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Giro Sustentável

Enviado por InstitutoGRPCOM, 29/04/15 2:26:01 PM
(Imagem: Divulgação)

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Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram definidos em 2000, durante a reunião de Cúpula da ONU, onde líderes de 191 países assinaram um pacto para eliminar a fome e a miséria até 2015. Os oito objetivos abrangem as áreas de geração de renda, educação, gênero, saúde e meio ambiente. O trabalho em prol do ODM, no estado, teve início em 2004 por meio de uma iniciativa do Sesi no Paraná com o apoio de parceiros.

Nos 19 municípios que fazem parte da Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG), as metas do 1º ODM, de reduzir pela metade a população abaixo da linha da pobreza e a população que sofre de fome, foram alcançadas.

A meta de reduzir pela metade a população abaixo da linha da pobreza, ou seja, com renda mensal inferior a R$ 140,00, foi atingida em 13 municípios (Castro, Curiúva, Imbaú, Ipiranga, Ortigueira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Reserva, São João do Triunfo, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania). Os outros seis municípios alcançaram mais de 80% da meta.

A meta de reduzir pela metade a população que sofre de fome foi cumprida por 17 municípios. O indicador utilizado para o cumprimento desta meta é o número de crianças desnutridas que foram pesadas pelo Programa Saúde da Família.

Saiba mais em www.portalodm.com.br

Paraná

O estado do Paraná alcançou a meta de reduzir pela metade a população abaixo da linha da pobreza, porém ainda são 750 mil pessoas que continuam nesta situação no estado.

O Paraná também alcançou a meta de reduzir pela metade a população que sofre de fome, sendo que, em 1999, 8,2% das crianças menores de dois anos estavam desnutridas e, em 2012, este índice passou para 0,6%.

Boas práticas

A Associação de Moradores e Amigos de Ventania (Amove), em 2011, promoveu uma capacitação para costureiras, com o objetivo de contribuir com a geração de renda das mulheres do município.

O grupo formado por 10 mulheres se revezam na confecção de roupas e também de artesanatos. Segundo uma das representantes do grupo, Rosilda dos Santos, cada artesã conquistou um incremento de 15% na sua renda com esta atividade.

Mobilização

A mobilização social para o alcance dos ODM, no Brasil, iniciou em 2004 com a criação do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade. No Paraná, este trabalho iniciou também em 2004 com a criação do Observatório de Indicadores de Desenvolvimento do Sesi PR, responsável pelo Portal ODM (www.portalodm.com.br), que apresenta e analisa os indicadores dos ODM de todos os estados e municípios brasileiros. Em 2006, com a criação do Movimento Nós Podemos Paraná e, consequentemente, do Nós Podemos Campos Gerais, foi possível mobilizar os três setores da sociedade em prol dos ODM.

Saiba mais em: www.nospodemosparana.org.br

*Artigo escrito pela equipe do Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo SESI-PR, parceiro voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 27/04/15 5:33:27 PM
(Foto: Depositphotos)

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Para tutelar o meio ambiente, pessoas físicas e jurídicas precisam estar sempre atentas às normas ambientais preexistentes e as que a cada dia vão surgindo, que além de difícil cumprimento – muitas vezes ilegais, inclusive –, acabam criando obrigações e restrições àqueles que pretendem cumpri-la. Essa proteção se faz necessária uma vez que qualquer atividade humana gera impactos à natureza.

Nada obstante, nem todos os impactos ambientais podem ser taxados somente como negativos. Determinadas atividades humanas podem gerar também impactos positivos, ou seja, trazer ganhos significativos ao ambiente natural. A própria legislação impõe a realização de atividades positivas para neutralizar os impactos negativos porventura já ocorridos, como por exemplo a reciclagem, manutenção de reserva legal, redução de emissões de gases do efeito estufa, logística reversa, etc.

Estes impactos ambientais positivos realizados tanto pelas empresas, como pelos particulares, podem se tornar Ativos Ambientais, que nada mais são que bens e direitos mensuráveis monetariamente de propriedade dos empreendimentos e os recursos que a empresa disponibiliza para preservação, conservação, minimização e recuperação de áreas degradadas.

