Blogs

Fechar
PUBLICIDADE

Panela do Anacreon

Enviado por Anacreon de Téos, 23/01/17 1:04:03 PM

Lombo de tamboril com estragão e mostarda, o prato principal de um saboroso almoço de domingo com a família. (Foto/ Anacreon de Téos)

Tenho uma lida com tamboril. Considero o mais saboroso dentre os peixes do mar. E isso vem de tempo, desde que um dia o chef Alexandre Vicki, ex-parceiro da Confraria do Armazém (e hoje comandando as cozinhas da Rede Plaza de Hotéis), fez uma receita de Arroz de tamboril. Divina!

O tamboril, feio como ele só, mas muito saboroso. (Foto/ Anacreon de Téos)

Comecei a pesquisar mais sobre o peixe e descobri, na oportunidade, tratar-se de um dos mais feios que se conhece. Aqui no Brasil é denominado peixe-sapo, pois é bem parecido, cascudo por fora, um bocão a aspecto de monstro assustador. Tanto que não era comercializado regularmente por aqui. Quando procurei pela primeira vez para fazer, há uns 10 ou 12 anos, o que me disseram foi que era peixe de fundo de barco, que os pescadores davam para os auxiliares depois de feita a seleção da pesca do dia. Ah, felizes auxiliares, que certamente comiam muito bem!

Mas, aos poucos, o tamboril começou a reaparecer. Quase nunca fresco, praticamente sempre congelado. O Bernardo Fuc, da Trapiche Pescados (que fornece pescados basicamente para restaurantes), um dia me avisou que tinha recebido. Fui correndo lá. Não só havia o lombo do tamboril, como também o fígado do bicho, que se prepara com o foie gras e tem até sabor e textura aproximados. Claro que fiz a receita, ficou bem interessante, mas acho que me esqueci de publicar (jurava que estava na web, mas não encontrei nenhum registro na busca).

Mas sem não tem nada do fígado, do lombo há várias publicações. A primeira delas foi justamente quando o Paulinho Mozer, da Pescados Keli Mozer (no Mercado Municipal), me disse que daria um jeito de conseguir. Foi em 2007 (confira aqui, embora as postagens antigas no Paraná Online estejam prejudicadas e sem ilustração), com as primeiras receitas.

Mas daí o peixe sumiu por uns tempos e deixou alguns órfãos por aqui. Entre os quais me incluo. Até que um dia me liga o Paulinho a avisar que o tinha novamente em estoque. Foi uma festa do paladar (postei aqui). Desde então há um fornecimento quase regular, com alguns espaços vazios, mas logo compensados com a chegada de novo estoque.

Como esse de agora, vendido a R$ 55 o quilo. Trouxe para ser o prato principal do almoço de domingo, em família. E já tinha uma receita engatilhada fazia tempo, apenas aguardando a melhor oportunidade para ser executada.

Mas como um almoço não se baseia apenas no prato principal, tínhamos de pensar em uma entrada. André e Flora, filho e nora, estariam almoçando conosco, retornando de uma temporada praiana. E sugeriram um tartar de salmão. Desejo de filho é ordem, não é assim. Mas não seria um tartar qualquer – já havia feito vários e tenho por preceito não repetir receitas – e sim um com mais apelos, como um guacamole, por exemplo. E um toque de ovas de capelin na finalização. Perfeito.

E que pastel!

Só que teve uma atração a mais. Semana que vem faço parte da brigada que vai cozinhar na Confraria do Armazém (nossa confraria de cozinheiros e metidos a tal que está indo pro 14º ano consecutivo sem deixar de fazer um jantar sequer na última segunda-feira de cada mês) e tinha pensado em fazer, de aperitivo (pode chamar de amouse bouche, como gostam os franceses), um pastelzinho de vôngole que certa vez experimentei no Bar do Arante, em Florianópolis (Pântano do Sul). Pastel de berbigão, como eles chamam por lá, referindo-se a esse primo próximo do vôngole.

(E aí cabem parênteses, pois a venda do berbigão vivo, na concha, originário de Santa Catarina, está proibida. Por duas razões, primeira por terem retirado muito durante o defenso, impedindo a reprodução normal. E também por conta de uma contaminação na água local, que os moluscos teriam absorvido e podem passar por possíveis consumidores.)

