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Giro Sustentável

Enviado por InstitutoGRPCOM, 29/06/16 12:10:29 PM
(Imagem: freepik)

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Comprovar o atendimento ao interesse público é o norteamento legal para a existência de organizações do terceiro setor. No entanto, informações malversadas criam a falsa perspectiva de que um cidadão pode criar a “sua” organização e mantê-la a partir de decisões unilaterais e para benefício próprio.

O terceiro setor não pode ser submetido à condição de atender finalidades individuais ou corporativas que fujam da missão institucional gravada em seus estatutos. Fundadores, conselheiros e sócios de entidades não governamentais não são os donos dessas organizações, mesmo que sejam seus mantenedores financeiros, que seus nomes sejam utilizados para batizá-las ou que estejam atuando de forma voluntária para o atendimento da missão que representam.

Tem sido prática eventual o uso de organizações do terceiro setor como porta-vozes de seus instituidores ou mantenedores. Isso não corresponde com sua finalidade legal nem como propósito de cumprimento de sua missão. Mesmo que sejam criadas por cidadãos ou corporações, as organizações não governamentais não são de propriedade de seus fundadores ou executivos.

Extrapola a finalidade legal de uma instituição não governamental cumprir o papel de representante de figuras quaisquer, mesmo que sejam diretamente ligadas à fundação ou às atividades precípuas da organização. E a denominação de instituições a partir de figuras notórias não implica nem avaliza o uso da sua estrutura para cumprir qualquer papel de representação ou defesa de seus atos.

Ao contrário, essas organizações demandam gestão independente dos interesses de seus mantenedores. Devem garantir isenção frente à utilização dos recursos e escolha de atividades para o atendimento de sua missão institucional, seja ela qual for. Além disso, a organização tem finalidade não lucrativa, ou seja, não divide resultados financeiros com seus membros ou associados.

A existência de ONGs no Brasil remonta ao século XVI, com a fundação da Santa Casa de Santos em 1543. Ao longo de toda a nossa história, uma relação de cooperação entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade promove a criação de instituições que respondem por uma importante fração das ações sociais, em diferentes áreas.

A falsa percepção de que essas organizações existem para o favorecimento de pessoas ou de grupos determinados é incompatível com o princípio legal das organizações do terceiro setor no Brasil. E denigre a imagem da grande maioria das instituições, que são verdadeiramente comprometidas com o cumprimento de suas missões.

As Organizações Não Governamentais são uma via de enorme importância estratégica para a nação, estão distribuídas por todos os municípios, agindo com presteza e dedicação e, em sua imensa maioria, representam iniciativas de grande valor que envolve centenas de milhares de cidadãos brasileiros comprometidos com a melhoria das condições sociais.

*Este artigo foi escrito por Clóvis Borges, diretor executivo da ONG Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVS, parceira do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 27/06/16 5:12:23 PM
(Foto: Reprodução)

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Quando se trata de questões envolvendo meio ambiente no Brasil, normalmente o setor produtivo e o Ministério Público (especialmente, o Federal), encontram-se em lados opostos, com opiniões divergentes. Os exemplos são tantos que se torna desnecessário mencioná-los. Diante disso, é digno de nota que, no que se refere à Proposta de Emenda Constitucional n. 65/2012, de autoria do Senador Acir Gurcaz, as opiniões de ambos os segmentos sejam no mesmo sentido.

Trata-se de um projeto, já aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que pretende incluir um parágrafo [7º] ao art. 225 da Carta da República, o qual, se aprovado, passará a significar que a simples apresentação do Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EIA) é suficiente para permitir o início de qualquer obra ou atividade, independentemente das análises pelo órgão ambiental competente. Em outras palavras, o licenciamento, em tais casos, é dispensado, na medida em que basta que se apresente o estudo.

Além disso, o novo parágrafo prossegue dispondo que a obra “não poderá ser suspensa ou cancelada pelas mesmas razões a não ser em face de fato superveniente”. Abstraída a deficiente técnica redacional – especialmente no que toca à expressão “às mesmas razões” (que razões?!) –, o fato é que a norma tenta impedir as sucessivas paralisações que obras licenciadas costumam sofrer em todo o país. O mérito da proposta, contudo, fica somente na intenção.

