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Panela do Anacreon

Enviado por Anacreon de Téos, 30/06/15 6:05:38 PM
KING TEMAKI

Sushi Vulcano do King Temaki: arroz envolto em salmão e peixe branco, temperados com chili suave e flambado à mesa com curaçau blue. (Foto/ Marcelo Krelling)

A ideia é bem bacana, já tive a oportunidade de provar: sushi flambado. É o novo componente do cardápio das três casas do King Temaki em Curitiba. Para muitos pode ser novidade, mas outros restaurantes de cozinha oriental também apresentam algo semelhante. O que não tira o impacto da beleza visual no momento em que o Sushi Vulcano, como foi batizado, chega à mesa. Flambado no licor Curaçau Blue, ele chega à mesa ainda em chamas. Nele, o arroz vem envolto em salmão e peixe branco, temperados com chili suave.

O Ronin Dragon, de 2006, do extinto Ronin, apenas para lembrar. (Foto/ Anacreon de Téos)

Lembro-me da primeira vez que experimentei algo assim. Foi no extinto Ronin Oriental Cuisine, que funcionava dentro do Taboo, no Batel. O prato flamejante da ocasião se chamava Ronin Dragon, um sushi de salmão com cogumelos shimeji, que era flambado com licor cointreau na mesa, à frente do cliente. Escrevi sobre isso na época, 2006. Se quiser conferir, está aqui, inclusive com direito à receita do prato.

Entre os dois, uma coincidência interessante: ambos têm os sushis acomodados sobre rodelas de pepino.

Mas, então, voltemos ao presente, com o lançamento do King Temaki. Uma porção de seis unidades sai por R$ 23,90. O Sushi Vulcano já pode ser encontrado também no ponto do Bar +55.

A terceira unidade do King Temaki foi inaugurada semanas atrás. Além das já conhecidas unidades Batel e Juvevê, agora há um restaurante em Santa Felicidade. O espaço, na Avenida Toaldo Túlio, transformou uma antiga casa de estilo colonial italiano em um ambiente contemporâneo com toques industriais e cuidados sustentáveis. O estabelecimento conta com 64 lugares e estacionamento próprio.

King Temaki – Juvevê

Rua Rocha Pombo, 272 – Juvevê

Fone: (41) 3049.7773

King Temaki – Batel

Rua Gutemberg, 17 – Batel

Fone: (41) 3123-5503

King Temaki – Santa Felicidade

Avenida Toaldo Túlio, 3260 – Santa Felicidade

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Enviado por Anacreon de Téos, 27/06/15 1:31:17 PM

Pescado do dia com palmito fresco e assado, um dos pratos principais do jantar harmonizado de terça-feira que vem da Grand Cru. (Foto/ Divulgação)

Creme de cabotiá com camarões grelhados e orgânicos, a entrada. (Foto/ Divulgação)

 

Conversar sobre vinhos é sempre muito bom. Ainda mais quando se tem a possibilidade de, ao mesmo tempo, prová-los. Sempre digo às pessoas que se retraem e não se sentem à vontade em degustações ou harmonizações que o paladar é algo muito individual. E que o conhecimento do assunto se dá na comparação, mesmo que não haja qualquer conhecimento técnico ou de origens sobre o vinho – cerveja ou qualquer bebida que seja.

É assim: a decisão é sobre qual é melhor, para quem conhece e para quem não conhece sobre vinhos. Experimente o conteúdo de uma taça. Em seguida, de outra. Sinta o perfume de cada um, compare os sabores e sinta qual agrada mais. Este é o melhor vinho. Pelo menos em sua opinião, que pode ser semelhante às dos demais ou não.

Pois nessa próxima terça (30) a Grand Cru apresenta uma boa oportunidade para uma troca de ideias sobre o vinho. É o que foi chamado de “Bate-papo eno-gastronômico”, com a proposta de um cardápio assinado pelo chef Luiz Fernando Lima, com proposta de harmonização por conta do sommelier Everton Costa.

À medida que os pratos forem servidos os vinhos serão apresentados e todos poderão opinar sobre os sabores e as combinações propostas, conduzidos por sommelier e cozinheiro. Confira o cardápio completo e o vinho que harmoniza com cada prato.

