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Panela do Anacreon

Enviado por Anacreon de Téos, 03/08/15 6:38:27 PM

A Grand Mesón – todos os pratos ali expostos e os demais do cardápio com descontos de 21% no Taco El Pancho. (Foto/ Divulgação)

Parece que foi ontem – como diria alguém -, mas o Taco El Pancho já está comemorando seus 21 anos de existência. Para tanto, lançou uma campanha de desconto de 21% em todo o cardápio. E o sucesso foi tanto que a casa decidiu prorrogar a promoção, que agora está valendo por tempo indeterminado, de domingo a quinta-feira. Os descontos abrangem todas as comidas e bebidas do menu e também o buffet Gran Mesón.

O Grand Mesón foi lançado há dois anos e imediatamente aprovado pelos frequentadores da casa. Trata-se de um buffet livre com o custo de R$ 29,94 por pessoa. Servido numa grande mesa, funciona de segunda à quinta, oferecendo tacos, fajitas e nachos, estes que podem ser combinados com acompanhamentos como chilli, guacamole, cheddar, sour cream e pico de gallo (molho de pimentão e cebola). Já os tacos, segundo os especialistas, são ideais com frango, carne bovina, saladas e queijo, bem como as tortillas. Entre os mais de 20 itens expostos na grande mesa, há também baby back ribs (costeletas suínas), arroz mexicano e feijões refritos.

Mas como o desconto atinge todos os pratos do cardápio, também o que for pedido à la carte tem lá suas vantagens. E aí são nachos, tacos, burritos, pratos com carne e frango e muitos petiscos. As fajitas são preparadas com tiras de filé mignon ou peito de frango com cebola e pimentões na chapa. Como acompanhamento, tortillas de farinha de trigo, arroz, feijão refrito, molho sour cream e guacamole.

Fica aí a dica.

Taco El Pancho

Avenida Bispo Dom José, 2295 – Batel

Fone: (41) 3342-1204

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Enviado por Anacreon de Téos, 01/08/15 12:56:09 PM
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Rollmops chegando para os competidores do ano passado. (Foto/ Daniel Sorrentino)

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Casa cheia na primeira edição do Campeonato de Rollmops do CanaBenta. Expectativa de novo sucesso na semana que vem. (Foto/ Daniel Sorrentino)

Sempre foi uma grande proeza entre os botequeiros encarar um Rollmops. Um só, pelo menos para bater o ponto. Imagine quem consegue comer mais de um, mais de mais, disputando um campeonato.

Era assim, antigamente, no extinto Silzeu’s Bar, do Jardim Mercês. Só que era um campeonato de consumo de Rollmops com cachaça. Que resistisse mais, comendo e bebendo em um determinado tempo, tinha o direito de ter seu nome inscrito no Mural da Fama, um enorme quadro pendurado em uma das paredes do bar. E ganhava alguns privilégios de consumo por um tempo.

Mas como sempre tem doido pra tudo, na semana que vem acontece a segunda edição do Campeonato de Rollmops, que abre as comemorações do 7º aniversário do Bar CanaBenta. A diferença para a barra pesada do Silzeu’s, é que esse é com cerveja. O evento do ano passado foi um baita sucesso, com casa cheia e muito divertido. O que levou a casa a inserir o campeonato como item obrigatório de seu calendário anual. A disputa vai acontecer no próximo sábado (08), às 19h30.

A competição mantém o formato: os participantes têm cinco minutos para comer o maior número de rollmops e, para harmonizar, contam com cerveja Budweiser, disponível dez minutos antes da “largada”, para aquecimento. Para quantificar o resultado, cada rollmops recebe um palitinho com identificação que sinaliza a unidade. Os três vencedores de cada categoria – feminina e masculina – recebem prêmios: um troféu e kits de cervejas.