Não são todos os impactos ambientais positivos que podem ser transformados em um Ativo Ambiental. Para que isto ocorra, necessário que a atividade executada esteja relacionada com investimentos em tecnologias, matérias primas e processos de prevenção, contenção, diminuição ou eliminação de fatores poluentes ou que representem riscos ao meio ambiente e à saúde pública ou dos trabalhadores.

Os Ativos Ambientais podem ser classificados em cotas ou permissões. Como exemplo do primeiro podemos citar as cotas de emissão de gases de efeito estufa, cotas de emissão de efluentes, etc. Por sua vez, as permissões podem ser verificadas através das Cotas de Reserva Legal, créditos de carbono, créditos de logística reversa e reciclagem.

Para que sejam criados os mecanismos de mercado e Ativos Ambientais se faz necessária a análise da lei de cada um destes ativos, assim como da instauração de processo administrativo para este fim. Criado e caracterizado o ativo ambiental, as empresas, assim como os indivíduos que realizem atividades ou serviços ambientais (reciclagem, provisão de reserva legal, logística reversa), podem receber estes créditos. Uma vez gerado o crédito, este pode ser vendido para empresas que possuem custos mais elevados na realização direta da sua obrigação ambiental, surgindo assim um mercado de Ativos Ambientais.

Atualmente, a Bolsa Verde do Rio de Janeiro realiza negociações de Ativos Ambientais nos seguintes mercados: Florestais, Logística Reversa de Resíduos, carbono e efluentes.

Quanto à logística reversa, a Política Nacional dos Resíduos Sólidos estabeleceu que devem ser implementados sistemas para que seja efetivada esta ação, envolvendo a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial. Efetuar a coleta e a devolução aos fabricantes tornou-se obrigação por parte de comerciantes e distribuidores – circunstância a que, se não dada a devida atenção, pode vir gerar prejuízos significativos no futuro.

Apesar de já ser uma obrigação destinar os resíduos sólidos gerados de forma correta, a fiscalização ainda é limitada, o que talvez justifique a razão pela qual o tema ainda não tenha proporções consideráveis. Os ativos ambientais se tornam assim uma ferramenta que facilita o cumprimento da legislação, uma vez que o empresário pode ter benefícios econômicos ao tomar as medidas corretas quanto ao gerenciamento de seus resíduos.

Na mesma linha, os Créditos de Reposição Florestal – CRF, são emitidos aos proprietários que realizem o plantio florestal para a geração de estoque ou recuperação de cobertura florestal. Os CRFs podem ser vendidos aos devedores da obrigação de reposição florestal.

Já existem outros mercados para a negociação de Ativos Ambientais, como por exemplo o Mercado de Carbono e o Mercado de Efluentes. Percebe-se que a tendência que está cada vez mais em voga não é mais fiscalizar e autuar as empresas, mas sim premiá-las por suas condutas ambientais positivas.

Dessa forma, condutas ambientalmente corretas se transformam em possibilidade efetiva de crescimento econômico e fortalecimento da imagem e marca das empresas, contribuindo de forma eficaz ao desenvolvimento sustentável.

*Artigo escrito por Luiz Ferrúa, biólogo, graduando em Direito e associado à Buzaglo Dantas Advogados, parceiro voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 22/04/15 2:17:30 PM
(Foto: Zig Koch)

(Foto: Zig Koch)

Por meio do censo anual realizado no litoral do Paraná e litoral sul de São Paulo, é possível saber se a população de papagaios-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) está se reproduzindo e conseguindo se manter na região apesar das ainda existentes ameaças à espécie, como roubo de filhotes e pressão imobiliária.

Para que essa contagem – realizada pelo Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa, da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) – se concretize, é necessário o esforço de uma equipe de mais de 50 pessoas, a maioria voluntárias, e apoio financeiro para que os custos das contagens sejam cobertos. A equipe do Projeto, com apoio de moradores da região, estudantes, pesquisadores e amigos do projeto são os responsáveis por fazer o censo acontecer todo ano.