Entrada

Creme de cabotiá com camarões grelhados e orgânicos

Bottega Millesimato Brut

Primeiro prato

Pescado do dia com palmito fresco e assado

Henri Bourgeois Sancerre Les Baronnes 2013

Segundo prato

Ossobuco de vitelo com polenta cremosa e salsa picante

Le Volte Dell Ornellaia 2012

Sobremesa

Dois chocolates com pimenta

Churchill’s Reserve Port Ruby

O valor por pessoa será de R$ 175 e as reservas devem ser feitas antecipadamente, pois a procura tem sido muito grande.

Grand Cru Curitiba

Rua Pasteur, 90 – Batel

Fone: (41) 3044-0292

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Enviado por Anacreon de Téos, 20/06/15 1:48:03 PM

Jean-Jacques Dubourdieu (na foto em evento na Trattoria do Victor, em março do ano passado), volta a Curitiba para apresentar alguns de seus vinhos. (Foto/ Valterci Santos)

Jean-Jacques Dubourdieu estará novamente em Curitiba. Co-proprietário da francesa Domaine Denis Dubourdieu e filho do famoso enólogo Denis Dubourdieu, ele volta à cidade para conduzir, nos próximos dias 25 e 26 de junho (quinta e sexta da semana que vem), três degustações dos principais vinhos elaborados pela família em Bordeaux, a mais célebre região vinícola da França.

Na quinta-feira, das 14h às 19h, Jean-Jacques dará presença na Adega Brasil Delicatessen, para uma degustação gratuita – não é necessário fazer inscrição. Os participantes poderão conhecer os vinhos Château Reynon Sauvignon Blanc, Château Reynon tinto e Le Rosé de Reynon.

No mesmo dia, a partir das 19h45, ele participa de uma degustação na Associação Brasileira de Sommeliers Paraná (ABS-PR), com vagas limitadas a 50 participantes. Na ocasião serão apresentados os vinhos Château Reynon Sauvignon Blanc, Le Rosé de Reynon, Château Haura tinto, Château Reynon tinto e Clos Floridene tinto.

Na sexta-feira haverá um jantar harmonizado com os vinhos elaborados por Denis Dubourdieu, no Bar do Victor. No cardápio, Tartar de salmão com crostini de limão, Filé de namorado à Bonne Femme (batata pérola e tomates na manteiga) e Torta de crême brûlée. Para acompanhar, os vinhos Le Rosé de Floridene, Château Haura e Château Cantegril Sauternes. O menu completo, harmonizado, custará R$149.

Domaine Denis Dubourdieu

Desde o fim da década de 1980 o enólogo Denis Dubourdieu é considerado um dos maiores especialistas em vinhos brancos do mundo e responsável por estudos que contribuíram para o maior conhecimento sobre os vinhos tintos. Professor de Enologia na Universidade de Bordeaux, ele está à frente da Domaine Denis Dubourdieu, localizada ao longo do rio Garonne, nas regiões de Sauternes, Graves e Cadillac-Côtes de Bordeaux.

Dubourdieu elabora os conceituados Château Doisy-Daëne, Clos Floridene, Château Reynon, Château Cantegril e Château Haura. Sua produção é de 600 mil garrafas por ano.

Os vinhos da Domaine Denis Dubourdieu chegam ao Brasil através das importadoras Porto a Porto e Casa Flora.

Adega Brasil Delicatessen

Avenida Cândido Hartmann, 1485 – Mercês

Fone: (41) 3014-0796

ABS-PR

Alameda Júlia da Costa, 64

Fones: (41) 9611-0473 ou 9800-2032

Bar do Victor

Rua Lívio Moreira, 284 – São Lourenço

Fone: (41) 3353-1920

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Enviado por Anacreon de Téos, 19/06/15 12:34:14 PM

A linda casinha que foi da vó Anna e que hoje abriga o Doce de Cidra. Agora também com três opções de feijoada aos sábados. (Foto/ José D’Ambrosio Neto)

Feijoada, atração dos sábados no Doce de Cidra. (Foto/ José D’Ambrosio Neto)

Gosto do Doce de Cidra, de vez em quando almoço lá. Os próprios proprietários fazem questão de definir a simpática casinha do Água Verde como “casa de avó”. Pois era isso mesmo. Ali morava Anna Luiza Zanetti de Oliveira, que viveu até os 93 anos. Para ativar a lembrança da avó querida, os irmãos Leandro e Letícia Teixeira decidiram transformar o local em um restaurante. Mas mantendo todo o astral, os móveis e o estilo da avó – como se ela estivesse sempre presente. Ah, sim, e algumas das melhores receitas que ela fazia.