Sardinha e cebola

O Rollmops – para quem não sabe – tem origem germânica e é feito originalmente com arenque, um peixe encontrado apenas nas águas do Atlântico Norte. O peixe é cortado em filés, com a pele, salgado, dessalgado e depois envolve um pedaço de cebola em conserva no vinagre. No Brasil o peixe é outro (quase sempre sardinha) e o Rollmops é servido com algumas adaptações, especialmente no Sul do país, onde pode ser encontrado com facilidade em alguns bares mais tradicionais – dentre eles, é claro, o CanaBenta.

Inscrições

Podem participar maiores de 18 anos que fizerem a inscrição prévia de R$ 30, direto no bar, no horário de funcionamento. Quem se inscrever garante a camiseta de participação, que será entregue na hora do evento.

O limite é de 50 participantes em cada categoria.

Como é, vai encarar?

Bar CanaBenta

Rua Itupava, 1431 – Hugo Lange

Fone: (41) 3019-6898

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Enviado por Anacreon de Téos, 30/07/15 12:54:16 PM

Encanelados, a sobremesa que leva doce de leite, canela e biscoitos. (Foto/ Divulgação)

O chef Roberto Yagui apresenta a cozinha peruana no Hotel Bourbon. (Foto/ Divulgação)

Vai aí o post no pique, em cima da hora, na correria, mas vale o registro. O Bourbon Curitiba Convention Hotel apresenta hoje e amanhã (30 e 31) duas noites especiais com cardápio da cozinha peruana, atualmente a mais valorizada da América e uma das mais apreciadas do mundo.

O conceituado chef Roberto Yagui, especializado em cozinha fusion peruana/asiática, foi escolhido como parceiro do evento, para ser o responsável por esses jantares para hóspedes, visitantes e convidados.

No total serão 12 pratos, entre entradas, pratos principais e sobremesas, servidos no sistema de menu-degustação. O cardápio a ser servido começa com o tradicional Ceviche como uma das opções para a entrada e vai até o exótico Ranfañote, uma sobremesa que leva ingredientes como pão e queijo. Entre outras atrações, ainda serão servidos o Tiradito de pescado (cortes de peixe que lembram o ceviche, marinado em molho de limão), Anticuchos (prato criado por escravos africanos levados ao Peru e que consiste em espetos de coração com molhos especiais) e o Arroz com pato (típico da zona norte do Peru, versão da paella espanhola, com arroz cozido com pato, cerveja e coentro). Outra sobremesa proposta é o Encanelados, que leva doce de leite, canela e biscoitos, que foi levado ao Peru por freiras espanholas.

Roberto Yagui é um peruano com os pais japoneses, tem 20 anos de experiência como chef em restaurantes internacionais e em grandes redes hoteleiras, como a Melia, onde atuou inclusive em Cuba.

O jantar custa R$ 80 por pessoa, com bebidas à parte. Para informações ou reservas, fone (41) 3221-4600 ou pelo e-mail reservas.curitiba@bourbon.com.br.

Bourbon Curitiba Convention Hotel

Rua Cândido Lopes, 102 – Centro

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Enviado por Anacreon de Téos, 29/07/15 12:13:03 PM

Chianti Classico Riserva Castello d’Albola, uma das estrelas da noite especial do Vin Bistro.

Um jantar harmonizado com quatro dos mais expressivos vinhos da Toscana está sendo programado para esta quinta-feira (30) no Vin Bistro. São vinhos da Castello d’Albola, uma das marcas mais conceituadas do rol da Zonin, que é a maior empresa privada de vinhos da Itália.

Para apresentar os vinhos, está em Curitiba Vagner Montemaggiore, que é o embaixador das marcas Premium da Zonin, trazendo as novidades e que sabe até uma surpresa de última hora para quem estiver no jantar.

O cardápio foi elaborado especialmente para o evento por Ronaldo Bonhnestengel, proprietário e sommelier do Vin Bistro e agora também responsável pelo comando da cozinha da casa.

