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Educação e Mídia

Enviado por InstitutoGRPCOM, 04/02/16 10:47:12 AM
(Foto: Acervo)

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O ano letivo está prestes a começar e muitos pais ficam ansiosos e preocupados: será que meu filho vai se adaptar? Gostará da escola? Como lidar com choros e reclamações? Mesmo para crianças que já frequentam a escola, a volta às aulas pode ser um momento sensível, de separação da família e, para os mais velhos, retomada de responsabilidades com tarefas e horários. Especialistas apontam que, para que a criança esteja segura e tranquila, os pais precisam ter certeza de sua escolha: tanto de matricular o filho quanto pela escola.

Mas, o que deve ser levado em consideração para a escolha? A primeira, e mais importante delas, é a metodologia. Os pais precisam concordar e conhecer a metodologia proposta pela escola, pois hoje há várias opções com particularidades diferentes. Outra ação importante é pesquisar sobre os valores que a escola carrega em sua missão, pois isso é transmitido na hora de ensinar e receber alunos e funcionários. Estes valores devem estar de acordo com o que os pais acreditam e vivem, para que haja um reforço em casa e para que a família fique mais segura da escolha que fez.

Transição

Em algumas fases há uma tensão ainda maior, seja porque a criança passa por mudanças físicas (puberdade e adolescência) ou porque há um aumento no número de professores em sala e a aproximação do vestibular.

A transição entre jardim de infância e ensino fundamental, ou do ensino fundamental para o ensino médio está recheada de expectativas e desafios impostos para a escola, para a família e, principalmente, para a criança. Criar um ambiente seguro e estável emocionalmente é a principal contribuição que os pais podem oferecer nesta fase. Por este motivo é importante que a família esteja próxima da escola, acompanhe a rotina e se esforce para cumprir com os compromissos escolares.

Avaliação da adaptação

Mas e se a criança realmente não se adaptou? Mesmo que isso dificilmente aconteça é importante estar atento aos sinais que o filho dá. Pode ser falta de estímulo nas atividades escolares, alterações no sono, no apetite, entre outros. Veja outras dicas para ajudar no processo de adaptação:

– Pergunte ao seu filho como foi o dia na escola. Isso demonstra que você se interessa pela vida escolar dele.

– Não há uma regra única em relação ao tempo de adaptação, mas a criança pode levar até um mês para adaptar-se ao novo ambiente.

– É normal se a criança começa a chorar só a partir do terceiro ou quarto dia de escola. É quando eles percebem que passarão a frequentar a escola diariamente.

– Tenha segurança na sua escolha.

– Avalie a agenda semanal de atividades, pois muitas crianças ficam sobrecarregadas com o excesso de funções, horários apertados, aulas extraclasse, entre outros.

– Acompanhe as tarefas do seu filho e conheça a programação da escola

– Estabeleça uma parceria com a escola e procure se reunir com os professores antes das aulas iniciarem. Vá conhecer a estrutura, se familiarize com o material didático e tenha certeza na escolha da escola em que seu filho está matriculado.

– Sua ansiedade pode prejudicar seu filho. É importante transmitir calma e segurança.

– Aproveite o momento para incentivar a autonomia da criança e comemore suas conquistas. Oriente sempre que for necessário.

*Artigo escrito por Juliana Boff, coordenadora do Integral e Ensino Fundamental 2 do Colégio Sion. A profissional colabora voluntariamente com o Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 02/02/16 10:30:16 AM
(Imagem: Divulgação)

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“Considero bastante importante as atividades do Terceiro Setor, sobretudo porque elas permitem hoje redesenhar as esferas de atuação do Estado, que se mostrou historicamente ineficaz no país.” ROSENFIELD, Denis.

Aos já calejados protagonistas das associações e entidades sem fins lucrativos a leitura dessa frase mostra a verdadeira essência do terceiro setor. Porém, como conscientizar mais de 200 milhões de brasileiros marcados por décadas de corrupção? Como diferenciar ONG’s legitimas das imorais? E acima de tudo, como mudar a cultura de doação no Brasil?

Existe uma infinidade de ONG’s no Brasil. E proporcionalmente a elas existem um número maior ainda de pessoas que não tem conhecimento de sua existência, o que fazem ou como atuam. É regra, só sabemos da existência dessas instituições quando procuramos por trabalho voluntario ou quando a instituição atinge impacto e atuação nacionais.

