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Giro Sustentável

Enviado por InstitutoGRPCOM, 12/02/16 5:57:01 PM
(Foto: Instituto GRPCOM)

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Eu comecei a escrever o que iria falar hoje há uns 2 meses e, ainda assim, toda semana acrescentava algo. Eu tenho um sério problema em conseguir me expressar em ‘palavras faladas’, por isso fiz questão de escrevê-las. Há uma frase, que eu não arrisco dizer o autor, que fala: “ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não seja capaz de ensinar”. Essa frase combina muito com o que penso. Acredito na vida como um constante aprendizado, tanto as coisas boas, como as ruins. Então, por todo lugar onde passo, costumo fazer algumas perguntas: o que eu trouxe, o que eu levo daqui e o que deixo aqui?

E o que eu trouxe para o Instituto? Não só tortas e bolos rsrs. Há dezessete meses, ao chegar aqui, confesso que eu não sabia o que esperar, eu entrei com a ideia de que era onde eu conseguiria dinheiro para pagar um cursinho no ano seguinte, mas de uma coisa eu tinha certeza, que daria meu melhor, ou ao menos tentaria, e se teve algo que eu trouxe, foi força de vontade, o desejo de me superar, a vontade de aprender.

E hoje, ao sair daqui o que eu vou levar? Fora a experiência e o aprendizado, posso dizer que levo uma família, um enorme carinho por tudo aqui, algo um tanto contraditório para mim. Quando cheguei, falava para a Catherine e para Amanda (ex-estagiárias do Instituto) que eu não queria me apegar às pessoas, pois sabia que logo iria embora e custei um pouco para me soltar, mas, bem que dizem, nunca diga nunca. Levando em consideração os últimos cinco anos, este foi o ano em que me senti feliz e realizada pela primeira vez, e tenho certeza que essa experiência contribuiu para isso. O Instituto tem um quê especial, um clima família sabe, isso explica o aperto no coração que estou sentindo hoje. E também levo recordações, a certeza de que a educação pode fazer a diferença, de que a união entre parceiros e instituições beneficia a todos, de que a felicidade surge internamente e que você doar um pouco de si, seja para quem está a sua volta ou para um desconhecido, te torna mais humano.

E o que eu deixo? Bom, essa resposta eu deixo para vocês, acredito que não há ninguém melhor para responder do que cada um que está aqui.

Mas se tem algo que eu espero ter deixado aqui, é a ideia de que pequenos gestos fazem toda a diferença, que são as pequenas gentilezas que tornam a vida melhor, principalmente quando são inesperados. E que talvez o que o mundo precisa é mais demonstrações de carinho, um pouco mais de doçura. Não estamos acostumados a agradecer as pessoas, talvez pela rotina de vê-las todo dia, mas quando estas se deparam com gentilezas as reações são as mais diversas. Espero que isso possa fazer parte da vida de vocês também. Ao fazer isso, perceberão que acaba retornando para si das maneiras mais surpreendentes. Eu só tenho a agradecer por tudo, pela oportunidade, pelo carinho que recebi, por terem compartilhado comigo momentos de alegria e outros nem tão alegres assim, e por me acolherem aqui.

Vou encerrar com uma frase de Fernando Pessoa, que gosto bastante: “o valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”.

*Artigo escrito por Paolla Bianca, ex-colaboradora (aprendiz) do Instituto GRPCOM em Curitiba.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 10/02/16 3:36:45 PM
(Imagem: Divulgação)

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Você já pensou em vender seus produtos pela internet e realizar doações para ONGs e, ao mesmo tempo, sem gastar mais por isso? Ou em pedir comida online e ajudar instituições que combatem a fome pagando o mesmo valor praticado nos restaurantes?

Tudo isso é possível graças ao novo modelo de negócio que une os dois lados, aparentemente, opostos: lucro e solidariedade. São negócios viabilizados pela popularização da web e do e-commerce. Negócios que fazem a ponte entre empresas, consumidores e instituições sem fins lucrativos com impacto social. E a melhor parte dessa história é que todos saem ganhando.

Um deles é a plataforma de e-commerce Shop4Help, com sede em Foz do Iguaçu. A cada compra realizada em uma de suas lojas parceiras, uma doação é feita a instituições cadastradas. O CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba é uma delas.

