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Panela do Anacreon

Enviado por Anacreon de Téos, 28/03/15 10:04:30 AM

Tive dificuldade para encontrar o cardápio dessa sétima edição do Gastronomix, que dá o sabor em Curitiba neste fim de semana.

Mas finalmente consegui. E repasso de primeira, publicando aqui, pois sei que muita gente também está atrás para ter ideia do que há em cada barraquinha, permitindo uma programação prévia.

(Sobre o Gastronomix já havia escrito aqui, dias atrás.)

Então vai lá o cardápio da quermesse:

 

KÁTIA BARBOSA

ACONCHEGO CARIOCA – RJ

Bolinho de feijoada

 

BETH BELTRÃO

VIRADA’S DO LARGO – MG

Misturinha Chocante – costelinha de porco com molho de tangerina reduzida com açúcar mascavo e orapronóbis crocante

 

LAÍS DUO

VIA EMILIA PIADINERIA – SP

Piadina de linguiça artesanal, coalhada seca, tomate ralado, coentro e berinjela

 

WANDERSON MEDEIROS

RESTAURANTE PICUÍ – AL

Baião de dois com carne de sol na nata

 

RODRIGO MARTINS

RESTAURANTE VINO! – SP/PR

Quirera Lapiana

 

BRUNO CABRAL

MERCEARIA MESTRE QUEIJERO-SP

Raclette

 

EDINHO ENGEL

RESTAURANTE AMADO BAHIA – BA

Moqueca baiana de peixe

 

IVO LOPES

LA VARENNE – CTBA – PR

Cassoulet de frutos do mar com lentilha verde

 

IVAN LOPES

MUKEKA – CTBA – PR

Arroz de camarão com açafrão da terra e castanha de caju.

 

ZICO GARCEZ E CLÁUDIO COUTO

BAR DO PACHÁ – CTBA – PR

Polenta cremosa com ragu de ossobuco

 

IGLAÊ KONZEN

AMORE BIO – CTBA – PR

Salada biodinâmica

 

BETO NOGUEIRA

FÁBRICA GOURMET CTBA – PR

HAMBURGER

 

ALESSANDRO E ANTÔNIO PAULO TANAKA

DEL BORGO – FOOD TRUCK PIZZA – CTBA – PR

Pizzas Sabores Nápoli (margarita) e Asti (alho-poró)

 

FABIANO MARCOLINI

FABIANO MARCOLINI ALIMENTARI – CTBA – PR

PÃES

 

FLÁVIA SONI ROGOSKI

BON VIVANT – CTBA – PR

Degustação de Presunto Cru com Azeite de Oliva e pães

Degustação de Queijos com Mel Picante e pães

 

ROSANE RADECKI

RESTAURANTE GIRASSOL – PALMEIRA – PR

Pão no bafo

 

EDU TOLEDO

ARMAZÉM 71 – CTBA – PR

Camarão crocante com carpaccio de pupunha ao molho champagne

 

YURI FERRARI OGURTSOVA

TUK–TUK – CTBA – PR

Chicken Tikka Masala

 

RICARDO NOGAROLLI E GRACE SARRAFF

PRESTINARIA CTBA – PR

Torta integral de siri

 

LUIZ ANTONIO ROMANUS

ARMAZÉM ROMANUS CTBA- PR

Barreado

 

POLYANA RODRIGUES

GRUÉ CHOCOLATERIA CTBA – PR

Profiterólis: carolinas com sorvete de chocolate branco, coulis de bala de banana e mendiant de chocolate.

 

CAROLINA GAROFANI

CARAMELODRAMA – CTBA – PR

Bella Elena Caramelizada – Entremet de caramelo e peras cm crocante de chocolate belga e calda de caramelo

 

LEANDRO BLAZKOWSKI

O FAMOSO BIGADEIRO – CTBA – PR

Brigadeiro de leite ninho caramelizado

 

DILLETTO

SORVETES

 

TATIANA MACIEL

FIT E FUNCIONAL – CTBA – PR

Petit gâteau de chocolate orgânico glúten e lactose free com calda ou sorvete de amora

 

ALESSANDRO MARTINS

WAY – CTBA – PR

CERVEJAS

 

PAOLA /FABIO ROCHA

BEER MANIACS – CTBA -PR

CERVEJAS

 

THAYS FERRÃO

VINÍCOLA FRANCO ITALIANO – Colombo – PR

VINHOS

 

JUSTINA PEDERIVA FARDO

VINÍCOLA FAMÍLIA FARDO – Quatro Barras -PR

VINHOS

 

VINÍCIUS D’AGOSTIN

CANTINA VINI D’AGOSTIN – Colombo – PR

Sucos naturais: uva, manga com laranja, morango com abacaxi e capim limão

 

Gastronomix no 24º Festival de Curitiba

28 e 29 de março, no MON, das 11h às 17h

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Enviado por Anacreon de Téos, 25/03/15 9:31:47 AM
Celso Freire no Gastronomix

O chef Celso Freire é a alma do Gastronomix, que ele comanda pela quinta vez no próximo fim de semana. (Foto/ Divulgação)

Hoje em dia é um dos eventos mais importantes que temos. Talvez em conteúdo e diversidade, o mais importante. Com o passar dos anos o Gastronomix foi se aperfeiçoando, lapidando arestas e corrigindo alguns desvios que geravam algumas reclamações e reprimendas por parte dos frequentadores.

