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Enviado por InstitutoGRPCOM, 17/12/14 10:53:47 AM
(Foto: Gabriel Borges)

(Foto: Gabriel Borges)

Ando pelo supermercado nesta época do ano e olho com carinho para as cestas de Natal e seus nomes pomposos, que tentam transmitir a variedade e qualidade dos produtos que acondicionam. Cesta, pra mim, é uma palavra que sugere surpresa e coisas gostosas. A cesta que Chapeuzinho Vermelho levava para a vovó, as cestas de piquenique e as cestas de café da manhã. A não ser que seja você a organizar o conteúdo, nunca se sabe exatamente o que estará na cesta, e isso me parece bom.

Durante muitos anos recebi cestas de Natal. Hoje este presente foi substituído por uma quantia em dinheiro que me dá a liberdade de comprar o que desejo ou preciso. Sou grata por este benefício e ele é muito bem-vindo, mas sinto falta das cestas.

“Ah – vocês vão falar – a gente pode comprar as coisas que estão na cesta e, talvez, pagar até mais barato. Além de não precisar ficar com a lata de pêssego em calda”. E qual a graça de escolher tudo sempre do nosso jeito? Quando a gente tem muita escolha, não tem muita surpresa. Acho que o imprevisível traz mais sentido à vida e nos faz pessoas mais criativas.

Lembro-me de abrir a cesta – que na verdade é uma caixa – e ir tirando dali o tal do pêssego, o panetone, o vidrinho de cereja, o saquinho de frutas cristalizadas. Até a lata daquele horrível composto de óleo de soja e azeite não atrapalhava o encanto pelo ritual. Nas cestas revivi as emoções da infância, quando tudo era novidade, pois nessa fase da vida temos pouco poder de escolha. E, ainda que eu doasse os produtos que não me agradavam – olha um bom efeito colateral – e outros me fizessem alterar as receitas planejadas para o fim de ano, nunca vi nisso um problema. Na verdade, é aí que vejo a criatividade.

“Cestas”, também, é como são chamados os kits de alimentos orgânicos que encomendei certa vez. Você paga um determinado valor mensal e o fornecedor entrega este kit na sua casa. Só se sabe o que vai vir alguns dias antes da entrega. Preferia nem consultar, para ter o prazer da surpresa. Numa dessas entregas veio um repolho enorme, lindo. Nunca compraria um repolho nas situações em que posso escolher o que levar. Para dar conta dele, tive que pensar em receitas com as quais não estava habituada. A criatividade não é um privilégio das indústrias criativas. Ela também está no cotidiano. Por exemplo, em decidir o cardápio pelo critério de: o que será que está prestes a vencer na geladeira?

Steven Johnson, especialista em inovação, em seu livro “De onde vêm as boas ideias”, chama isso de “possível adjacente”, o fato de criar de acordo com as limitações. Engana-se quem pensa que os limites prejudicam a criatividade. Na verdade eles ajudam, direcionam e afiam o nosso potencial criativo. Isso vale tanto para as decisões mais prosaicas, sobre quais pratos cozinhar, até para aquelas de maior efeito social, como a construção de incubadoras com peças de carros e motocicletas de ferro-velho, como exemplifica Johnson.

Acho que a certa dose de inesperado que existe na cesta também acontece com os sebos. Raramente entro neles para procurar uma obra específica. Me interessa saber o que aquele acervo de imponderável terá para me surpreender. E não, não é a mesma coisa que uma livraria. A constituição do mix de produtos – de livros – obedece a lógicas diferentes, ainda que se trate tudo de lógica de mercado.

Hoje é muito fácil ter ou fazer exatamente aquilo que a gente quer e, às vezes, isso é realmente útil. Por outro lado, acho que o não-saber e o não-escolher nos proporcionam momentos muito ricos – e com riscos, evidentemente. Entre especificar aquilo que você quer ganhar de Natal e deixar que a pessoa presenteie com o que ela acha que combina contigo – mesmo que erre absurdamente – qual sua preferência? Eu voto na surpresa. Sem um pouco de acaso, a vida não tem sentido.