A fim de arrecadar o valor necessário para a realização do 13º Censo anual do Paraná e do 3º de São Paulo, que acontece nos dias 29, 30 e 31 de maio deste ano, a SPVS promove a campanha de financiamento coletivo “Censo 2015 – Papagaio-de-cara-roxa”. O objetivo é arrecadar pouco mais de 13 mil reais até o dia 22 de maio. Para cada valor doado, o projeto vai oferecer uma recompensa, como canecas personalizadas, livros sobre a história do papagaio, fotos tiradas pelo fotógrafo de natureza Zig Koch e até dar a oportunidade de que os colaboradores acompanhem o censo, com custos de viagem inclusos.

O projeto existe desde 1998 e, em 2013, passou por uma grande expansão, que foi a extensão do trabalho de monitoramento para além do litoral paranaense, acompanhando também os indivíduos do litoral sul paulista. Esse crescimento na pesquisa é o principal fator para que o projeto careça de mais recursos. “Fazer as contagens é um desafio, pois temos que organizar uma grande equipe de voluntários, que se deslocam por terra e mar desde Guaratuba até Itanhaém para fazer as contagens simultâneas”, relata a coordenadora do projeto, a bióloga Elenise Sipinski.

O censo populacional é a contagem de todos os indivíduos que se deslocam para os dormitórios coletivos localizados no litoral do Paraná e no litoral sul de São Paulo. As contagens acontecem ao amanhecer, quando os papagaios saem dos dormitórios para buscar alimento, e ao entardecer, quando voltam para descansar. O censo é feito simultaneamente em São Paulo e Paraná, onde as equipes são posicionadas em pontos estratégicos. São feitas quatro contagens em cada um dos dormitórios.

Os interessados podem colaborar no projeto de financiamento coletivo: http://comecaki.com.br/projetos/212/censo-2015-papagaio-de-cara-roxa .

Resultados

A conclusão do projeto, ao analisar os resultados de 12 anos de censo, é de que a população de papagaios no Paraná não está crescendo, e sim se mantendo, o que mostra o resultado positivo do trabalho de conservação das áreas em que o animal vive. Em 2014, foram registrados 5.959 indivíduos – a população total atual de papagaios-de-cara-roxa é de cerca de 6.700 indivíduos – em seis dormitórios do Paraná: Guaratuba, Ilha Rasa da Cotinga, Ilha Rasa, Ariri, Ilha do Pinheiro e Ilha do Mel. As duas últimas apresentaram as maiores concentrações da espécie.

No censo de 2014, realizado no litoral paulista, foram contados 1.492 indivíduos em sete dormitórios, localizados ao sul da Ilha Comprida, Cananéia, Ilha do Cardoso e Itanhaém.

Sobre o projeto

O Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa trabalha desde 1998 no litoral do Paraná, principalmente em Guaraqueçaba, com o objetivo de conhecer e proteger o papagaio-de-cara-roxa e a floresta. Além disso, busca sensibilizar e apoiar os moradores da região, por meio de ações de educação para conservação, incentivo a iniciativas que geram alternativas de renda e contratação de residentes para auxílio nas ações do projeto.

No final de 2014, o papagaio-de-cara-roxa saiu da Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente. Sua situação passou de “vulnerável” para “quase ameaçada”. A saída da lista reflete a força do trabalho realizado com a espécie, mas também mostra que as atividades devem continuar.

*Artigo escrito pela equipe da ONG Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVS, parceira do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 17/04/15 5:38:50 PM
(Imagem: Reprodução)

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Conceitualmente, o desenvolvimento sustentável “é aquele que atende as necessidades das gerações atuais sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem a suas necessidades e aspirações”. Porém, esse conceito apresentado pela Organização das Nações Unidas (ONU), no relatório Brundland (1987), torna-se muito mais complexo uma vez que vivemos em uma sociedade que fomenta diariamente a criação de novas necessidades e, consequentemente, a exploração dos recursos naturais para os processos produtivos.