As comidas seguem uma linha caseira de alto estilo – se é que se pode definir assim. Nessa sexta-feira (19), por exemplo, dois dos pratos constantes do bufê eram o Camarão na moranga e a Moqueca de cação e tilápia. Mas a variedade diária vai além disso, com acompanhamentos e sobremesas que sempre lembram alguém de nossa família.

Isso a R$ 39,80 o quilo ou R$ 26,50 por pessoa, pelo bufê livre.

Música e feijoada

Entrei nessa conversa por conta da atração desse sábado, que é a feijoada do Doce de Cidra. As feijoadas, explicando melhor. São três opções, que atendem a todos os gostos. A grande maioria, pelo que sinto, prefere evitar as carnes mais gordurosas e gosta das opções, digamos assim, mais light, que fazem sucesso em bufês de hotéis e grandes restaurantes. De minha parte, prefiro a completa, pois sigo a linha de pensamento do grande Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta (brilhante jornalista e cronista do século passado), que definia a feijoada perfeita: “aquela que exige a presença de uma ambulância na porta.” É a que vem com orelha, rabo e pé de porco, por exemplo. A terceira proposta da casa é a Feijoada vegetariana, que contém legumes variados cozidos com o feijão.

Servido por pessoa (R$ 31,80) ou por quilo (R$ 42,50), o bufê especial também apresenta diversas saladas, massas e o prato da casa, o Frango com polenta branca, tradicionalmente servido aos domingos pela Dona Anna à sua família na casa onde hoje funciona o restaurantes.

Entre as sobremesas, Pudim de leite, Torta de limão e, é claro, o Doce de cidra – que homenageia o restaurante.

Os proprietários da casa são músicos de uma família de músicos. O tio famoso é o guitarrista Paulo Teixeira, da Chave e do Blindagem. Aos sábados, para manterem o clima de som na família, eles fazem um sarau. E nesse sábado específico (20), ganham o reforço do primo Gabriel, filho de Paulo, para fazer o som.

Acho que vale a pena dar uma chegadinha.

O bufê de feijoadas do Doce de Cidra: três opções para atender a todos os paladares. (Foto/ José D’Ambrosio Neto)

Restaurante Doce de Cidra

Rua Cândido Xavier, 521 – Água Verde

Fone: (41) 3408-1828

Facebook: www.facebook.com/docedecidra?fref=ts

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Enviado por Anacreon de Téos, 18/06/15 11:30:22 AM

O chef Jefferson Rueda e seu Porco à San Zé, assado inteiro em uma grelha especial. (Foto/ Sérgio Coimbra – Divulgação)

A chef Manu Buffara, na noite de premiação da Prazeres da Mesa como melhor restaurante do Brasil. (Foto/ Divulgação)

Manu Buffara anda impossível. Irrequieta, não pára. Parece movida a energia nuclear. Enquanto acumula prêmios (e já é, jovem feito ela só, a mais premiada de todos os chefs de cozinha paranaenses), amplia seu espaço como referência na gastronomia nacional e, por consequência disso, é presença obrigatória nos principais eventos de sabores do país.

Para que se tenha uma ideia, e discorrendo apenas sobre os últimos dias, no fim de semana ela estava em Pirenópolis-GO, participando da décima edição do Festival Gastronômico local. Era uma das estrelas da companhia, que ainda tinha seu parceiro Rodrigo Martins, Lucas Corazza, Guga Rocha, Paula Labaki e Jefferson Rueda – que em mais uns dias estará por aqui, justamente para cozinhar com ela no Manu (mas isso a gente explica mais ali embaixo).

Pois bem. Apresentou “sua cozinha que encanta a alma e o coração”, conforme descrevia a programação oficial do evento, no domingo, 14, e de lá saiu para São Paulo, onde, na segunda-feira participou da festa de premiação dos Melhores do Ano da revista Prazeres da Mesa. E teria mesmo de participar, pois ganhou simplesmente o prêmio de Restaurante do Ano com seu Manu. Melhor do Brasil, segundo avaliação da revista especializada – além de pegar, de quebra, o título de Melhor da Região Sul, naturalmente.

Mal teve tempo de comemorar (com a equipe, que estava toda lá na premiação) e voltou no pique para Curitiba, onde, na terça, era uma das atrações da Noite da Mídia, promovida aqui pelo grupo GRPCOM com os Chefs 5 Estrelas do Bom Gourmet. Lá estava ela, atendendo os convidados e apresentando sua Carne crua com amburana e espuma de beterraba. Suave, delicada e saborosa.