*Artigo escrito por Adriana Baggio. Publicitária, Adriana está concluindo doutorado em Comunicação e Semiótica e é professora do Centro Universitário Internacional Uninter, que é uma instituição associada ao Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.  

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 15/12/14 2:22:55 PM
(Imagem: Pixabay)

(Imagem: Pixabay)

Inicialmente apresentado em duas propostas diferentes, o acordo setorial das lâmpadas, que foi recentemente aprovado, é resultado da discussão realizada entre os setores proponentes da análise pelo Ministério do Meio Ambiente e da devida consulta pública, realizada entre as datas de 15 de setembro e 15 de outubro, ambas desse ano.

A sua aprovação oficial ocorreu no dia 27 do mês de novembro, quando a ministra do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Izabella Teixeira, se reuniu com as entidades representativas do setor para realizar a assinatura do acordo que passará a estabelecer a logística reversa do segmento. Desta forma, o setor da cadeia produtiva de Lâmpadas (fluorescentes; de vapor de sódio e mercúrio; e de luz mista) passará a integrar o restrito rol daqueles segmentos que já firmaram um acordo setorial de logística reversa. O acordo, que tem validade de dois anos, poderá ser revisto antes da sua renovação, a fim de incorporar os ajustes que se mostrarem necessários.

Conforme bem se explicou em outra oportunidade, em artigo intitulado “A logística reversa e os acordos setoriais” (já publicado nesse blog em 03/11/2014), a instrumentalização dos planos de logística reversa por meio de acordos setoriais está claramente prevista e regulada, respectivamente, pela Lei n. 12.305/10 e pelo Decreto n. 7404/10. Nesse sentido, a adesão aos acordos, que apresentam um rol de responsabilidades individualizadas e encadeadas, não só pode isentar os seus participantes da obrigação de apresentar um plano de logística reversa individual ao MMA, como também pode reduzir, de certa forma, a possibilidade da responsabilização das empresas mediante prováveis passivos ambientais.

A aprovação de mais um acordo setorial demonstra essa tendência, bem como o crescente fortalecimento da Lei da Política Nacional dos Resíduos Sólidos, que em breve começará a demonstrar a sua eficácia. Assim, é importante ressaltar que o desconhecimento da responsabilização coletiva não poderá isentar a falta de ação dos participantes da cadeia produtiva daqueles produtos que necessitem de logística reversa especial. Assim, não só a adesão aos acordos se mostra essencial, mas também o acompanhamento do processo de elaboração e de execução desses planos de logística reversa, pois, quando assinados, os acordos que possuírem abrangência nacional deverão ser respeitados por todos aqueles participantes do setor representado.

Assim, parece importante reiterar que a destinação ambiental adequada dos resíduos e o retorno dos produtos aos seus fabricantes/importadores – por meio dos planos de logística reversa – não representa somente um substancial ganho ambiental, porquanto a prática de um eficaz sistema de logística reversa poderá melhorar, inclusive, a imagem da empresa perante o mercado consumidor.

*Artigo escrito por Guilherme Berger Schmitt, mestre em Ciências Jurídico-Políticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e advogado associado à Buzaglo Dantas Advogados, parceiro voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 15/12/14 10:56:09 AM
(Foto: SPVS)

(Foto: SPVS)

O Programa Condomínio da Biodiversidade – ConBio, desenvolvido pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), vem atuando no município de Campo Largo com o objetivo de orientar os proprietários de áreas naturais quanto ao manejo correto da flora e da fauna e uso do solo, além de incentivar práticas conservacionistas. O trabalho, que começou em 2013, tem parceria com a Prefeitura Municipal de Campo Largo e é financiado pela Fundação Caterpillar, com apoio da Pan American Development Foundation (PADF).

Profissionais da SPVS realizaram visitas técnicas em mais de cem propriedades particulares e 1.200 mudas de espécies nativas da Floresta com Araucária foram doadas para enriquecimento e restauração florestal.  Das áreas visitadas, 35 têm potencial para serem transformadas em Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), unidades de conservação privada criada para proteger a biodiversidade do local. O município possui duas delas, mas tem potencial para muitas mais.