Mas agora que chega à sétima edição, está azeitado e funcionando cada vez melhor. O festival gastronômico é a menina dos olhos do chef Celso Freire, o curador do evento e responsável pelo perfil dos chefs a serem apresentados com suas comidas, seus temperos e seus sabores. Para este capítulo, Freire conseguiu firmar um compromisso do evento com a Gastronomia Responsável e neste ano todos os chefs convidados criarão um prato especial de acordo com os princípios desse movimento, cujos princípios são a utilização de ingredientes orgânicos, a utilização de produtos regionais, a não utilização de espécies ameaçadas de extinção e o aproveitamento integral de alimentos.

E vem gente da pesada. A começar por Alex Atala, o número 1 do Brasil, que finalmente conseguiu ajeitar a agenda dele para comparecer por aqui. Atala vai ministrar uma das aulas-show no primeiro dia do evento. Que deverá ser concorridíssima, imagino.

Ele puxa um time de estrelas lá de fora, que ainda conta com Edinho Engel (Amado – BA), Kátia Barbosa (Aconchego Carioca – RJ e SP), Beth Beltrão (Virada’s do Largo – MG), Wanderson Medeiros (Picuí – AL), Laís Duo (Via Emilia Piadineria – SP) e Bruno Cabral (Donostia Taberna Basca – SP). Os locais são Rodrigo Martins (Grupo Vino!), Ivo Lopes (La Varenne), Ivan Lopes (Mukeka), Fabiano Marcolini (Trattoria Marcolini), Luiz Antonio Romanus (Armazém Romanus), Iglae Zanoto Konvem (Amore Bio), Zico Garcez (Bar do Pachá), Flávia Rogoski (Bom Vivant), Rosane Radecki de Oliveira (Girassol), Yuri Ogurtsova (Tuk Tuk) e Ricardo Nogarolli (Prestinaria).

Tem mais, os pizzaiolos Alessandro Formeti e Antonio Paulo Tanaka (Del Borgo Pizza), a chocolatier Polyana Rodrigues (Grué Chocolateria), Beto Nogueira (Fábrica Gourmet Hamburgueria), Leandro Blazkowski (O Famoso Brigadeiro), Tatiana Maciel (Fit & Funcional), o bartender Marcelo Silvério (Le Voleur de Vélo) e Vinícius D’Agostin (Cantina Vini D’Agostin, especializado em sucos agroecológicos).

Quermesse

O Gastronomix é uma espécie de quermesse da alta gastronomia e acontece já no próximo fim de semana, nos dias 28 e 29 de março, das 11h às 17h, no Museu Oscar Niemeyer. O evento oferece ao público a oportunidade de experimentar as criações dos chefs convidados em um único dia, num mesmo espaço, a preços acessíveis e com toda a infraestrutura de atendimento. Os ingressos custam R$ 10 e os pratos entre R$ 10 e 20.

A Electrolux também vai promover Oficinas de Gastronomia. Em cada um dos dois dias serão oferecidas quatro aulas-show, para dez participantes cada, nos horários das 12h, 13h15, 14h30 e 15h45. A inscrição será feita por ordem de chegada ao local. Após preparar a receita, o aluno poderá convidar um acompanhante para degustar o prato.

A Melitta oferecerá aulas-shows para ensinar a preparar cafés especiais em casa, além de oferecer degustação gratuita de cafés gourmet.

Haverá, ainda, um espaço especial para o público conhecer e experimentar a variedade de cervejas artesanais produzidas em Curitiba. A Way Beer, por exemplo, estará no evento com oito estilos diferentes de cerveja e a sua famosa “Raquetada de Degustação”. As cervejas nova-iorquinas Brooklyn também estarão presentes.

Mas quem não for adepto das cervejas poderá visitar outro espaço exclusivo para degustação de cachaças, vinhos e drinks especialmente preparados por bartenders. Outras opções serão as cidras irlandesas Magners e os vinhos da Vinícola Franco Italiano, de Colombo.

O Gastronomix 2015 faz parte da programação do 24º Festival de Curitiba e os ingressos para o evento poderão ser adquiridos com antecedência pelo site oficial do festival, www.festivaldecuritiba.com.br.