O Ministério Público e os movimentos ambientalistas criticam o projeto por entenderem que o mesmo ofende o princípio da prevenção (que muitos ainda insistem em confundir com precaução) e que o licenciamento ambiental é indispensável. E têm razão nisso. Mas não é só. Há ainda um fator extremamente preocupante na proposta – e é aí que o setor produtivo, também acertadamente, demonstra estar preocupado – que consiste na insegurança jurídica gerada pelas situações que irão advir da nova norma constitucional.

De fato, se hoje em dia, sem a PEC, tornou-se regra no Brasil que os projetos que passaram por um processo administrativo, no mais das vezes rigoroso, sejam objeto de embargos, ações judiciais, etc., pode-se imaginar o que acontecerá sem o licenciamento ambiental! A insegurança jurídica, que já é imensa, tende a se tornar insustentável, afastando cada vez mais os indispensáveis investimentos de que o país necessita para voltar a crescer. Seja qual for o fundamento, o fato é que a PEC 65 já conseguiu algo muito difícil nos dias de hoje, especialmente, na seara ambiental: a quase unanimidade de opiniões contrárias à sua aprovação.

*Artigo escrito pelo Dr. Marcelo Buzaglo Dantas, advogado associado à Buzaglo Dantas Advogados, parceiro voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 22/06/16 5:17:51 PM
(Imagem: Divulgação)

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Segundo o artigo terceiro da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional, nº. 11.346, de 15 de setembro de 2006, a segurança alimentar e nutricional consiste na realização do direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais (…).

Entretanto, atualmente 52 milhões de brasileiros estão vivendo em situação de insegurança alimentar e desses, quase 11 milhões vivem em situação grave (IBGE, 2014). O conceito de insegurança alimentar grave indica que a falta de recursos para comprar alimentos é tão crítica que um indivíduo pode ficar o dia inteiro sem comer por falta de dinheiro, situação essa que o IBGE caracteriza como fome.

Contudo, o Brasil é o quinto país do mundo em extensão territorial, ocupando metade da área do continente sul-americano. Somos uma nação com clima e solo ideal para a cultura de inúmeras espécies de plantas, ou seja, com condições de produzir alimento não só para atender ao mercado interno, mas também para o mundo. Entretanto, existe um contraste grotesco, pois ao mesmo tempo em que produzimos no campo, geramos grande quantidade de lixo orgânico.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), anualmente no mundo, 1,3 bilhões de toneladas de comida, em condições de alimentar seres humanos, são desperdiçadas, juntamente com toda a energia, água e produtos químicos necessários para produzi-la e descartá-la. Ainda, segundo a FAO, “A redução de desperdício de alimentos não só evitaria a pressão sobre recursos naturais escassos, mas também diminuiria a necessidade de aumentar a produção de alimentos em 60%, a fim de atender a demanda da população em 2050″.

Não se pode deixar também de citar a importância de aproveitar os alimentos na sua totalidade, já que a minimização de rejeitos orgânicos dispensados na natureza pode contribuir de forma positiva para a conservação dos recursos naturais. Para tanto, o caminho mais adequado é o da educação alimentar (Sesi SP, 2008).  Partindo dessa premissa o Conselho Nacional do Sesi, no ano de 2004, integrou-se ao conjunto de políticas públicas de melhoria do quadro nutricional da população e implantou o Cozinha Brasil nos 26 Estados da Federação e no Distrito Federal.

No Paraná, o Cozinha Brasil faz parte do programa Sesi Cuide-se Mais Alimentação Saudável. Seu objetivo é estabelecer um processo educativo, voltado a colaborar na mudança de comportamento dos trabalhadores da indústria em relação à preparação e consumo dos alimentos, promovendo uma cultura de saúde, bem-estar e desenvolvimento com sustentabilidade. Em suas ações o Cozinha Brasil une três excelentes ingredientes para uma boa refeição – qualidade, sabor e economia, pois ensina a aproveitar todas as partes dos alimentos, inclusive o que normalmente é desprezado como caule, talos, cascas, folhas e sementes, garantindo uma alimentação de alto valor nutricional e baixo custo.  As oficinas Cozinha Brasil, ministradas por nutricionistas do Sesi, são realizadas em unidade móvel equipada com cozinha experimental e didática e as aulas teóricas e práticas são ministradas por nutricionistas do Sesi.

