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Panela do Anacreon

Enviado por Anacreon de Téos, 04/08/15 5:49:27 PM
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Bar do Victor Praça da Espanha – conceito antigo em casa nova para tentar reconquistar os clientes. (Foto/ Anacreon de Téos)

Tantos são os lançamentos, tantas são as inaugurações, tantas são as badalações no segmento da gastronomia que o consumidor imagina estar a cidade inchada de bares e restaurantes. Sem perceber que, quase na mesma proporção, também estão sendo fechados estabelecimentos, alguns deles muito bem conceituados, que, por razões diversas, não conseguiram sobreviver às oscilações do mercado.

Alguns simplesmente fecharam as portas, outros trocaram de donos. Outros, ainda, decidiram por correções de rota, depois de não obterem resultados esperados após o investimento inicial. E assim, o fato é que a roda vai girando, alternando entre os novos investimentos e aqueles que já deram o que tinham de dar.

A ideia desse post surgiu de uma conversa entre amigos do meio, quando constatamos a rotatividade em alta no meio, entre os que abrem, os que mudam e os que fecham. E aí, citando nomes, notamos a alternância bem maior do que imaginávamos.

Sem falar nos que se foram há mais tempo, com o Hotel Rayon, na virada do ano, deixando para trás uma cozinha histórica, já ocupada por chefs de referência, como Alexandre Vicki e Manu Buffara e que fechou suas portas quando Reinaldo Batista era o responsável pela gastronomia. Ou o Gardeno, que nasceu com base em um trabalho de criação do chef Alexandre Bressanelli e depois passou pelas mãos também competentes de Mário Friggi. Sentimos falta do Durski, que o restaurateur Junior Durski anunciou reabrir em pouco tempo, mas ainda não conseguiu, talvez por não encontrar agenda para tal, envolvido em tantas inaugurações do Madero no Brasil e fora dele.

O Edvino foi um caso interessante. Lembro-me de ter ido lá para conhecer as alternativas mais acessíveis que o restaurante estava oferecendo. A proposta era bacana: no cardápio tradicional havia pratos com preços mais baixos (fiz o post aqui), para atrair possíveis clientes que não teriam condições de bancar os preços normalmente praticados. Publiquei a matéria e menos de uma semana depois soube do fechamento. Ali, onde funcionava, será aberto a qualquer momento o C La Vie, forçado a trocar de endereço pela necessidade de negociação do imóvel então ocupado.

Quase na mesma época fecharam o Carmina Bistrô (dos mesmos proprietários do Bar Jacobina, que continua firme, comemorando dez anos) e a Aldeia do Beto, sucessor do Beto Batata, no alto da XV. Mais recentemente o Quaranta Bistrô, delicioso local no Batel; o Gonzales Y Garcia, espanhol que mudou de endereço e não emplacou no novo local e o Alberto Massuda Arte e Gastronomia, que agora é um espaço de rock.

Mas isso tudo já faz algum tempo, alguns meses. Vamos aos casos mais recentes.

Delices de France

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Delices de France fechou depois de 18 anos de funcionamento. (Foto/ Anacreon de Téos)

Não existe mais a Delices de France, tradicional endereço de pães em Curitiba e que funcionou por 18 anos. Foi referência na cidade e não apenas no bairro Seminário, onde estava estabelecida. O padeiro francês François Fournier foi o pioneiro na confecção de pães de primeira linha, seguindo as normas tão rígidas e respeitadas de seu país. Aos poucos também foi aprimorando sua oferta de doces e a patisseria tornou-se referência na cidade, acumulando os principais prêmios do setor. Aproveitando o embalo, abriu um anexo com mesas, nos quais os clientes eram recebidos para o café da manhã, lanche da tarde (sim, começou a oferecer também quiches e salgados requintados) e até happy hour.

Foi aí que veio o passo a mais que talvez tenha comprometido o empreendimento. Acostumado a servir pratos ocasionais (um cassoulet no inverno, por exemplo) Fournier transformou a vitoriosa padaria em um bistrô, primeiro se associando ao chef Junior Costa (com ótimos resultados de sabor, diga-se) e depois sozinho mesmo, acumulando as funções de padeiro e chef de cozinha. Houve aí a descaracterização da casa, os investimentos foram pesados e o retorno parece não ter sido compensador, o serviço de bistrô foi deixado para trás na tentativa de recuperar a padaria, mas já não havia mais volta. Ainda mais pela inauguração de uma tradicional padaria curitibana a meia quadra, com mais agilidade de serviço e mais oferta de produtos, o que contribuiu para o esvaziamento do Delices de France. Dias atrás as portas não se abriram mais, encerrando uma saborosa tradição de quase duas décadas.