Gastronomix no 24º Festival de Curitiba

28 e 29 de março, no MON, das 11h às 17h

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Enviado por Anacreon de Téos, 24/03/15 12:02:31 PM
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Ricardo Nogarolli e Grace Sarraff à frente da Prestinaria, que comandam desde o fim do ano passado. (Foto/ Anacreon de Téos)

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O incrível sanduíche de carne suína com cebola caramelizada. Atrás, sanduíche caprese. (Foto/ Anacreon de Téos)

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A mesa de brunch dos domingos. (Foto/ Anacreon de Téos)

O local sempre foi muito acolhedor. Rústico, bem decorado, intimista, e produzindo e oferecendo alguns dos melhores pães da cidade. E alguns salgados, lanches e petiscos para quem pretendia consumir ali mesmo.

A Prestinaria – Casa de Pães existe desde 1999, mas, em tempos recentes, não vinha mais com o mesmo embalo de seus primeiros momentos. Embora os produtos mantivessem a qualidade, o serviço era muito complicado e não foram poucas as pessoas que desistiram depois de um bom tempo de espera sem serem atendidas.

Isso até o fim do ano passado, quando o comando da casa trocou de mãos, passando para a gestão do chef Ricardo Nogarolli e da chef pâtissier Grace Sarraff, que, além de introduzirem alguns novos sabores ao que de bom já existia, priorizaram um intensivo treinamento no pessoal, mantendo os profissionais que lá estavam e contratando outros, para permitir que também o serviço estivesse adequado ao nível da proposta a ser apresentada.

Funcionou. A Prestinaria voltou aos seus melhores momentos. Funciona todos os dias da semana e com um buffet no almoço (R$ 44,90 o kg), concebido pela sensibilidade de Nogarolli, com pratos mais para o caseiro, embora com um charme a mais. Há uma boa variedade de saladas, legumes, verduras, o arroz e feijão sempre tão procurado e sempre dois tipos de proteína, entre o peixe, o frango e a carne.

Além disso, aos domingos a cafeteria abre para o brunch (R$ 34,90 por pessoa). E foi o que tive o prazer de experimentar domingo passado. Uma bem provida mesa de salames, queijos, pães e salgados, outro tanto de tortas e doces e, nesse que fui, uma interessante salada de macarrão (com um molho de balsâmico muito bom) e uma panqueca de frango e legumes com molho branco que estava especial. Mas o que mais gostei foi do sanduíche de carne suína com cebola caramelada. Impossível resistir e ficar em um só.

A Prestinaria é um dos lugares mais tradicionais e charmosos de Curitiba. Além do ambiente que remete às cafeterias europeias, mantém os produtos fabricados artesanalmente, privilegiando ingredientes frescos, naturais e de Curitiba. Com a nova proposta e o reforço no atendimento, volta a ser recomendável para todos os momentos.

Prestinaria – Casa de Pães

Rua Euclides da Cunha, 699 – Bigorrilho

Fone: (41) 3342-4576

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Enviado por Anacreon de Téos, 21/03/15 2:04:08 PM

Dos destilados, minha bebida favorita é o gin. Tem personalidade e marca presença em qualquer mistura que se faça, do clássico Dry Martini (só com o sopro do vermute) ao Pink Gin, com o toque de angostura. Isso sem contar o Gin Tônica, com refrescantes fatias de pepino japonês.

O gin teve seu auge nos anos 50 do século passado, o que pode ser comprovado em muito registro cinematográfico dos filmes ainda em preto e branco. Bastava o cara encostar no balcão que a bebida era servida em seguida (claro que não em faroeste, onde o uísque cowboy predominava).

Pois agora vou ter a chance de aprender um pouco mais sobre o gin. Eu e todos os interessados, com a presença em Curitiba da sommèliere de gin Giuliana Ferreira, trazida pelas importadoras Porto a Porto e Casa Flora, que comercializam o incomparável gin super premium Hendrick’s. São alguns eventos concentrados em dois dias da próxima semana. No dia 25 de março, quarta-feira, às 19h, a palestra e degustação será no Tesoros de Cuba. Dia 26, quinta-feira, das 16 às 19 horas, está programado um bate-papo e degustação na Adega Brasil Delicatessen e, a partir das 19h30, na Bull Prime Carnes Nobres.

O gin Hendrick’s

Produzido artesanalmente na Escócia, na aldeia Girvan, em pequenos lotes (o que proporciona total controle de qualidade), o Hendrick’s leva a assinatura da destilaria William Grant & Sons, comandada pela mesma família há seis gerações. Além da experiência, a combinação de destiladores de cobre Carter-Head e Bennett (destilação dupla), que origina um gin suave e equilibrado; os 11 botânicos (ervas, frutas, sementes e raízes), além do fundamental zimbro.