Em 2008, foi estabelecida uma parceria entre o Sesi SP e a UNESP Botucatu, onde caules, talos, folhas, sementes e cascas de alimentos foram submetidas a análises em laboratório, o que gerou subsídios para o desenvolvimento da Cartilha de Composição Química das Partes não Convencionais dos Alimentos. Essa cartilha trouxe dados consistentes que reforçam que essas partes dos alimentos são mais nutritivas que as habitualmente presentes na alimentação (IBGE, 2005).

A partir dessas informações, nota-se que o Sesi está alinhado com os objetivos da ONU, através do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), do Programa Mundial de Alimentos (PMA) e com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), incentivando a participação do setor privado nas atividades de desenvolvimento, ressaltando a importância da responsabilidade social corporativa.

*Artigo escrito por Ana Paula Leitoles Remer, coordenadora técnica de negócio da Gerência de Segurança e Saúde para a Indústria do SESI PR e integrante da equipe do Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo SESI PR, parceiro voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 20/06/16 2:37:20 PM
(Imagem: Instituto GRPCOM)

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As organizações sem fins lucrativos possuem sua existência baseada no trabalho filantrópico, no desenvolvimento da sociedade, principalmente pela ação junto à comunidade em que se situam. Temos, em todo o Brasil, exemplos de organizações educacionais, esportivas, filantrópicas, assistenciais, de proteção ao meio ambiente, dentre outras, sendo que todas elas, acima de tudo, falam em nome da cidadania. Agora, a grande maioria das entidades, salvo raras exceções, estão sempre em busca de implementar sua qualidade. A mesma maioria acredita que presta não apenas relevantes serviços à comunidade, mas principalmente, serviços de qualidade. A diretoria de uma ONG procura para a sua entidade a respeitabilidade, a excelência e, em última análise, uma boa reputação perante a comunidade em que atua. E isso porque, entre outros motivos, é essa mesma comunidade que vai garantir a sua sustentabilidade, que vai comprar os seus produtos, apoiar os seus projetos, requisitar os seus serviços. Entretanto, por mais que todos tenham certeza da qualidade dos seus projetos, produtos e serviços, algo que não é explorado são as marcas de certificação de qualidade.

As marcas de certificação de qualidade, previstas na Lei da Propriedade Industrial, permitem que uma pessoa registre, junto com as características do produto ou serviço, objeto da certificação e das medidas de controle que serão adotadas, uma marca, que poderá ser utilizada para garantir a qualidade desses produtos ou serviços. Temos, como alguns exemplos de marcas certificadoras no Brasil, a ABNT, a INMETRO, a Produto Orgânico Brasil e a mundialmente famosa ISO. E dentre as certificadoras, as mais conhecidas, talvez únicas, que são dedicadas à certificação social, são a ISO 26000 e a INMETRO, pelo Programa Brasileiro de Certificação em Responsabilidade Social, criado a partir da norma ABNT-NBR 16001, com fundamento na ISO 26000.

A ISO 26000, entretanto, não foi concebida para ser uma norma de conduta a ser seguida pelas empresas interessadas, mas sim uma norma guia, que faça com que essas empresas busquem a construção de uma responsabilidade social, através de comportamento transparente e ético que:

– Contribua para o desenvolvimento sustentável, incluindo saúde e bem-estar da sociedade;

– Leve em conta a expectativa de seus stakeholders;

– Esteja de acordo com as leis aplicáveis e consistente com as normas internacionais de comportamento;

– Esteja integrada através da organização e praticada nos seus relacionamentos.

Pode-se ver, então, que para fins da ISO 26000 e, consequentemente, da ABNT-NBR 16001, a prática da filantropia não se confunde com a responsabilidade social, o que, longe do conceito de certo e errado, foi uma opção dos seus criadores.

Existem, portanto, duas possibilidades ainda muito pouco exploradas pelo terceiro setor: a certificação de qualidade das próprias entidades sem fins lucrativos, e a oferta, por essas entidades, de uma marca de certificação de responsabilidade social.