Pensa que acabou? Nada disso. Na quarta-feira passou boa parte da tarde em sua cozinha, posando para fotos de uma publicação conceituada. Entre uma foto e outra, um tempinho para a filha Helena, que, aos poucos meses de vida, já conhece toda a rotina do restaurante. À noite, lidou na cozinha no comando da afinada equipe, fechou novamente a mala e embarcou, no alvorecer da quinta-feira, para o Ceará, onde integra o seleto grupo da nata dos cozinheiros nacionais do Festival Fartura Fortaleza, que vai de sexta a domingo e é a vitrine de um projeto que promove a cadeia produtiva gastronômica brasileira. São mais de 70 chefs de cozinha presentes no Shopping Iguatemi Fortaleza, dentre os quais Wanderson Medeiros (Picuí-AL), Kátia Barbosa (Aconchego Carioca-RJ), Thomas Troisgros (Olympe-RJ), Ivo Faria (Vecchio Sogno-MG) e Joca Pontes (Ponte Nova-PE), apenas para citar os mais famosos.

Apresentando o Sanduba de porco da Manu (que leva barriga de porco prensada com finalização de cozimento em isopor, com banana da terra e picles de pepino) a chef fica em Fortaleza até domingo à noite, encerramento do festival, pega um avião na madrugada e desembarca segunda-feira pelo fim da manhã em Curitiba, onde terá um dia muito agitado, pelo jantar especial marcado para a mesma noite.

Manu e Rueda juntos

Sim, noite mais do que especial, pois Manu Buffara e Jefferson Rueda vão cozinhar juntos, dividindo um cardápio de dez pratos elaborado a quatro mãos. Rueda ainda está no ótimo Attimo, em São Paulo, desde antes de sua fundação, há quatro anos. Participou do projeto, do conceito e vem comandando a cozinha da casa nesse tempo todo. Mas, aos poucos, irá se afastando, até deixar completamente o dia a dia.

Isto porque está abrindo seu próprio projeto, a Casa do Porco, a ser inaugurado no mês que vem, como um misto de bar, restaurante e mercearia, tudo focado, é óbvio, no que se pode tirar do porco. Dos cortes especiais aos presuntos, linguiças e embutidos elaborados de maneira artesanal. E, assim como esteve em Pirenópolis com Manu, o prestigiado chef virá a Curitiba também focado na divulgação desse novo empreendimento.

Com as reservas perto de estarem esgotadas, o cardápio será o seguinte:

Sardinha – ova batata doce [Manu]

Provolone – favo de mel [Rueda]

Pele de frango – carne crua – maçã verde [Manu]

Folha de mandioca – lardo de porco [Rueda]

Salada de beterraba – bacon caseiro – queijo feta [Rueda]

Peixe fresco – cebola – manteiga ácida [Manu]

Ovo – ervas – salsa de bacalhau [Manu]

Acém – crista de galo – rabanete – mostarda [Rueda]

Salsinha – limão siciliano [Manu]

Banana com paçoca – sorvete de banana caramelizada – banana da terra brûlée [Rueda]

Todos os pratos serão harmonizados com vinhos nacionais, em interessante seleção organizada em conjunto pela chef, pelo sommelier Fábio Maquardt e pela gerente da casa, Juli Rodrigues.

Confira os vinhos e espumantes que serão servidos: Poty Lazzarotto Brut, da Vinícola Araucária; Gaspari Sauvignon Blac (de Espírito Santo do Pinhal-SP, quase divisa com MG); Quinta da Neve Sauvignon Blanc, de São Joaquim-SC; Montepioli Merlot & Cabernet Sauvignon, da Villaggio Bassetti, também São Joaquim; Gaspari Syrah; Hermann Bossa N2 Demi Sec, de Bento Gonçalves-RS.

Os valores, por pessoa: R$ 290,00 + 10%, sem harmonização, e R$ 350,00 + 10%, com harmonização.

O dia do porco

Mas a folia gastronômica com Jefferson Rueda não fica por aí. Na noite seguinte, terça (22), o chef e sua mulher, Janaina Rueda (do Bar da Dona Onça-SP) estarão cozinhando juntos no MB – Mercearia Brasileira, o outro empreendimento de Manu Buffara e que funciona exatamente ali ao lado.