Apenas este Gin é feito com infusões de pepinos e pétalas de rosa Damascena da Bulgária, resultando um gin refrescante e com um agradável aroma floral. A inspiração para tão inusitada combinação é tão surpreendente quanto a própria marca: Janet Sheed Roberts, neta de William Grant (falecida em 2012, aos 102 anos). Janet, quando jovem, adorava comer sanduíches de pepino, enquanto apreciava seu lindo jardim de rosas.

Reservas

Os eventos são abertos ao público mediante reservas (números limitados), que podem ser feitas diretamente nos locais de degustação.

Adega Brasil Delicatessen

Avenida Cândido Hartmann, 1485 – Mercês

Fone: (41) 3014-0796

Tesoros de Cuba

Rua Comendador Araújo, 497 – Batel

Fone: (41) 3029-2780

Bull Prime

Avenida Silva Jardim, 3813 – Seminário

Fone: (41) 3156-4446

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Enviado por Anacreon de Téos, 20/03/15 2:14:28 PM

Ossobuco com risoto milanês, uma das atrações deste sábado no Ernesto Ristorante. (Foto/ Divulgação)

O chef Dudu Sperandio em frente ao Ernesto. (Foto/ Priscila Fiedler)

Dudu Sperandio sempre tem boas sacadas. O jovem chef do Ernesto Ristorante já monopolizou as madrugadas de sábado ao promover seu “Macarrão da meia noite”, esticando o funcionamento do restaurante às vezes até mesmo depois das 3h, também está investindo na criatividade para os almoços de sábado.

Tanto que nesse de agora (amanhã, 21), está anunciando a quinta edição do “Ossobuco do Dudu”, oferecendo um cardápio que tem como carro-chefe a famosa preparação italiana, variando a oferta na escolha do acompanhamento.

A refeição completa será servida por R$ 49, com entrada, prato principal e sobremesa. Veja as opções

Entrada: Brusqueta de tomate e manjericão e Brusqueta de cogumelos selvagens;

Prato principal: Ossobuco com polenta e gremolata ou Ossobuco com risoto milanês;

Sobremesa: Panacota com calda de frutas vermelhas ou Tiramisù.

O almoço começa a ser servido a partir das 12h e as reservas são limitadas.

Ernesto Ristorante

Rua Myltho Anselmo da Silva, 1483 – Mercês

Fone: (41) 4141-5477

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Enviado por Anacreon de Téos, 18/03/15 11:12:28 AM

O chef Klaus Pahl volta a Curitiba, agora para cozinhar no Salumeria. (Foto/ Mônica Correa)

Klaus Pahl é um cozinheiro diferenciado. De vanguarda, mas sem perder o profundo relacionamento com a terra e com as origens, tem uma bela e saborosa carreira na gastronomia brasileira. Por uns tempos foi chef de partie do restaurante D.O.M., de Alex Atala, trabalhou também no exterior, em cozinhas de primeira linha, como a Osteria Francescana (a casa de Massimo Bottura, em Modena, considerado o terceiro melhor restaurante do mundo), e o suíço Schloss Schauenstein, do chef Andreas Caminada, no hotel do mesmo nome, que funciona num castelo do século XVIII – ambos premiados com três estrelas no Guia Michelin.

Pahl já andou por aqui, sempre com ótimos resultados para o bom paladar. Foi em 2013, quando cozinhou com Manu Buffara no Manu e por duas vezes comandou a cozinha do Gardeno Gastronomia Mediterrânea (aqui e aqui), restaurante que deixou boa marca em Curitiba.

Dizia, na ocasião, estar no pique para apresentar o seu próprio restaurante, já bem encaminhado para ser inaugurado em Florianópolis. O Artusi – restaurante de alta gastronomia, trabalhando com produtos regionais e pequenos produtores locais – foi inaugurado no início do ano passado, justamente com tudo aquilo que dele se poderia esperar na cozinha. Mas, um mês depois, Pahl saiu, alegando “diferenças irreconciliáveis de gestão” com seu sócio majoritário, voltando aos eventos, às consultorias e às incursões por outros cantos do país.

Todas as vezes que tive a oportunidade de experimentar a comida dele, um ingrediente em comum me chamou a atenção: o Lardo di Colonnata, também marca registrada de outro chef diferenciado, o curitibano Marcos Biazzetto, do Salumeria. Pensei, certa ocasião: um dia esses dois ainda vão cozinhar juntos.

Pois o dia chegou. Nesta quinta-feira (19), a partir das 20h, Klaus Pahl e Marcos Biazzetto dividem as ações na cozinha do Salumeria, preparando um cardápio inédito, que será servido apenas mediante reserva prévia. A entrada será uma Salada de grãos, tomate e camarão. Como primeiro prato, um Peixe branco com Lardo di Colonnata, aspargos e cogumelos. Na sequência, o prato de carne, um Cordeiro com mandioquinha, farofa de alho e pesto de hortelã.