A doação corresponde a uma parte da comissão paga pelas lojas ao site para disponibilizar seus produtos, ou seja: as lojas não pagam nada mais para vender e os consumidores não pagam nada mais para comprar através do Shop4Help.

Já para as instituições não há custo algum. Após o cadastro, que é feito gratuitamente, elas passam por uma seleção e, se aprovadas, ficam à disposição para serem selecionadas pelos consumidores e receberem as doações referentes às suas compras.

A estrutura é parecida com a do aplicativo Polen: após a instalação do app – disponível para o navegador Chrome – parte das comissões provenientes das compras feitas nas lojas parceiras também é doada. Assim como no Shop4Help, é possível escolher a causa para a qual se deseja realizar a doação e não há acréscimo de valor nem para as empresas e nem para consumidores. Várias instituições de Curitiba estão cadastradas.

E, para quem tem fome, o Rangri, com sede em Curitiba, oferece um serviço especializado. O site de delivery de refeições realiza doações para o Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) e para a Associação de Agricultura Orgânica (AAO) sempre que um pedido é fechado. Novamente, os restaurantes não precisam desembolsar um valor adicional para fazer as doações e os consumidores pagam os mesmos valores praticados nos estabelecimentos.

Estes três casos são alguns exemplos de que é possível unir atividade empresarial e iniciativas sociais – sem necessidade de grandes investimentos! Com este novo modelo de negócio, as ONGs e instituições sem fins lucrativos, geralmente carentes de recursos, ganham uma fonte constante de renda. Os consumidores pagam os preços praticados em outros canais, mas com a vantagem: eles sabem que, a cada negócio fechado, estarão ajudando quem precisa.

E as empresas que pagam a comissão usual aos sites também garantem o apoio a boas causas e, de quebra, agregam (muito) valor à marca. Afinal, que promoção pode ser melhor – em todos os sentidos – do que a solidariedade?

*Mariana Ohde é jornalista voluntária do CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 05/02/16 4:20:58 PM
(Imagem: Reprodução)

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Como os administradores podem ajudar a transformar as cidades em um espaço melhor para todos? E mais, por que deveriam se preocupar com isso?

Em 2015, como resultante das negociações da Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável foram instituídos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), sucedendo e atualizando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).  Trata-se de uma série de ações que deverão orientar políticas nacionais e as atividades de cooperação internacional nos próximos quinze anos, ou seja, 2030. Busca-se, com os ODS, conseguir a integração das dimensões econômica, social e ambiental do desenvolvimento sustentável e, assim, caminhar em busca de um mundo melhor, mais justo e mais humano para mais pessoas.

Entre os dezessete objetivos, um dos mais desafiadores é o de tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resistentes e sustentáveis.

Ao longo do tempo, por meio da transformação dos espaços geográficos que ocupa e ocupou, o homem experimentou diversas formas de se relacionar com a natureza, porém quase sempre a desprezando.  A abundância de disponibilidade de terras deu ao homem a ilusão de que os recursos seriam para sempre abundantes, o que certamente não ocorre num mundo com 7,4 bilhões de pessoas.

É correto afirmar também que a ocupação não ocorreu de maneira partilhada.  A terra, outrora elemento quase exclusivo para a geração de riqueza, quase sempre foi cortejada e acumulada, para posteriormente ser aviltada. Este acúmulo de terras – e de riquezas – fez com que muitos homens sobrevivam com pouco e poucos vivam com muito.

Continuando a agir de forma a intensificar o uso abusivo e o acúmulo por poucos, podemos garantir que em menos de 15 anos podemos transformar as cidades e comunidades em lugares sustentáveis? Uma resposta franca argumentaria a total impossibilidade, o que tornaria qualquer esforço realizado mera ação paliativa que, no geral, produziria pouco efeito. Assim, seria melhor não se fazer nada e contemplar os últimos suspiros de um planeta moribundo, certo? Não, certamente que não.

Uma das palavras que acompanha a humanidade é a tenacidade e isso nos torna capaz de superarmos as dificuldades que nós mesmos criamos. Assim, ao se refletir sobre sustentabilidade poder-se-ia pensar o progresso como a realização de um conjunto de possibilidades.