Como a comercialização do produto congelado está liberada, trouxe um pouco e fiz um refogado básico para rechear o pastel. Comprei a massa na feira de sábado da Silva Jardim, na Hati Pastel, por recomendação do chef e restaurateur Junior Durski, um especialista em pasteis, com pleno conhecimento de todos os que são feitos na cidade. Sabia que ela vinha sendo a fornecedora da massa de pastel para a Rede Madero, mas ainda não tinha certeza se ainda era. Ao escrever este post, perguntei pra ele, em plena noite de domingo, se a parceria persistia. A resposta veio de chofre, no WhatsApp: “Forever! Eu tenho uma linha de pensamento de fazer e fabricar tudo, por conta de ter certeza que a qualidade vai ser a melhor possível, mas, no caso da massa da Hati, se eu estudasse e trabalhasse cinco anos sobre massa de pastel, no máximo eu poderia, com toda a minha prepotência, fazer igual à Hati. Assim, sempre vou comprar dela.”

A Hati, aliás, foi uma das cinco certificadas que receberam seus diplomas em solenidade na manhã desta segunda-feira (23), no Salão Brasil, da Prefeitura de Curitiba, o “Atestado de conformidade”, entregue pelo Sebrae.

O pastel, claro, ficou uma delícia. E acho que os confrades que vão cozinhar comigo provavelmente aprovarão a ideia do aperitivo de nosso jantar.

Pastel primeiro, portanto, Tartar depois e aí o esperado tamboril. Com uma crosta de estragão (da floreira, é só abrir a janela do apartamento e colher) e uma pincelada de mostarda. Um purê, quase musseline, de batatas e estava pronto o prato principal. Que ainda ganhou, na decoração, algumas folhas de zínia, das flores comestíveis que podem ser encontradas na banca da Sidneia, a SN Comércio de Frutas e Verduras, também no Mercadão.

De sobremesa, para celebrar o verão e homenagear o Caetano, neto querido, que adora, picolé. Tricolor, de melancia, manga e kiwi, que estava no freezer, feito dias atrás.

E lá se foi mais um domingo saboroso.

Quer as receitas? Confira tudo aqui embaixo.

E bom apetite!

Pastel de vôngole

Pastel de vôngole (ou berbigão, como queira). Um petisco perfeito, que tem tudo a ver com o verão. (Foto/ Anacreon de Téos)

Ingredientes

300g de vôngole sem casca e pré-cozido

1 cebola em brunoise

2 dentes de alho em brunoise

½ pimenta dedo-de-moça em brunoise

2 colheres (sopa) de cebolinha picada

1 colher (chá) de colorau

1 colher (sopa) de azeite de oliva

Algumas folhas de manjericão

sal

1 pitada de cominho em pó

1 pacote de massa para pastel

óleo vegetal para fritar

Preparo

Aqueça o azeite em uma panela, adicione o alho e a pimenta. Deixe dourar rapidamente e acrescente a cebola.

Adicione o vôngole.

Tempere com o sal e o cominho. Coloque o colorau e deixe cozinhar por uns 3 minutos. Se necessário, ponha um pouco de água, mas só um pingo, para não perder a consistência de recheio.

Desligue e acrescente a cebolinha e o manjericão.

Corte a massa com um aro de 10cm (até 12cm) de diâmetro e recheie com 1 colher (de sobremesa) da mistura. Passe um pincel (ou o dedo mesmo) com água nas extremidades e junte-as, apertando bem. Pode ser até com as pontas de um garfo, que dá um formato bonito.

Leve ao óleo quente (180ºC) e frite por alguns instantes de cada lado. Retire, escorra sobre papel-toalha e sirva em seguida.

Rendimento: 16 a 20 pastéis (conforme a quantidade de recheio em cada um).