Trata-se de lugar comum a oferta, quando da realização de projetos incentivados, a aplicação da marca dos apoiadores no site da entidade. No entanto, por que não oferecer a esses apoiadores a possibilidade de colocar, nos seus próprios sites, uma marca certificadora pertencente à entidade patrocinada? Exemplificando, ao invés de a Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC) ter em seu site na internet uma lista de todos os produtores de café que fazem um controle de pureza de seus produtos, não faz sentido oferecer aos produtores o Selo de Pureza ABIC?

O momento em que vivemos é incrivelmente rico para iniciativas dessa natureza. A população brasileira tem se importado cada vez mais com o bem-estar social, e com a responsabilidade social das empresas. Talvez esteja na hora de tentar unir a busca por excelência das entidades sem fins lucrativos, à chamada à responsabilidade dos empresários. Que as marcas de certificação, ou selos de qualidade, sejam oferecidas às empresas que realmente se preocupam com a saúde, a educação, o esporte, a cultura, a assistência social.

*Artigo escrito pelo advogado Daniel Dammski Hackbart, membro da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/PR, membro do Grupo de Estudos de Direito Autoral e Industrial da Universidade Federal do Paraná e associado do escritório Marins de Souza Advogados (www.marinsdesouza.adv.br), parceiro e colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 14/06/16 3:08:16 PM
(Imagem: Shutterstock/ Divulgação)

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Nos últimos anos, a crise econômica e política tem assombrado os empresários brasileiros, que estão cada vez mais inseguros e preocupados com os mais variados segmentos da economia no país. Mas para diminuir os efeitos negativos ou, até mesmo, crescer neste momento conturbado é necessário inovar e buscar saídas inteligentes, sejam elas uma nova forma de se comunicar com os clientes ou um novo serviço.

De acordo com o professor do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE) Rafael de Tarso Schroeder, especialista em Sustentabilidade, empreendedorismo e inovação, inovar é a melhor maneira de crescer e se manter no mercado. “Todo empreendedor deve entender dois pontos principais quando está à frente de um negócio: o cliente e o mercado. Modificar a forma de fazer negócios é um aspecto fundamental e que deve ser levado em conta quando o assunto é inovar. Não estamos falando aqui que as empresas precisam radicalizar, mas devem levar em conta o mercado em que atuam e o consumidor que atendem”, destaca Schroeder.

Para o especialista, a transformação digital, apesar de parecer simples em pleno ano de 2016, é uma maneira de impactar nos negócios rapidamente. “Ter um site já não é mais suficiente. Com as redes sociais, fica muito mais fácil e rápido interagir com o cliente. Ali mesmo você consegue identificar os anseios e expectativas do seu público. É nesse ambiente digital que surgem muitas tendências e ele serve como um balizador para novas ideias e novos negócios”, detalha.

Mas toda inovação requer cautela, porém, detalhes simples podem fazer a diferença na hora de dar novos ares aos negócios. “O medo é um fator sempre presente para quem está acostumado a fazer as coisas sempre do mesmo jeito, mas toda inovação requer uma parcela de risco. Inovação e criatividade estão intimamente ligadas, portanto, muitas vezes, mudar a maneira como os negócios estão sendo conduzidos, mudar uma embalagem, dar um novo nome a um produto pode fazer a diferença”, explica Schroeder. Segundo o profissional, rever preço e margem de lucro, também, devem ser considerados, principalmente quando se trata de produtos que estão há muito tempo no mercado.

Além de repensar seu produto e sua forma de comercialização, o especialista diz que o empreendedor precisa olhar para dentro do seu negócio. “Muitas coisas começam na cultura das empresas e na forma como ela lida com o seu capital humano, envolvendo seus colaboradores. Inovar na sua estratégia de comunicação interna, por exemplo, pode fazer a diferença, principalmente quando há espaço para feedbacks”, comenta.

Confira algumas dicas fundamentais do professor Rafael de Tarso Schroeder para empresas que estão no caminho da inovação:

– Liderança consciente: O empresário precisa ficar atento à liderança e às mudanças cada vez mais rápidas.

– Definição de objetivos: Você precisa analisar onde você está e para onde você quer ir.

– Discutir internamente: Todo processo de inovação requer mudanças, e toda mudança necessita de um planejamento.