Precisamos acreditar que podemos garantir universalmente o acesso de habitação segura, adequada e a preço acessível. Por que não pensar num mundo em que o transporte público seja majoritário a todos os demais? Que sejamos capazes de propiciar proteção para as catástrofes, principalmente para os pobres e pessoas em situação de vulnerabilidade? Não seria bom um mundo em que tivéssemos o fim de obstáculos físicos para pessoas com deficiência em todas as edificações? Todos os sonhos descritos aqui são algumas das onze ações previstas no sentido de melhorar a ocupação dos espaços pelo homem, previstas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Pois bem, acreditar nas possibilidades se faz necessário, mas é suficiente? Há uma crença factível que temos soluções tecnológicas para quase todos os problemas que existem e somos capazes de criar muitas outras soluções, logo, pressupõe-se que não há impedimentos para o uso dessas tecnologias para solucionar o problema da caótica ocupação dos espaços humanos.  Sanado o problema de meios para fazê-los, a questão volta-se ao como executá-los e para isso aponta-se que a capacidade de gestão dessas tecnologias é que será capaz de atingir as utopias desejadas.

Melhores gestores, principalmente aqueles da coisa pública, poderão atingir resultados mais rápidos e com mais eficácia no prazo apontado. Assim, é preciso ter esmero em preparar as atuais e futuras gerações com ferramentas que os capacitem em realizar o planejamento, a organização,  a direção e controle das soluções encontradas. A formação de gestores, ou administradores, nem sempre é apontada como uma solução plausível para a solução de problemas ambientais. Isso é um equívoco. É neste ambiente que se formam os que possuem competências para tomar decisões em ambientes complexos. Faz-se necessário, porém, uma correção. As escolas de gestão devem fugir do estereótipo do administrador que tem obsessão por metas a qualquer custo. Para a ocupação de espaços melhores para todos, precisamos ter a severa vontade de executar tarefas, mas também acreditar nas utopias. 

*Artigo escrito por Claudio Marlus Skora, coordenador do curso de Administração do UniBrasil Centro Universitário, pertencente ao Núcleo de Instituições de Ensino Superior (NIES) do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE). O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial – CPCE é colaborador voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 03/02/16 11:39:57 AM
(Imagem: Reprodução)

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Nós, brasileiros, nos dividimos entre os que vieram ao mundo (Brasil) a passeio e os que vieram a trabalho. É como se fôssemos escalados para uma grande aeronave, alguns são a tripulação e a grande maioria se encaixa entre os passageiros.

Da tripulação, ou dos que vieram a trabalho, é esperado que sirvam todos com o maior zelo, presteza, educação e profissionalismo. Já os passageiros são os que têm todos os diretos, lugar reservado, sentam e não olham para lado, ficam olhando o celular ou pela janela. Na melhor das hipóteses, leem um livro por algum tempo e depois dormem, sem nenhuma obrigação ou compromisso.

Na maioria das vezes, viajamos nessa grande “espaçonave” com nossos familiares. Conversamos entre nós e em nosso idioma, contamos piadas, falamos e observamos o vizinho que está sentado ao lado. Fundamentalmente, esperamos um atendimento de primeira – afinal, os tripulantes são os que têm que nos atender, de forma gentil e educada. Como nos grandes aviões, temos poucos tripulantes e muitos passageiros. Porém, no mundo que dá certo, a diferença entre a quantidade de tripulantes e de passageiros não é tão grande.

Na Alemanha (dos 7×1), a maioria da população se encaixa entre os tripulantes. Todos cuidam, se preocupam e zelam pelo coletivo. Na educação dos filhos, prezam pela vivência e pela convivência, em detrimento das teorias e das modernidades. Nas pequenas vilas alemãs, o corpo de bombeiros é formado pela própria comunidade. Existem equipamentos proporcionais para cada demanda e a comunidade se escala para atender eventuais emergências.

Do lado do estado, eles têm regras claras, objetivas e que devem ser seguidas por todos. Por exemplo: não existe limite máximo de velocidade nas autoestradas alemãs, mas todos seguem rigidamente a sinalização. Quando há um limite, não precisam de lombadas, radares ou guardas para manter o controle. Isso vem de uma população que tem educação, que entende que se a lei existe é para ser cumprida.