Recentemente, no Brasil, iniciou-se um movimento pela cultura de doação, o Dia de Doar.  A ideia é ressaltar a importância de ter uma sociedade ativamente envolvida com o terceiro setor, tornando-as promotores e agentes de transformação, seja participando de campanhas de doação ou tornando-se um investidor social. O Dia de Doar é produto da necessidade de marketing e enfoque nesse setor, que apesar de ser responsável por grande parte da mudança social do país, é negligenciado e esquecido.

É evidente e inevitável a tendência de, cada vez mais, ONG’s abraçarem o setor de marketing como parte fundamental para seu crescimento. Seja através de uma equipe interna ou por meio de parcerias e terceirização do serviço. Diferentemente de uma empresa comum, estas instituições precisam vender uma causa. E para isso precisam que as pessoas simpatizem e se identifiquem com a mesma. Vender algo que não é necessidade direta do consumidor, ou seja, não é um problema que ele precisa solucionar para continuar vivendo – como por exemplo a melhoria de escolas especializadas – é desafiador.

Para vencer esse obstáculo é necessário entender a importância do marketing e como ele pode mudar o futuro da instituição. É preciso estabelecer um bom planejamento de marketing, trabalhar com metas. Não apenas definir, mas conhecer o público ideal de atuação – o que o cativa, com o que ele se importa. Para assim, transmitir uma mensagem clara do que a instituição faz e como ela atua na resolução do problema abordado. E lógico, fazer com que toda essa informação chegue ao público de forma mais simples, direta e acessível do que a crua citação de um filósofo.

E você, está convencido a usar técnicas de marketing e comunicação para catalizar sua causa?

*Artigo escrito por Ana Carolina Medeiros. Estudante de Design Gráfico da UFPR, é assistente de marketing na  ASID Brasil (Ação Social para Igualdade das Diferenças), ONG que trabalha para aprimorar a gestão das escolas gratuitas de educação especial, resultando na abertura de vagas e melhoria da qualidade de ensino. A ASID colabora voluntariamente com o Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 29/01/16 11:23:41 AM
(Foto: Brunno Covello)

(Foto: Brunno Covello)

Há alguns anos o aperfeiçoamento das tecnologias vem sendo massivamente explorado por pesquisadores de todos os cantos do mundo. Desde então surgem inúmeras amostras de avanços com todos os tipos de materiais. Porém, algo está quebrando a cabeça dos pesquisadores: quem vai continuar com esse trabalho? Esta dúvida gerou uma iniciativa global batizada de “Robótica Educacional”, uma tentativa de despertar o interesse das crianças pela produção de tecnologia de ponta.

Trata-se de um processo educacional simples que pode ser aplicado nas escolas, com crianças e adolescentes de variadas idades. O propósito é estimular o raciocínio lógico e motivá-los a aprender programação desde pequenos. Levando em conta a pré-disposição das crianças ao aprendizado de novos saberes por ser uma idade de muita descoberta, como atestamos com o ensino de línguas estrangeiras por exemplo, porque não elevar o estímulo também à área de programação?

Os subterfúgios utilizados são extremamente flexíveis (mesmo), vão de materiais recicláveis de computadores antigos a peças de sucata. Além disso, basta ter uma máquina capaz de rodar um software para a programação e pronto, um projeto já pode ser desenvolvido com criatividade e disposição. O que antes iria para o lixo, agora pode se transformar em coisas incríveis saídas da mente dos alunos.

O caminho para levar este tipo de prática às escolas ainda é um pouco complicado, muitos educadores torcem os narizes e não aceitam muito bem a ideia de trabalhar com certos encartes e manuais por requerer um nível de atenção e dedicação muito maior, ou simplesmente por indisposição a sair de suas zonas de conforto, “eu já estacionei meu carro há muito tempo nesta vaga”. Isso é um pouco frustrante para educadores inovadores e profissionais de computação, pois é um aprendizado que, se incentivado desde cedo pode contribuir e muito para o futuro do país e que está sendo deixado de lado.

Para aqueles que encaram de cabeça erguida o desafio de educar, a recompensa é incrível. Ver o brilho nos olhos das crianças após concluir seu projeto de “fazer uma barata robô andar sozinha”, por exemplo, faz com que tenhamos ainda mais vontade e esperança no futuro. Mais do que para as crianças, para os profissionais que se aventuram e são expostos a comentários recompensadores do tipo “da próxima vez vou fazer um robô T-Rex” isto representa um estímulo convidativo ao aperfeiçoamento de suas aulas e integração dos conteúdos do quadro com os da tela do computador.