– Criar a cultura de inovação: Criatividade é algo que você aprende. Portanto, os empresários devem investir e desenvolver os talentos que possuem dentro das corporações.

– Tire os negócios do papel: Não adianta planejar e não executar. Coloque as ideias em prática.

– Determinação: Inovação é um caminho sem volta, a partir do momento que você identificou essa necessidade em seu negócio, invista nela.

– Crise: É exatamente aí que surgem as oportunidades, principalmente em um cenário incerto econômico e politicamente, como a nossa atual realidade. Inovar é correr riscos e pequenas alterações podem promover, sim, grandes impactos.

*Artigo escrito pela equipe do ISAE/FGV, publicado também na 39ª Edição da Revista Perspectiva. O ISAE/FGV é uma instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 14/06/16 12:17:26 PM
(Foto: Tadeu Vilani/ Reprodução)

(Foto: Tadeu Vilani/ Reprodução)

A adolescência é um período de inúmeras descobertas. É nela que surgem os relacionamentos, as novas amizades, os novos olhares para o mundo e para a comunidade. Além da “pressão” por parte da família e dos amigos, existe também a pressão por parte da escola para que o adolescente tome decisões importantíssimas nesta fase, como a escolha de uma profissão.

Existem discussões e debates nas grades curriculares quanto a este assunto, mas também há o incentivo e apoio por parte dos professores e direção das escolas para que os jovens possam conhecer as profissões do mercado e escolham com a máxima convicção onde querem estar no futuro. Palestras, visitas às feiras de profissões e trabalhos em grupo podem facilitar e abrir a mente dos futuros profissionais no mercado de trabalho.

Para estimular novas vocações e até mesmo pôr em prática tantos talentos desconhecidos dentro da sala de aula, o voluntariado na adolescência pode ser um grande aliado na escolha de uma carreira profissional. Segundo a Lei do Voluntariado (Lei  9.608 de 1998), todos podem ser voluntários e em sintonia com o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, o menor de idade pode atuar em uma instituição social como voluntário desde que não esteja em risco sua saúde e integridade.

O jovem poderá atuar voluntariamente em diferentes setores dentro de uma entidade social, aprendendo novas atividades, aprimorando seu relacionamento interpessoal e quem sabe descobrindo realmente o que quer ser quando “crescer”.

Se na atividade voluntária o/a jovem percebe-se uma pessoa paciente, que sabe conviver com pessoas de diversas idades, classes sociais e etnias, que tem facilidade em ouvir e gosta de dedicar seu tempo ao lado de outras pessoas, ele/a pode descobrir-se um/a futuro/a assistente social, pedagogo, psicólogo, coach, etc.

Se pratica esportes e toca algum instrumento musical, pode utilizar estas habilidades para atender algum projeto com crianças em sua atividade voluntária e quem sabe já ir preparando sua carreira de professor/a de educação física, dança, artes marciais e até mesmo de um/a futuro/a atleta.

Se percebe que tem facilidade para ler ou contar histórias, pode se voluntariar em atividades em diversas instituições e quem sabe vir a ser um/a bibliotecário/a, professor/a, ator/atriz, diretor/a, roteirista.

Se possui habilidades com celulares, tablets, computadores e na atividade voluntária descobre facilidade na comunicação e estimula ainda mais sua criatividade, o adolescente pode estar potencializando sua futura carreira em fotografia, jornalismo, publicidade e propaganda, entre outras faculdades.

O estímulo da escola e da família

Entre tantas distrações para o menor nesta fase, fazer o bem ao próximo pode ser o último item da lista de um adolescente. No entanto ações em conjunto com a escola e até mesmo em família pode ser o estímulo necessário para se fazer a diferença no bairro, comunidade ou cidade.

Campanhas de arrecadação de alimentos, roupas, móveis são ótimas iniciativas para começar. Depois podem surgir as ações voluntárias pontuais como mutirões de limpeza, pintura e reforma de uma entidade, e futuramente, a família ou amigos juntos assumirem uma função voluntária ou setor específico em uma ONG.

O voluntariado permite testes de adaptação e afinidade e por isso pode ser uma maneira de dar início uma carreira profissional.