Tudo começa com o Prosecco Cà Bolani, acompanhando o couvert. Em seguida será aberto o Pinot Grigio Borgo Sanleo, que vai escoltar um Risoto de salmão e palmito pupunha.

Como prato principal, Paleta de cordeiro confitada com tagliatelle tartufado, que terá a companhia de dois chiantis – o Chianti Classico Castello d’Albola e o Chianti Classico Riserva Castello d’Albola, este um vinho diferenciado, colecionador de vários prêmios e tido como um dos mais respeitados e apreciados da Toscana.

Completando a noite, a sobremesa será Ovos nevados com calda de baunilha.

O preço por pessoa, para o cardápio completo com vinhos e água, é de R$ 99. Reservas antecipadas, pois a procura é grande.

Massas e risotos

Aproveitando a deixa desse jantar especial, vale a dica para o novo item dos festivais gastronômicos promovidos pelo Vin Bistro. Os temas são sempre diferenciados e vão desde lagosta, camarões e frutos do mar até as carnes nobre. É uma fórmula, segundo Bonhnestengel, que a casa encontra de “de novos clientes conhecerem nosso espaço e os antigos desfrutarem dos pratos já conhecidos, mas com preços mais acessíveis”.

Nhoque ao molho 4 queijos com tiras de mignon. (Foto/ Cassiano Correia)

O Festival de Massas e Risotos já está valendo, com nome opções no cardápio, a valores que variam de R$ 39 a R$ 49. Entre as massas, Ravióli de ricota e provolone ao molho de tomate e manjericão, Nhoque ao molho 4 queijos com tiras de mignon, Parpadelle romano com filetto alla parmigiana e o Tagliatelle, que aparece em duas versões: com lascas de salmão ao molho de limão siciliano e na manteiga de sálvia com paleta de cordeiro confitada.

Os risotos concebidos para o evento: Risoto trufado com ragu de ossobuco, Risoto de funghi seco com mignon grelhado ao molho de gorgonzola, de Risoto palmito fresco com salmão grelhado ao molho nantua (que é o molho branco acrescido de algum caldo de crustáceo e creme) e Risoto de brie com cubos de frango grelhado e pimenta calabresa.

Os pratos estão disponíveis para almoço e jantar, de segunda a sábado.

Vin Bistro

Rua Fernando Simas, 260 – Bigorrilho

Fone:(41) 3225-3444

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Enviado por Anacreon de Téos, 25/07/15 11:56:14 AM

Curioso. Dias atrás escrevi sobre a iniciativa da Denise Werneck de produzir massas sem glúten a partir da fécula de mandioca (confira aqui). E agora, coincidentemente, recebo material de divulgação da Alimentos Zaeli, que lança no mercado brasileiro exatamente a fécula de mandioca Zaeli.

Conhecida com diferentes nomes em todo o Brasil, como o polvilho, carimã ou goma, a fécula de mandioca se tornou popular na cozinha dos brasileiros e encanta diversos paladares. Segundo as informações de lançamento, o novo produto da Zaeli traz a versatilidade na utilização, sem perder as qualidades nutricionais no preparo.

Em embalagem de um quilo, a Fécula de Mandioca Zaeli já está sendo vendida em todo o país com preço sugerido de R$ 4,85. O produto não contém glúten e pode ser utilizado para a realização de diversas receitas, em pratos doces e salgados.

Fica a dica para aqueles que se interessaram pela postagem anterior e tinham dúvidas de onde encontrar o produto adequado.

De origem paranaense, a Alimentos Zaeli é uma das principais empresas da indústria alimentícia do País. Possui 25 linhas de produtos, mais de 300 sku’s e produz 180 milhões de quilos de alimentos por ano. A forte atuação em diversos estados do Brasil é possível por conta de filiais e centros de distribuição existentes em todo o País e pela sua rede de mais de 40 mil pontos de vendas.