Perguntei a Fournier sobre o acontecido e ele só me respondeu assim: “Estou com um velho projeto social meu, de formação profissional, e logo volto com a distribuição de meus produtos. Sustentabilidade, Educação e Gastronomia eco-social em Piraquara. Os tempos mudarem. É o momento de mudar nossos modos de produção e comercialização. Estou montando uma escola de formação com uma associação e desenvolvendo com a PUC e o Instituto Renault um projeto de desenvolvimento de local. Logo voltaremos o mercado de Curitiba.”

É o que todos nós esperamos. E com o mesmo sucesso que marcou seu nome na cidade.

Trattoria do Victor

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A nova fachada: agora Bar do Victor Praça da Espanha. (Foto/ Anacreon de Téos)

Semanas atrás o Francisco Urban me disse: “vamos trocar de nome na Praça da Espanha. A Trattoria do Victor não vai mais existir, lá vai ser outro Bar do Victor”.

Lembrei-me de conversas que tive, tempos atrás, com o próspero empresário e restaurateur – responsável pelo crescimento do grupo Pier do Victor a partir de um único e pequeno bar no São Lourenço -, que hoje conta com cinco estabelecimentos em Curitiba. A novidade seria a linha do restaurante, cozinha italiana, saindo do segmento de frutos do mar, que tanto sucesso faz nas outras casas e com a marca.

Para tanto, Urban enviou para a Itália o competente chef Paulino da Costa, um dos 5 Estrelas da Bom Gourmet de então. Objetivo: ficar por um bom tempo convivendo com cozinheiros, chefs e frequentadores de bons restaurantes toscanos e deles extraindo o máximo possível para implantar o novo estabelecimento. Que seria uma osteria, uma trattoria ou algo assim. “Do Victor”, do nome ninguém abriria mão. E foi aí que argumentei, meio que perguntando, se a associação do nome Victor não levaria o cliente a imaginar ter ali o mesmo cardápio baseado em frutos do mar dos outros restaurantes. Poderia ser, digamos, Trattoria della Piazza, ou algo assim, com a assinatura de “um restaurante do grupo Pier do Victor”.

Não que eu fosse um oráculo, era apenas um palpiteiro (talvez inconveniente, sei lá) a traduzir possível reação do consumidor curitibano. E não deu outra. As primeiras manifestações nas redes sociais foram de espanto, de gente que imaginava poder comer a moqueca, o camarão à grega, a maionese de camarão, a casquinha de siri e as demais estrelas do cardápio tradicional do Bar do Victor e, em vez disso, encontrava no menu variações de massa, cordeiro, vitelo e incríveis combinações de sobremesas italianas com o toque brasileiro (paraense) do chef, como um Semifreddo de cupuaçu e castanha do Pará que deu o que falar.

Era tudo muito saboroso, mas não o que o cliente habitual do grupo gostaria de encontrar – ou imaginaria encontrar. E aqueles que talvez pudessem apreciar não iam arriscar, justamente por imaginarem encontrar frutos do mar na base do cardápio.

Houve mudança de chef, de gestão, de cardápio, entrou o almoço executivo, entraram pratos de peixe no rol, mas não teve jeito. Eram apenas emendas ao que já não dava mais certo. Tanto assim que veio o veredicto definitivo, decretando o fim da trattoria. E desde a semana passada já está funcionando no local o Bar do Victor, com o cardápio um pouco reduzido em relação ao restaurante original, o cabeça da rede. Na fachada, imponente, o novo letreiro: Bar do Victor Praça da Espanha.

E aqui uma ironia. A Trattoria do Victor poderia ter sido o restaurante italiano sucessor do La Pasta Gialla (franquia do chef Sergio Arno, um dos melhores italianos da cidade), que marcou território durante muito tempo no local e recentemente fechou a unidade, para manter aberta somente a do Shopping Barigui. Outra perda que quase me passava despercebida.

Alfredo’s Gallery

Só restou a marca das letras retiradas da fachada onde funcionava o Alfredo’s Gallery. (Foto/ Anacreon de Téos)

Foi com muita pompa a inauguração do Alfredo’s Gallery Alla Scrofa – Roma, em novembro de 2112. Afinal de contas, estava em Curitiba um dos mais famosos restaurantes da Itália, frequentado por artistas e celebridades do mundo inteiro. Com a nova casa veio também o Fettuccine Alfredo, feito somente com manteiga e queijo e que tem sabor inigualável, além de todo um ritual no preparo à frente do cliente.