*Aline Vonsovicz é jornalista voluntária do CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 08/06/16 5:23:52 PM
(Imagem: Divulgação)

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Vivemos uma época em que o ritmo frenético do desenvolvimento tecnológico pode ser sedutor e empolgante, principalmente em sociedades que incentivam o consumismo. Nessa perspectiva, parece relativamente fácil ser convencido de que necessitamos possuir tudo que está sendo lançado no mercado e que torna a vida mais interessante.

As inovações tecnológicas, ao mesmo tempo que geram conforto, celeridade e desenvolvimento, podem propiciar um crescimento desenfreado e desencadear cenários que mereceriam despertar um alerta geral.  Várias dessas questões provocam impactos que tanto podem ser reversíveis como irreversíveis e geram mudanças temporárias ou permanentes na sociedade.  Considerando esta realidade, necessitamos o despertar de uma consciência de um caminhar para a sustentabilidade do planeta se nele quisermos continuar habitando. Entenda-se que não se pretende culpar o desenvolvimento tecnológico pelas mazelas que estão ocorrendo no planeta, mas o uso e aplicação que os seres humanos fazem da mesma. A premente necessidade em incorporar no cotidiano qualquer novidade que surge.

Considerando a situação mencionada, parece claro o porquê a cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável estabeleceu em setembro de 2015 os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que compreende 17 Objetivos e 169 Metas.  Esta proposta estabelece uma Agenda a ser atingida até 2030 e compreende um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade. Qualquer ação preconizada pelas Nações Unidas visa buscar fortalecimento da paz universal com mais liberdade, e reconhece-se que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global ao desenvolvimento sustentável.

Os objetivos envolvem temáticas diversificadas, como erradicação da pobreza, segurança alimentar e agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura e industrialização, governança, e meios de implementação. As temáticas anteriormente mencionadas precisam ser levadas em consideração em todas as esferas de atividade humana: cultural, educacional, física, política, profissional, religiosa, social e outras quaisquer.

Sustentabilidade vem sendo atrelada na maioria das vezes a questões ambientais, pois foi em eventos sobre meio ambiente que o termo foi utilizado e popularizado.  No entanto, entenda-se aqui o desenvolvimento sustentável com a integração das dimensões: ambiental, cultural, econômica, espacial e social. Considerando que algumas dessas dimensões parecem competir entre si e serem impraticáveis de se complementarem, então fica o desafio para as mudanças fundamentais a serem acatadas. Essas alterações de comportamento, não obstante a dificuldade aparente, com empenho e boa vontade podem ser implementadas.

Nessa perspectiva, a questão da sustentabilidade eclode como uma probabilidade forte para reestruturar a vida no planeta e contemporizar a nossa permanência que tem sido cada vez mais danosa. Questões e situações que parecem insolúveis podem ser minimizadas com o uso e potencializadas na sua conservação, maximizando o uso e estabelecendo prioridades; resumindo, “menos é mais”. No outro extremo deste vértice podemos encontrar os alarmistas, que ao não encontrarem solução para os problemas, apontam para a realidade de que a raça humana está fadada a perecer em um futuro não tão distante.

*Artigo escrito por Sonia Ana Charchut Leszczynski, Chefe do Departamento de Educação junto à Pró-reitoria de Graduação e Educação Profissional da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, pertencente ao Núcleo de Instituições de Ensino Superior (NIES) do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE). O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial – CPCE é colaborador voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 07/06/16 4:41:03 PM
(Imagem: Divulgação)

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Gerenciar uma organização do terceiro setor pode apresentar uma série de desafios, como exigências e burocracias frente a fontes financiadoras, diversos encargos e ações designadas pelo poder público. Isso tudo somado a dificuldade em atrair recursos financeiros. Muitos desses desafios são exclusivos desse setor, por que, então, não se é exigido para o terceiro setor a mesma qualificação e capacitação dos seus gestores como nos demais? Para que a saúde financeira seja mantida e a organização cresça de forma sustentável e estável, conhecimentos de gestão se tornam imprescindíveis.