Tartar de salmão e guacamole

Tartar de salmão e guacamole, com ovas de capelin na decoração. Entrada fresquíssima para um dia de verão. (Foto/ Anacreon de Téos)

Com base em receita da chef Sílvia Sivieri – Buffet Sílvia Sivieri Gastronomia, São Paulo

Ingredientes

 

Tartar

300g de salmão fresco

50 ml de azeite extra virgem

1 colher (chá) de mostarda Dijon

suco de limão

Pimenta dedo-de-moça

pimenta-do-reino (moída na hora, de preferência)

sal

Ovas de capelin

 

Guacamole

50g de abacate maduro e firme

20g de cebola roxa

10g de tomate sem pele e sem sementes

Pimenta dedo-de-moça

suco de 1 limão

pimenta-do-reino (moída na hora, de preferência)

folhas de coentro fresco

sal

Preparo

 

Tartar

Corte o salmão em cubinhos pequenos e a pimenta dedo-de-moça em pedacinhos bem pequenos.

Misture todos os ingredientes.

 

Guacamole

Pique o abacate, a cebola roxa e o tomate em brunoise.

Pique a pimenta-dedo-de-moça e as folhas de coentro em pedacinhos bem pequenos.

Misture todos os ingredientes delicadamente, para não desmanchar o abacate.

 

Montagem e finalização

Coloque o tartar nas taças, preenchendo 2/3 delas.

Coloque um pouco do guacamole por cima.

Decore com uma colherinha de ovas de capelin

Sirva frio.

Rendimento: 4 porções.

Lombo de tamboril com estragão e mostarda

Ingredientes

2 lombos de tamboril

3 colheres de sopa de mostarda ancienne

1 maço de estragão

1 maço de salsa

750g de batata

10 dentes de alho

150 ml de creme de leite

½ litro de leite

50g de manteiga

azeite

flor de sal

pimenta-do-reino (moída na hora, de preferência)

Preparo

Descasque a batata e corte em pedaços. Leve ao fogo em água fria e um pouco de sal. Ferva por 10 a 15 minutos.

Cozinhe previamente o alho no creme de leite fresco, em fogo brando, para perder intensidade e potência.

Preaqueça o forno a 180ºC.

Tempere os lombos de tamboril com flor de sal e pimenta e passe-os pelo estragão picado grosseiramente. Passe os lombos por uma frigideira com um fio de azeite bem quente e sele, 30 segundos de cada lado.

Retire e coloque numa assadeira, pincelando com a mostarda. Leve ao forno por cerca de 20 minutos.

Enquanto isso, aqueça o leite. Esmague a batata e junte o alho com um pouco do creme de leite que sobrou e esmague tudo.

Adicione o leite e a manteiga à batata esmagada com alho e mexa bem com um fuê, batendo um pouco para este ganhar ar e ficar cremoso.

Retire o tamboril do forno e corte em lâminas. Sirva o purê e disponha o tamboril por cima. Acompanhe com salada de agrião.

Rendimento: 4 porções.

Picolé de kiwi, manga e melancia

Picolé colorido de melancia, manga e kiwi. As frutas e seus sabores gelados. (Foto/ Anacreon de Téos)

Ingredientes

80 g de polpa de kiwi

80 g de polpa de manga

80 g de polpa de melancia

60 g de açúcar em pó

120 ml de água

Corante alimentar vermelho, laranja e verde

Preparo

Misture a polpa de melancia,sem as sementes, no liquidificador e reserve em uma tigela.

Limpe o liquidificador, bata a polpa de kiwi e reserve em uma segunda tigela.

Faça o mesmo com a polpa de manga e reserve em uma terceira tigela.

Misture bem o açúcar e a água e adicione 1/3 em cada uma das tres tigelas com a polpa das frutas.

Use algumas gotas de corante, caso as polpas estejam muito pálidas.

Coloque a melancia na preparação do plano de fundo dos moldes de picolé.

Cubra com a mistura de manga e, em seguida, a mistura de kiwi.

Coloque as formas de picolé no congelador por 24 horas antes de servir.

Rendimento: 6 porções.

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Enviado por Anacreon de Téos, 20/01/17 4:47:07 PM

Coquetel de camarão, revisitado e apresentado com requinte no novo cardápio do Durski. (Foto/ Nilo Biazzetto Neto)

Novidades no Restaurante Durski para começar a temporada 2017. Com foco para o verão, o chef e restaurateur Junior Durski apresenta alguns pratos novos e dá uma mexida em outros que já constavam do menu tradicional da casa.