E o incentivo às práticas conservacionistas não parou por aí. Durante o ano de 2014, com o apoio da Secretaria de Educação de Campo Largo, o ConBio realizou um estudo de percepção ambiental com professores e alunos da rede municipal e ofereceu um curso de formação em Educação para Conservação da natureza à todos os educadores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental.

O resultado foi uma onda de consciência ambiental que tomou conta de crianças de todas as idades. Com as visitas às áreas naturais realizadas em locais próximos, as atividades recreativas relacionadas às árvores e a percepção na prática da importância de conservar, os alunos se tornaram disseminadores da questão ambiental, falando sobre isso com pais e conhecidos.

Apresentação dos resultados do projeto e próximos passos

Na semana passada, a SPVS e a Prefeitura de Campo Largo promoveram o 1º Encontro de Proprietários de Áreas Naturais em Campo Largo. No evento, foi possível apresentar os resultados desses dois anos de atuação, trocar experiências entre os envolvidos e falar sobre o que vem pela frente. Cerca de 50 pessoas, a maioria proprietários, se reuniram no Gabinete da Prefeitura Municipal.

Segundo Betina Ortiz Bruel, técnica do ConBio, essa foi a primeira vez que os proprietários de Campo Largo se reuniram, o que é benéfico para eles. “A exemplo de Curitiba, onde há até uma associação de proprietários, queremos que os de Campo Largo também encontrem e compartilhem problemas, soluções e experiências. Isso gera fortalecimento e é o primeiro passo para que o município se destaque na conservação”, explica.

As parcerias entre poder público, terceiro setor e sociedade são fundamentais para o sucesso de iniciativas em conservação da natureza e Campo Largo está à frente, na direção de se tornar um modelo para outros municípios.

*Artigo escrito pela equipe da ONG Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVS, parceira do Instituto GRPCOM no Blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 12/12/14 2:12:31 PM
(Foto: Henry Milleo/ Gazeta do Povo )

(Foto: Henry Milleo/ Gazeta do Povo )

Alguns de vocês já devem ter ouvido falar das Cidades Criativas, não é mesmo? Mas abordar este tema nem sempre é fácil pois cada corrente teórica aponta para uma direção diferente. Por isso, ao escrever este primeiro artigo sobre o tema, optei por priorizar dois aspectos: o ecossistema urbano e as classes criativas que ali estão. Desejo a todos uma boa leitura.

De um modo abrangente, o conceito vinculado à cidade criativa vem sendo desenvolvido por alguns autores, sob aspectos que vão desde as pequenas propostas urbanas, como por exemplo um mobiliário urbano, até as grandes intervenções, que envolvem reocupação e revitalização de áreas urbanas degradadas. Se considerarmos estas perspectivas podemos dizer que uma cidade que contém algum ou vários desses elementos, é uma cidade criativa.

Para a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) o significado de Cidades Criativas está diretamente relacionado ao funcionamento econômico e social de uma cidade. E é na cidade onde as pessoas desenvolvem suas atividades econômicas, sociais, culturais e também seu potencial criativo. Sob este ponto de vista socioeconômico e cultural, todas estas iniciativas compõe o ecossistema urbano e criativo, fazendo com que uma cidade seja criativa.

E o funcionamento de um ecossistema urbano só ocorre por meio da realização de ações integradas entre os diversos atores sociais, por exemplo, público, privado, sociedade civil e universidades. Estas ações devem de um lado estimular a criação de arranjos, relações sociais e espaços apropriados onde os profissionais criativos tenham condições de desempenhar suas atividades econômicas e de outro lado, oferecer um ambiente propício para que haja o consumo e a fruição destes produtos ou serviços originários da criatividade.

Nesta perspectiva dos arranjos que se formam dentro do ecossistema se torna estratégico o investimento e o apoio às micro e pequenas iniciativas que, em geral, já estão acontecendo nos espaços urbanos. O desafio para a maioria das cidades: onde estão e quais são estas iniciativas?