Aí, sim, Rueda vai apresentar a grande estrela da companhia: o Porco à San Zé – que, no fundo, significa porco à moda de São José do Rio Pardo, cidade onde nasceu e aprendeu a destrinchar animais – o nome original seria “Porco à paraguaia” e consta ser uma receita da Guerra do Paraguai. O porco é assado inteiro, numa grelha feita especialmente sob encomenda, e foi feito pela primeira vez por ele numa Virada Cultural de São Paulo, há três anos. Virou hit, bombom e agora é sua marca registrada.

E o curitibano, privilegiado, terá a oportunidade de experimentar o tal Porco à San Zé (para tal, um motorista contratado sai de Curitiba para buscar tanto o porco – de quase 300 kg – e a grelha para ser instalada no MB, que teve de passar por uma reforma urgente, com a instalação de uma churrasqueira) com acompanhamentos especiais. Começando pelos aperitivos que têm tudo a ver, Polenta e Mandioca frita com bacon (feito por ele, claro). Como acompanhamentos, saladas básicas (daquelas de churrascaria), como tomate, alface, cebola e repolho. E um mais do que especial Cuscuz de pupunha, por Janaina. E de sobremesa, compotas de frutas (figo, abóbora…) com queijo da Serra da Canastra.

Com direito a três tipos de caipirinha e chope à vontade da Way Beer, daqui do ladinho, de Pinhais, o valor por pessoa é de R$ 150 + 10%. Quem optar por pagar as bebidas à parte, fica nos R$ 80 + 10%.

 

Restaurante Manu

Alameda Dom Pedro II, 317 – Batel

Fone: (41) 3044-4395

MB – Mercearia Brasileira

Alameda Dom Pedro II, 333 – Batel

Fone: (41) 3022-7333

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Enviado por Anacreon de Téos, 16/06/15 6:29:18 PM

A Cesta Família da Lapinha Orgânicos: duas caixas com 38 itens fresquíssimos entregues em casa. (Foto/ Anacreon de Téos)

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Da Lapinha Spa praticamente todo mundo ouviu falar. Afinal de contas, aos 42 anos de atividade, é reconhecida e premiada como um dos melhores centros de saúde integral do mundo. Eleito como o Melhor Destino das Américas pelo World Spa Awards e Melhor Spa Médico do Brasil pelo prêmio Viagem & Turismo – A Escolha do Leitor, o local é aprovado pelo Healing Hotels of the World e faz parte do criterioso ranking da Condé Nast Johansens que premia os melhores spas, hotéis boutique, pousadas e resorts do mundo. Em 2014 também ganhou os prêmios de Melhor destino Wellness da América do Sul e Melhor destino Wellnesss do Brasil pelo Wellness Travel Awards, realizado pelo renomado Spafinder, de Londres.

E o que tem isso a ver com esse nosso blog gastronômico? Tudo. Na fazenda de 550 hectares, (localizada a 85 km de Curitiba, entre as cidades de Lapa e Rio Negro), a água é potável e o solo é livre de pesticidas e agrotóxicos. Lá, são cultivadas as frutas, verduras e hortaliças, colhidas logo antes das refeições. Essa alimentação orgânica, baseada na dieta ovo-lacto-vegetariana, promove a desintoxicação profunda e ativa as defesas naturais do organismo.

Alimentação mais saudável do que isso, impossível. E tanto os clientes pediram, reivindicaram, exigiram que a Lapinha decidiu começar a comercializar seus produtos aos interessados, entregando em domicílio. Começou em um mês, mais ou menos, e os primeiros resultados têm sido muito interessantes.

Também, pudera. Recebi uma cesta dessas e fiquei encantado. São produtos orgânicos que atraem já a partir do visual e, com boa gama de escolha, certamente podem preencher as necessidades domésticas de quem pretende se alimentar bem.

São três opções de cestas indicadas para duas, três e acima de quatro pessoas, nos valores de R$50, R$100 e R$150, respectivamente. Alimentos como cenoura, couve, ovos, limão, alface, brócolis, entre muitos, fazem parte da lista que será diferente a cada semana, respeitando a sazonalidade. O serviço de entrega não é cobrado.

Contei aqui o que veio na “Cesta Família”, a maior delas: brócolis, couve-flor, ervilha-torta, acelga, alface (três tipos), escarola, espinafre, erva-doce (lindos bulbos), repolho (branco e roxo), abobrinhas, rabanete e couve-rábano. Mais ainda: laranjas (dois tipos), limões cravo, tomates, mandioca, cenouras, um pão de grãos, barrinhas de cereais e uma dúzia de ovos. E os temperos, como salsinha, cebolinha, manjericão roxo, manjericão (basílico) e alfavaca.