Dentre os novos lançamentos estão dois pratos com robalo e dois com camarões, todos da Baía de Guaratuba, de onde o chef tem um fornecedor exclusivo.

Tive a oportunidade de provar alguns desses pratos e fiquei encantado com alguns deles. A começar pela entrada (que já estava no cardápio, mas é sempre bem-vinda), um clássico Coquetel de camarões (R$ 40), que nos remete a tempos passados, quando as opções de sabores pareciam ser mais surpreendentes. Esta, em especial, tem o bom gosto na composição dos ingredientes, com o toque apenas delicado do catchup que nem dá cor (molho golf) nem puxa um paladar específico.

Entre os pratos principais, os pescados têm o foco especial por representarem a mesa de verão. Chegam agora os Camarões ao molho de champagne (R$ 80) e os Camarões à caiçara (R$ 80) – o prato é feito exatamente como fazem os caiçaras, com um delicado molho básico de cebolas, alho e tomates, no qual são cozidos os camarões por apenas um instante.

Torta de castanha com chantilly de laranja. (Foto/ Anacreon de Téos)

Para os peixes, maior simplicidade impossível, valorizando o sabor do pescado, com complementos discretos e na medida. Bem na linha do “menos é mais”. Tem o Robalo com tagliarini ao pesto (R$ 70) e o Robalo servido com purê de batatas e legumes assados (R$ 70). E ainda, de quebra, um Lombo de bacalhau Gadus Morhua com cebola, tomate, azeitona e batatas (R$ 90), combinação clássica e inigualável. Há ainda um Risoto com stinco de cordeiro (R$ 70).

Na parte das sobremesas as novidades são a Torta de castanha com chantilly de laranja (R$ 30), que provei e achei incomparável, e a Torta de chocolate com caramelo e amêndoas (R$ 30).

Para harmonizar com os pratos a multipremiada  adega do Durski, dividida em três ambientes, oferece mais de 2.500 rótulos, 100 safras diferentes de 24 países, sendo a mais antiga de 1780.

Clássicos mantidos

As novidades do Restaurante Durski podem ser degustadas de quarta a sábado no jantar e no almoço aos sábados e domingos. O clássico Banquete Eslavo e os pratos habituais da casa permanecem no cardápio.

Considerado o melhor restaurante de Curitiba em 2016 pelo Prêmio Bom Gourmet, serve,  além dos pratos à la carte, o Banquete eslavo, um menu degustação servido para toda a mesa, que traz pratos típicos poloneses (das origens dos Durski), como Platzki (mini panquecas de batatas), Sopa Borstch (sopa de beterraba), Pierogi, Frango Kiev e Holopti (charutinhos de repolho com costelinha defumada).

Robalo servido com purê de batatas e legumes assados – a simplicidade como fator de sabor. (Foto/ Nilo Biazzetto Neto)

Durski

Avenida Jaime Reis, 254 – São Francisco

Fones: (41) 3225-7893 e (41) 9 8855-5383

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Enviado por Anacreon de Téos, 20/01/17 1:52:43 PM

Aproveite que acontece neste sábado (21), a partir das 15h.

O Senhor Garibaldi, o Cana Benta e o Estofaria Bar promovem a ação conjunta “Praia da Itupava”.  Os três estabelecimentos vão comercializar 450 chopes ao preço de R$1.

É uma maneira que os empresários locais encontraram para manter em alta este importante polo de entretenimento de Curitiba e um dos locais preferidos por quem está na cidade nos finais de semana da temporada de verão.

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Enviado por Anacreon de Téos, 18/01/17 6:37:57 PM

A Paella do Luizinho, que a partir deste sábado entra no cardápio dos restaurantes do Grupo Victor. (Foto/ Anacreon de Téos)

Os restaurantes que compõem o Grupo Victor estão lançando mais uma novidade. Depois do sucesso que foi o lançamento da Caranguejada na Petiscaria do Victor, na temporada passada, agora chegou a vez de a Paella encontrar espaço no cardápio especial das casas.

