada” Gonçalves.

Enviado por Fernando Rudnick, 02/02/17 6:56:30 PM
Foto: UFC/Divulgação

Foto: UFC/Divulgação

Por incrível que pareça, a paranaense Jéssica Andrade não teve dificuldade em recusar a luta mais importante de sua carreira — e que persegue desde que ingressou no UFC, em 2013.

No fim do ano passado, a lutadora natural de Francisco Beltrão teve a disputa de título do peso-palha (até 52 kg) na mão. Ela desafiaria a polonesa Joanna Jędrzejczyk, campeã absoluta do evento.

Disse não.

“Na verdade, não foi uma decisão muito difícil”, revela a atleta de 25 anos, que luta neste sábado (4) contra a americana Angela Hill no UFC Houston.

Se conquistar a terceira vitória seguida na categoria, “Bate Estaca” deve pavimentar seu caminho até a campeã de qualquer forma.

“A maioria acha que quando se tem a oportunidade, é preciso agarrar com as duas mãos. Eu pensei diferente. Quando entrei na categoria [antes ela lutava no 61 kg] e venci a primeira por nocaute e a segunda por finalização, muita gente falava que ainda não estava na hora de eu lutar pelo cinturão. Mas o maior problema foi financeiro. Para lutar com a Joana, teria de ter um camp de treinos muito bom”, explica.

O dilema era o seguinte: apesar de uma luta pelo título garantir a maior bolsa da carreira da paranaense, no momento ela não tinha o dinheiro para fazer a preparação que considera ideal. Para encarar a campeã, ela precisaria investir pelo menos R$ 50 mil, diz.

“Teria de contratar novos sparrings, alguém que tenha o jogo parecido com o da Joanna. E provavelmente teria fazer um camp de um mês na Tailândia para praticar o muay thai”, conta.

Quatro anos atrás, Bate Estaca estreou no UFC recebendo US$ 8 mil brutos em sua derrota para Liz Carmouche. Na última vez em que entrou no octógono, a brasileira embolsou US$ 23 mil, valor que dobrou com vitória sobre Joanne Calderwood, totalizando US$ 46 mil.

Longe de estar rica, ela garante que somente agora está começando a fazer sua independência financeira. Conseguiu comprar sua casa, por exemplo.

“Como nunca tive dinheiro, vim da roça, de família de classe média baixa, ajudei muita gente quando entrei no UFC. Pegava dinheiro emprestado e pagava quando lutasse. Não sobrava muita coisa. Agora que comecei a ter estabilidade”, ressalta a atleta, que trabalhava na roça até os 18 anos.

Mirando o título

Jéssica está ciente que sua recusa não a atrapalhou na perseguição ao cinturão. Se bater Hill, ela deve ser a próxima escolhida.

“Tenho que vencer a Angela para lutar pelo cinturão. Mas o foco já está um pouco na Joana”, admite.

“Quando eu tiver a oportunidade, será uma luta muito boa. Ela pode me dar mil socos que não vai me derrubar. Vai bater até desistir. Tenho queixo forte. E quando minha a minha mão entrar vou arrebentar”, avisa a baixinha de 1,57 m.

Enviado por Fernando Rudnick, 06/01/17 2:45:30 PM

O paranaense Maurício Shogun Rua já tem data para voltar ao octógono do UFC. O lutador de 35 anos foi confirmado no UFC Fortaleza, no dia 11 de março, contra o americano Gian Villante.

O meio-pesado (até 93 kg) vem de duas vitórias consecutivas na categoria, ambas lutando no Brasil. Em agosto de 2015, ele derrotou Minotouro Nogueira por decisão unânime. Em maio no ano passado, Shogun lutou em casa, em Curitiba, bateu o americano Corey Anderson por decisão dividida.

Villante é o sétimo colocado no ranking da divisão e principal sparring de Chris Weidman, ex-campeão dos médios (até 84 kg).

O UFC Fortaleza, um dos três eventos programados para o país em 2017, terá Victor Belfort contra Kelvin Gastelum como luta principal. Outra luta confirmada é entre Edson Barboza e Beneil Dariush.

Enviado por Fernando Rudnick, 03/01/17 7:46:55 PM

UFC 207: Nunes v Rousey

Ronda Rousey não era mais campeã do UFC quando tentou tirar o cinturão de Amanda Nunes, mas ganhou 15 vezes mais do que a adversária, responsável pela derrota mais dura de sua carreira.

A americana foi nocauteada em 48 segundos na madrugada do último sábado (31), em Las Vegas. Pelo tempo que ficou no octógono, levou para casa US$ 3 milhões, cerca de R$ 10 milhões. A Leoa, por outro lado, ficou com US$ 200 mil, ou seja, aproximadamente R$ 660 mil.

Os valor foram divulgados pela Comissão Atlética de Nevada nesta terça (3) e não levam em consideração extras, como bônus de pay-per-view, que alguns atletas recebem em lutas importantes.

O montante recebido por Ronda iguala a quantia que o irlandês Conor McGregor levou no UFC 205.