Esta preocupação tem ocupado a pauta de diversas cidades pelo mundo pois estas já despertaram acerca da importância deste setor criativo para o sistema econômico local. Um primeiro passo é o diagnóstico, e elas já estão investindo em pesquisas para o levantamento de dados e informações acerca do perfil destes profissionais que compõe as chamadas classes criativas, que em geral, pertencem aos setores econômicos vinculados a serviços.

Com estes dados em mãos será possível construir programas e projetos que atendam as demandas e as necessidades destas categorias profissionais, para que seja possível atraí-los e retê-los, e é claro, como consequência este movimento irá fortalecer a economia da cidade.

*Artigo escrito por Schirlei Mari Freder, conselheira no CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 11/12/14 11:29:56 AM
(Imagem: Instituto GRPCOM)

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Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram definidos em 2000, durante a reunião de Cúpula da ONU, onde líderes de 191 países assinaram um pacto para acabar com a fome e a extrema miséria até 2015. Como o prazo está próximo, há cerca de um ano começaram as negociações para a criação de uma agenda de desenvolvimento pós-2015, com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Um grupo de trabalho formado por representantes de 70 países está se reunindo periodicamente para debater as necessidades comuns dos 193 países que integram a ONU, com base nas consultas públicas realizadas pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Segundo o embaixador Mário Mottin, coordenador da área de desenvolvimento sustentável no Ministério das Relações Exteriores, que faz parte deste grupo de trabalho, os ODM têm foco no desenvolvimento humano e a proposta dos ODS está focada no desenvolvimento sustentável no sentido mais amplo.

A proposta de 17 objetivos e 169 metas ainda passará pela reunião de Cúpula da ONU, em setembro de 2015, antes de entrar em vigor a partir de 2016.

Conheça abaixo a proposta dos 17 ODS:

1 – Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares;

2 – Acabar com a fome, alcançar segurança alimentar e melhorar a nutrição, e promover a agricultura sustentável;

3 – Garantir vida saudável e promover o bem-estar para todos em todas as cidades;

4 – Garantir educação inclusiva e de qualidade e promover oportunidades de aprendizado ao longo da vida para todos;

5 – Alcançar igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e crianças;

6 – Garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos;

7 – Garantir acesso à energia barata, confiável, sustentável e moderna para todos;

8 – Promover crescimento econômico sustentável e inclusivo e emprego produtivo, decente e completo para todos;

9 – Promover a industrialização sustentável, infraestrutura resiliente e promover a inovação;

10 – Reduzir a desigualdade entre os países e em todos os países;

11 – Tornar as cidades e os aglomerados humanos inclusivos, seguros, resistentes e sustentáveis;

12 – Certificar (ou garantir) os padrões de consumo e produção sustentáveis;

13 – Tomar medidas urgentes para combater as mudanças climáticas e seus impactos;

14 – Conversar e promover o uso sustentável dos oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável;

15 – Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, a gestão sustentável das florestas e o combate à desertificação, bem como deter e reverter a degradação do solo e a perda da biodiversidade;

16 – Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis;

17 – Fortalecer mecanismos de implementação e revitalizar parcerias em nível global para o desenvolvimento sustentável.

*Artigo escrito pela equipe do Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo SESI-PR, parceiro voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 08/12/14 2:17:13 PM
(Imagem: Reprodução)

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Imagine um espaço integrado, sem paredes, salas ou grandes palcos. Foi nesse ambiente único e conectado por recursos multimídia que foi realizada a Conferência Ethos 360º, nos dias 24 e 25 de setembro, em São Paulo. O evento apostou na inovação tanto em sua estrutura como em seu formato e reuniu cerca de 1.100 lideranças empresariais, de governo e de outras organizações da sociedade.

Por meio de fones de ouvido, o público pode acompanhar até cinco palestras e mesas de discussões realizadas simultaneamente, trocando a frequência para o tema que mais lhe agradava. “Tão desafiador quanto a proposta foi o conceito do evento: a visão de 360º faz alusão à capacidade das pessoas mudarem a forma de ver os negócios, buscando um olhar integrado com a inovação para uma nova economia mais sustentável”, comentou Sergio Mindlin, fundador e presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos.