O ponto não foi escolhido por acaso, ficava apenas a alguns metros da Trattoria Barolo, que talvez seja o italiano preferido da maioria dos curitibanos, principalmente pelo volume de seus pratos, que, conforme for, podem ser divididos em até três pessoas.

E o Alfredo chegava ali com a proposta do menu à italiana, com entrada, primeiro prato, segundo prato e sobremesa. Mas com uma estratégia bem feita. A soma do valor dos dois pratos principais equivalia ao do prato único do Barolo e isso, a princípio, atraiu curiosos, pois a cidade tem boa fama de novidadeira, lotando tudo o que abre. Só que o cliente chegava e pedia a massa imaginando estar no concorrente e, mesmo sabendo que custava a metade do preço, reclamava da porção, que também era a metade da outra que ele conhecia (talvez sem o exagero de molho). Ficava naquilo, não pedia o outro prato principal e ia embora insatisfeito.

Isso ao primeiro contato, pois houve quem tivesse voltado justamente para praticar a experiência proposta pela casa, saindo satisfeito com os dois pratos pelo preço de um ali do vizinho. E seria, então, uma questão de tempo todos se acostumarem com a ideia, pois a cozinha estava entregue a um chef muito competente e criativo – Marcelo Oliveira – e, com a insistência e mais um retorno, todos perceberiam que daria na mesma em termos de quantidade e de valor.

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Cartaz do novo empreendimento: cozinha italiana e argentina. (Foto/ Anacreon de Téos)

Mas o restaurante cedeu antes e aumentou o tamanho dos pratos. E os preços também, claro. E aí perdeu a mão, pois os clientes que haviam aprovado o sistema de primeiro e segundo pratos ficaram sem opções, sendo obrigados a escolher entre um e outro. Vieram aí algumas variações de almoços executivos, outras promoções, mas o futuro da casa estava comprometido. Não havia mais, a não ser no nome, o Alfredo’s Gallery como ele teria sido concebido.

Daí para o fechamento foi apenas uma contagem regressiva. O restaurante foi vendido e, na porta principal, o aviso de que a nova casa será aberta no próximo dia 15. Com o cartaz ao lado (com erros de português) explicando tratar-se de um restaurante chamado Montecristo, com “o melhor da culinária argentina e italiana”.

Foi uma perda considerável e agora só resta aguardar para conferir que proposta será essa a ser apresentada nos próximos dias.

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Enviado por Anacreon de Téos, 03/08/15 6:38:27 PM

A Grand Mesón – todos os pratos ali expostos e os demais do cardápio com descontos de 21% no Taco El Pancho. (Foto/ Divulgação)

Parece que foi ontem – como diria alguém -, mas o Taco El Pancho já está comemorando seus 21 anos de existência. Para tanto, lançou uma campanha de desconto de 21% em todo o cardápio. E o sucesso foi tanto que a casa decidiu prorrogar a promoção, que agora está valendo por tempo indeterminado, de domingo a quinta-feira. Os descontos abrangem todas as comidas e bebidas do menu e também o buffet Gran Mesón.

O Grand Mesón foi lançado há dois anos e imediatamente aprovado pelos frequentadores da casa. Trata-se de um buffet livre com o custo de R$ 29,94 por pessoa. Servido numa grande mesa, funciona de segunda à quinta, oferecendo tacos, fajitas e nachos, estes que podem ser combinados com acompanhamentos como chilli, guacamole, cheddar, sour cream e pico de gallo (molho de pimentão e cebola). Já os tacos, segundo os especialistas, são ideais com frango, carne bovina, saladas e queijo, bem como as tortillas. Entre os mais de 20 itens expostos na grande mesa, há também baby back ribs (costeletas suínas), arroz mexicano e feijões refritos.

Mas como o desconto atinge todos os pratos do cardápio, também o que for pedido à la carte tem lá suas vantagens. E aí são nachos, tacos, burritos, pratos com carne e frango e muitos petiscos. As fajitas são preparadas com tiras de filé mignon ou peito de frango com cebola e pimentões na chapa. Como acompanhamento, tortillas de farinha de trigo, arroz, feijão refrito, molho sour cream e guacamole.

Fica aí a dica.

Taco El Pancho

Avenida Bispo Dom José, 2295 – Batel

Fone: (41) 3342-1204

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Enviado por Anacreon de Téos, 01/08/15 12:56:09 PM
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Rollmops chegando para os competidores do ano passado. (Foto/ Daniel Sorrentino)

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Casa cheia na primeira edição do Campeonato de Rollmops do CanaBenta. Expectativa de novo sucesso na semana que vem. (Foto/ Daniel Sorrentino)

Sempre foi uma grande proeza entre os botequeiros encarar um Rollmops. Um só, pelo menos para bater o ponto. Imagine quem consegue comer mais de um, mais de mais, disputando um campeonato.