Então, eu me pergunto o porquê de tão poucos projetos desta natureza serem realizados e, menos ainda reconhecidos. O Brasil é, por si só uma nação criativa e a impressão é a de que isto é pouco explorado. Projetos autônomos e alguns em parcerias com ONG’s e institutos estão trazendo um pouco disso para a nossa realidade, mas, muito ainda deve ser feito para que possa ser realmente consolidado. Bem, eu acredito que um dia talvez possamos ter programação como uma matéria curricular, assim como matemática, português, porque não?

*Artigo escrito por Lucas H. Lang Pszysiezny, técnico em Informática e colaborador do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM). Twitter: @Langger_ . Lucas contribui voluntariamente no blog Educação & Mídia.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 28/01/16 10:02:00 AM
Acalantos de além-mar – CMEI Secr. de Educação de Curitiba

Acalantos de além-mar – CMEI Secr. de Educação de Curitiba

Acalmar, gerar aconchego e segurança, quietar o choro e adormecer: razões pelas quais a prática do acalanto existe. O acalanto é uma modalidade de canto presente na relação de pais e filhos pequenos, um fenômeno cultural que perpassa os tempos e vigora nas mais distintas sociedades humanas. O ritmo repetitivo, o embalo cadenciado e a presença continuada de uma voz conhecida que preenche o silêncio da noite tranquilizam a criança, que adormece. Isso permite que os pais voltem aos seus afazeres ou ao seu sono noturno. Assim, o ato de acalentar resolve problemas do cotidiano ao mesmo tempo em que pode ajudar a estreitar os vínculos de confiança e afeto entre adultos e crianças.

É algo encantador poder cantarolar aos nossos filhos ou alunos aquelas cantigas que um dia alguém cantou para nós. A memória de algo que nos pertenceu na mais tenra infância é sempre carregada de significados. Quando a exploramos é como se pudéssemos ressignificar aquele contexto antigo, reavivando sensações. As canções tradicionais da infância são como meios condutores de afeto. É como se a afetividade armazenada nestas “memórias” pudesse irromper no ato de cantarolar para ser novamente elaborada e transmitida aos mais novos que, futuramente, replicarão às próximas gerações.

Nesse sentido, podemos compreender que Música é linguagem e, como tal, provoca ou expressa ideias e sentimentos. O que transmitimos por meio da música pode ser interpretado, assimilado e transformado pelos outros. A música pode ser sentida ou praticada a qualquer tempo e em qualquer espaço. Às vezes, mesmo que não queiramos, lá está ela repercutindo em nossa mente. Quem nunca falou: ‘Essa música não me sai da cabeça’. Podemos cantar em diversos contextos, trocando a fralda do neném, preparando o café da manhã, dirigindo o carro com as crianças no banco de trás, dando banho nelas, iniciando uma aula, explicando um conteúdo, dando uma lição de moral etc.

As canções que sugerem movimento e são de fácil assimilação ganham força na primeira infância. Antes de 1 ano de idade, por volta dos 10 meses, os bebês já estão bem próximos de repetir ritmicamente alguns movimentos com as mãos e os braços, sentindo e dominando por alguns instantes a pulsação da música. Por isso, o uso de cantigas que permitem brincar com movimentos que se repetem é indicado. Canções acumulativas, cantigas de roda e parlendas de levantar e cair, abaixar e subir, esconder e achar favorecem o desenvolvimento da criança. São uma espécie de tecnologia da educação informal da qual não podemos abrir mão na formação da sensibilidade, da percepção sensório motora e da sociabilidade das crianças.

As palavras e a poética dessas cantigas condensam em si o esforço criativo de gerações que ao longo dos tempos encontraram formas de acomodar, entreter e ensinar crianças. São invenções coletivas em constante transformação que tendem a ser transformadas de tempos em tempos. Nessas composições anônimas se acoplam comumente outras tantas formas expressivas, como a dança e  o teatro. Uma cantiga tradicional pode virar uma brincadeira de roda que inclui teatralização e coreografia. A tradição oral brasileira produziu centenas de canções cuja métrica e cuja poética inspiraram a formatação de verdadeiros folguedos folclóricos infantis, como é o caso de “A linda Rosa Juvenil”, “Terezinha de Jesus” e “Pai Francisco entrou na roda”.