Um corpo de 120 palestrantes e especialistas forneceram conhecimento de ponta sobre as principais tendências globais da sustentabilidade, compreendendo-as no contexto brasileiro. A edição deste ano contou também com palestrantes de peso, como Pavan Sukhdev, CEO da Gist Consultoria e autor do livro Corporação 2020, e também o inglês Cameron Hepburn, diretor do Programa de Economia para a Sustentabilidade do Institute for New Economic Thinking, da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Inovação, design thinking, direitos humanos, estratégia, big data, objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), consumo, liderança, reputação, futuro e novos mercados foram alguns dos tópicos abordados da Conferência. Todos os temas convergiam na abordagem da sustentabilidade como estratégia de negócios e diferencial competitivo para as empresas, e como fator propulsor para a modelagem de negócios. “É nosso papel atuar com vanguardismo e oferecer nova reflexão, propondo compromissos que servem como alicerces na consolidação de uma economia mais sustentável”, comentou Jorge Abrahão, diretor-presidente do Instituto Ethos.

Sustentabilidade e reputação corporativa

Não é de hoje que a gestão das marcas tem se mostrado uma maneira efetiva de mensuração do sharevalue empresarial. No segundo dia da Conferência Ethos 360º, o palestrante Nicolas Trad, diretor executivo do Reputation Institute, trouxe à tona outro conceito que tem se tornado cada vez mais relevante: a gestão dos valores intangíveis por meio da reputação. O conceito de reputação está ligado a longevidade da empresa, que passa certamente pelos eixos da sustentabilidade, marca, performance e entrega financeira, grandes desafios enfrentados hoje no meio corporativo.

Segundo Nicolas Trad, “a sustentabilidade das organizações caminha paralelamente com a gestão da reputação corporativa”. Ele comenta que as empresas que possuem maior indicador de reputação são também as que promovem a sustentabilidade de forma mais efetiva em seus negócios.

Para zelar e defender pela reputação corporativa por meio da sustentabilidade é preciso gerenciar as expectativas dos stakeholders, lembra o especialista: “saber o que seu público espera da empresa em termos de sustentabilidade é imprescindível para tomar ações de investimentos nessa área.”

Leva-se anos para construir a reputação de uma empresa, e nesse caminho, alguns passos se tornam imprescindíveis, como atrelar os esforços em sustentabilidade com os resultados obtidos pela empresa, além de medir esse impacto com os stakeholders. “A reputação corporativa se faz, antes de tudo pela coerência entre as ações; falando e agindo de maneira sustentável por meio da ética transparência e governança”, conclui o especialista.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS

Enquanto o mundo ainda discute a passagem dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – ODM para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS, a Conferência Ethos deu um passo a frente e instigou os debates sobre a implementações dos objetivos na realidade empresarial. O painel com o tema “Oportunidades para o setor privado na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, contou com a presença de profissionais que estão à frente dos debates mundiais: Climène Koechlin, Diretora do World Forum Lille; Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República; Jorge Abrahão, diretor-presidente do Instituto Ethos; Layla Saad, deputy director do PNUD/World Centre for Sustainable Development; Mario Mottin, coordenador-geral para desenvolvimento sustentável do Ministério das Relações Exteriores; Renata Welinski da Silva Seabra, secretária-executiva da Rede Brasileira do Pacto Global; Victor Viñuales, cofundador e diretor do ECODES (Espanha).

Além de diretrizes para o empresariado brasileiro, os palestrantes apresentaram o posicionamento do governo frente aos desafios da implementação dos ODS. “O governo brasileiro, junto com 27 Ministérios, desenvolveu um documento, disponível no website do Itamaraty, com orientações aos negociadores brasileiros nas discussões do Grupo de Trabalho Aberto sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (GTA-ODS), constituído no âmbito da Assembleia-Geral das Nações Unidas. O Brasil é o segundo país no mundo a desenvolver e divulgar seu posicionamento frente aos ODS”, explicou Mario Mottin.