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Enviado por Anacreon de Téos, 23/07/15 5:54:30 PM

Escondidinho de lombo de porco desfiado com batata doce e muçarela de búfala. (Foto/ Anacreon de Téos)

O detalhe das camadas do escondidinho. Ficou delicioso. (Foto/ Anacreon de Téos)

Veja como são as coisas. Você capricha na execução de um prato, estuda os ingredientes, pesquisa onde encontrá-los, elabora a receita na perfeição, publica e conta com algumas curtidas e um ou outro comentário.

Daí, em outro dia, apresenta um prato sem qualquer pretensão maior e todos se entusiasmam, cobram receitas e bombam nas redes sociais. Claro que a grande maioria das pessoas que exigem a publicação de receitas jamais irá se dar ao trabalho de prepará-las. É tudo onda e a gente sabe. Mas tem gente, sim, que se interessa mesmo e pretende fazer em casa.

Foi como aconteceu com a postagem da Maionese de camarão, de semanas atrás. Eu não tinha a receita, fui fazendo na hora. Aí, tantos foram os pedidos, me vi obrigado a escrevê-la e publicá-la. Teve gente que já me disse que fez. E que gostou e que deu certo.

Pois agora o que temos é um Escondidinho de sobras. Acho que nem deveria nominá-lo assim, porque me soa depreciativo. Assim como os tais “falsos”. Sempre guardo distância do “falso caviar”, do “falso strogonoff”, da “falsa lagosta” e de tudo assim. “Falso” já soa falso, não é mesmo?

Mas, no caso do escondidinho, é que foi de sobras mesmo. Enquanto escrevo aqui vou pensando em um nome um pouco mais decente para ele.

Sozinho em casa, preguiça de sair para comprar alguma coisa e de ligar para algum delivery. Uma espiada na geladeira e achei um pouco de carne de porco desfiada – era um lombo assado que desfiamos algumas fatias e refogamos com cebola, tomate, alho e algum verde para fazer recheio de um sanduíche (sobra da sobra, portanto).

O que mais? Batata doce, que a Graça tinha assado e que, de tão doce, havia formado até uma camada de caramelo rompendo a casca. E uma bola de muçarela de búfala, sobra de uma receita de limão siciliano recheado com a tal.

Pronto, estava tudo ali, à minha espera.

Com tempo (nem tanto, seria rápido) e disposição, a primeira coisa que fiz foi transformar uma das batatas em purê. Descasquei, amassei, pus na panela com um pouco de leite e deixei ferver até incorporar todo o líquido. Daí uma colher (sopa) de manteiga, uma pitada de sal, um pouco de queijo ralado, uma mexida e pronto.

Como a carne desfiada já estava temperada, só tinha de montar o prato. Untei um ramequim e ajeitei a carne, comprimindo bem. Por cima espalhei o purê, ajeitei duas rodelas da muçarela, um toque a mais de parmesão ralado e forno – 180ºC por 20 minutos ou até que borbulhe e doure a crosta.

Estava pronto, lindo e saboroso. Pode experimentar que não tem erro. É sucesso na certa.

Ah, sim, e o nome, como fica? Escondidinho de lombo de porco desfiado com batata doce e muçarela de búfala – pode ser uma opção. Ou parmentier, que o jeito francês de denominar um prato assim, com base de carne e cobertura de batatas em purê.

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Enviado por Anacreon de Téos, 22/07/15 11:40:22 PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma das experiências mais agradáveis que esse universo da enogastronomia me proporcionou nos últimos tempos foi a combinação de sabores entre a doçura dos presuntos espanhóis com a leve acidez dos jerez, também espanhóis. Foi numa degustação de produtos do  Grupo Josep Llorens, com Chouriços, Fue, Jamón Iberico, Jamón Serrano e alguns outros embutidos. Foi a primeira vez que experimentei a harmonização e, confesso, fiquei fascinado. Satisfeito e feliz por ter descoberto mais uma incrível combinação de sabores que se completam.