Era assim, antigamente, no extinto Silzeu’s Bar, do Jardim Mercês. Só que era um campeonato de consumo de Rollmops com cachaça. Que resistisse mais, comendo e bebendo em um determinado tempo, tinha o direito de ter seu nome inscrito no Mural da Fama, um enorme quadro pendurado em uma das paredes do bar. E ganhava alguns privilégios de consumo por um tempo.

Mas como sempre tem doido pra tudo, na semana que vem acontece a segunda edição do Campeonato de Rollmops, que abre as comemorações do 7º aniversário do Bar CanaBenta. A diferença para a barra pesada do Silzeu’s, é que esse é com cerveja. O evento do ano passado foi um baita sucesso, com casa cheia e muito divertido. O que levou a casa a inserir o campeonato como item obrigatório de seu calendário anual. A disputa vai acontecer no próximo sábado (08), às 19h30.

A competição mantém o formato: os participantes têm cinco minutos para comer o maior número de rollmops e, para harmonizar, contam com cerveja Budweiser, disponível dez minutos antes da “largada”, para aquecimento. Para quantificar o resultado, cada rollmops recebe um palitinho com identificação que sinaliza a unidade. Os três vencedores de cada categoria – feminina e masculina – recebem prêmios: um troféu e kits de cervejas.

Sardinha e cebola

O Rollmops – para quem não sabe – tem origem germânica e é feito originalmente com arenque, um peixe encontrado apenas nas águas do Atlântico Norte. O peixe é cortado em filés, com a pele, salgado, dessalgado e depois envolve um pedaço de cebola em conserva no vinagre. No Brasil o peixe é outro (quase sempre sardinha) e o Rollmops é servido com algumas adaptações, especialmente no Sul do país, onde pode ser encontrado com facilidade em alguns bares mais tradicionais – dentre eles, é claro, o CanaBenta.

Inscrições

Podem participar maiores de 18 anos que fizerem a inscrição prévia de R$ 30, direto no bar, no horário de funcionamento. Quem se inscrever garante a camiseta de participação, que será entregue na hora do evento.

O limite é de 50 participantes em cada categoria.

Como é, vai encarar?

Bar CanaBenta

Rua Itupava, 1431 – Hugo Lange

Fone: (41) 3019-6898

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Enviado por Anacreon de Téos, 30/07/15 12:54:16 PM

Encanelados, a sobremesa que leva doce de leite, canela e biscoitos. (Foto/ Divulgação)

O chef Roberto Yagui apresenta a cozinha peruana no Hotel Bourbon. (Foto/ Divulgação)

Vai aí o post no pique, em cima da hora, na correria, mas vale o registro. O Bourbon Curitiba Convention Hotel apresenta hoje e amanhã (30 e 31) duas noites especiais com cardápio da cozinha peruana, atualmente a mais valorizada da América e uma das mais apreciadas do mundo.

O conceituado chef Roberto Yagui, especializado em cozinha fusion peruana/asiática, foi escolhido como parceiro do evento, para ser o responsável por esses jantares para hóspedes, visitantes e convidados.

No total serão 12 pratos, entre entradas, pratos principais e sobremesas, servidos no sistema de menu-degustação. O cardápio a ser servido começa com o tradicional Ceviche como uma das opções para a entrada e vai até o exótico Ranfañote, uma sobremesa que leva ingredientes como pão e queijo. Entre outras atrações, ainda serão servidos o Tiradito de pescado (cortes de peixe que lembram o ceviche, marinado em molho de limão), Anticuchos (prato criado por escravos africanos levados ao Peru e que consiste em espetos de coração com molhos especiais) e o Arroz com pato (típico da zona norte do Peru, versão da paella espanhola, com arroz cozido com pato, cerveja e coentro). Outra sobremesa proposta é o Encanelados, que leva doce de leite, canela e biscoitos, que foi levado ao Peru por freiras espanholas.

Roberto Yagui é um peruano com os pais japoneses, tem 20 anos de experiência como chef em restaurantes internacionais e em grandes redes hoteleiras, como a Melia, onde atuou inclusive em Cuba.

O jantar custa R$ 80 por pessoa, com bebidas à parte. Para informações ou reservas, fone (41) 3221-4600 ou pelo e-mail reservas.curitiba@bourbon.com.br.

Bourbon Curitiba Convention Hotel

Rua Cândido Lopes, 102 – Centro

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Enviado por Anacreon de Téos, 29/07/15 12:13:03 PM

Chianti Classico Riserva Castello d’Albola, uma das estrelas da noite especial do Vin Bistro.