Conversei por telefone com Raquel Brepohl, responsável pelas cestas. E ela me disse que as entregas estão sendo feitas às terças e sextas-feiras, sem qualquer custo adicional de transporte. Adiantou também o desenvolvimento de um software para poder fechar os pedidos pelo site da Lapinha SPA, no qual o cliente clicaria o item desejado e montaria sua própria cesta, com os produtos escolhidos. Por enquanto a seleção dos componentes da cesta obedece à sazonalidade, mas o cliente, ao encomendar, pode informar o que não gostaria de receber.

Dentro de mais algum tempo, ainda segundo Raquel, estarão sendo oferecidas cestas somente de frutas produzidas na fazenda.

Vale a pena o contato, pela facilidade de poder receber em casa produtos de tão boa qualidade, de origem conhecida e reconhecidamente orgânicos. E sem pagar a mais por esse conforto.

Cesta Orgânica Lapinha Spa

e-mail: raquel@lapinhaorganicos.com.br

Fones: (41) 3622-1044 R. 218 ou (41) 8838-4767

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Enviado por Anacreon de Téos, 15/06/15 11:41:02 AM
Diego Pisante

O casarão onde funcionam a Vino! e o C La Vie vai ser demolido para permitir a construção de um edifício comercial no local. (Foto/ Divulgação)

Durante um bom tempo o restaurateur Raphael Zanette conviveu com um pesadelo: o que fazer com o C La Vie? Os proprietários do imóvel onde o empreendimento funciona há seis anos (primeiro como Expand, depois como Vino! e mais tarde mantendo o nome e acrescentando o restaurante) avisaram, há mais de um ano, que o contrato de locação poderia ser rompido a qualquer momento. No local (incluindo o espaço vizinho, onde funciona o bar Acadêmicos do Salgueiro) será erguido um edifício comercial.

Lembro-me que, no início do ano passado, Zanette chegou a estudar a possibilidade de transferir o restaurante para um imóvel próximo, na Avenida do Batel, quase esquina com Ângelo Sampaio, a meia quadra de onde funciona a casa. Não deu certo. E a tormenta pela busca de novo local terminou somente na semana passada, quando foi assinado o contrato de locação do imóvel onde funcionou até pouco tempo o Restaurante Edvino, também no Batel.

As obras de reforma do novo endereço estão sendo iniciadas justamente nesta segunda-feira (15) e a expectativa é que o C La Vie possa se transferir para o imóvel da Rua Presidente Taunay. A nova estrutura contará com uma loja de vinhos da Vino! em anexo, mantendo a fórmula consagrada. O único conveniente da mudança será a falta de estacionamento próprio, como ocorre atualmente. Nada que um bom serviço de vallet (e tem um estacionamento na mesma quadra) não resolva.

Alto nível

Depois de ter sido aberto com a proposta de um cardápio de linha francesa, sob a consultoria do consagrado chef Eric Jacquin, o restaurante C La Vie abriu um ponto os horizontes a partir de algumas bem sucedidas experiências do jovem chef Lênin Palhano (que está para abrir o restaurante Nômade, no Nomaa Hotel, pronto para ser inaugurado), que incluiu ingredientes brasileiros e valorizou produtores locais. Atualmente segue uma linha gastronômica contemporânea internacional, mantendo esses elementos e alguns de outros países. A cozinha é chefiada atualmente por Giuliano Seco, que era sous chef na casa e foi recentemente promovido à chefia.

O restaurante já venceu prêmios, incluindo o de Melhor Prato Principal do Bom Gourmet, e agora vai conhecer seu novo destino, num local que certamente exigirá poucas mudanças, uma vez o Edvino também tinha essa proposta de unir restaurante e casa de vinhos, contanto com instalações adequadas para tal.

Agora, então, é esperar por agosto para conhecer o novo C La Vie. Por enquanto continua funcionando normalmente no endereço habitual.

Restaurante C La Vie

Rua Comendador Araújo, 970 – Batel – Curitiba

Fone: (41) 3029-9988

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Enviado por Anacreon de Téos, 13/06/15 12:49:39 PM

Vieiras peruanas grelhadas com um toque de limão e salsinha fresca, para abrir o jantar, acompanhadas de champagne. (Foto/ PriscillaFiedler)

O Ernesto Ristorante está anunciando um jantar harmonizado para esta segunda-feira (15). O chef Dudu Sperandio escolheu alguns pratos de seu novo cardápio, apresentado dias atrás (leia aqui), para escoltar com alguns vinhos de responsa, como pouco se tem a chance de degustar por aí.