Acontece no próximo sábado (21) o lançamento da Paella do Luizinho no Grupo Victor. A partir desse dia, em todos os sábados, o Bar do Victor (Praça da Espanha e São Lourenço), a Petiscaria do Victor e o Bistrô do Victor oferecem a típica receita espanhola durante o jantar. São porções individuais, a R$ 47 por pessoa, ou em grupo para dividir com a família e amigos, servindo até oito pessoas, por R$ 299. A taça de vinho português Olaria – produzido pela Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz, localizada no coração do Alentejo – custa R$ 10 para quem pedir a Paella.

A receita foi concebida a partir das coordenadas de Luiz Carlos Palmeira, o Luizinho, que elaborou a receita com frutos do mar junto com a equipe de cozinha do Grupo Victor. Luizinho está há 15 anos no grupo – com origem no Bar do Victor – e é o responsável pelo controle de qualidade dos peixes utilizados nos restaurantes da rede.

A paella a ser servida não tem uma denominação específica daquelas classificadas na Espanha, mas pode ser enquadrada como uma variação da Valenciana, feita com frutos do mar, ervilhas e alguns pedaços de frango. Mas, para o pessoal da casa, a melhor definição mesmo é “a Paella do Luizinho”.

Portanto, a partir deste sábado, uma boa pedida de um dos pratos mais charmosos que a cozinha internacional já apresentou.

Bar do Victor São Lourenço

Rua Lívio Moreira, 284 – São Lourenço

Fone: (41) 3353-1920

Bar do Victor Praça da Espanha

Rua Saldanha Marinho, 1650 – Bigorrilho

Fone: (41) 3076-0720

Petiscaria do Victor

Avenida Manoel Ribas, 6995 – Santa Felicidade

Fone: (41) 3273-4444

Bistrô do Victor/ParkGourmet do ParkShoppingBarigüi

Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 – Campina do Siqueira

Fone: (41) 3317-6920

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Enviado por Anacreon de Téos, 18/01/17 3:43:03 PM

Picadinho de banana-da-terra com camarões e tapioca, uma das atrações do jantar dos três chefs do Mukeka nesta sexta. (Foto/ Divulgação)

Duas saborosas notícias para os clientes do Mukeka. A primeira é para já, com um jantar a seis mãos – com os três chefs da casa – programado para esta sexta-feira (20). A outra para o mês que vem, com a confirmação da nova parceira de dois MasterChefs, seguindo programação da casa iniciada com a vinda de Dário Costa para cozinhar com Ivo Lopes no mês de dezembro último.

O jantar desta sexta será uma espécie de apresentação oficial dos novos comandantes da casa, Rodrigo Martins, Ivan Lopes e Ivo Lopes. Rodrigo e Ivan (que foi fundador do Mukeka e agora está de volta) ficarão no dia a dia, enquanto a Ivo caberá a execução de eventos especiais em extensa agenda que já está sendo finalizada.

O cardápio contará com cinco etapas, começando com os petiscos, que serão Lâminas de carne de sol e ora-pro-nóbis, Coxinha de pato e pequi e Caldinho de abóbora cabotiá e taioba.

Para a entrada foi escolhido um Picadinho de banana-da-terra com camarões e tapioca, como se fosse um tartar da banana e do camarão, acompanhado da tapioca grelhada.

O prato de peixe será um Pirarucu curado com cuscuz de milho ao tucupi, jambu e torresmo e o de carne uma Paleta de leitão ao forno com purê rústico de mandioca e espinafre ao molho mostarda.

Para sobremesa, uma pequena variação de um clássico: Goiabada cascão com queijo cremoso ao cumaru e farofa de castanha-de-caju.

O jantar especial completo custará R$ 99 por pessoa (+ taxas de serviço) e será servido a partir das 19h30.

MasterChef a dois

Fádia e Ivo cozinham juntos no Mukeka, em fevereiro. (Foto/ Divulgação)

Depois do grande sucesso que foi a experiência de juntar dois ex-componentes do programa MasterChef Profissionais, Ivo Lopes e Dário Costa, em dezembro (a casa foi obrigada a fazer duas sessões extras devido à grande procura), o proprietário do Mukeka, o restaurateur Fabrício Dantas, decidiu organizar um calendário permanente com outras duplas a serem formadas, sempre com um convidado a dividir a cozinha com Ivo Lopes.