Puxei o assunto por conta da presença em Curitiba de Jan Pettersen, proprietário e diretor-geral da Bodegas Rey Fernando de Castilla, uma das mais importantes marcas da DO Jerez, localizada em Andaluzia, sul da Espanha. Trazido pela importadora Porto a Porto, que traz os produtos da bodega para o Brasil, Pettersen visita a cidade para divulgar esse vinho único e extraordinário e conduzir uma degustação dos estilos Fino, Cream, Pedro Ximénez e Brandy Solera. Tendo como local a Associação Brasileira de Sommeliers – Paraná (ABS-PR), a degustação harmonizada nesta quinta-feira (23), às 19h30.

A Bodegas Rey Fernando de Castilla foi fundada em 1972 por Dom Fernando Andrada-Vanderwilde e recebeu seu nome em honra ao Rei Fernando de Castilla (“o Santo”), que conquistou boa parte da Andaluzia no século XIII, além de ser o responsável pela descoberta das qualidades excepcionais de solo e clima para produção dos vinhos de Jerez. A empresa é uma das mais tradicionais na produção desse estilo de vinho. Pettersen, nascido em Oslo (Noruega) e criado em Edimburgo (Escócia) e Barcelona (Espanha), ao lado de outros investidores, adquiriu a Bodega em 2000.

DO Jerez

Foi na Andaluzia que nasceu a vinicultura na Espanha e o vinho de Jerez é produzido há mais de dois mil anos, em um processo único de corte em etapas, que mistura vinhos velhos e novos em uma rede de barris conhecida como sistema solera. Elaborados com as uvas Palomino Fino, Pedro Ximénez e Moscatel, esses vinhos fortificados são possíveis em função da quantidade de cal que existe no solo (chamado albariza) e das condições climáticas que caracterizam o sul da Espanha. Desde meados dos anos 1990, na União Europeia, o termo sherry, antes empregado para vários vinhos fortificados, só pode ser aplicado aos oriundos da DO Jerez – que variam do mais delicado e pálido Manzanilla ao profundamente negro, opaco e doce Pedro Ximénez.

Confira os vinhos a serem degustados nesse evento em Curitiba, todos eles disponíveis no mercado – com os devidos preços finais ao consumidor.

Fino Fernando de Castilla (R$ 78,73)

Elaborado em Jerez de la Frontera, com a uva Palomino, é fortificado e submetido ao sistema de soleras e criaderas. Passa cinco anos em barricas e tem graduação alcoólica de 15%. A cor é palha, apresenta aromas pungentes, porém suaves, e em boca é seco, agradável e ligeiro. Harmoniza com embutidos, como o Jamon Ibérico, frutos secos, azeitonas, mariscos e peixes. Deve ser servido bem gelado a 8º C.

Cream Classic Fernando de Castilla (R$78,61)

Elaborado na região de Jerez de la Frontera, leva em sua composição 90% de Palomino e 10% Pedro Ximénez. A partir de um Oloroso tradicional de Jerez, incorpora-se uma quantidade de Pedro Ximénez para seguir o envelhecimento em carvalho e o tradicional sistema de solera e criadeiras até o engarrafamento. Estagia em barricas por oito anos. A graduação alcoólica é de 17,5%. Apresenta aromas adocicados, com notas de frutos secos. Em boca, é doce. Harmoniza com queijos, frutas secas e castanhas. Recomenda-se servir entre 12 e 16º C.

Pedro Ximénez Fernando de Castilla  (R$94,71)

Produzido em Jerez de la Frontera, 100% com a uva Pedro Ximénez. Passa oito anos em barrica pelo sistema solera e criadera e possui graduação alcoólica de 15%. De cor escura, possui aromas de uvas passas e, em boca, é muito doce. Harmoniza com queijos fortes, chocolate e sorvete de baunilha. Recomenda-se servir entre 12 e 16º C.