Um jantar harmonizado com quatro dos mais expressivos vinhos da Toscana está sendo programado para esta quinta-feira (30) no Vin Bistro. São vinhos da Castello d’Albola, uma das marcas mais conceituadas do rol da Zonin, que é a maior empresa privada de vinhos da Itália.

Para apresentar os vinhos, está em Curitiba Vagner Montemaggiore, que é o embaixador das marcas Premium da Zonin, trazendo as novidades e que sabe até uma surpresa de última hora para quem estiver no jantar.

O cardápio foi elaborado especialmente para o evento por Ronaldo Bonhnestengel, proprietário e sommelier do Vin Bistro e agora também responsável pelo comando da cozinha da casa.

Tudo começa com o Prosecco Cà Bolani, acompanhando o couvert. Em seguida será aberto o Pinot Grigio Borgo Sanleo, que vai escoltar um Risoto de salmão e palmito pupunha.

Como prato principal, Paleta de cordeiro confitada com tagliatelle tartufado, que terá a companhia de dois chiantis – o Chianti Classico Castello d’Albola e o Chianti Classico Riserva Castello d’Albola, este um vinho diferenciado, colecionador de vários prêmios e tido como um dos mais respeitados e apreciados da Toscana.

Completando a noite, a sobremesa será Ovos nevados com calda de baunilha.

O preço por pessoa, para o cardápio completo com vinhos e água, é de R$ 99. Reservas antecipadas, pois a procura é grande.

Massas e risotos

Aproveitando a deixa desse jantar especial, vale a dica para o novo item dos festivais gastronômicos promovidos pelo Vin Bistro. Os temas são sempre diferenciados e vão desde lagosta, camarões e frutos do mar até as carnes nobre. É uma fórmula, segundo Bonhnestengel, que a casa encontra de “de novos clientes conhecerem nosso espaço e os antigos desfrutarem dos pratos já conhecidos, mas com preços mais acessíveis”.

Nhoque ao molho 4 queijos com tiras de mignon. (Foto/ Cassiano Correia)

O Festival de Massas e Risotos já está valendo, com nome opções no cardápio, a valores que variam de R$ 39 a R$ 49. Entre as massas, Ravióli de ricota e provolone ao molho de tomate e manjericão, Nhoque ao molho 4 queijos com tiras de mignon, Parpadelle romano com filetto alla parmigiana e o Tagliatelle, que aparece em duas versões: com lascas de salmão ao molho de limão siciliano e na manteiga de sálvia com paleta de cordeiro confitada.

Os risotos concebidos para o evento: Risoto trufado com ragu de ossobuco, Risoto de funghi seco com mignon grelhado ao molho de gorgonzola, de Risoto palmito fresco com salmão grelhado ao molho nantua (que é o molho branco acrescido de algum caldo de crustáceo e creme) e Risoto de brie com cubos de frango grelhado e pimenta calabresa.

Os pratos estão disponíveis para almoço e jantar, de segunda a sábado.

Vin Bistro

Rua Fernando Simas, 260 – Bigorrilho

Fone:(41) 3225-3444

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Enviado por Anacreon de Téos, 25/07/15 11:56:14 AM

Curioso. Dias atrás escrevi sobre a iniciativa da Denise Werneck de produzir massas sem glúten a partir da fécula de mandioca (confira aqui). E agora, coincidentemente, recebo material de divulgação da Alimentos Zaeli, que lança no mercado brasileiro exatamente a fécula de mandioca Zaeli.

Conhecida com diferentes nomes em todo o Brasil, como o polvilho, carimã ou goma, a fécula de mandioca se tornou popular na cozinha dos brasileiros e encanta diversos paladares. Segundo as informações de lançamento, o novo produto da Zaeli traz a versatilidade na utilização, sem perder as qualidades nutricionais no preparo.

Em embalagem de um quilo, a Fécula de Mandioca Zaeli já está sendo vendida em todo o país com preço sugerido de R$ 4,85. O produto não contém glúten e pode ser utilizado para a realização de diversas receitas, em pratos doces e salgados.

Fica a dica para aqueles que se interessaram pela postagem anterior e tinham dúvidas de onde encontrar o produto adequado.

De origem paranaense, a Alimentos Zaeli é uma das principais empresas da indústria alimentícia do País. Possui 25 linhas de produtos, mais de 300 sku’s e produz 180 milhões de quilos de alimentos por ano. A forte atuação em diversos estados do Brasil é possível por conta de filiais e centros de distribuição existentes em todo o País e pela sua rede de mais de 40 mil pontos de vendas.