A sobremesa será um Kaiserschmarren, um doce típico austríaco, apresentado como uma panqueca grossa, caramelizada, que é servida gelada, com ameixa e calda de baunilha.

O custo é de R$ 100 por pessoa, com bebidas cobradas à parte. Quem optar pela sugestão com harmonização, poderá degustar vinhos acompanhando cada prato, ao custo de R$ 80 adicionais.

Salumeria Ristorante

Rua Jaime Reis, 216 – São Francisco

Fone: (41) 3049-5501

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Enviado por Anacreon de Téos, 15/03/15 12:24:39 PM
Ivo Lopes La Varenne

O chef Ivo Lopes está anunciando para a semana que vem…

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… um cardápio especial com trufas negras no La Varenne.

O chef Ivo Lopes não sossega. Cozinhar é a vida dele e o que mais lhe dá prazer. Depois do êxito do almoço que preparou para as idosas internas do Asilo São Vicente de Paulo, lá mesmo me disse que estava com boa novidade para os próximos dias: trufas. E que viajaria já no dia seguinte para buscá-las em São Paulo, com o objetivo de montar um cardápio especial no La Varenne a partir do início da semana.

A exemplo do que fez anteriormente com o rápido festival de trufas brancas (que só dão a partir do início do outono italiano), agora chegou a vez do “tartufo nero”. As trufas são trazidas da região de Umbria, também na Itália, e poderão ser degustadas de forma personalizada, no prato em que o cliente escolher. Claro que tem de ser uma massa básica, um ravióli simples, um ovo frito… pratos que sirvam apenas de bons coadjuvantes para potencializar o sabor inigualável da trufa. Na hora de servir, Ivo Lopes lamina a especiaria e pesa em uma balança de precisão. O valor do grama ainda não está definido, mas, de qualquer forma, as reservas já podem ser feitas desde já, pois o estoque do produto é limitado.

La Varenne Gastronomia

Avenida do Batel, 1.868 – Piso L4 (Shopping Pátio Batel) – Batel

Fone: (41) 3044-6600

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Enviado por Anacreon de Téos, 11/03/15 11:24:34 PM
Vinhos Villagio Bassetti

Os vinhos da Villagio Bassetti, com personalidade e no nível de alguns dos melhores lá de fora. (Arte/ Sandra A.G. Lopes)

– Ele é um profundo conhecedor de vinhos. Foi como me apresentaram ao proprietário da vinícola.

– Nada disso. Aliás, longe disso, apenas um apreciador – apressei-me em responder.

E é isso mesmo. Nesses anos todos de prazerosa convivência com a gastronomia fui aprendendo a conhecer melhor este ou aquele vinho, esta ou aquela uva. E sabendo algumas regras básicas de harmonização que me permitem apenas não errar feio quando faço minhas escolhas. Nada mais que isso.

Pensando bem, boa parte das pessoas de enche a boca de palavras para explicar os efeitos do terroir ou dos ventos do mar ou da exposição ao frio ou das consequências das barricas de aço ou de carvalho não sabe exatamente do que está falando. Vai na onda. E como boa parte dos demais também não tem convicções, vai concordando e acrescentando alguns outros adjetivos, até que se chegue a uma definição que, por vias tortas, engloba o conceito geral de todos da roda. Sem convicção, diga-se.

Já fui assim também, confesso, em meus primeiros tempos de convivência no mundo gastronômico. Foi logo que comecei a escrever sobre o assunto, 2001, ainda no Estadinho. De comida eu podia falar, pois dominava e cozinhava muito bem. Mas de vinhos, apenas sabia escolher os que gostava mais, gostava menos ou não gostava.

Fui convidado para uma dessas degustações enormes no salão do Curitiba Pestana Hotel. Havia produtores de todas as partes do mundo expondo e eu ali, curioso, bebericando um gole e outro e ouvindo as conversas no entorno. Note como é encorpado, aroma de couro e com muita mineralidade – me dizia alguém.

Eu saía dali e ia para outra roda e quando alguém mencionava o tal vinho, eu já tinha de pronto: notou como é encorpado, aroma de couro e com muita mineralidade? E o interlocutor, concordando, completava: desce macio, com um retrogosto agradável e um toque de madeira que não passa por cima do sabor do vinho.

Na conversa seguinte, a alguns metros dali, minha definição já era mais completa: é encorpado, aroma de couro e com muita mineralidade, além de descer macio, com um retrogosto agradável e um toque de madeira que não passa por cima do sabor do vinho. Notei que todo mundo me ouvia, prestava atenção e saía comentar com os mais próximos. Provavelmente a grande maioria fazendo a mesma coisa, impostando importância e conhecimento.