A mudança de padrão na produção da Indústria e as ações de Responsabilidade Socioambiental Corporativa constituem ponto fundamental para a propagação e difusão da importância em se manter o planeta em equilíbrio a fim de garantir o futuro das próximas gerações. Por sua vez, o sucesso das Boas Práticas de Educação para a Sustentabilidade, abrangendo eixos da sustentabilidade tais como: o ambiental, o social e o econômico, demonstram ser possível produzir mais com menos, reduzindo o impacto socioambiental.

Diversas organizações públicas, privadas e do terceiro setor desenvolvem projetos e ações em prol do desenvolvimento sustentável e a divulgação dessas Boas Práticas faz com que o restante do mercado perceba as alternativas ambientalmente corretas, economicamente viáveis e socialmente justas que possam ser replicadas. A despeito da promoção e criação das alternativas viáveis em referência, há de se salientar que a Responsabilidade Socioambiental Corporativa baseia-se em normas internacionais e nacionais, em políticas de trabalho internas, ou em programas e projetos que são implementados e padronizados na cadeia de valor das respectivas empresas.

O Pacto Global, os Princípios da Educação Empresarial Responsável (PRIME), os Indicadores Ethos, a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), a exemplo de outras Organizações, desenvolvem várias metodologias de trabalho centradas na concepção de Educação para a Sustentabilidade e que podem ser implementadas ou adaptadas de acordo com as necessidades de cada setor. De outro lado, há de se observar, também, a existência de muitos bancos de práticas já desenvolvidos que reúnem projetos e proposições de ações que estão disponíveis para consulta e que podem ser replicadas.

No sentido precedente, a capacitação contínua dos colaboradores e ações educacionais com os consumidores, fornecedores e a comunidade são fatores determinantes para que a sustentabilidade seja propagada desde o chão de fábrica até a alta diretoria, bem como, disseminada, externamente, nos demais relacionamentos das empresas. Entretanto, há de se salientar que a formação dos estudantes dos distintos níveis de ensino no campo da sustentabilidade possibilita, também, gerar base para que as empresas possam contar, num futuro próximo, com mão de obra qualificada e focada em posicionamentos mais responsáveis e preocupados com o bem estar social e ambiental.

O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), um dos Conselhos Temáticos do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), promove o 1º Concurso de Boas Práticas: Educando na Sustentabilidade, visando, exatamente, reconhecer e divulgar as principais práticas do Paraná que integrem as dimensões da sustentabilidade no âmbito econômico, ambiental, social e cultural. As inscrições estão abertas até dia 30 de junho. Saiba mais no site http://www.fiepr.org.br/cpce/.

*Artigo escrito pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), colaborador voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 15/04/15 2:44:28 PM
(Foto: Instituto Camargo Corrêa)

(Foto: Instituto Camargo Corrêa)

“É de inúmeros atos de coragem e fé que a história humana é construída. Cada vez que um homem se levanta por um ideal, realiza algo para melhorar a sorte dos outros ou se revolta contra a injustiça, ele espalha uma pequena onda de esperança. Cruzando cada uma delas com um milhão de diferentes centros de energia e ousadia, essas ondulações constroem um fluxo que pode varrer as mais poderosas muralhas de opressão e resistência.” É com esta citação, que Robert Kennedy, então procurador geral dos EUA, já falava em 1966 em uma viagem à África do Sul na Universidade de Cape Town, sobre o papel transformador social no mundo.

Sabemos que empresas são constituídas por ideias e ações de diferentes pessoas, seja na escala tradicional quanto na cooperativa. Além da conquista de mercado, difusão dos produtos e ser contribuinte para a produção econômica do país, uma empresa alcança o sucesso quando suas pessoas – independente de diretoria ou funcionários, possuem interesse no tema RSE – Responsabilidade Social Empresarial.

Uma das formas de atuar na RSE é o estímulo à participação cidadã dos colaboradores em ações sociais através do voluntariado. São mobilizações pontuais ou contínuas que fazem diferença para bairros ou grupos espalhados na comunidade, que abrangem desde crianças, adolescentes, idosos, deficientes ou até mesmo o terceiro setor. Em Curitiba e região, percebemos uma série de ações que partem das empresas e seus colaboradores que são transformadoras na sociedade.