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Enviado por Anacreon de Téos, 23/07/15 5:54:30 PM

Escondidinho de lombo de porco desfiado com batata doce e muçarela de búfala. (Foto/ Anacreon de Téos)

O detalhe das camadas do escondidinho. Ficou delicioso. (Foto/ Anacreon de Téos)

Veja como são as coisas. Você capricha na execução de um prato, estuda os ingredientes, pesquisa onde encontrá-los, elabora a receita na perfeição, publica e conta com algumas curtidas e um ou outro comentário.

Daí, em outro dia, apresenta um prato sem qualquer pretensão maior e todos se entusiasmam, cobram receitas e bombam nas redes sociais. Claro que a grande maioria das pessoas que exigem a publicação de receitas jamais irá se dar ao trabalho de prepará-las. É tudo onda e a gente sabe. Mas tem gente, sim, que se interessa mesmo e pretende fazer em casa.

Foi como aconteceu com a postagem da Maionese de camarão, de semanas atrás. Eu não tinha a receita, fui fazendo na hora. Aí, tantos foram os pedidos, me vi obrigado a escrevê-la e publicá-la. Teve gente que já me disse que fez. E que gostou e que deu certo.

Pois agora o que temos é um Escondidinho de sobras. Acho que nem deveria nominá-lo assim, porque me soa depreciativo. Assim como os tais “falsos”. Sempre guardo distância do “falso caviar”, do “falso strogonoff”, da “falsa lagosta” e de tudo assim. “Falso” já soa falso, não é mesmo?

Mas, no caso do escondidinho, é que foi de sobras mesmo. Enquanto escrevo aqui vou pensando em um nome um pouco mais decente para ele.

Sozinho em casa, preguiça de sair para comprar alguma coisa e de ligar para algum delivery. Uma espiada na geladeira e achei um pouco de carne de porco desfiada – era um lombo assado que desfiamos algumas fatias e refogamos com cebola, tomate, alho e algum verde para fazer recheio de um sanduíche (sobra da sobra, portanto).

O que mais? Batata doce, que a Graça tinha assado e que, de tão doce, havia formado até uma camada de caramelo rompendo a casca. E uma bola de muçarela de búfala, sobra de uma receita de limão siciliano recheado com a tal.

Pronto, estava tudo ali, à minha espera.

Com tempo (nem tanto, seria rápido) e disposição, a primeira coisa que fiz foi transformar uma das batatas em purê. Descasquei, amassei, pus na panela com um pouco de leite e deixei ferver até incorporar todo o líquido. Daí uma colher (sopa) de manteiga, uma pitada de sal, um pouco de queijo ralado, uma mexida e pronto.

Como a carne desfiada já estava temperada, só tinha de montar o prato. Untei um ramequim e ajeitei a carne, comprimindo bem. Por cima espalhei o purê, ajeitei duas rodelas da muçarela, um toque a mais de parmesão ralado e forno – 180ºC por 20 minutos ou até que borbulhe e doure a crosta.

Estava pronto, lindo e saboroso. Pode experimentar que não tem erro. É sucesso na certa.

Ah, sim, e o nome, como fica? Escondidinho de lombo de porco desfiado com batata doce e muçarela de búfala – pode ser uma opção. Ou parmentier, que o jeito francês de denominar um prato assim, com base de carne e cobertura de batatas em purê.

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Enviado por Anacreon de Téos, 22/07/15 11:40:22 PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma das experiências mais agradáveis que esse universo da enogastronomia me proporcionou nos últimos tempos foi a combinação de sabores entre a doçura dos presuntos espanhóis com a leve acidez dos jerez, também espanhóis. Foi numa degustação de produtos do  Grupo Josep Llorens, com Chouriços, Fue, Jamón Iberico, Jamón Serrano e alguns outros embutidos. Foi a primeira vez que experimentei a harmonização e, confesso, fiquei fascinado. Satisfeito e feliz por ter descoberto mais uma incrível combinação de sabores que se completam.

Puxei o assunto por conta da presença em Curitiba de Jan Pettersen, proprietário e diretor-geral da Bodegas Rey Fernando de Castilla, uma das mais importantes marcas da DO Jerez, localizada em Andaluzia, sul da Espanha. Trazido pela importadora Porto a Porto, que traz os produtos da bodega para o Brasil, Pettersen visita a cidade para divulgar esse vinho único e extraordinário e conduzir uma degustação dos estilos Fino, Cream, Pedro Ximénez e Brandy Solera. Tendo como local a Associação Brasileira de Sommeliers – Paraná (ABS-PR), a degustação harmonizada nesta quinta-feira (23), às 19h30.