Hoje já falo apenas por mim, passando algumas sensações que tenho, alguns aromas que reconheço. Mas sem empinar o nariz e nem com a pompa que costumo ver a quase toda degustação que compareço. Pois, a rigor, são pouquíssimos os verdadeiros entendedores de vinho, aqueles com condições de identificar uva, país e até ano de fabricação. Dois ou três, se muito. Aos demais basta uma degustação às cegas para desmontar qualquer afetação.

Tive a oportunidade de escrever sobre isso tempos atrás, quando uma degustação às cegas na então La Vinothèque pegou todos os presentes de jeito. Sem exceção, entre os conhecedores, os apreciadores e os curiosos. O que se imaginava ser um branco da nova Zelândia, um tinto do velho mundo, um sul-africano frutado e por aí em diante eram todos vinhos de uma mesma produtora. Sul-americana, brasileira e… paranaense (o post em questão está aqui).

Vinhos da altitude

Isso tudo me veio à cabeça na degustação a que compareci e na qual me apresentaram como “profundo conhecedor”. Foi no restaurante Mukeka Cozinha Brasileira e o convite era para uma noite com os “vinhos de altitude” da vinícola Villaggio Bassetti, aqui do lado, do alto da serra catarinense, em São Joaquim – com altitudes que variam entre 1.267 a 1.330 metros sobre o nível do mar em seus vinhedos.

Vinícola catarinense por assim dizer, pelo que a geografia e o terroir explicam. Mas é possível cravar tratar-se de uma vinícola paranaense fincada em Santa Catarina, pois, engenheiro químico José Eduardo Pioli Bassetti (fundador da casa junto com seus irmãos e esposa) é daqui, com origens em Rio Branco do Sul, onde sua família já fazia alguns vinhos, digamos, caseiros, décadas atrás. Eram os vinhos artesanais de Juca Pioli, o avô que despertou a paixão da família pelo vinho.

Há dez anos estabelecida e utilizando equipamentos italianos, cepas francesas e barricas de carvalho também francesas, prensa pneumática de última geração e controle de qualidade em todo o processo da vinicultura, a vinícola produz cinco rótulos com produção média de 30 mil garrafas/ano. Produção pequena, perto dos milhões de outras grandes vinícolas nacionais. Mas com vinhos de profunda qualidade, de sabores e fragrâncias que confundiriam até mesmo os mais preparados em qualquer degustação às cegas realizada onde quer que fosse.

Os presentes à degustação tiveram a oportunidade de conhecer os cinco vinhos produzidos pela Villagio Bassetti e concebidos pelo enólogo Anderson De Césaro, um jovem de 33 anos, ousado em suas criações, a ponto de criar alguns dos vinhos mais significativos da produção brasileira.

A degustação

O primeiro vinho apresentado foi o Villagio Bassetti Rosé (R$ 55 ao consumidor final), feito com a combinação não muito usual de duas uvas tintas, Merlot e Pinot Noir (50% de cada). Aliás, a vinícola tem um vinhedo próprio de Pinot só para fazer este rosé. E o resultado é bem interessante, um vinho descomprometido e muito fresco, com 13% de graduação alcoólica, bem a caráter para um aperitivo de fim de tarde ou para abrir uma refeição de verão.

Em seguida veio o Villagio Bassetti Sauvignon Blanc (R$ 59), que impressionou muito pelo frescor e pela estrutura, explicado por Bassetti pela influência marítima de um vinhedo localizado a cem quilômetros do mar se choca com a lenta e fria maturação da altitude. Mineral, 13,6% de álcool, tem um toque cítrico muito agradável e pode muito bem harmonizar com frutos do mar e carnes brancas sem qualquer restrição.

O outro branco é um espetáculo: Donna Enny (R$ 95), homenagem a avó, neta de italianos e filha de um produtor de vinhos. Com a mesma uva, sauvignon blanc, e da mesma vinha, apenas com diferença de tempo de colheita, com um pouco mais de maturação. No processo de elaboração, descanso de seis meses sobre as borras (sur lies) em barricas novas de carvalho francês e estabilização a frio. Graduação de 13%, um tom de amarelo mais escuro e um aroma muito agradável de frutas maduras. Já um vinho mais consistente, que seguraria muito bem uma combinação com bacalhau, por exemplo.

Aí, para completar, vieram os tintos. O primeiro deles foi o Montepioli (R$59), mais uma combinação entre Merlot e Cabernet Sauvignon, entre 60% e 40% de cada, conforme a safra. Foi batizado com esse nome em uma homenagem ao avô Juca Pioli, aquele que fabricava vinhos, além da referência ao nome da fazenda onde está localizada a vinícola, a qual se chamava Monte Alegre.  E também em menção aos grandes vinhos da região da Itália que possuem o prefixo Monte em seu nome. Com 13% de álcool, é um vinho potente, de um tom vermelho bem expressivo e aroma de frutas vermelhas.