Na nossa “aeronave” chamada Brasil, não será fácil convencer as pessoas de que mudar de categoria, ou seja, passar de passageiros para tripulantes, é preciso. É uma mudança radical, e não será com o discurso do direito acima de qualquer dever que conseguiremos avançar.

A solução está em incluir os poucos tripulantes existentes no Brasil atualmente nos espaços políticos, partidos, sindicatos ou nas instituições que trabalham ou defendem. Precisamos incentivar estes tripulantes, pois ser “passageiro” é da natureza humana. Se não fizermos nada, chegará o dia em que todos seremos passageiros, pois os tripulantes irão para outras aeronaves (países), onde sejam respeitados.

*Artigo escrito por Ademar Batista Pereira, professor associado ao Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR), é empresário, educador e diretor da FENEP (Federação Nacional das Escolas Particulares). Ademar também é autor de dois livros: Filhos na Escola Integral e Pérolas Infantis (Editora Inventa). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.  

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 01/02/16 3:09:04 PM
(Imagem: Pixabay)

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A qualificação sempre foi a melhor saída para encontrar um novo emprego, ou subir de cargo dentro da organização. Além do fato de agregar conhecimento, o estudo traz status e poder de decisão na carreira. Como já foi abordado ao longo do ano, as empresas precisam que os colaboradores se atualizem, assim podem trazer novas soluções e novas rotas para superarem o período difícil.

A proatividade também é um ponto a ser destacado neste momento, pois pode partir do profissional a busca pelo novo e ideias de se sobressair aos colegas de trabalho. É o que destaca Edmarson Bacelar, coordenador de vários MBAs do ISAE/FGV e especialista com anos de experiência na área de pessoas. Confira a entrevista, realizada pela Revista Perspectiva ISAE, sobre carreira em 2016.

Perspectiva – Como as empresas podem se preparar para 2016, na área de gestão de pessoas?

Da maneira como vêm se preparando já tem alguns anos, pois o cenário não mudou, está ficando até mais acirrado e competitivo a cada dia. Basicamente, reter os talentos e desenvolver as pessoas para que possam corresponder aos desafios de uma sociedade que demanda pessoas continuamente atualizadas e cientes do nível de comprometimento elevado, tanto no aspecto cognitivo como no emocional, para dar suporte às pressões por mais resultados e maior efetividade no conjunto de suas ações. Fazer mais com menos é um desafio cada vez maior.

Perspectiva – O que esperar dos profissionais que estão desempregados e buscam uma nova colocação?

Que se qualifiquem e procurem desenvolver cada vez mais seus pontos fortes e atenuar as fragilidades. A qualificação é um fator crítico de sucesso e sempre será importante. Em um ambiente de negócios crescentemente mais competitivo, o diferencial que cada um de nós pode agregar é fundamental. O ambiente de negócios no Brasil, tudo indica, será muito difícil para empresas e profissionais nos próximos dois anos e se qualificar mais é fundamental para aumentar as chances de colocação ou recolocação.

Perspectiva – Como a empresa pode incentivar o colaborador a render mais?

Criando um ambiente de trabalho mais agradável e desafiador, dando o apoio para que o colaborador sinta que é importante e está fazendo algo que agrega valor para empresa e com isto irá sentir-se mais seguro e confiante. Também incentivar e valorizar os colaboradores que buscam o seu desenvolvimento profissional e pessoal, criando as condições para que implementem seus objetivos.

Perspectiva – Muitas organizações tiveram que dispensar colaboradores, quais soluções podem ser tomadas para isso não ocorrer?

É muito difícil afirmar algo que seja uma solução, pois cada ambiente de negócios e cada empresa são peculiares. O ideal é ser proativo, antecipando as dificuldades que poderão ocorrer mais adiante e adotar posturas e ações que mitiguem estes riscos, pelo menos parcialmente. No Brasil, temos ainda muito espaço para melhoria de gestão e as empresas que se dedicam a explorar positivamente esta lacuna se fortificam e tendem a ficar com uma blindagem melhor quando a crise se aproxima ou chega de fato.

Perspectiva – Quais os benefícios de a organização investir na atualização de seus colaboradores?

São inúmeros. Podemos citar alguns: melhoria da eficiência, da autoestima, do clima organizacional e maior probabilidade de retenção dos talentos que fazem a diferença na organização.