A Bodegas Rey Fernando de Castilla foi fundada em 1972 por Dom Fernando Andrada-Vanderwilde e recebeu seu nome em honra ao Rei Fernando de Castilla (“o Santo”), que conquistou boa parte da Andaluzia no século XIII, além de ser o responsável pela descoberta das qualidades excepcionais de solo e clima para produção dos vinhos de Jerez. A empresa é uma das mais tradicionais na produção desse estilo de vinho. Pettersen, nascido em Oslo (Noruega) e criado em Edimburgo (Escócia) e Barcelona (Espanha), ao lado de outros investidores, adquiriu a Bodega em 2000.

DO Jerez

Foi na Andaluzia que nasceu a vinicultura na Espanha e o vinho de Jerez é produzido há mais de dois mil anos, em um processo único de corte em etapas, que mistura vinhos velhos e novos em uma rede de barris conhecida como sistema solera. Elaborados com as uvas Palomino Fino, Pedro Ximénez e Moscatel, esses vinhos fortificados são possíveis em função da quantidade de cal que existe no solo (chamado albariza) e das condições climáticas que caracterizam o sul da Espanha. Desde meados dos anos 1990, na União Europeia, o termo sherry, antes empregado para vários vinhos fortificados, só pode ser aplicado aos oriundos da DO Jerez – que variam do mais delicado e pálido Manzanilla ao profundamente negro, opaco e doce Pedro Ximénez.

Confira os vinhos a serem degustados nesse evento em Curitiba, todos eles disponíveis no mercado – com os devidos preços finais ao consumidor.

Fino Fernando de Castilla (R$ 78,73)

Elaborado em Jerez de la Frontera, com a uva Palomino, é fortificado e submetido ao sistema de soleras e criaderas. Passa cinco anos em barricas e tem graduação alcoólica de 15%. A cor é palha, apresenta aromas pungentes, porém suaves, e em boca é seco, agradável e ligeiro. Harmoniza com embutidos, como o Jamon Ibérico, frutos secos, azeitonas, mariscos e peixes. Deve ser servido bem gelado a 8º C.

Cream Classic Fernando de Castilla (R$78,61)

Elaborado na região de Jerez de la Frontera, leva em sua composição 90% de Palomino e 10% Pedro Ximénez. A partir de um Oloroso tradicional de Jerez, incorpora-se uma quantidade de Pedro Ximénez para seguir o envelhecimento em carvalho e o tradicional sistema de solera e criadeiras até o engarrafamento. Estagia em barricas por oito anos. A graduação alcoólica é de 17,5%. Apresenta aromas adocicados, com notas de frutos secos. Em boca, é doce. Harmoniza com queijos, frutas secas e castanhas. Recomenda-se servir entre 12 e 16º C.

Pedro Ximénez Fernando de Castilla  (R$94,71)

Produzido em Jerez de la Frontera, 100% com a uva Pedro Ximénez. Passa oito anos em barrica pelo sistema solera e criadera e possui graduação alcoólica de 15%. De cor escura, possui aromas de uvas passas e, em boca, é muito doce. Harmoniza com queijos fortes, chocolate e sorvete de baunilha. Recomenda-se servir entre 12 e 16º C.

Brandy Solera Reserva (R$100,30)

Os brandies são elaborados a partir da destilação de vinhos brancos selecionados. Iniciam o seu processo de envelhecimento em barricas novas de carvalho americano e, por fim, para adquirir uma maior suavidade, passam um longo período em barricas que já foram usadas pelos melhores vinhos de Jerez. Produzido em Jerez de la Frontera, 100% com a uva Airén. Envelhecimento de cinco anos em barrica no sistema soleras e criaderas. Possui aromas frutados e tostados e em boca é suave e equilibrado. Possui graduação alcoólica de 36% e harmoniza com chocolates e charutos. Deve ser servido em temperatura ambiente e conservado em local seco e fresco.

Os interessados que se apressem, pois as vagas são limitadas. O valor é de R$30,00 por pessoa, sem exigência de ser filiado à ABS.

Associação Brasileira de Sommelieres – Paraná

Alameda Júlia da Costa, 64 (Edifício SEHA)

Fones: (41) 9800- 2032 e 9611-0473

E-mail: contato@abs-pr.com.br

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Enviado por Anacreon de Téos, 22/07/15 11:24:18 AM

Denisoffi, a versão da torta Banoffi criada por Denise Werneck. Sem glúten e sem nada dever no sabor. (Foto/ Anacreon de Téos)

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Dadinhos de tapioca com geleia de abacaxi com pimenta e mini folhas de rúcula e agrião. (Foto/ Anacreon de Téos)

Denise Werneck deparou-se com um problema. Descobriu que sua filha Juliana tinha desenvolvido intolerância ao glúten, era celíaca. E o que deveria mesmo ter sido um problema tornou-se solução. Denise começou por fazer o curso de gastronomia da PUC e a desenvolver pesquisar para encontrar uma maneira de produzir produtos sem glúten que nada devesse, em sabor e estrutura, aos que normalmente se encontram no mercado.