Além da gratidão de quem recebe o serviço voluntário, também tem benefícios quem aplica: o funcionário produz mais para a empresa, cria novos laços de relacionamento e trabalha mais feliz. Sem contar no papel social da empresa, que incentiva outras organizações a fazerem o mesmo e ganham novos consumidores de seus produtos ou serviços pelo fato de contribuírem com a comunidade.

Para tanto, o Centro de Ação Voluntária de Curitiba orienta e estimula as empresas à atuarem socialmente através do voluntariado, com palestras de sensibilização, workshops, criação de programas empresariais de voluntariado e ações práticas, como os mutirões de transformação.

*Aline Vonsovicz é jornalista voluntária do CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 13/04/15 2:35:25 PM
(Foto: Roberto Stuckert Filho)

(Foto: Roberto Stuckert Filho)

Com a aproximação da data de entrada em vigor do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Lei n. 13.019/2014, apelidada de MROSC), no dia 27 de julho de 2015, é imprescindível que gestores públicos e dirigentes de instituições sem fins lucrativos conheçam os novos requisitos para a formalização dos termos de fomento e de colaboração, novos instrumentos colaborativos que regularão as parcerias entre Estado e Terceiro Setor em substituição aos convênios.

Dentre os requisitos a serem analisados estão aqueles que dizem respeito ao Estatuto das organizações da sociedade civil, que merecem análise destacada.

Não sem antes dizer que a lei entende como organização da sociedade civil a “pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos que não distribui, entre os seus sócios ou associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores, eventuais resultados, sobras, excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e que os aplica integralmente na consecução do respectivo objeto social, de forma imediata ou por meio da constituição de fundo patrimonial ou fundo de reserva” (artigo 2º, I).

Também é importante apontar que a lei exige, como requisito para a assinatura de termos de fomento e de colaboração, que a organização da sociedade civil possua (artigo 24, VII): “a) no mínimo, 3 (três) anos de existência, com cadastro ativo, comprovados por meio de documentação emitida pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, com base no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ; b) experiência prévia na realização, com efetividade, do objeto da parceria ou de natureza semelhante; c) capacidade técnica e operacional para o desenvolvimento das atividades previstas e o cumprimento das metas estabelecidas”.

Superados estes requisitos, a organização ainda deverá comprovar a existência jurídica mediante Estatuto registrado em cartório (artigo 34), contendo no mínimo as seguintes disposições (artigo 33):

I – objetivos voltados à promoção de atividades e finalidades de relevância pública e social: o que significa que o Estatuto social da organização deverá comprovar a sua finalidade social, especificamente na área de objeto da parceria. Especialmente as organizações que têm objetivos muito genéricos ou muito específicos devem ficar atentos a esta exigência em consonância com as suas áreas de atuação.

II – a constituição de conselho fiscal ou órgão equivalente, dotado de atribuição para opinar sobre os relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas: até então requisito obrigatório somente para a obtenção da qualificação como Oscip (Lei n. 9.790/99) e para as fundações privadas (Resolução MP/PR n. 2.434/2002), a constituição de Conselho Fiscal ou órgão equivalente passa a ser obrigatória para qualquer organização da sociedade civil que pretenda firmar termo de fomento ou de colaboração com o Poder Público. Responsável pela fiscalização interna da instituição, notadamente das atividades da Diretoria, o Conselho Fiscal (ou equivalente) é órgão coletivo que analisa as contas da organização, a mutação patrimonial e demais documentos contábeis, emitindo parecer aos órgãos deliberativos para aprovação ou não.

III – a previsão de que, em caso de dissolução da entidade, o respectivo patrimônio líquido seja transferido a outra pessoa jurídica de igual natureza que preencha os requisitos desta Lei e cujo objeto social seja, preferencialmente, o mesmo da entidade extinta: o Estatuto deverá prever especificamente a instituição para a qual o patrimônio da extinta será destinado em caso de dissolução, ou genericamente indicar que será destinado a outra organização da sociedade civil que preencha os requisitos da lei. A lei não permite omissão quanto a este tópico, que deverá ser conciliado nos Estatutos das instituições que detêm a qualificação como Oscip ou o Cebas para preencher também os requisitos da legislação que rege estes títulos.