E a convidada de fevereiro já está confirmada: será Fádia Cheiato, que é formada em gastronomia pelo Senac Águas de São Pedro, já fez alguns estágios e hoje está construindo o próprio restaurante, focado em culinária árabe. Enquanto o empreendimento não fica pronto, ela tem uma empresa de delivery, a Sheik Árabe.

O cardápio ainda está sendo elaborado, mas as datas do evento já estão confirmadas: 13 e 14 de fevereiro.

Mukeka Cozinha Brasileira

Rua Machado de Assis, 417 – Juvevê

Fone: (41) 3156-3028

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Enviado por Anacreon de Téos, 18/01/17 9:40:09 AM

Os caranguejos da Ópera de Bambu, prontos para o consumo. Ritual que vai de novembro a março. (Foto/ divulgação)

Curitiba está bem servida de restaurantes e casas especializados em caranguejos. Há mesmo alguns bem interessantes por aí, vendendo por unidade ou por pessoa. Cada qual com seu charme, com suas receitas e com suas atrações.

Mas – e aqui muito cá entre nós – é muito difícil alguém superar o charme da Ópera de Bambu, uma das pioneiras da cidade na especialização em caranguejos. E tudo começou há 15 anos, na varanda da casa de Otávio Tosin, que reunia alguns amigos entre novembro e março para promover caranguejadas. Como os amigos avisaram e passaram a levar mais alguns amigos, o número de frequentadores foi aumentando e, por consequência, as acomodações também.

E como mais gente se interessava e apelava por uma chance de também poder experimentar, foram surgindo as sessões especiais de caranguejos em algumas noites da semana. Até se tornar um empreendimento profissional, que a cada temporada se aprimora, ainda que sem perder aquele clima de alto astral que caracteriza uma reunião de amigos. Sim, porque os Tosin recebem a todos como se estivessem ainda naqueles tempos da reunião na varanda de casa.

E não deixam de estar, pois Otávio e Rose ainda moram ali, na mesma casa, que fica nos fundos do terreno e que agora, com as novas e modernas acomodações do espaço do caranguejo, quase nem se perceber estar ali.

Não há necessidade de cardápio, pois a grande estrela da companhia é o caranguejo. E nesta temporada os bichinhos são os maiores de todos os 15 anos de existência da casa. Claro que há alguns coadjuvantes, como os bolinhos de peixe, um bufê com saladas e alguns molhos que podem ser levados à mesa. Além disso, um pirão, um caldinho de feijão e um caldo se siri, delicioso, que pode ser degustado à parte, numa cumbuca, e merece toda a consideração.

Os caranguejos são servidos à vontade e são levados à mesa pelos garçons, à medida que os pratos vão se esvaziando. Não há limites e há quem fique horas e horas ali, martelando perninhas e garras e curtindo os sabores – principalmente nos fins se semana, já que a casa abre para almoço aos sábados e domingos, além do atendimento de segunda a sábado a partir das 19h30.

O preço é fixo por pessoa, R$ 80 (R$ 69 para reserva de dez ou mais pessoas), e se houver no grupo alguém que não aprecie caranguejo e queira manter a companhia, a Ópera de Bambu também tem, à la carte, Camarão no raclette, Escondidinho de siri, Bolinho de bacalhau, Iscas de tilápia e as Ostras em três estilos: gratinada, in natura e ao bafo.

As cachaças temperadas, show à parte.

Para beber, uma boa oferta de cervejas e uma carta de vinhos adequada aos caranguejos. E não é de se perder a prateleira de cachaças, com todas as combinações possíveis. E feitas em casa, com cataia, coquinho, mentruz e o que mais se possa imaginar.

Pode se preparar que é um grande momento. Ou mais do que isso, podendo passar vários momentos em volta da mesa, curtindo aquele ritual e permitindo que o paladar esteja cada vez mais atiçado pelos sabores ali provocados.

A casa ampliou bem seu espaço, mas é conveniente ligar e reservar antes, pois costuma lotar sempre.