*Artigo escrito pela equipe do ISAE/FGV, publicado também na 36ª Edição da Revista Perspectiva. O ISAE/FGV é uma instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 29/01/16 6:15:48 PM
(Foto: Reprodução)

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Lembro que, dos três meses que passei diariamente pelo centro da cidade, o que mais me chamou a atenção foram as residências improvisadas que se confundiam com meu trajeto. Sim, eram residências. Completas e complexas por sua falta de intimidade, mescladas com aquele terreno impróprio, decoradas com colchões de casal, cobertas, travesseiros, pets e grupos que formam verdadeiras mini comunidades alocadas no mesmo endereço sem número.

Nunca fui incomodada diretamente por nenhum deles, sempre passei por ali – na Marechal Floriano com Rua XV, mais especificamente – e olhei-os. De longe. Que me viram. De longe. Nenhum se colocou à frente do outro. Nenhum estaria nunca na vida do outro não fosse o fato de que eu poderia pisar em seu quintal sem precisar pedir. Mas nunca o fiz para não me dar ao trabalho expor ao risco. Atravessei a rua, desviei caminho e – depois de dar aquela reparada – desviei o olhar. Olhei-os e, sim, somente por tempo suficiente para formar um rápido sentimento.

Não sou uma má pessoa. Sou uma cidadã correta, que não comete crimes e paga seus impostos. Uma pessoa que estuda, namora, ama os pais e que trabalha bonitinho desde que se formou na faculdade. Eu sou uma pessoa normal, dessas que luta para ser mais agradável, que pede desculpas nas brigas em que acha que errou, que diz “ai meu deus” quando tem medo. Eu sou igual a você! Ao seu amigo. À sua mãe. A seu namorado ou namorada. Sou igual ao meu chefe e ao chefe dele. Não sou igual, e é aí que entra a coisa, ao pessoal que mora ali na esquina da Marechal com a XV. Nem você é. Nem a sua mãe, nem seu amor, ou seu ou o meu chefe. Somos diferentes.

Engraçado que, se pegarmos o código civil brasileiro, em lugar nenhum encontraremos argumentos que justifiquem o que estou falando, muito pelo contrário. O código preconiza que todos sejamos iguais, em direitos e deveres. Lá diz que não há diferenças perante o estado, a jurisprudência, perante nenhum órgão legislativo, mas eu insisto em dizer que somos diferentes.

Sinto que sou diferente daqueles que moram na calçada, pois eu posso exercer e usufruir das benesses da minha liberdade. Liberdade. Não é a primeira coisa que passa na cabeça de quem vê pessoas que moram sem portões? “Esses sim são livres! Não há muros que os separem ou grades que os prendam! São livres, podem correr para onde e quando bem entenderem”. Bom, sim, podem ir para onde e na hora que quiserem, mas: correr para onde? Para fazer o que e com qual propósito? Correr da polícia? Ah, isso não é exercer da liberdade, não é, amiguinho? Ir quando bem entender? Mas o que é o “quando”, se não se tem relógio?

Caminhamos, eu e você (os iguais), em nossos calçadões sempre com propósito, indo ou vindo do trabalho, do almoço, do banco, dentista, loja de mimos, enfim, caminhamos exercendo nossa liberdade e tendo a plena certeza do que fazemos, por qual motivo fazemos e que se quisermos temos a opção de não fazer nada.

Eles, que em nada se parecem conosco, não têm compromisso. Eles não têm hora para sair e nem pressa para chegar. Por eles ninguém espera e nem fazem questão de que estejam ali, muito pelo contrário: por eles cobram ações do poder público que garantam seu sumiço.

Sumiço humanizado, pelo amor de deus! Não se pode obrigar sua retirada – mas ah, se pudesse! – então roga-se ao poder público que faça sua parte para que não precisemos nós, os iguais, olhar para eles que, de tão diferentes, nos ferem o ego. Fazem questionar nossas mais arraigadas certezas: a de que não se pode viver sem conforto, que não se pode ficar sem um banho quentinho e nem sem tv antes de dormir.

Que faça o tal abstrato do poder público, sua parte. Que dê um destino a eles, dizemos nós. Que vão para longe de nossos olhos, pois a discussão sobre “como tornar ‘eles’ um pouco mais ‘nós’” é complexa demais. É dura, difícil e longa. Exige compromisso, meu, seu, nosso, para trazer eles para o nosso lado.