Tudo começa com o champagne Don Perignon 2002, que escolta as Vieiras peruanas grelhadas com um toque de limão e salsinha fresca. Em seguida vem o prato de massa, uma Mezzaluna de foie gras com manteiga tostada, calda de frutas vermelhas e pimenta do reino, que recebe a parceria de um Brunello di Montalcino Camigliano 2007.

Para o Risoto cremoso de funghi porcini fresco e lâminas de trufas negras, a harmonização sugerida é um Barolo Tenuta Rocca 2009, enquanto outro italiano, o Amarone Villa Arvedi 2017, faz companhia às Mil folhas de berinjela e abobrinha grelhadas intercaladas com lardo di colonnata e aroma de trufas brancas.

O prato de carne será a Costela de cordeiro assada acompanhada por especiarias e batatas, com alecrim e sal negro do Hawaii, que terá na taça o poderoso Barolo Conterno Cassina Francia 2005.

De sobremesa, Tartelet de chocolate com cointreau e amarenas, acompanhada de Dow’s Nirvana – que é um Vinho do Porto desenvolvido especialmente para complementar o sabor do chocolate.

O custo total do evento, incluindo os vinhos, será de R$ 650 por pessoa.

Ernesto Ristorante

Rua Myltho Anselmo da Silva, 1483 – Mercês

Fone: (41) 4141-5477

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Enviado por Anacreon de Téos, 12/06/15 5:57:15 PM

Bouillabaisse do 618 Gastronomia. Uma das estrelas dos cardápios especiais de sábado do restaurante. (Foto/ Divulgação)

Ideia boa para os sábados. Há pouco mais de dois meses o 618 Gastronomia lançou o “Festival de Frutos do Mar”, proporcionando um buffet especial, com mexilhões, camarões graúdos, risotos e algumas alternativas interessantes dentre os pratos criados pelo chef Rodrigo Machado.

Pois agora Machado tem também a proposta de apresentar sempre um prato especial a cada sábado, começando por este de agora (13/06), que terá como estrela o Polvo com batatas. Na semana que vem será a vez da Paella de frutos do mar e no dia 27 a estrela será a Bouillabaisse, um prato típico da região do Mediterrâneo, quase uma sopa de origem controlada, preparada à base de até sete tipos de pescados.

No primeiro sábado de julho, com o pique do inverno, o chef anuncia um Cassoulet de la mer, que vulgarmente é tido aqui no Brasil como Feijoada (sic) de frutos do mar. É muito saboroso, mas jamais poderia ser comparado ou vendido como uma feijoada. Acho um pecado.

Bem, mas voltemos ao que interessa. O “Festival de Frutos do Mar” do 618 Gastronomia acontece aos sábados e pode ser aproveitado no sistema de buffet livre (R$ 49,90 por pessoa, incluindo sobremesas) ou por quilo (R$ 69,90).

618 Gastronomia

Rua Moysés Marcondes, 618 – Juvevê

Fone: (41) 3040-3618

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Enviado por Anacreon de Téos, 09/06/15 12:21:15 PM

O remodelado Armazém Santo Antônio começa a servir novo cardápio a partir desta terça-feira. (Foto/ Naideron Jr.)

Giuliano Hahn é sócio e chef do Armazém Santo Antônio. (Foto/ Naideron Jr.)

O Armazém Santo Antônio começou nesta terça-feira (09) uma nova fase. A antiga casa do São Francisco – patrimônio histórico tombado – apresenta um novo cardápio, com base nas experiências que o chef Giuliano Hahn (ex-Vindouro) tem feito nos últimos meses. Hahn é um dos novos proprietários, juntamente com os empresários Katiana Balzero Giarola e Paulo Keinert Castor, e o resultado dos testes e das pesquisas que realizou nos últimos tempos está à disposição dos clientes da casa, que tem sempre lugar garantido entre as marcas de gastronomia de Curitiba.

Desde o início, quando Karime Junqueira e Beatriz Maestri decidiram abrir o restaurante com uma proposta de cozinha brasileira e contemporânea. Isso foi em 2000 e dois anos depois outras duas moças assumiram a casa, Janaína Soares e Simone Colpini, que deram uma ajustada no cardápio, tornando o restaurante uma referência. Mas esse upgrade, o reconhecimento dos clientes e os primeiros prêmios não foram suficientes para a manutenção do estabelecimento e em 2006, depois de tentar segurar as pontas por alguns meses, as duas sócias decretaram o fechamento da casa (dei uma nota na ocasião). Por pouco tempo, felizmente, pois foi adquirido em seguida pelo empresário Ari Perez, que conduziu o Santo Antônio até o início do ano, quando foi adquirido, então, pelos atuais proprietários.