Brandy Solera Reserva (R$100,30)

Os brandies são elaborados a partir da destilação de vinhos brancos selecionados. Iniciam o seu processo de envelhecimento em barricas novas de carvalho americano e, por fim, para adquirir uma maior suavidade, passam um longo período em barricas que já foram usadas pelos melhores vinhos de Jerez. Produzido em Jerez de la Frontera, 100% com a uva Airén. Envelhecimento de cinco anos em barrica no sistema soleras e criaderas. Possui aromas frutados e tostados e em boca é suave e equilibrado. Possui graduação alcoólica de 36% e harmoniza com chocolates e charutos. Deve ser servido em temperatura ambiente e conservado em local seco e fresco.

Os interessados que se apressem, pois as vagas são limitadas. O valor é de R$30,00 por pessoa, sem exigência de ser filiado à ABS.

Associação Brasileira de Sommelieres – Paraná

Alameda Júlia da Costa, 64 (Edifício SEHA)

Fones: (41) 9800- 2032 e 9611-0473

E-mail: contato@abs-pr.com.br

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Enviado por Anacreon de Téos, 22/07/15 11:24:18 AM

Denisoffi, a versão da torta Banoffi criada por Denise Werneck. Sem glúten e sem nada dever no sabor. (Foto/ Anacreon de Téos)

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Dadinhos de tapioca com geleia de abacaxi com pimenta e mini folhas de rúcula e agrião. (Foto/ Anacreon de Téos)

Denise Werneck deparou-se com um problema. Descobriu que sua filha Juliana tinha desenvolvido intolerância ao glúten, era celíaca. E o que deveria mesmo ter sido um problema tornou-se solução. Denise começou por fazer o curso de gastronomia da PUC e a desenvolver pesquisar para encontrar uma maneira de produzir produtos sem glúten que nada devesse, em sabor e estrutura, aos que normalmente se encontram no mercado.

O celíaco não pode consumir nenhum alimento que contenha trigo, cevada, aveia e centeio e, conforme o grau da intolerância, nada que possa ter sido manipulado ou cozido próximo a qualquer um desses ingredientes.

E o que deveria ser apenas uma solução para o cardápio doméstico transformou-se em um empreendimento que beneficia não só a filha, mas alcança também todas as demais pessoas que se vêem privadas de consumir massas, justamente pela impossibilidade de consumir glúten.

Foi ali que começou a Juliana Massas Frescas sem Glúten, que cada vez mais amplia seu rol de opções, substituindo a farinha de trigo na elaboração dos produtos por féculas, de mandioca e de batata. E sem que o desavisado consumidor possa perceber qualquer diferença de sabor, como o que normalmente se encontra por aí, no mercado.

Sorrentines recheados com nozes, damasco e cream cheese ao molho de mediterrâneo e Talharim com molho pesto e tomate concassê – com picanha grelhada. (Foto/ Anacreon de Téos)

Digo isso por ter tido a oportunidade de provar alguns dos itens de sua produção, em um saboroso jantar harmonizado no restaurante Paladar Gastronomia, do chef Reinaldo Batista, que é parceiro de Denise Werneck em alguns eventos sem glúten.

De entrada foi servido um prato de Dadinhos de tapioca com geleia de abacaxi com pimenta e mini folhas de rúcula e agrião. Como pratos principais, Sorrentines recheados com nozes, damasco e cream cheese ao molho de mediterrâneo e Talharim com molho pesto e tomate concassê, que chegaram juntos à mesa, escoltados por uma bela fatia de picanha grelhada. A sobremesa foi a Denisoffi, a versão sem glúten para a famosa Torta Banoffi, apresentada com a massa crocante, nata fresca e banana da terra.