E a estrela da noite foi o Primiero (R$ 115). Produzido em fermentado em barricas de carvalho francês, seu nome refere-se a uma pequena cidade trentina, Fiera de Primiero, na mesma região de onde vieram os Bassetti, e foi escolhido por ser o primeiro vinho da primeira safra produzida. É um vinho classudo, muito elegante, que passa fácil por um vinho do velho mundo, pelo equilíbrio e boa estrutura, sem nada de madeira. Tem aromas de frutas secas, é bem potente e segura bem uma composição com prato de carne mais condimentada ou molhos consistentes. Recomenda-se a decantação (Bassetti costuma dizer ser ideal decantar no almoço para consumir no jantar).

Outros alvos

Com várias ações programadas para o ano, a Villagio Bssetti acaba de fechar uma parceria com o Centro Europeu de Curitiba. Essa aliança busca trazer o conhecimento técnico da vinícola para alunos e ex-alunos da escola com o intuito de valorizar os produtos nacionais em específico os vinhos de altitude. Em alguns módulos dos cursos relacionados ao mundo do vinho, como por exemplo, o de Sommelier, o enólogo da marca, Anderson De Césaro, e também José Eduardo Bassetti estarão presentes. A previsão é de que, na prática, a parceria aconteça a partir de maio.

A vinícola, além de estar preparada para atender vendas diretas ao consumidor final, já está aberta para visitas guiadas explicando o ciclo completo de produção, desde as videiras até a taça.  Para grupos é necessário agendamento prévio e aos fins de semana é possível agendar almoço com cozinha regional e harmonização com os vinhos da casa.  Conta com uma loja na vinícola, onde os visitantes podem adquirir todos os rótulos próprios da marca em embalagens especiais, além da degustação dos vinhos.

Desde o início da produção os vinhos Villaggio Bassetti são distribuídos por aqui pela Adega Boulevard e podem ser encontrados nas suas duas lojas em Curitiba, além de outras casas especializadas da cidade.

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Enviado por Anacreon de Téos, 10/03/15 4:28:23 PM
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Carneiro assado com batatas rústicas ao molho do assado, a atração do almoço executivo da quinta-feira no Mukeka. (Foto/ Marcelo Krelling)

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Peixe do dia com purê de banana da terra e tapenade de tomate, a sugestão da segunda-feira. (Foto/ Marcelo Krelling)

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Rabada com angu de milho e taioba, o executivo da terça-feira. (Foto/ Marcelo Krelling)

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Costela suína no mel e cachaça ao molho de jabuticaba e purê de feijão branco, a indicação da quarta-feira. (Foto/ Marcelo Krelling)

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Filé à Oswaldo Aranha, atração da sexta-feira. (Foto/ Marcelo Krelling)

Aos poucos o Mukeka vai ampliando sua área de ação. Mukeka Cozinha Brasileira, que é como se chama oficialmente, com nome e sobrenome, o restaurante do chef Ivan Lopes, que, com pouco mais de um ano de funcionamento, já é referência da cozinha nacional em Curitiba.

Sim, porque lidar com comida brasileira não é fácil. Não estamos acostumados a isso, principalmente aqui no Sul, onde a principal identificação é o churrasco (com seus complementos). Certo que de uns tempos para cá, com o engajamento de chefs e outros setores da cultura e da gastronomia na campanha pela valorização dos pratos da terra, há uma propagação maior do que se produz no país e do que se pode fazer na cozinha com esses produtos que até meses atrás ainda desprezávamos.

Ivan Lopes foi um desbravador. Um ousado desbravador, ao trazer para o curitibano a taioba, o peixe amazônico (isso desde os tempos de Terra Madre), a tapioca, o tucupi, o cupuaçu e todas as frutas possíveis do norte do país.

Aberto inicialmente para o jantar, nos meses finais de 2013, no ano passado passou também a atender no almoço, com a versão de pratos executivos. Mas não qualquer prato executivo e sim uma senhora seleção de pratos que muito representam os paladares brasileiros. E agora, a partir dessa semana, esse almoço executivo se estende também para as segundas-feiras, até então o único dia em que a casa permanecia fechada nesse horário.

Com isso, criou-se uma sugestão de cada dia, com pratos mais do que especiais, com preços variando entre R$31,90 a R$39,90. Nas segundas, o prato é Peixe do dia com purê de banana da terra e tapenade de tomate. Nas terças, Rabada com angu de milho e taioba. A atração da quarta-feira é a Costela suína no mel e cachaça ao molho de jabuticaba e purê de feijão branco. Nas quintas tem Carneiro assado com batatas rústicas ao molho do assado e, para fechar a semana, joia da cozinha brasileira, trazida dos restaurantes cariocas: Filé à Oswaldo Aranha (que é o entrecôte temperado com alho tostado e acompanhado de batatas fritas, arroz e farofa de ovos).