*Artigo escrito pela equipe do ISAE/FGV, publicado também na 30ª Edição da Revista Perspectiva. O ISAE/FGV é uma instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 03/12/14 4:27:12 PM
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(Imagem: Reprodução)

Ao se objetivar incrementar o diálogo entre sustentabilidade e o mundo real é necessário considerar que ciência e tecnologia deveriam perseguir um mesmo objetivo. Este poderia ser o tom dos diálogos a serem mantidos para traçarmos rumos que levem ao progresso de nosso país em associação com o desenvolvimento sustentável.

Aprimorar uma política de Estado capaz de agregar as distintas forças da sociedade para atingir efetivamente a melhoria de vida das pessoas e o desenvolvimento da nação, com sustentabilidade, é fundamental para o real progresso do país e para deixarmos de vez, num passado distante e, preferencialmente esquecido, o estigma de sermos um país subdesenvolvido.

Uma outra forma possível de aproximação entre ciência e tecnologia, entre conhecimento e produção, entre a universidade, a indústria e o governo, poderia ser alcançada mediante a efetivação de projetos que objetivassem uma maior e mais intensificada iteração entre educação e sustentabilidade, tanto no nível superior, quanto nos demais níveis de ensino.

Um exemplo de semelhante possibilidade é observado no “Movimento Educando para a Sustentabilidade” proposto pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), atualmente Conselho Temático da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), movimento este que tem por um de seus objetivos sensibilizar educadores para a importância dos mesmos como agentes de transformação e promotores da sustentabilidade.

Percebe-se, porém, que aqueles que se permitem envolver diretamente com as questões da sustentabilidade, vez ou outra têm dificuldades em nortear suas ações em decorrência da carência de um entendimento comum sobre a temática. É suposto, porém, que a partir de uma mesma compreensão sobre sustentabilidade poder-se-ia mais intensamente pensar nas ações concretas a serem desenvolvidas.

É imperativo chamar a responsabilidade de cada um para se garantir a sustentabilidade como benefício para todos. Entretanto, sem pensar um conjunto padrão de suas diretrizes para o bem comum, dificilmente instituir-se-á um compromisso socializado em torno da mesma.

Compreender a extensão da sustentabilidade para apreender a sua importância é outra necessidade. Unindo-se em torno de um entendimento sobre o tema, mais fortemente será possível, então, praticá-lo e disseminá-lo.

*Artigo escrito por Carlos Magno Corrêa Dias, professor na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e conselheiro do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) no Núcleo de Instituições de Ensino Superior (NIES). O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial – CPCE é colaborador voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 01/12/14 2:19:39 PM
(Imagem: freevector.com)

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Vivemos em uma era na qual as pessoas estão conectadas praticamente o tempo todo. A cada esquina cruzamos com seres diferentes e para cada um deles desenvolvemos um tipo de relacionamento – seja ele presencial ou virtual. Quando temos um objetivo, buscamos oportunidades diferentes para interagir e aproveitar o momento certo, na hora certa.

E o mesmo acontece para as instituições filantrópicas que já desenvolvem seus trabalhos estratégicos e transformadores para a sociedade. O relacionamento é o ponto principal de uma entidade social, e as redes sociais possibilitam essa interação com seu público e ONGs parceiras de forma gratuita e dinâmica.

Todo esse dinamismo cria para o público das redes uma expectativa. Assim como no site da entidade, o conteúdo nas redes precisa ser atualizado e ter os dados de contato (informações sobre) correto. Muitas vezes a entidade não consegue administrar essa dinâmica e atualizá-la de forma correta. E é aí que entram os voluntários.

Como o papel e a responsabilidade de representar a entidade é grande, as atribuições ao voluntário precisam ser bem claras. A instituição deve fornecer o conteúdo bruto e deixar a parte criativa com o voluntário, sendo sempre necessária a revisão das publicações pelo gestor de redes sociais – neste caso, alguém eleito dentro da instituição com mais tempo de causa, por exemplo.

No CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, já éramos voluntárias e passamos a gerir as redes sociais com tamanho carinho pela causa e entidade. Um ano após, conquistamos inúmeros resultados em conjunto, pois entramos com a nossa experiência e o CAV com o fornecimento e apoio ao conteúdo. Acreditamos este ser o sucesso de qualquer empresa, filantrópica ou não, nas mídias digitais.

Para não sobrecarregar o voluntário que for atuar nesta área, a divisão de tarefas pode acontecer naturalmente. Um pode ser responsável pelo conteúdo, outro pela criação das artes gráficas, outro pelo relatório de resultados, outro buscando ou traduzindo matérias de instituições parceiras… enfim, são tantas as atividades que nunca falta conteúdo para os meios digitais.

No entanto, é preciso cuidado para não usar as redes sociais da instituição de forma errônea, isso pode causar dificuldade entre as relações. Por isso, uma sugestão que fazemos no CAV e dá muito certo é criar junto com o voluntário um calendário de atividades anual para as redes sociais, com as datas importantes da entidade, dias comemorativos e ações que não podem passar em branco. Desta forma, a comunicação fica alinhada com as demandas da instituição.

*Artigo escrito por Aline Vonsovicz, jornalista, e Luana Kava, designer, ambas voluntárias do CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 26/11/14 3:37:34 PM
(Imagem: Pixabay)

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Muitas vezes nos deparamos com situações que nos obrigam a tomar determinadas decisões. Estas decisões dependendo do grau de complexidade desencadearão várias consequências, podendo ser positivas ou negativas. Devemos também nos atentar que, mesmo que o resultado seja positivo, é comum termos que abrir mão de outras situações que também eram positivas.

Frente a este dilema é necessária uma exaustiva reflexão, ou não, pois há decisões simples em que os impactos não trarão grandes consequências. Agora imagine a decisão do rompimento de uma relação afetiva de longa data ou a mudança de emprego. Vamos focar na mudança de emprego. Se a oferta for muito boa, poderíamos inferir que não há o que pensar, porém merece ser refletida. Este novo emprego ou promoção vai realmente satisfazer os anseios? Você de fato gosta de novos desafios, ou prefere continuar na zona de conforto atual?

Não é demérito não ter vontade de novas oportunidades, ou querer permanecer na mesma carreira. Poderíamos então indagar: para que estudar mais e obter títulos, se pretendemos permanecer na mesma posição? Independente da escolha de progressão, ou a mudança de emprego, temos que desempenhar da melhor forma possível a atividade que nos foi confiada. A posição por vezes não muda, porém as atividades mudam e exigem novos conhecimentos, por isso a capacitação e o aprendizado são contínuos.

Não se deve cultivar sentimentos negativos ou se sentir mal por não querer ir para outra posição ou aceitar a mudança de emprego. O que não pode é estagnar, fazer sempre da mesma forma e não abrir o horizonte de oportunidades para a tarefa que desempenha. Devemos nos superar a cada dia, gerar desafios. Olhe à sua volta, saia da “caixa”, com certeza é possível fazer diferente o que faz. Buscar novos conhecimentos, ler, abrir a mente para ouvir as outras pessoas, bem como compartilhar as suas experiências. Quebre os paradigmas, isso fomentará o fortalecimento interior.

A decisão da mudança para uma nova oportunidade em outra organização deve ser sustentável e equilibrada, transmitindo um sentimento prazeroso, de que a decisão é acertada, não somente no campo financeiro, mas de conhecimento, gerando novas experiências e possibilitando a superação das nossas limitações, se assim for o desejo.

Quando cito a palavra sustentável, é porque a mudança não deve afetar drasticamente o nosso equilíbrio. Devemos respeitar os nossos limites e ter certeza que realmente estamos preparados como no caso em questão, na mudança de emprego ou até mesmo de posição. Não se deve também mudar somente porque se está descontente com determinada situação, e fazendo a mudança a qualquer preço com o objetivo exclusivo de se afastar daquela situação desconfortável. A mudança impensada pode ocasionar danos bem maiores do que a situação em que estava. Nas primeiras dificuldades devemos ser resilientes, esgotar todas as possibilidades de melhorar o que não está bom. E, se não for possível, com paciência e calma tomar a decisão mais viável.