Foi uma pequena – e muito gostosa – amostra do que Denise vem produzindo. Além do que nos apresentou, também faz massa de lasanha, cappelletti e ravióli, entre outras que se possa imaginar.

Vale para os celíacos e para os não, pois são produtos realmente muito saborosos. As encomendas e os contatos podem ser feitos por telefone ou através da Internet.

Juliana Massas Frescas sem Glúten

Fones: (41) 3077-6489 e 9218-3939

E-mail: julianamassasglutenfree@gmail.com

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Enviado por Anacreon de Téos, 21/07/15 1:30:58 PM

Uma ocasião imperdível para os apreciadores de uísque. Para lançar o 1º Clube do Johnnie Walker Blue Label do Paraná, o TAJ Curitiba promove nesta quarta-feira (22) um jantar harmonizado com a bebida, com menu especialmente criado para o evento e a presença de Paulo Freitas, brand ambassador da Diageo, distribuidora da marca Johnnie Walker no Brasil.

O jantar, concebido pelo chef Tito Barcellos,  terá como entrada Carpaccio de salmão fresco com salmão defumado, em emulsão cítrica e caviar de uísque Johnnie Walker Blue Label.

Há duas opções para prato principal: Tornedor de mignon ou Peixe branco grelhado, ambos servidos com veludo de mandioquinha, aspargos salteados e molho de cogumelos com Johnnie Walker Blue Label.

A sobremesa será uma Torta supercremosa de chocolate amargo, com calda quente de chocolate e sorvete de Johnnie Walker Blue Label.

Para reservas e detalhes sobre esta ação super exclusiva do uísque considerado o ápice da House of Walker, o interessado pode entrar em contato com o setor de reservas do TAJ. As vagas são limitadas.

Uísque diferenciado

Os raros barris utilizados na produção de Johnnie Walker Blue Label são selecionados manualmente entre as maiores reservas de uísque do mundo, onde somente um em cada 10 mil tem caráter suficiente para compor esse blend.

Complexo e suavemente defumado, com camadas de mel e frutas, com final sedoso e interminável, o Johnnie Walker Blue Label não é definido pela idade, e sim pela combinação dos mais raros maltes e grãos, envelhecidos à perfeição em barris de carvalho.

TAJ

Rua Bispo Dom José, 2302 – Batel

Fone: (41) 3343-4467

Facebook: tajbarcuritibaoficial

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Enviado por Anacreon de Téos, 18/07/15 6:17:14 PM

Polvo com batatas, uma das estrelas do cardápio do recém-inaugurado Bobardí. (Foto/ Marcelo Krelling)

Renata Abreu, dos tempos do Vin Bistro. Chef inspirada, talentosa e completa a serviço do Bobardí. (Foto/ Arquivo)

Aprecio muito o trabalho da chef Renata Abreu e não escondo isso em minhas postagens. Já a conhecia desde os primeiros tempos do Zea Maïs, ela uma das integrantes da brigada toda feminina da casa. Quando o chef Hermes Custódio saiu do Vin Bistro para assumir o comando da cozinha do Castelo do Batel – em 2011 -, coube a ela, sous chef da casa, a responsabilidade de liderar a cozinha do restaurante.

E foi ali que essa jovem matogrossense se revelou em sua plenitude de cozinheira. Foram alguns anos de cardápio inspirado e consistente, alta gastronomia com qualidade e simplicidade, que é mesmo o que, no fundo do fundo, todo bom cozinheiro deve saber fazer.

Pois Renata saiu do Vin, teve nova passagem pelo Zea Maïs e agora está à frente de uma nova empreitada, o recém-inaugurado Bobardí, “restaurante cosmopolita”, segundo o material oficial de divulgação. E na nova casa, a chef se propõe a fazer exatamente o que tem feito nesses últimos anos: alta gastronomia sem segredos. Descomplicada, como fazem questão de dizer por lá, “um não à gourmetização”.