IV – normas de prestação de contas sociais a serem observadas pela entidade, que determinarão, no mínimo: a) a observância dos princípios fundamentais de contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade: o Estatuto deverá conter cláusula específica neste sentido. Sobre o tema destaca-se a ITG 2002, Norma Brasileira de Contabilidade aplicável especificamente às entidades sem fins lucrativos. A partir do momento que este item passe a constar do Estatuto, caso não observadas as normas contábeis os dirigentes podem ser responsabilizados por fraude ao Estatuto. b) que se dê publicidade, por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal, ao relatório de atividades e demonstrações financeiras da entidade, incluídas as certidões negativas de débitos com a Previdência Social e com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS, colocando-os à disposição para exame de qualquer cidadão: exigências estatutárias que visam à transparência das atividades das organizações, devem constar expressamente do Estatuto e, da mesma forma, caso inobservadas podem gerar a responsabilização solidária do dirigente.

Vale lembrar que as instituições deverão continuar preenchendo os requisitos estatutários do Código Civil e da Lei de Registros Públicos, bem como das leis específicas a que estão sujeitos por suas características próprias, seja por suas finalidades sociais, seja pelas titulações e qualificações que detenham.

Estes requisitos estatutários apresentados são exemplos práticos das alterações promovidas pelo MROSC na relação entre Poder Público e Terceiro Setor, que impactam desde já nas adaptações necessárias às candidaturas à assinatura de Termos de Fomento e de Colaboração a partir de 27/07/2015, mas cujos impactos não se limitam, como visto, a questões burocrático-formais.

*Artigo escrito pelo advogado Leandro Marins de Souza, Doutor em Direito do Estado pela USP, Presidente da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/PR, sócio do escritório Marins de Souza Advogados (www.marinsdesouza.adv.br), parceiro e colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 08/04/15 4:58:14 PM
(Imagem: Divulgação)

(Imagem: Divulgação – Logo Classroom)

“Inovação que auxilia o dia a dia”. Essa deve ser a frase que define a Google em cada novo produto lançado. Após pesquisas com carros sem motorista, “óculos interativo”, entre outros produtos revolucionários, a gigante da internet lança o Classroom, que promete mudar a sala de aula.

O programa será utilizado junto com outras três plataformas que já existem: o Gmail, que é o serviço de e-mail, o Drive, que é a nuvem e o Docs, que contém diversos aplicativos como excel, word e planilhas de pesquisa. A ideia é melhorar a comunicação, além de otimizá-la, entre os alunos e professores.

O aplicativo funcionaria da seguinte forma: o professor passa a lição pelo programa para todos os alunos cadastrados ou ligados a ela. Com isso, o docente poderá acompanhar o desenvolvimento da tarefa, e também quem fez ou deixou de fazer. Outra função que poderá auxiliar os alunos é que todas as matérias serão distribuídas em pastas, forçando os estudantes mais desorganizados a regrar-se nesse ponto.

Tanto professores como alunos poderão, também, trocar mensagens instantâneas, por meio do chat disponibilizado na ferramenta. Com isso, o aluno poderá ser mais acertivo, tirando suas dúvidas com o professor da matéria que ele está fazendo a tarefa.

O Classroom fará parte do Google apps para a Educação, que inclui dezenas de recursos para estudo. Como por exemplo a edição de trabalhos e apresentações por mais de uma pessoa, ao mesmo tempo. Tudo fica armazenado na nuvem, podendo ser acessado de qualquer lugar e a qualquer instante.

O lançamento da plataforma está prevista para setembro.

*Artigo escrito pela equipe do ISAE/FGV, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 01/04/15 5:22:27 PM
(Foto: SINEPE -Escoamento da água no telhado do salão de festas da Faculdade Bagozzi)

(Foto: SINEPE – Captação de água da chuva na Faculdade Bagozzi)

A chuva é uma fonte de água doce valiosa e sua captação é de extrema importância, principalmente porque a água é um recurso finito e vulnerável. A vida e os ecossistemas terrestres estão ameaçados, a não ser que os recursos hídricos sejam gerenciados de forma mais efetiva no presente e no futuro.