Diante dessa diversidade de elementos expressivos, podemos crer que as cantigas tradicionais cumprem com a função de inserir a criança em um mundo ritmado em que é preciso ouvir o outro, esperar a vez, coordenar voz e movimento tendo que perceber as vozes e os movimentos coletivos. Assim, o desenvolvimento musical que se inicia com a apreciação do Acalanto nos bebês, e que se aprimora mais tarde com as brincadeiras tradicionais em roda, pode favorecer outras habilidades que também dependem da percepção do outro e do trabalho coletivo, contribuindo para a inserção social e profissional do indivíduo na sociedade.

Para quem quiser conhecer uma forma curiosa de brincar com o jeito de cantarolar essas cantigas, fica aqui um link como sugestão, que mostra uma atividade sendo desenvolvida com alunos dos Centros Municipais de Educação de Curitiba: https://youtu.be/_9q8psErxKg

*Artigo Escrito por Nélio Spréa. Doutorando e Mestre em Educação pela UFPR – Universidade Federal do Paraná, Graduado em Música pela FAP – Faculdade de Artes do Paraná, Palestrante e Diretor da Parabolé Educação e Cultura, que desenvolve projetos culturais de interesse social e educacional. O profissional colabora voluntariamente com o Instituto GRPCOM no Blog Educação & Mídia.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 26/01/16 3:38:31 PM
(Imagem: freepik)

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Computador, smartphone, tablet, MP3 player, videogame e muito mais. Realizada em dez países, a pesquisa Digital Diaries, realizada pela AVG Technologies, mostrou que 66% das crianças entre 3 e 5 anos conseguem operar jogos de computador, 47% sabem utilizar um smartphone e 62% ligam o computador. Os novos aparelhos eletrônicos se tornaram indispensáveis para a vida moderna, mas, como um antigo ditado já diz, “tudo que é demais faz mal”. Com a tecnologia, não seria diferente e, por isso, o uso consciente e responsável é a melhor saída.

Para que as ferramentas não dominem nossas vidas e relações em excesso, o assunto precisa ser trabalhado em lares, empresas e escolas. Hoje, é muito comum nos depararmos com crianças pequenas conectadas a celulares ou outros dispositivos, revelando pouco interesse em desligarem-se. Além disso, a saúde de nossos pequenos também está em jogo. Um relatório divulgado pela agência britânica Public Health England indicou que crianças que passam mais de quatro horas conectadas diariamente são mais propensas a desenvolverem problemas de saúde mental, como depressão, ansiedade e baixa autoestima.

No contexto educacional e pedagógico, não se pode deixar de incorporar as novas linguagens ao processo de aprendizagem. Com elas, tornamos as aulas mais dinâmicas e interativas, mas é preciso cuidado. O aluno deve saber diferenciar entretenimento de conhecimento e respeitar o limite da utilização dos recursos em sala. Nem tudo que está online agrega conhecimento e, nesse cenário, o professor assume o papel de guia, orientando estudantes a utilizarem as ferramentas com consciência e a buscarem informações de qualidade para, então, refletir sobre elas.

Podemos citar como exemplo um projeto realizado pelo Núcleo de Ensino da Universidade Estadual de São Paulo, a Unesp, com 400 estudantes de oito turmas de 2o e 3o ano da Escola Estadual Bento de Abreu, em Araraquara (interior de São Paulo). Durante dois anos, as aulas de matemática e física foram divididas entre expositivas e atividades com o que os pesquisadores chamaram de “objetos de aprendizagem”, que consistiam em recursos tecnológicos como animações, jogos ou simulações. Como resultado, o uso das ferramentas tecnológicas educativas melhorou em 32% o rendimento dos alunos em comparação aos conteúdos trabalhados de forma expositiva. Aqueles com média cinco, ou abaixo desse valor, melhoraram em 51% seu desempenho nessas disciplinas.

Além de oferecer acesso ao advento tecnológico, a escola precisa ter professores capacitados para utilizar as ferramentas como um complemento, sabendo adequá-las ao conteúdo e à didática, a fim de criar uma aula inovadora, interativa e instigante. Sem isso, de nada adianta o colégio adquirir tablets, projetores multimídia ou lousas digitais, por exemplo.