Ao longo da minha experiência trabalhando na ASID (Ação Social para Igualdade das Diferenças), fornecendo assessoria em gestão para organizações filantrópicas que trabalham com pessoas com deficiência, pude perceber o grande gargalo de desenvolvimento da maioria das organizações: as pessoas designadas dificilmente possuem o conhecimento teórico ou prático necessário da parte administrativa/contábil da função que executam. Estas, na maioria pedagogos, psicólogos, assistentes sociais ou até mesmo pais de alunos, por amor à educação especial e por vontade de trazer melhores condições de vida para as pessoas com deficiência, acabam assumindo esses cargos. Essa conjuntura não é exclusiva da causa da pessoa com deficiência: o terceiro setor, como um todo, apresenta uma situação semelhante.

A partir dessa problemática, podemos virar a chave da situação e encontrar uma solução. Os diretores e responsáveis pelas instituições, de forma geral, são extremamente motivados a fazer acontecer e superar os desafios existentes. Se a motivação já existe, o que os falta agora é o conhecimento. Partindo desse princípio, novos negócios sociais vêm surgindo para mudar a realidade, como a ASID, que auxilia provendo um diagnóstico geral da instituição, seguido de um projeto de consultoria para o desenvolvimento de atividades. Outro exemplo é o Instituto Legado, que oferece um programa de capacitações, imersões, assessorias, eventos de rede, e até mesmo investimento social, anualmente para um número definido de instituições.

Pude presenciar, com a aplicação da metodologia da ASID, a diferença que essa capacitação pode trazer para as instituições. Apenas com a aplicação de conceitos básicos de gestão, como implementação de fluxo de caixa, análise de previsto x realizado, criação de um planejamento estratégico, entre outras atitudes consideradas simples para quem possui experiência administrativa, os resultados alcançados por muitas instituições já foram significativos, pois, a partir disso, tornou-se possível criar um planejamento de gastos e dívidas, mapear necessidades de captação de recursos e estabelecer uma cultura organizacional clara entre todos os funcionários.

O ponto principal de desenvolvimento para o terceiro setor é a mudança de postura adotada por quem trabalha nele. Uma organização filantrópica é também uma “empresa”, que deve ser administrada como tal, que não distribui lucros, mas precisa ter uma receita maior que a despesa para continuar funcionando e até mesmo atender cada vez mais pessoas. Enquanto essa postura não for percebida e adotada por instituições, que insistirem em permanecer no amadorismo, tão comumente associado a elas, não veremos mudanças reais nas áreas deficitárias da nossa sociedade. Fica um convite, vamos juntos gerar cada vez mais impacto social?

*Artigo escrito por Kaio Jara Faria. Graduando em Engenharia Civil  pela Universidade Federal do Paraná, realizou parte da graduação em Civil Engineering with Business Management na University of Birmingham. Atua na área de consultoria de projetos na ASID Brasil (Ação Social para Igualdade das Diferenças), ONG que trabalha para aprimorar a gestão das escolas gratuitas de educação especial, resultando na abertura de vagas e melhoria da qualidade de ensino. A ASID colabora voluntariamente com o Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 06/06/16 10:23:47 AM
(Foto: Adrian McDonald)

(Foto: Adrian McDonald)

Quando pensamos em crianças, já nos vem à mente o brincar, o correr e o sorrir. Mas, hoje, o que presenciamos? As crianças diante de equipamentos eletrônicos ou sendo estimuladas pela família a consumirem em excesso, distantes de um brincar livre, alegre e descomprometido. Para reforçar a importância das brincadeiras tradicionais, que não exigem brinquedos caros e estruturados (com uma função específica), foi realizada entre os dias 22 e 28 de maio, a Semana Mundial do Brincar. Durante o evento, promovido desde 2009 pela Aliança pela Infância, voluntários organizaram atividades principalmente em espaços abertos, com música, contação de histórias e manifestações culturais.

A existência de uma data para sensibilizar as famílias sobre a importância do brincar se mostra importante diante dos desafios da infância no mundo contemporâneo, tecnológico e consumista. A criança não se diverte apenas com os objetos, mas com a criação, e, no caso das menores, tudo é novidade. Elas brincam com resíduos sólidos higienizados, com caixas – basta o adulto ser criativo e se disponibilizar corporalmente para o brincar. Precisamos pensar num resgate desses exercícios de imaginação, para que as crianças vivam intensamente a infância e possam se tornar adultos felizes e bem resolvidos.