Ópera de Bambu

Rua Nestor Victor, 434 – Água Verde

Fone: (41) 3018-8468

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Enviado por Anacreon de Téos, 17/01/17 3:20:41 PM

O Filé Wellington em porção individual da Pantucci Trattoria. Agora em preço promocional por um mês. (Foto/ Divulgação)

E já que o assunto é mignon, a terça-feira (17) marca com o lançamento de outro festival do gênero – além daquele já postado aqui, da Cantina do Délio. Começa também o Festival Filé Wellington, com direito a preço promocional na Pantucci Trattoria.

O Filé Wellington é um clássico da cozinha internacional e o mesmo que chamou a atenção pela forma como os competidores do MasterChef Brasil tiveram problemas em executá-lo.

Não é fácil, tem lá seus segredos, desde a maneira de cortar o mignon, à forma de fazer o refogado de cogumelos com o patê para revestimento interno, até a cobertura com a massa folhada, que tem de ficar dourada por fora e sequinha por dentro. Além, é claro, do ponto da carne, levemente rosada em seu interior.

Pois de agora até o dia 18 de fevereiro o Filé Wellington ganha as honras de estrela principal do jantar, servido a R$ 49,90 + 10% de taxa de serviço. E o cliente pode escolher ainda entre quatro opções de acompanhamento: gnocchi salteado e molho de vinho tinto, brócolis e molho de vinho tinto, fettuccine ao molho funghi ou ainda batatas rústicas e molho de vinho tinto.

Normalmente o Wellington é assado com a peça inteira do filé mignon. A Pantucci Trattoria divulga ser o primeiro restaurante do sul do Brasil a servir a versão individual do prato – o que não deixa de ser bem prático, pois cada cliente tem seu próprio folhado.

A história do prato é controversa, mas a versão mais aceita é de que surgiu em 1815, em homenagem ao comandante britânico general britânico Arthur Wellesley, que derrotou Napoleão Bonaparte na Batalha de Waterloo. O comandante ganhou o título de Duque de Wellington após a vitória sobre Napoleão, sendo aclamado na Inglaterra pela conquista.

Há pelo menos outras três versões, mas, seja como for, o prato é mesmo muito saboroso. Na Pantucci a promoção é válida apenas no jantar, de terça a sábado, e não cumulativa a outras ações da casa.

Pantucci Trattoria

Rua Barão de Guaraúna, 553 – Juvevê

Fone: (41) 3205-3883

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Enviado por Anacreon de Téos, 17/01/17 11:29:12 AM

O mignon na Cantina do Délio é servido com dois acompanhamentos e seis molhos. A escolha é do cliente. (Foto/ Divulgação)

Que o mignon é o queridinho dos curitibanos é fato. Pesquisas recentes apontaram a disparada preferência à mesa. Mais ainda quando acompanhado de massa.

E é exatamente esse o gancho que a Cantina do Délio pegou para anunciar a primeira novidade da temporada: o Festival de Mignon, sempre no horário do jantar.

Começa nesta terça-feira (17) e segue em frente. E o cliente tem à escolha duas opções de acompanhamentos, legumes na manteiga ou tagliatelle. Para completar o sabor da carne, são seis diferentes molhos: parmegiana, pesto, funghi, sugo, gorgonzola e alho e óleo.

A Cantina do Délio, aliás, pode anunciar a qualquer momento uma boa novidade em sua cozinha. Mas este já seria um outro assunto.

O Festival do Mignon acontece de terça a sábado, das 18h às 24h. O prato individual custa R$ 49 e, para duas pessoas, R$ 89.

Cantina do Délio

Rua Itupava, 1094 – Alto da Rua XV

Fone: (41) 3078-0010|

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Enviado por Anacreon de Téos, 16/01/17 1:01:24 PM

O Escondidinho do Bar do Pachá tem dois recheios a escolher e, na promoção, está sendo vendido a R$ 24,90. (Foto/ Divulgação)

“Amigos do Petisco”. É o nome que um grupo de proprietários de bares e petiscarias da cidade escolheu para a realização de ações conjuntas, principalmente com o objetivo de proporcionar petiscos saborosos a bom preço.