A escola necessita da tecnologia, mas também precisa estar conectada com a realidade de estudantes e professores. Assim, unidos, eles trazem consigo inúmeras possibilidades de trabalho e formam times capazes de promover verdadeiras transformações. Com parcimônia, disciplina, foco e responsabilidade, a escola consegue incluir a tecnologia de forma gradual e positiva em seu processo pedagógico. O principal é pensarmos juntos sobre como conseguir isso sem destituir o aluno de sua capacidade de raciocinar e refletir. E esse objetivo alcançamos com a prática e a observação.

*Artigo escrito por Esther Cristina Pereira, psicopedagoga, diretora da Escola Atuação e vice-presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.  

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 19/01/16 9:50:35 AM
(Foto: Divulgação)

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O Brasil vive um momento delicado, marcado pelas crises fiscal e política. Ao longo de 2015, os indicadores de desempenho da economia brasileira caíram e as expectativas atuais de mercado apontam retração do PIB (Produto Interno Bruto). Com dificuldade em elevar as receitas, o Governo teve de conter gastos e aumentar a carga tributária.

Fazendo um recorte para a educação, os ventos também não são favoráveis. No discurso de posse do segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff lançou o slogan “Brasil, Pátria Educadora”. Porém, nota-se que as ações não deram sustentação ao lema: o Ministério da Educação (MEC) perdeu 10% do orçamento em 2015 havendo, portanto, corte de programas, atraso nos pagamentos e trocas de ministros da pasta.

Mas o que nós, do Colégio Marista Arquidiocesano, temos a ver com isso? Tudo e mais um pouco. O primeiro ponto a considerar é que Educação pressupõe esperança e esperança pressupõe otimismo. Parece difícil diante do cenário atual, mas temos que continuar no árduo trabalho de preparar os jovens para este País, o nosso Brasil.

Como sabemos, educação é trabalho de formiguinha e começa desde cedo, porém é extremamente contagiante. Quando observamos, em nossa instituição de ensino, crianças com apenas 6 anos preocupadíssimas com a crise hídrica em São Paulo, pedindo para as professoras organizarem uma campanha interna de conscientização – que ganhou o nome “Água, um recurso em escassez” – percebemos que estamos no caminho certo.

Quando observamos um aluno como Pedro Henrique Beck Le Bihan, do Ensino Fundamental II, selecionado para ser “vereador por um dia” na Câmara Municipal de São Paulo por ter elaborado um projeto para minimizar os altos índices de analfabetismo no Brasil, acreditamos que o Brasil tem jeito.

Outro projeto com viés de cidadania que nos enche de esperança é o Órbitas Urbanas, no qual jovens do Ensino Médio vivenciam um trekking urbano pela região central interagindo com a cidade. Na edição de 2015, os estudantes fizeram passeio ciclístico pela ciclofaixa de lazer até o centro de São Paulo. O Arqui também estabeleceu parceria com o Instituto Cicloativo do Brasil e apoiou a ONG na campanha “Duas rodas para o Natal 2015” para arrecadar bicicletas a crianças carentes.

Quando analisamos os dados da “Campanha Natal Solidário” do Marista Arquidiocesano, começamos a crer que podemos ser, de fato, uma Pátria Educadora. Nesta ação, alunos, pais, professores e toda a comunidade educativa Marista arrecadaram brinquedos, contemplando novos e usados, panetones, doces e sacolinhas com vestuário completo, que foram distribuídos para diversas entidades.

Nossa conclusão é a de que não queremos ser uma ilha de prosperidade, queremos ser disseminadores de valores que perdurem. Vamos juntos nos tornar corresponsáveis para que a educação esteja entre as prioridades dos governantes e dos cidadãos de modo geral. Um excelente 2016 para todos!

*Artigo escrito por Valentin Fernandesdiretor do Colégio Marista Arquidiocesano, da Rede de Colégios do Grupo Marista. O Grupo Marista é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia. 

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 12/01/16 11:00:26 AM
(Imagem: divulgação)

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O uso de dispositivos de comunicação com base em tecnologia digital, ‘mídias digitais’, como computadores, notebooks, celulares, entre outros, facilitam o registro, a busca, a troca e a divulgação de dados e informações. A aplicação destes recursos encontra-se disseminada em todos os setores, tempos e espaços da sociedade na atualidade: na indústria, no comércio, na prestação de serviços, até mesmo nos ambientes escolares, familiares e espaços diversos como praças, parques, praias e montanhas. Tal mobilidade foi potencializada com o aperfeiçoamento dos dispositivos móveis, a qual permite que o usuário destas tecnologias tenha possibilidade de acesso a recursos de comunicação, onde quer que esteja, em todo o tempo.