Brincar sem gastar. Brincar sem consumir. Sim. Essa é a premissa das famílias, ou melhor, deveria ser. Pois o brincar sem consumir faz a família ficar mais próxima e viver mais intensamente a sua relação e os seus valores. Neste brincar com a família, com os entes queridos, está toda a dinâmica que fortalece condutas e comportamentos que devem ser aprendidos. Por isso, que tal recuperar as brincadeiras com sucata, o soltar a pipa construída em casa?

Vale repensar o consumo desenfreado, a preocupação de dar aos nossos filhos aquilo que não tivemos, como se no material pudesse estar contido um ganho emocional. Ledo engano. O maior ganho emocional está no encontro com seus pares, em atividades simples, como fazer um bolo ou um brigadeiro de panela.

*Artigo escrito por Esther Cristina Pereira, vice-presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR) e diretora da Escola Atuação. O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.   

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 01/06/16 4:30:51 PM
(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

A aprendizagem profissional é um instituto que visa inserir jovens e adolescentes de 14 a 24 anos no mercado de trabalho, mediante formação teórica e prática, organizada em programas de aprendizagem desenvolvidos por instituições formadoras legalmente qualificadas.

O jovem aprendiz recebe formação teórica na instituição formadora, e realiza as atividades práticas em empresas de médio e grande porte que possuam empregados regidos pela CLT. Além de continuar estudando – pois a matrícula do jovem no ensino médio ou fundamental é requisito para a manutenção do seu contrato de aprendizagem –, o jovem aprendiz recebe remuneração com as garantias trabalhistas previstas na CLT.

De outro lado, a empresa tomadora do serviço forma mão-de-obra qualificada, e, muitas vezes, agrega o aprendiz ao seu quadro de funcionários.

Mais do que uma obrigação legal, a aprendizagem é um mecanismo de responsabilidade social, que prepara e insere jovens e adolescentes no mercado de trabalho, em compatibilidade com a atividade econômica da empresa contratante, mas com enfoque na manutenção da educação formal e na formação profissional básica destes jovens.

E agora a aprendizagem passou a possuir uma vertente ainda mais social. Muitas empresas deixavam de cumprir a cota em razão das peculiaridades das suas atividades e locais de trabalho, especialmente aquelas insalubres, periculosas ou de baixíssima qualificação, ou ainda por possuírem um reduzido número de empregados em atividades administrativas em comparação com o número de empregados em atividades externas, com destaque para os ramos de segurança e vigilância, limpeza, transporte de valores, transporte rodoviário de cargas e passageiros, transporte coletivo urbano, construção civil, etc.

Agora essas empresas poderão contratar aprendizes ministrando-lhes a formação prática nas entidades qualificadas em formação técnico-profissional ou em entidades concedentes da experiência prática do aprendiz, inclusive junto ao Poder Público e organizações da sociedade civil, mediante termo de compromisso a ser firmado com o Ministério do Trabalho e Previdência Social.

E esta não é a única novidade trazida pelo Decreto n.º 8.740, em vigor desde 05 de maio 2016. Além de flexibilizar às empresas atuantes nestes ramos o cumprimento da cota da aprendizagem, como visto, o Decreto inovou criando um sistema de cotas sociais, ao prever que, dentre os jovens e adolescentes a serem convocados para o preenchimento da vaga, deverão ser priorizados aqueles em situação de vulnerabilidade ou risco social, tais como: I) egressos do sistema socioeducativo ou em cumprimento de medidas socioeducativas; II) em cumprimento de pena no sistema prisional; III) aqueles cujas famílias sejam beneficiárias de programas de transferência de renda; IV) em situação de acolhimento institucional; V) egressos do trabalho infantil; VI) portadores de deficiência; VII) matriculados na rede pública de ensino; e VIII) desempregados e com ensino fundamental ou médio: concluído na rede pública.

Assim, garante-se a aprendizagem profissional também àqueles adolescentes e jovens com maior dificuldade de acesso ao mercado de trabalho.

*Artigo escrito pela advogada Juliana Sandoval Leal de Souza, especialista em direito socioambiental pela PUCPR, sócia do escritório Marins de Souza Advogados (www.marinsdesouza.adv.br), parceiro e colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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