O consumo diário de água é muito variável ao redor do globo, com gasto médio fortemente relacionado com os níveis de desenvolvimento do país e de renda da população. Uma pessoa necessita de, pelo menos, 40 litros de água por dia. Nesse contexto, torna-se imprescindível seu uso racional.

Sem dúvida, uma grande arma contra o desperdício de água é a conscientização de que ela é um bem finito e de que seu uso racional se faz necessário. Observando o desperdício e o uso inadequado da água na Faculdade Bagozzi, realizei um estudo de caso que teve como tema central o aproveitamento da água da chuva.

O trabalho consistiu em identificar, discriminar e quantificar o consumo de água tratada, assim como sua destinação dentro deste ambiente. Levantar áreas de captação de água de chuva, calcular capacidades de armazenagem e estudar possibilidades de sistemas de filtragem de resíduos também fizeram parte deste estudo.

O objetivo era saber quanto a utilização da água de chuva pode contribuir para a melhor utilização do recurso na instituição, levantar dados de viabilidade técnica e econômica e, por fim, diminuir o impacto ambiental através do aproveitamento da água da chuva nas descargas dos 122 banheiros da Faculdade.

Desde então, estamos desenvolvendo um projeto de simples aplicação que permitirá uma redução de aproximadamente 67,5 m³ por mês do consumo de água potável e o equivalente a 46% a menos no custo da conta de água. A Faculdade Bagozzi irá utilizar a água de chuva captada em um sistema próprio para caixas d’água direcionadas especificamente às descargas sanitárias, irrigação de jardins e lavagem de calçadas e ambientes.

Após estudos desenvolvidos nas contas de água da Faculdade Bagozzi, estimou-se, apenas com o consumo de água para a descarga, um decréscimo em torno de R$ 8 mil por ano, com economia relativa de 810 m³ de água potável anualmente.

Por estimativa de que o ser humano vive bem usando cerca de 40 litros diários de água e considerando a quantidade de água da chuva que o Paraná recebe por ano, pode-se afirmar que com a economia de um ano das descargas da Faculdade seria possível sustentar o equivalente a 20.250 pessoas num dia de consumo, 101,25 famílias de cinco pessoas em um dia ou 8,5 famílias por ano. É importante pensar nisso e agir em prol da preservação deste recurso tão importante.

*Artigo escrito por Douglas Oliani, diretor geral da Faculdade Bagozzi, instituição associada ao Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.  

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 30/03/15 10:45:17 AM
(Imagem: Divulgação)

(Imagem: Divulgação)

Falamos na satisfação das necessidades das gerações futuras, mas ainda vivemos em um período em que as necessidades básicas ainda não são uma realidade para toda população mundial. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) são, aproximadamente, dois bilhões de pessoas que vivem em situação precária, sem alimento, saúde, saneamento e educação. Consequentemente, sem qualidade de vida e desenvolvimento humano. A falta de atendimento dessas necessidades gera outras problemáticas como o desequilíbrio ambiental, a injustiça social e afasta essas comunidades da proposta do desenvolvimento local.

Para a erradicação dessas mazelas mundiais é preciso trabalhar de forma ordenada, com objetivos e metas estabelecidas. Em 2000, a ONU estabeleceu os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), para serem alcançados por todos os países até 2015. Essas metas e objetivos estão voltadas para acabar com a fome e a miséria; oferecer educação básica de qualidade para todos; promover igualdade entre sexos e valorização da mulher; reduzir a mortalidade infantil; melhorar a saúde das gestantes; combater a AIDS, a malária e outras doenças; promover a qualidade de vida e respeito ao meio ambiente e fazer com que todos trabalhem para o desenvolvimento.

Durante os 15 anos que se passaram desde o início do trabalho com os ODM, inúmeras instituições públicas, privadas e do terceiro setor aderiram ao movimento e estabeleceram diversas iniciativas e projetos visando atender as metas estabelecidas para atingir os objetivos.