São numerosos os tipos de aplicação que se pode ter dos recursos tecnológicos disponíveis: simular visitas a museus do outro lado do planeta, passear por uma praia longínqua, e até mesmo fazer procedimentos cirúrgicos a longa distância com a aplicação real de dispositivos de alta complexidade na área da medicina. São evidentes os benefícios produzidos pelo uso das mídias digitais, os quais poderiam compor uma lista enorme de exemplos.

Mas, há de se ponderar, que o uso das tecnologias de informação e comunicação não traz apenas benefícios para a criança, o adolescente, o jovem, o adulto e para o idoso, infelizmente. Riscos e danos podem ser produzidos para a saúde e integridade física (sedentarismo, …) e psíquica (dependência tecnológica, …), para o processo de aprendizagem (déficit de atenção, …), para as relações familiares e para a segurança individual e social (ciberbullying, …), efeitos que podem ser produzidos e/ou potencializados pelo uso desmedido, incoerente e tolo destas tecnologias.

Destacamos um dos prejuízos mais evidentes do uso contraditório das tecnologias na sociedade, o isolamento. Ao mesmo tempo em que o uso das mídias digitais pode aproximar as pessoas, pode distanciá-las, severamente. Principalmente, quando não há equilíbrio do tempo de uso das tecnologias em relação a outras atividades humanas que também podem contribuir para o desenvolvimento e bem-estar humano, como a leitura calma e linear de mídias impressas, o toque de um instrumento musical, o passear ao ar livre, o brincar com o animal de estimação, o cozinhar em família, ou simplesmente, conversar ‘olho no olho’ com familiares e amigos, cenas que são cada vez mais raras na atualidade, mas que podem ser resgatadas, para a aquisição da almejada sabedoria de se bem viver.

O tempo e o momento destinados para o uso das tecnologias, em detrimento a outras atividades diariamente, estão fora do controle de muitos. Por isso, é emergente estabelecer mecanismos que possam conduzir à reflexão para a sábia aplicação das tecnologias e, principalmente, ao resgate das relações humanas, das relações familiares, das relações de amizade, às quais podem, evidentemente, ocorrer por meio de dispositivos digitais, mas não de forma preponderante no dia a dia, a cada instante. Nada substitui um abraço caloroso de um familiar e/ou amigo, e uma boa conversa em família e entre amigos, sem quaisquer interferências tecnológicas.

É hora de pensar e refletir sobre ‘como’ tornar complacente e sábio o uso das mídias digitais, a favor do bem estar humano e social, como contribuição ao alcance de um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS-3) das Nações Unidas: “Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades”!

*Artigo escrito por Cineiva Tono. Doutora em Tecnologia (UTFPR), Mestre em Educação (UFPR), Presidente do Instituto Tecnologia e Dignidade Humana, Membro da Comissão da Criança e do Adolescente – OAB/PR e do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade (PNUD Brasil). A profissional colabora voluntariamente com o Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 08/01/16 9:45:16 AM
(Imagem: Divulgação)

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Os desafios que permeiam a educação no Brasil são diversos desde a infraestrutura até a qualidade de ensino dedicada aos alunos das escolas. O reflexo disso é a posição do país no ranking mundial de qualidade de educação, realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Entre os 76 países avaliados, o Brasil ocupa a 60ª posição.   Colocação que coloca o país entre os piores do mundo a frente apenas de outros países da América do Sul, como Argentina e Colômbia e países do continente africano como Gana e África do Sul.

Porém, um novo movimento vem ocorrendo nos últimos anos no Brasil para mudar esta realidade: o empreendedorismo social. Segundo a Ashoka, organização pioneira nesta área no mundo: “os empreendedores sociais são indivíduos com soluções inovadoras para os problemas sociais mais prementes da sociedade. São ambiciosos e persistentes, enfrentando as grandes questões sociais e propondo novas ideias de mudança em larga escala”. No Brasil, os jovens cada vez mais estão se dedicando a novos empreendimentos sociais para transformar a realidade do país.