*Artigo escrito por Mathisa Stachuk, colaboradora do Instituto GRPCOM em Curitiba.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 27/01/16 9:54:57 AM
(Imagem: SPVS)

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O mapeamento da vegetação é um elemento chave na avaliação dos ecossistemas, visto que seu estado de conservação e cobertura espacial define a existência ou não de habitats para as espécies e a manutenção dos serviços ambientais. Isso explica a importância do mapeamento da cobertura vegetal do litoral do Paraná.

A região é uma das áreas mais importantes para a conservação da Mata Atlântica e, mundialmente, uma das áreas prioritárias para a conservação, cuja viabilidade necessita de ferramentas como essa.

O trabalho foi realizado pelo InBioVeritas, grupo de instituições constituído pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), Universidade Federal do Paraná, Museu de História Natural Karlsruhe e Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Foram dois anos e meio de produção do material, que engloba mais de 600 mil hectares. Trinta tipologias de vegetação e uso do solo, incluindo diferentes idades de regeneração natural da vegetação, foram classificadas.

O diferencial do mapeamento são a escala e a legenda mais detalhadas das diferentes tipologias vegetais, sem precedentes em uma área dessa extensão – o mapeamento foi subdividido em 56 cartas na escala 1:25.000. Isso permite um uso mais abrangente da ferramenta, indispensável para aplicações no campo do planejamento e da conservação ambiental. Quanto maior o detalhamento, mais aplicabilidade um mapeamento tem em ações de conservação.

(Imagem: SPVS)

(Imagem: SPVS)

Entre suas múltiplas utilidades, estão o monitoramento e o controle ambiental, planejamento e manejo de unidades de conservação, valoração de serviços ecossistêmicos, manejo de bacias hidrográficas, caracterização de habitats, estudos de ecologia da paisagem, definição de áreas prioritárias para a conservação, embasamento para a criação de Unidades de Conservação (UC) e gestão territorial, como os zoneamentos ecológicos econômicos e planos diretores dos municípios.

Indiretamente, o mapeamento pode ser utilizado em pesquisas variadas ou por projetos da área ambiental. Um exemplo é o Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis), que usou a informação para entender melhor quais os tipos de extensão da vegetação a espécie utiliza para se alimentar e se abrigar, direcionando as ações de conservação para a espécie.

O mapeamento também pode ser utilizado diretamente pelas UCs públicas, pois cerca de 70% delas não possuem plano de manejo, assim, diminuindo custos significativos para sua elaboração.

*Artigo escrito pela equipe da ONG Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVS, parceira do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 22/01/16 10:15:28 AM
Imagem ilustrativa (Foto: Brunno Covello)

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(Foto: Brunno Covello)

As cidades não são apenas complexos de pessoas, mas também de histórias. Considero-me sortuda por encontrar tantas dessas ao longo do caminho. São sorrisos que marcam, atitudes que surpreendem, momentos que indagam, olhares que transformam.

Todos os dias, passo cuidadosamente pelas ruas do centro de Curitiba. Cada vez é algo novo. Dia desses encontrei uma senhora. Ela não sorria. Aliás, a expressão dela era de muita preocupação. Aparentava ter em torno de 60 anos. O que me chamou atenção não foi somente as marcas faciais, mas também a situação de pranto em que estava.

Apoiada em um poste, ela virava para trás com um olhar aflito e então voltava o corpo, um tanto corcunda, para frente. O semáforo abria e fechava, e mesmo estando na faixa de pedestre ela não atravessava. Curiosa por aquela situação, eu fui até ela. No mesmo momento, um taxista, que estava próximo ao local apenas observando, gritou em direção à senhora: o semáforo está aberto, você pode atravessar.

Irritada com a situação, a mulher disse a ele que o problema não era ver a disponibilidade do sinaleiro, mas sim andar. Nesse momento eu já tinha chegado ao lado dela e para a minha surpresa a reação foi de tranquilidade. “Eu não consigo andar, moça. Sofri um acidente e não sinto firmeza em minhas pernas. Leve-me só até o outro lado da rua”, disse a bela senhora de cabelos dourados e olhos maquiados.