Ravióli de siri com molho de dendê, coco em fita e camarões grelhados – uma delícia. (Foto/ Naideron Jr.)

O cardápio da casa sempre teve uma vocação para a diversidade. Tanto que, nesses 15 anos de funcionamento, colecionou prêmios tão diferentes, de Gula à Vejinha, que vão desde o melhor bacalhau da cidade ao melhor barreado, de melhor cardápio brasileiro à melhor entrada por uma incomparável burrata, recentemente laureada pela revista Bom Gourmet.

Claro que esses pratos premiados foram mantidos no novo menu, mesmo porque há clientes que vão ao restaurante exclusivamente para pedi-los. Mas Giuliano Hahn, talentoso como é, incluiu sua assinatura nas inovações que apresenta, nas massas, que são todas produzidas no local, e ainda em risotos e pratos com peixes, carnes e camarão.

Entre as massas artesanais, o destaque maior é o Ravióli de siri, servido com molho de dendê, coco em fita e camarões grelhados. Tive a oportunidade de provar e gostei muito. Há também o Gnocchi de ricota, acompanhado de molho de cogumelos frescos – ah, sim, a ricota também é produzida na casa.

Risoto de camarões, brie e baunilha – interessante combinação de sabores no novo cardápio. (Foto/ Naideron Jr.)

Os risotos têm opções como o de camarões, queijo brie e fava de baunilha e, entre os peixes, encontra-se o Robalo em crosta de pistache com gratin de aipim e molho de açafrão. Dos pratos já constantes do cardápio, foram mantidos, além dos premiados, Conchiglione de camarão, Barreado, Moquecas de peixe, camarão e mista, três receitas de bacalhau (em lascas, as natas e “das abadessas”) e a Paleta de cordeiro.

As sobremesas são assinadas por Juliano Marasca. Recentemente ele venceu uma das etapas do reality show gastronômico Que Seja Doce, da GNT,especializado em confeitaria. A seleção que criou vem com opções como a Romaria (três doces num só: macarron, brownie e mousse de graviola) e La Religieuse (massa choux com creme de avelãs, servida com calda quente de chocolate e café).

Nas bebidinhas, o Armazém terá ainda carta de drinques assinados pelo bartender Rogério Coelho Barroso, o “Rabbit”, que é campeão brasileiro e paulista de coquetelaria, além de ter ficado entre os 10 melhores do mundo em concurso internacional.

A carta de vinhos é enxuta e boa parte dos rótulos tem comentários e sugestão de harmonização. Também há uma boa oferta de cervejas especiais.

Ambiente revitalizado

O restaurante também apresenta novo visual. O centenário casarão passou por uma reformulação interna. Ganhou uma sala especial para eventos, a Sala Fanny. Ela presta homenagem a um projeto que Giuliano Hahn realizou alguns anos atrás. Uma casa de madeira da sua família, na Vila Fanny, era o palco para jantares temáticos, nos quais grupos de pessoas agendavam previamente encontros ao estilo degustação com cardápio fechado. Este movimento será recriado nesta sala, com ideias como a de menus ‘confiance’ ou de cardápios especiais sob encomenda. O local também poderá ser utilizado como um espaço VIP para reuniões, eventos empresariais, confrarias.

Na parte externa, o imóvel também recebeu um deck, no jardim frontal, com uma grande mesa sob um pergolado de madeira. O ambiente também tem um grande lustre, completando a decoração que mescla o rústico com o sofisticado. Contando com ele, a capacidade atual do restaurante é de 80 lugares.

O imóvel também ganhou nova iluminação e pintura, preservando o ar de uma Curitiba de muito tempo atrás. A estrutura, toda preservada, conta com assoalho de madeira, escada construída como uma peça única, telhas encaixadas sem pregos e uma rosa dos ventos que traz a data de fundação: 1870.

Tudo isso e a boa mesa criam um ar intimista como pouco se tem por aí. A oportuna guinada do Armazém Santo Antônio deve ser festejada pelos apreciadores da boa gastronomia. O lugar é lindo, aconchegante. E a comida é ótima.

Armazém Santo Antônio

Rua Solimões, 344 – São Francisco

Fone: (41) 3077-5505

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