As inovações para tal mudança vão desde plataformas de crowdfunding focadas em escolas públicas até programas de voluntariado corporativo. Um exemplo é o Programa de Voluntariado premiado na última edição do Prêmio Ser Humano da ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos: uma parceria entre a ASID – Ação Social para Igualdade das Diferenças e a empresa de Gestão e Tecnologia Pelissari, no qual voluntários desta capacitavam diretoras de Escolas de Educação na Modalidade Especial na área de liderança com os conhecimentos empresariais que possuem. Este resultado impacta diretamente a qualidade de ensino gerado pelas escolas, uma vez que diretoras com competências em liderança bem avaliadas tem uma correlação direta com uma boa atuação do professor em sala de aula.

Este é só o começo de inovações que irão surgir para melhorar a qualidade de educação no Brasil, os resultados serão verificados no médio prazo, mas o primeiro passo foi dado.

*Artigo escrito por Diego Tutumi Moreira. Formado em Economia pela UFPR, é fundador da  ASID Brasil (Ação Social para Igualdade das Diferenças), ONG que trabalha para aprimorar a gestão das escolas gratuitas de educação especial, resultando na abertura de vagas e melhoria da qualidade de ensino. A ASID colabora voluntariamente com o Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 07/01/16 10:24:50 AM
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O ano de 2015 no Brasil foi de relevantes acontecimentos na área da Educação. Presenciamos a greve dos professores paranaenses e da Rede Federal, que reverberou de março a junho no país inteiro, além da ocupação das escolas paulistas pelos alunos da rede pública, insatisfeitos com a reorganização proposta pelo governo do Estado de São Paulo. Diante deste cenário, as perguntas sobre o futuro da educação brasileira são inevitáveis.

A resposta para estas questões vem dos próprios estudantes, o ato das ocupações demonstra que o aluno não aceita mais ser passivo no processo de ensino-aprendizagem, eles querem o protagonismo! Pensando nisso, algumas escolas de São Paulo vão experimentar neste ano de 2016 um modelo de organização curricular no qual o estudante será responsável por montar sua própria grade horária. A experiência será apenas para o Ensino Médio, cada aluno terá uma carga mínima a cumprir de matérias pré-determinadas, e poderá preencher o resto da grade com disciplinas optativas. Vale a pena ficar de olho nesta iniciativa, que promete ser uma solução para um problema que assombra os jovens a muito tempo, a evasão escolar durante o Ensino Médio.

Toda essa história de protagonismo estudantil traz consigo outra particularidade do ensino não somente brasileiro, mas que em terras tupiniquins parece agravar-se: o modelo escolar no qual estudamos em nossa juventude é o mesmo apresentado ainda hoje nas instituições, e em nossa época esse modelo era também o mesmo de anos anteriores. As escolas, em sua maioria, são instituições defasadas, que ensinam baseadas nos mesmos moldes de décadas atrás. Este quadro fica ainda mais evidente quando os estudantes saem para o mercado de trabalho e descobrem que o mundo lá fora é diferente daquele apresentado dentro de sala de aula.

Para mudar este panorama, muito se fala nas novas competências para o século XXI, derivadas das inteligências múltiplas de Howard Gardner e de outros teóricos importantes para a educação, como Jean Piaget. Quem defende um modelo de ensino baseado nestas competências alega que, algumas habilidades socialmente importantes para nossas vidas são preteridas nas escolas por abordagens mais conteudistas, o que leva o estudante a proferir a pergunta que não quer calar: “prof…onde eu vou usar isso na minha vida?”.

Fechando o texto e iniciando o ano do blog Educação & Mídia vale a pena dizer que, nem todo o conhecimento deve ser imediatamente aplicável, alguns expandem nossa capacidade de perceber o mundo, de entender certas atitudes e enxergar o presente com vistas no passado. Porém, os alunos precisam ser ouvidos, precisam estar engajados na construção do seu próprio futuro, e do futuro do nosso país. Isso é o que desejamos para o ano de 2016.

 *Artigo escrito pela equipe responsável pelo blog Educação & Mídia, vinculada ao Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 17/12/15 9:30:18 AM
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O ábaco, ancestral do computador, foi criado na China há mais de 2500 anos, e ainda é usado por muitos comerciantes, estudantes e matemáticos daquele e de outros países. A evolução e o barateamento dos recursos eletrônicos tendem a aposenta-lo, mas, segundo dizem, um operador competente de ábaco faz cálculos com maior velocidade do que se utilizasse uma calculadora. Os instrumentos tradicionais, como é o caso também da régua de cálculo, tem a sua importância histórica, mesmo em tempo de domínio avassalador da cibernética.