O sentimento de arrependimento seria tamanho se eu não a acompanhasse até o seu destino final. No meio da travessia tivemos de tolerar algumas buzinas, o sinal tinha fechado e os motoristas estavam impacientes pela espera. O trajeto rendeu algumas prosas boas e também desejos de prosperidade. Gaudivia, nome que eu descobri no último contato do encontro, veio de São Paulo e estava havia duas semanas na capital paranaense. A impressão da cidade não era das melhores.

“Eu vim até aqui resolver alguns problemas de herança, não tenho sido muito bem recepcionada e o respeito não é de se admirar”, disse ela. Eu não tive como discordar. Seria hipocrisia da minha parte. Até aquele momento já havia presenciado duas situações de total falta de respeito e tolerância. O taxista esperou longos minutos para a ajudar da pior forma, agindo com grosseria e sem alguma empatia. Não bastasse isso, a insensibilidade dos donos dos automóveis que estavam no trânsito e que, mesmo vislumbrando a situação de uma idosa com dificuldade para andar, não foram capazes de esperar alguns segundos.

Apesar da situação entristecedora, ela não perdeu o otimismo e o senso de agradecimento. Fez-me perguntas relacionadas à minha vida pessoal. Quis saber o que eu estudava e onde eu trabalhava. Projetou sucesso à minha vida. Ela não tinha quem a ajudasse naqueles dias e ficou com medo de estar incomodando. Não foram vinte minutos ocupados e um dia foi ganhado. Uma onda de sentimentos me permeou e as reflexões foram muitas.

Gaudivia era naquele dia uma entre tantos outros idosos que passam por situações de desrespeito diariamente. Penso comigo na quantidade de pessoas idosas que precisam lutar pelas suas necessidades sem contar com a ajuda de ninguém. Ontem, no noticiário da Gazeta do Povo, um caso de uma senhora de 70 anos que caiu ao descer do ônibus, ficando entre o veículo e a rua. Onde estavam as pessoas que deveriam estar a acompanhando? Onde estão os cidadãos do bem que zelam pela saúde dessas pessoas? Indo além disso, nos confrontamos com uma civilização que pouco deixa o individualismo de lado para ajudar o próximo.

Histórias como a de Gaudivia mostram que fazer a diferença custa pouco. A empatia não é o sentimento que prevalece na natureza humana, mas eu tenho esperança que um dia será. A evolução está nos homens que oferecerão ajuda ao se colocarem no lugar do outro. A sociedade será desenvolvida quando a cobiça pelo tempo, dinheiro e egoísmo forem deixados de lado. Na maior parte das vezes só precisamos doar alguns de nossos minutos. É o tempo necessário para você receber um sorriso e um agradecimento sincero em troca.

*Artigo escrito por Carla Carvalho, estudante de Comunicação Institucional na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e colaboradora do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM). Carla contribui voluntariamente no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 20/01/16 5:05:10 PM
(Imagem: freepik)

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Neste sábado entra em vigor, após uma longa novela marcada por adiamentos, ajustes e, mais recentemente, diversas alterações, a Lei n. 13.019/2014, mais famosa como MROSC – Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil.

Repasses de recursos públicos federais e estaduais a organizações da sociedade civil passam, a partir da semana que vem, a ser regulados pelo MROSC; repasses de recursos públicos municipais deverão observar o MROSC a partir de 1º de janeiro de 2017.

Desde a sua publicação, em 1º de agosto de 2014, temos escrito sobre o tema neste espaço, com o intuito de provocar o aprofundamento da análise da lei por todos os impactados pelas alterações por ela promovidas, especialmente gestores públicos, dirigentes de organizações da sociedade civil e órgãos de controle.

E desde então, inúmeras oportunidades de capacitação foram oferecidas para a melhor compreensão possível desta lei, que altera substancialmente o regime de relacionamento entre o Poder Público e o Terceiro Setor.

Porém, como costuma ocorrer com as questões do Terceiro Setor no Brasil, às vésperas da entrada em vigor do MROSC temos um panorama de extrema insegurança jurídica decorrente de diversos motivos, dentre os quais cito apenas os mais evidentes.