A vida corrida dos últimos dias não me permitiu acompanhar de perto os pratos que Renata Abreu concebeu para o cardápio da casa.  Mas, sendo dela, já gostei, assim mesmo, no escuro.

Fui ao evento de inauguração e pude constatar tratar-se de um local muito bonito, bem moderno, justificando o “cosmopolita”. Pé direito alto, no meio do salão, uma jabuticabeira (no Madero das Mercês tem uma assim também) perto da escada que leva os clientes ao segundo andar do restaurante, um mezanino que pode servir até para eventos fechados.

A capacidade da casa é para 150 lugares. E esse é um detalhe que pode ser perigoso, se não for bem administrado, pois o grande espaço interno pode trabalhar contra, em dia de lotação média. Explico: 40 pessoas presentes a um local com capacidade para 60 passam a impressão de casa quase cheia. As mesmas 40, bom número de presença, em local que permite quatro vezes mais, deixam com jeito de casa vazia. E casa vazia, já se sabe, espanta a freguesia.

Bem, mas acho que os sócios do restaurante devem saber disso e, mais ainda, do que estão fazendo. O importante é que ficou tudo muito bonito – o projeto arquitetônico é de Giuliana Soncin – e o aproveitamento do espaço também, pois também há um minimercado, com duas prateleiras altas, onde são comercializados utensílios para cozinha, livros de gastronomia, chás da Moncloa, produtos e máquinas de café da Illy, cachaças e outros destilados premium, sais e temperos. Todos, de alguma forma, identificados com o restaurante.

Comes e bebes

Bruschetta de tomates, uma das entradas da casa. (Foto/ Marcelo Krelling)

Como já disse, só fui ao evento de inauguração e belisquei alguns petiscos que circularam pelo salão. Mas fiquei muito bem impressionado com as propostas de bebidas. Há uma extensa carta, desde os coquetéis, cervejas importadas artesanais e um mix de rótulos de vinhos que possam harmonizar perfeitamente com todas as refeições ou petiscos: além das garrafas, a cada semana uma seleção feita pelo sommelier César Simbala (ex-Alfredo) irá compor a máquina de vinhos inerte, que servirá taças de 75, 100 e 150 ml. A aposta do Bobardí está também nos drinques, criados pelo premiado bar curitibano Le Voleur de Vélo.

Cheesecake de frutas vermelhas. (Foto/ Marcelo Krelling)

Na cozinha, a linha de Renata Abreu apresenta, entre outros itens, entradas como bruschettas de cogumelos e de tomates, burrata, steak tartare, saladas Caesar e Caprese e hambúrguer clássico. Como prato principal, algumas das sugestões são Risoto de frutos do mar com aroma cítrico, Fettuccine à carbonara, Polvo com batatas, Ossobuco de vitelo com polenta, Carré de cordeiro com purê de mandioquinha e, dentre as sobremesas, Cheesecake de frutas vermelhas, Créme brûlée, Bolo de chocolate e Alfajor de doce de leite.

Há também opções para os vegetarianos: uma boa variedade de saladas, risoto de brie e vagens francesas, sanduíche de berinjela e cheddar inglês, para citar algumas.

Todas as massas são produzidas artesanalmente no restaurante e todos os temperos e ervas são extraídos de uma mini-horta plantada nos fundos da casa.

Ainda, é claro, pretendo ir lá jantar, assim que a agenda desapertar. Não obstante, por tudo o que escrevi sobre Renata Abreu, posso cravar, sem qualquer receio, que “não fui, mas já gostei”. Mas estarei por lá qualquer dia desses e daí volto a tocar no assunto aqui no blog.

Ah, sim. O nome Bobardí é uma homenagem dos proprietários do restaurante à arquiteta italiana Lina Bo Bardi, reconhecida por ter projetado o Museu de Arte de São Paulo.

Bobardí
Avenida Munhoz da Rocha, 757 – Cabral

Fone: (41) 3057-3375

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