O nosso futuro depende das decisões que diariamente enfrentamos e que nos obrigam a tomarmos um posicionamento, para que as consequências sejam as mais positivas e, na medida do possível, equilibradas, pensadas e principalmente tranquilas, para que possamos evitar o desequilíbrio emocional e garantir a nossa paz interior.

*Artigo escrito por Maria Tereza F. Ribeiro, diretora da Faculdade SOCIESC de Curitiba, que é uma instituição associada ao Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.  

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 24/11/14 4:26:15 PM
(Imagem: spedja.blogspot.com.br)

(Imagem: spedja.blogspot.com.br)

A Receita Federal do Brasil tem caminhado para a implantação do Sped – Sistema Público de Escrituração Digital, instituído pelo Decreto n. 6.022/2007. Tendo por objetivo modernizar o sistema de cumprimento de obrigações tributárias acessórias mediante a informatização do envio das informações, inclui dentre outras funções a ECD – Escrituração Contábil Digital e a EFD-Contribuições – Escrituração Fiscal Digital das Contribuições.

A EFD-Contribuições, regulamentada pela Instrução Normativa RFB n. 1.252/2012, é obrigação mensal que inclui informações sobre a Contribuição para o PIS/PASEP, a COFINS e a Contribuição Previdenciária sobre a receita (nos termos da Lei n. 12.546/2011), a ser apresentada até o 10º dia útil do 2º mês subsequente ao mês da escrituração. No que tange ao Terceiro Setor, as hipóteses são as seguintes:

a) estão obrigadas à apresentação da EFD-Contribuições as instituições que não sejam imunes ou isentas do IRPJ, tributadas pelo lucro real ou presumido;

b) estão obrigadas à apresentação da EFD-Contribuições as instituições que sejam imunes ou isentas do IRPJ, a partir do mês que a soma das Contribuições ao PIS e COFINS supere a quantia de R$ 10.000,00, permanecendo a obrigação de apresentação da EFD-Contribuições até o fim do ano-calendário em curso;

c) estão desobrigadas da apresentação da EFD-Contribuições as instituições que sejam imunes ou isentas do IRPJ e cuja soma das Contribuições ao PIS e COFINS não supere a quantia de R$ 10.000,00 durante o ano-calendário (artigo 4º, § 3º; artigo 5º, II e artigo 5º, § 5º; todos da IN RFB n. 1.252/2012).

Já a ECD – Escrituração Contábil Digital, regulamentada pela Instrução Normativa RFB n. 1.420/2013, tem por finalidade a substituição da escrituração contábil em papel pela escrituração contábil digital dos seguintes livros: livro diário e auxiliares, livro razão e auxiliares, livros balancetes diários e balanços. As entidades imunes e isentas estavam obrigadas a enviar a ECD referente aos dados de 2014 até 30/06/2015. Porém, no dia 05/11/2014 foi publicada a Instrução Normativa RFB n. 1.510/2014, que alterou o regime da ECD para vincular a necessidade de sua apresentação à necessidade de apresentação da EFD-Contribuições (conforme artigo 3º, III, da Instrução Normativa RFB n. 1.420/2013).

Assim, nos termos do regime da EFD-Contribuições analisado anteriormente, ficam obrigadas à apresentação da ECD somente:

a) as instituições sem fins lucrativos que não sejam imunes ou isentas do IRPJ, tributadas pelo lucro real ou presumido;

b) as instituições sem fins lucrativos imunes ou isentas do IRPJ cuja soma das Contribuições ao PIS e COFINS supere a quantia de R$ 10.000,00.

Ficam desobrigadas à apresentação da ECD as instituições que sejam imunes ou isentas do IRPJ e cuja soma das Contribuições ao PIS e COFINS não supere a quantia de R$ 10.000,00 durante o ano-calendário.

*Artigo escrito pelo advogado Leandro Marins de Souza, Doutor em Direito do Estado pela USP, Presidente da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/PR, sócio do escritório Marins de Souza Advogados (www.marinsdesouza.adv.br), parceiro e colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

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