E o primeiro resultado neste início de ano é uma promoção que começou neste domingo (15) e deverá se estender até o último dia do mês, oferecendo pratos ao valor único de R$ 24,90 em qualquer uma das casas envolvidas no processo.

Os “Amigos do Petisco” são os bares e cafés Do Peruano, Silzeu’s, Quituttos, Ken Taki e do Pachá e cada um deles escolheu um dos pratos do cardápio para servir em preço de promoção.  No Silzeu’s, a escolha foi pelas Iscas de frango empanadas no Doritos. Já no Quitutto, a pedida é Bolinho de barreado recheado com banana, enquanto o Do Peruano sugere o Cebiche com jelea de pescado. No Ken Taki a preferência foi pelos Bolinhos de salmão e guioza e o Bar do Pacha definiu para a promoção os Escondidinhos de carne seca e de linguiça de Blumenau. Para se ter ideia, os escondidinhos custam R$ 28,50 no cardápio normal da casa.

A promoção vale para qualquer dia da semana, durante o funcionamento normal dos estabelecimentos.

Quitutto GastroPub – Avenida dos Estados, 481, Água Verde.

Ken Taki Cozinha Oriental – Shopping Curitiba, piso L2, Centro

Do Peruano Gastronomia – Avenida Marechal Humberto Alencar Castelo Branco, 675, Cristo Rei

Silzeu’s B.F.G. – Via Venetto, 500, Santa Felicidade

Restaurante Bar do Pachá – Rua Cláudio Manoel da Costa, 548, Bom Retiro

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Enviado por Anacreon de Téos, 15/01/17 9:55:15 AM

O novo visual da Pescados Keli Mozer, reabrindo agora depois da reforma. (Foto/ Divulgação)

Depois de um período de reformas, na parada do fim de ano, a Pescados Keli Mozer reabre em alto estilo neste fim de semana, com visual diferenciado no Mercado Municipal de Curitiba.

Salmão de cativeiro, o industrial e o selvagem do Alasca. Cores diferentes.

E para anunciar o retorno auspicioso, a peixaria está comercializando o Salmão selvagem do Alasca, que, como é de conhecimento geral, tem uma grande diferença entre os demais tipos de salmão encontrados no Brasil. Que são dois, a rigor. Salmão premium, de cativeiro, de cor mais viva, usado para sashimis, e Salmão industrial, vendido para mercados e restaurantes, com menos betacarotenos. Ambos vêm do Chile.

Aliás, o mercado brasileiro é dominado pelo salmão do Chile. Algumas espécies de salmão do Alasca têm sido importadas pontualmente para o Brasil, com mais regularidade nos últimos três anos. Especialmente as variações keta e rosa, mais populares, que têm os matizes da carne de coloração menos acentuada.

O que é o caso do produto que está disponível na Keli Mozer, vendido a R$ 85 o kg. Tem a carne mais tenra e o sabor mais acentuado em relação ao salmão de cativeiro, embora sem a mesma exuberância de cor.

A novidade do salmão importado é apenas um bom e inédito chamariz para a reabertura da peixaria. Que tem, além dos produtos frescos vindos do litoral do Paraná e de Santa Catarina – robalo e pescada amarela em plena temporada -, alguns itens congelados de primeira, como as vieiras (canadenses e chilenas), centollas, côngrio rosa chileno com filés de até 5kg e a delicada carne do tamboril – um dos meus peixes favoritos.

Qual sua ideia de cardápio para este fim de semana? Ou para os próximos dias? Já viu que aqui há alternativas bem interessantes.

Pescados Keli Mozer – Mercado Municipal de Curitiba

Avenida Sete de Setembro, 1865 – Centro

Fone: (41) 3264-1523

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

Entre em contato com o blog:

Blog anterior: http://anacreonteos.blogspot.com/

Twitter: http://twitter.com/AnacreonDeTeos

E-mail: a-teos@uol.com.br

Páginas12345... 119»
Este é um espaço público de debate de idéias. A Gazeta do Povo não se responsabiliza pelos artigos e comentários aqui colocados pelos autores e usuários do blog. O conteúdo das mensagens é de única e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
Buscar no blog
Acompanhe a Gazeta do Povo nas redes sociais