Veja quanto cada lutador recebeu no UFC 207

Amanda Nunes (US$100,000 + US$100,000 = US$200,000) derrotou Ronda Rousey (US$3,000,000)

Cody Garbrandt (US$200,000) derrotou Dominick Cruz (US$350,000)

T.J. Dillashaw (US$100,000 + US$100,000 = US$200,000) derrotou John Lineker (US$43,000)

Dong Hyun Kim (US$67,000 + US$67,000 = US$134,000) derrotou Tarec Saffiedine (US$40,000)

Ray Borg (US$12,600 + US$18,000 = US$30,600) derrotou Louis Smolka (US$37,400)

Neil Magny (US$67,000 + US$47,000 = US$114,000) derrotou Johny Hendricks (US$80,000)

Antonio Carlos Junior (US$21,000 + US$21,000 = US$42,000) derrotou Marvin Vettori (US$12,000)

Alex Garcia (US$18,000 + US$18,000 = US$36,000) derrotou Mike Pyle (US$55,000)

Niko Price (US$12,000 + US$12,000 = US$24,000) derrotou Brandon Thatch (US$22,000)

Tim Means (US$35,000) vs. Alex Oliveira (US$28,000) (Luta sem resultado)

Enviado por Fernando Rudnick, 01/01/17 11:41:12 AM
Foto: AFP

Foto: AFP

Ronda Rousey pode ter perdido em 48 segundos para Amanda Nunes na madrugada do último sábado (31), mas ela não passou tanta vergonha como eu.

Publiquei no blog após a luta que o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, havia provocado a atleta de 29 anos no Twitter pelo nocaute que possivelmente levará sua aposentadoria. Mas por ironia do destino, quem havia ironizado Rousey foi um perfil abertamente fake do político falastrão.

Me enganei e só posso pedir desculpas. Deveria ter feito antes, inclusive. O erro foi percebido quase que de imediato. Deletei o post, mas, de novo, por alguma ironia ou lição a ser aprendida, a notícia errônea permaneceu viva no cache do Google.

Inclusive, por falta de aviso da minha parte (por achar que o post havia sido deletado), foi parar na capa do site da Gazeta do Povo por um tempo.

Novamente, reitero minhas desculpas a quem leu a notícia. Falhei em algo bastante simples, que era checar a veracidade do perfil. Já de madrugada, ao ver mais de mil retweets nos comentários, embarquei.

O perfil correto é @realDonaldTrump. O falso é @realDonaldTrunp. Um N de diferença.

Trump e Ronda já tiveram uma rixa pública no passado e isso bastou para eu cair na armadilha.

Não foi meu primeiro erro, nem será o último. É assim que se aprende da forma mais dura. Talvez a mais eficaz. Pretendo continuar acertando mais do que errando para resgatar a credibilidade que perdi em pouco mais de 48 segundos.

Fernando Rudnick

Enviado por Fernando Rudnick, 31/12/16 3:54:19 AM
Foto: APF

Foto: APF

48 segundos. Amanda Nunes precisou de 48 segundos para acabar com a lenda de Ronda Rousey no UFC.

A ex-campeã foi nocauteada em pé pela baiana de Pojuca na madrugada desse domingo (31), em Las Vegas, e deve se aposentar após a segunda surra seguida no octógono.

A americana voltava a lutar pouco mais de um ano após perder sua invencibilidade ao ser nocauteada por Holly Holm no UFC 193. A judoca, que chegou a pensar em suicídio por não saber lidar com o resultado, deve dedicar-se totalmente à carreira de atriz.

Amanda, a Leoa, furou a guarda de Rousey com facilidade. O resultado foi imediato. A americana sentiu os socos e ficou com o rosto avermelhado. Ao continuar recebendo os ataques, ela só não desmoronou porque o árbitro Herb Dean interrompeu o combate.

O rugido foi forte.

“Esqueçam a Ronda Rousey. Ela vai fazer filmes agora e se aposentar”, bradava Amanda após a luta, claramente irritada com a maneira que o duelo foi promovido pelo UFC. Ronda comandou toda a publicidade do campeonato, que ao mesmo tempo liberou a americana de participar das atividades obrigatórias de mídia na semana da luta.

“Ela fez muito pelo esporte. Ela era a campeã, mas agora eu sou a campeã. E estou aqui para ficar”, completou a baiana, de 28 anos.

Outra diferença de tratamento entre as atletas ficou clara na bolsa para a luta. Ronda recebeu US$ 3 milhões para lutar. A brasileira não ficou nem com um terço desse valor.

Dessa vez. Agora todo mundo conhece a Leoa.

Foto: AFP

Foto: AFP

Enviado por Fernando Rudnick, 31/12/16 2:41:24 AM
Foto: AFP

Foto: AFP

O paranaense John Lineker não resistiu ao wrestling do americano TJ Dillashaw.

O lutador de Paranaguá, que estava a uma vitória de ser o novo desafiante dos galos (até 61 kg), perdeu por decisão unânime no UFC 207, na madrugada desse domingo (31), em Las Vegas (EUA).

Conhecido por sua agressividade, Lineker pouco mostrou seu jogo. Muito preocupado com o adversário, optou por não persegui-lo no octógono. Mesmo assim, não conseguiu evitar as quedas e foi derrubado diversas vezes nos três rounds.

Por baixo, foi muito castigado, mas não a ponto de ser nocautado. O Mão de Pedra, aliás, nunca beijou a lona na carreira.

A velocidade e o condicionamento físico do americano também fizeram diferença para a terceira derrota do brasileiro no UFC. Ele vinha de seis vitórias consecutivas e tinha dez triunfos no campeonato desde 2012.

Na apimentada luta entre Dominick Cruz e Cody Garbrandt, a categoria conheceu novo campeão. Cruz, que só tinha um revés na carreira, para Urijah Faber, em 2007, foi dominado pelo desafiante e desafeto.

Dono de mãos pesadas e de um boxe de alto nível, Garbrandt aplicou vários knockdowns e inclusive zombou na cara do adversário antes de conquistar uma tranquila vitória por decisão unânime.

Foto: AFP

Foto: AFP

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