O computador foi desenvolvido nos anos 1930, pelos alemães que usaram recursos eletromecânicos em sua máquina de codificação e decodificação denominada “Enigma”, e pela Inteligência britânica para anular os efeitos daquela. No Projeto Manhattan, que criaria a primeira bomba atômica norte-americana, foram utilizados equipamentos de processamento de dados com tecnologia de válvulas parecidas com as de aparelhos de rádio da época.

Nos anos posteriores à Segunda Guerra mundial, foram aperfeiçoados equipamentos para uso civil, a princípio em atividades contábeis e semelhantes, já então com o uso de transistores, depois circuitos integrados e finalmente os atuais circuitos impressos. Vários departamentos universitários passaram a utilizar os “cérebros eletrônicos” em suas pesquisas, constituindo as primeiras comunidades de informatas.

Nos anos 1970, um projeto denominado ARPANET previa o uso das máquinas em rede, baseado na ideia de prestação de serviço entre elas, com todas recebendo e transmitindo informações, em igualdade de funções e características, e que se constituiu na semente da World Wide Web (Web), cujo objetivo era o de promover o acesso irrestrito da rede, dentro de um espírito de máxima liberdade.

Evidentemente, muito desta liberdade foi se perdendo, por questões de segurança, disponibilidade ou limitação de recursos, e o modelo que predomina hoje é o de poucos servidores de alta capacidade prestando serviços a clientes.

Ainda assim, uma boa parcela de autonomia e transparência está consolidada, e a internet, pensada desde os tempos da “guerra fria”, ampliou-se nas instituições de ensino superior americanas, desenvolveu-se na Europa como um todo, e ao final dos anos 1980 chegou ao Brasil.

Desde então cresce no mundo a importância e o uso intenso, constituindo-se em um fenômeno extremamente singular, como mídia e como um novo tipo de linguagem, que permite a multiculturalidade de uma forma impensável até poucos anos atrás.

Por reunir imagem, som, vídeo, texto, movimento, de uma forma complexa e completa como nenhum outro veículo de massa antes, e estar presente em todo o planeta de forma inédita, a internet tem possibilitado a convergência tecnológica, ao associar massivo e interativo num único meio.

Tais características eram excludentes nos meios comunicacionais: jornais, rádios, TVs, são veículos de massa desde suas concepções, mas só permitiram interações após a Web; enquanto o telefone, por exemplo, de essência interativa, não se constituía em veículo massivo, por apenas permitir a comunicação entre duas pessoas, ou algumas poucas a cada vez.

Assim, embora a cultura digital começasse com a computação, é com a colaboração e coexistência de múltiplos usuários que acontece sua plena expansão, produzindo novos conhecimentos, o que permite o aparecimento de uma verdadeira produção colaborativa. Se tomarmos como exemplo a Wikipedia, enciclopédia aberta que tem seus verbetes produzidos de forma voluntária, – apesar de alguns erros propositalmente (ou não) inseridos, o que evidentemente prejudica a credibilidade total do processo -, o esforço de milhares, reunidos com o objetivo de produzir o maior compendio do conhecimento humano é extremamente louvável.

A proposta do Iluminismo europeu, melhorar o mundo através da razão, do livre exercício da mente humana e da ação política e social, encontrou sua síntese nos enciclopedistas, filósofos e pensadores que procuravam catalogar o conhecimento humano segundo os princípios da razão. Talvez este sonho possa ser realizado pelo uso em cooperação, e um novo letramento, que inclua desde as habilidades de codificação até a capacidade de uso social delas, vem se tornando necessário ao processo educacional atual, para que as perspectivas de trabalho coletivo possam ser efetivamente utilizadas em benefício da maior qualidade das instituições de ensino, e metodologias inovadoras possam ser difundidas ou aperfeiçoadas de forma compartilhada, resultando em maior aprendizagem com menor dispêndio de energia tanto do docente quanto do discente, pois grande parte dos problemas educativos são os mesmos, em diferentes escolas de diferentes países.

Softwares livres poderão ser desenvolvidos voluntariamente e compartilhados por professores e alunos em todo o mundo; a produção entre pares, de forma não hierarquizada, com ou sem finalidades comerciais, pode abrir um inesperado espaço para a criatividade, o trabalho em equipe, o amadurecimento.

*Artigo escrito por Wanda Camargo, professora da UniBrasil Centro Universitário e associada do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.  

 **Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom, Twitter: @InstitutoGRPCOM e Instagram: instagram.com/institutogrpcom

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