Independente da sugestão diária, permanecem no cardápio executivo alguns dos campeões da casa, como o Baião de dois, a Vaca atolada, a Rabada e a Peixada brasileira. Pena que saiu o mineiríssimo Frango com quiabo, agora substituído pela Tilápia grelhada. Todas essas opções podem ser servidas com três acompanhamentos a escolher – entre eles estão a farofa da casa, cuscuz, legumes, arroz integral e arroz branco. As porções individuais e bem servidas custam entre R$23,90 e R$29,90.

Embora a ênfase do almoço seja realmente o prato executivo, o serviço a la carte (que é o que marca o restaurante à noite) também está à disposição dos clientes. E aos sábados tem a Feijoada do chef – por R$44 por pessoa, acompanha arroz, couve, vinagrete, torresmo, laranja e farofa.

Irresistível, não acha?

 

Mukeka Cozinha Brasileira

Rua Machado de Assis, 417 – Juvevê

Fone: (41) 3156-3028

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Enviado por Anacreon de Téos, 05/03/15 7:35:02 PM
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La Crema Russian River Valley 2012, 92 pontos do crítico Robert Parker. (Foto/ Divulgação)

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Perli Zinfandel 2012, 92 pontos da Wine & Spirits. (Foto/ Divulgação)

Aprecio muito os vinhos californianos. Nada a ver com o “Julgamento de Paris”, quando superaram os franceses em uma degustação às cegas, feita pelos próprios franceses, em 1976.

Gosto porque que são vinhos de personalidade, por mais distintas entre si que possam ser as uvas e o terroir das regiões de Sonoma, Mendocino e Napa, que produzem vinhos de altíssima qualidade.

Entrei no assunto para dar a boa notícia aos demais apreciadores. Estão chegando por aqui alguns interessantes vinhos do grupo Jackson Family, das linhas La Crema e Edmeades, trazidos pelas importadoras Porto e Porto e Casa Flora.

A La Crema é uma vinícola comercial que produz com cuidado artesanal. Fundada em 1979, foi adquirida pelo grupo em 1992 e trabalha exclusivamente com as uvas Pinot Noir e Chardonnay – as mesmas típicas da Borgonha, na França, que fazem o champagne. Entre os rótulos lançados aqui, o premiado La Crema Russian River Valley 2012, que recebeu 92 pontos do crítico Robert Parker.

Já a Edmeades é famosa pela produção limitada e artesanal do vinho Zinfandel (essa uva é chamada de Primitivo na Itália e é a principal em produção de toda a Califórnia). A vinícola evita o uso de dióxido de enxofre, utiliza apenas leveduras nativas para a fermentação em pequenos tanques abertos, realiza remontagem manual e engarrafa os vinhos sem nenhum processo de filtração, para demonstrar o autêntico sabor da Califórnia – técnicas de produção de vinhos orgânicos. O rótulo Perli Zinfandel 2012 recebeu 92 pontos da publicação Wine & Spirits.

Conheça os rótulos que acabam de chegar, com preços variando entre R$100 e R$ 300 ao consumidor final.

La Crema

La Crema Monterey Chardonnay 2012

La Crema Russian River Chardonnay 2012 (Robert Parker 92 pontos)

La Crema Monterey Pinot Noir 2012

La Crema Sonoma Coast Pinot Noir 2012

La Crema Russian River Pinot Noir 2012 (International Wine Cellar 91 pontos)

Edmeades

Perli Zinfandel 2012 (Wine Spirits 92 pontos)

Piffero Zinfandel 2010

Mendocino County Zinfandel 2012

 

Jackson Family

A Jackson Family foi fundada por Jess Jackson em 1982.

Jackson era um advogado de terras que durante muitos anos recebeu o pagamento dos processos que defendia (geralmente pessoas que não queriam ter suas terras desapropriadas pelo governo) em terrenos na costa da Califórnia. Quando se deu conta, era o proprietário de inúmeras plantações de uva. Então começou a vendê-las para os vinicultores locais; quando não foi mais possível vendê-las, passou a produzir vinhos. Atualmente o grupo Jackson Family é formado por 36 vinícolas independentes que trabalham com a filosofia “vinhos comerciais produzidos de forma artesanal”.

Ao todo elas produzem 850 rótulos, sendo que 400 rótulos já receberam 90 pontos ou mais de publicações como Wine Advocate (Robert Parker), Wine Spectator, Wine Spirits, Decanter, entre outras.

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