1) A redação original da Lei n. 13.019/2014, bastante influenciada pela CPI das ONGS ocorrida no início dos anos 2000, era bastante burocrática e criminalizante da atuação das organizações da sociedade civil, sendo merecedora de reparos. Além disso, a referida lei trazia diversas lacunas interpretativas importantes que dificultavam a compreensão do âmbito de aplicação das novas regras (como, por exemplo, a sua aplicação ou não aos recursos decorrentes de leis de incentivo fiscal). A lei, que sofreu alterações, continua com boa carga burocrática e algumas lacunas ainda bastante importantes, que deverão ser interpretadas no andar da carruagem.

2) No apagar das luzes de 2015, foi sancionada e publicada, em 15 de dezembro, a Lei 13.204/2015, que promoveu diversas e importantes alterações no MROSC. Estas alterações, aprovadas um mês e meio antes da entrada em vigor da lei e em época de festividades de final de ano, férias, etc., não puderam ser debatidas, discutidas, esclarecidas adequadamente ao público que será afetado pelo Marco Regulatório. Percebe-se um cenário de extremo desconhecimento quanto às alterações, e mesmo de frustração daqueles que vinham se capacitando para a entrada em vigor de uma lei e hoje se deparam com outra realidade.

3) Há menos de uma semana da entrada em vigor do MROSC, o Governo Federal ainda não expediu o seu Decreto regulamentar, que tem a função de esclarecer a aplicação da lei.

Embora o cenário seja de insegurança jurídica, infelizmente o MROSC entrará em vigor a partir do dia 23 de janeiro, sendo imprescindível que os gestores públicos, as organizações da sociedade civil, os órgãos de controle, os conselhos de políticas públicas e os demais atores envolvidos com esta temática busquem apoio técnico dos seus respectivos departamentos contábil, financeiro, jurídico, etc., para adequação às novas regras impostas pela legislação.

*Artigo escrito pelo advogado Leandro Marins de Souza, Doutor em Direito do Estado pela USP, ex-presidente da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/PR (2011-2015), sócio do escritório Marins de Souza Advogados (www.marinsdesouza.adv.br), parceiro e colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável. 

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 14/01/16 11:10:29 AM
(Imagem: Instituto GRPCOM)

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Depois de um ano turbulento e desafiante para tantas pessoas, 2016 é um convite às boas energias, inspirações e vontade de fazer deste um ano melhor que o anterior. No mundo atual onde os seres humanos são colocados à prova de sua lealdade e veracidade em todos os momentos, vemos a prática do voluntariado como um exemplo de cidadania e algo que inspira o próximo, podendo ir além de ações em instituições sociais.

Se o trabalho voluntário é inspirador e transformador tanto para quem recebe quanto para quem faz, se vemos tanta transformação e tantas histórias de superação sendo realizadas por voluntários, porque nos limitamos há algumas horas ou poucos dias do mês para “bebermos dessa fonte”?

Quando temos um propósito de ação social nos esforçamos para nos mantermos bem-humorados, sermos respeitosos em nossas palavras e atitudes, passarmos boas energias em nossas relações, ouvirmos o outro com atenção e alcançarmos o objetivo daquele trabalho. Mesmo cansados, muitas vezes estressados, o espírito do voluntariado nos envolve e nos convida a sermos fontes de inspiração e dedicação àquela ação com a qual nos comprometemos. Agora, imagine se este propósito fosse ampliado para seu dia a dia como um todo.

Em 2016, que tal fazer expandirmos nossos esforços dentro do espírito do voluntariado e trazer ainda mais transformações e inspirações para nossa vida e dos que passam por nós?  Podemos promover a boa educação para com o próximo em todas as situações que nos desafiam, tanto em casa quanto na rua e no trabalho; pensar na reutilização de materiais descartados antes da hora, além da reciclagem; promover a união entre os povos e o respeito às diferenças (de opinião, crenças, valores, etc); e dar passos em prol de nosso próprio desenvolvimento e das pessoas com quem convivemos.

Muitas são as possibilidades e convites para ação. Se queremos que 2016 seja diferente precisamos ter atitudes diferentes. Portanto, este é o momento para tirar seu plano de melhoria da gaveta e por em prática, lembrando que o que você faz, a todo o momento, transforma o mundo.

*Artigo escrito por Aline Vonsovicz e Alcione Andrade, voluntárias do CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

**Quer saber mais sobre cidadania, educação, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom, Twitter: @InstitutoGRPCOM e Instagram: instagram.com/institutogrpcom

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