O celíaco não pode consumir nenhum alimento que contenha trigo, cevada, aveia e centeio e, conforme o grau da intolerância, nada que possa ter sido manipulado ou cozido próximo a qualquer um desses ingredientes.

E o que deveria ser apenas uma solução para o cardápio doméstico transformou-se em um empreendimento que beneficia não só a filha, mas alcança também todas as demais pessoas que se vêem privadas de consumir massas, justamente pela impossibilidade de consumir glúten.

Foi ali que começou a Juliana Massas Frescas sem Glúten, que cada vez mais amplia seu rol de opções, substituindo a farinha de trigo na elaboração dos produtos por féculas, de mandioca e de batata. E sem que o desavisado consumidor possa perceber qualquer diferença de sabor, como o que normalmente se encontra por aí, no mercado.

Sorrentines recheados com nozes, damasco e cream cheese ao molho de mediterrâneo e Talharim com molho pesto e tomate concassê – com picanha grelhada. (Foto/ Anacreon de Téos)

Digo isso por ter tido a oportunidade de provar alguns dos itens de sua produção, em um saboroso jantar harmonizado no restaurante Paladar Gastronomia, do chef Reinaldo Batista, que é parceiro de Denise Werneck em alguns eventos sem glúten.

De entrada foi servido um prato de Dadinhos de tapioca com geleia de abacaxi com pimenta e mini folhas de rúcula e agrião. Como pratos principais, Sorrentines recheados com nozes, damasco e cream cheese ao molho de mediterrâneo e Talharim com molho pesto e tomate concassê, que chegaram juntos à mesa, escoltados por uma bela fatia de picanha grelhada. A sobremesa foi a Denisoffi, a versão sem glúten para a famosa Torta Banoffi, apresentada com a massa crocante, nata fresca e banana da terra.

Foi uma pequena – e muito gostosa – amostra do que Denise vem produzindo. Além do que nos apresentou, também faz massa de lasanha, cappelletti e ravióli, entre outras que se possa imaginar.

Vale para os celíacos e para os não, pois são produtos realmente muito saborosos. As encomendas e os contatos podem ser feitos por telefone ou através da Internet.

Juliana Massas Frescas sem Glúten

Fones: (41) 3077-6489 e 9218-3939

E-mail: julianamassasglutenfree@gmail.com

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Enviado por Anacreon de Téos, 21/07/15 1:30:58 PM

Uma ocasião imperdível para os apreciadores de uísque. Para lançar o 1º Clube do Johnnie Walker Blue Label do Paraná, o TAJ Curitiba promove nesta quarta-feira (22) um jantar harmonizado com a bebida, com menu especialmente criado para o evento e a presença de Paulo Freitas, brand ambassador da Diageo, distribuidora da marca Johnnie Walker no Brasil.

O jantar, concebido pelo chef Tito Barcellos,  terá como entrada Carpaccio de salmão fresco com salmão defumado, em emulsão cítrica e caviar de uísque Johnnie Walker Blue Label.

Há duas opções para prato principal: Tornedor de mignon ou Peixe branco grelhado, ambos servidos com veludo de mandioquinha, aspargos salteados e molho de cogumelos com Johnnie Walker Blue Label.

A sobremesa será uma Torta supercremosa de chocolate amargo, com calda quente de chocolate e sorvete de Johnnie Walker Blue Label.

Para reservas e detalhes sobre esta ação super exclusiva do uísque considerado o ápice da House of Walker, o interessado pode entrar em contato com o setor de reservas do TAJ. As vagas são limitadas.

Uísque diferenciado

Os raros barris utilizados na produção de Johnnie Walker Blue Label são selecionados manualmente entre as maiores reservas de uísque do mundo, onde somente um em cada 10 mil tem caráter suficiente para compor esse blend.

Complexo e suavemente defumado, com camadas de mel e frutas, com final sedoso e interminável, o Johnnie Walker Blue Label não é definido pela idade, e sim pela combinação dos mais raros maltes e grãos, envelhecidos à perfeição em barris de carvalho.

TAJ

Rua Bispo Dom José, 2302 – Batel

Fone: (41) 3343-4467

Facebook: tajbarcuritibaoficial

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