No Brasil, os ODM são conhecidos como os 8 Jeitos de Mudar o Mundo. A fim de trabalhar de maneira assertiva, os estados mobilizam suas cidades e organizações através do Movimento Nós Podemos. Nesse ano final, o Paraná alcançou várias metas, no entanto grandes objetivos ainda não foram alcançados, como o percentual de crianças que terminam o ensino fundamental (72,8%), redução de 2/3 da mortalidade infantil (73,8%), redução de ¼ da mortalidade materna (44,5%) e não ter detido a propagação da Aids no Estado.  No Portal ODM você pode saber um pouco mais e acompanhar as atualizações das metas mais recentes (www.portalodm.com.br).

Nesse ano de 2015, com o fechamento do ciclo dos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, iniciou-se, na Rio+20, uma ampla discussão para a elaboração dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que darão a continuidade ao Movimento. A composição dos 17 Objetivos e as 169 metas dos ODS, que abrangem diferentes temáticas, foram desenvolvidos pelos 70 países participantes e serão realmente validadas em setembro deste ano.

O grande intuito dos ODS é ter o comprometimento dos países desenvolvidos em cumprirem as metas e os objetivos em relação ao meio ambiente. E os ODM contemplaram mais os países em desenvolvimento, que ainda não atenderam todas as necessidades básicas da sua população. A janela temporal dos ODS deverá ser até 2050, quando teremos uma população aproximada de 10 bilhões de pessoas. Nesta proposta, o desenvolvimento sustentável deverá ser prioritário, pois além da dimensão econômica devemos cuidar das dimensões sociais, ambientais e culturais.  Será necessário unir esforços de todas as instituições, principalmente do setor industrial, que deverá trabalhar de maneira inovadora para mudar os padrões de produção. A população em geral também terá sua contribuição mudando o seu padrão de consumo, caso contrário o planeta não dará conta de um apetite tão voraz de alguns e a miséria de tantos.

*Artigo escrito por Valderez Crovador (Faculdades Santa Cruz), Rosane Fontoura (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial), Gustavo Loiola (ISAE) e Líria Rodrigues (ISAE), equipe do Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo SESI-PR, parceiro voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 26/03/15 3:16:00 PM
(Imagem: Divulgação)

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A questão ambiental vem ganhando destaque nos dias atuais, em decorrência de diversos fatores, em especial pela maior conscientização da sociedade, que anseia por alternativas e soluções inovadoras no que se refere à preservação do meio ambiente.

Neste contexto é que surge um mecanismo, já adotado em outros países como política pública (Costa Rica, por exemplo), que pode ser uma excelente solução: o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).

O PSA é um instrumento econômico que busca remunerar aquele que preserva o meio ambiente. Além de garantir a preservação ambiental, também incentiva financeiramente quem cumpre a legislação.

Trata-se de um projeto ainda em evolução no Brasil, mas que caminha a passos largos para se tornar uma realidade em pouco tempo. Tanto quem financia quanto quem será beneficiado só tende a ganhar quando da sua implementação. Parcerias entre a iniciativa privada e os entes públicos podem influenciar positivamente nessa ainda tortuosa caminhada.

Por ser um tema recente e de muita importância, o PSA vem representando um considerável avanço no ordenamento jurídico e nas políticas públicas. Desta forma, conquista cada vez mais espaço nas legislações estaduais e parcerias público-privadas.

Para que se possa efetivamente dar início a um projeto de PSA é necessário que o Poder Público e a iniciativa privada façam um levantamento das possibilidades para desenvolvimento de um projeto, já que cada estado possui características peculiares, que precisam ser sopesadas, pois nem sempre o que é plausível para um será para o outro, ainda mais considerando as legislações ambientais específicas de cada um.

Partindo deste pressuposto, torna-se necessária uma avaliação legal criteriosa no sentido de verificar as legislações e se já existe regulamentação própria sobre o tema. Em não havendo, trabalhar-se para que isso ocorra se revela uma excelente oportunidade de negócio. As iniciativas até hoje adotadas no país nos levam a acreditar que o PSA pode ter muito sucesso, desde que mínimos cuidados sejam tomados e mediante uma política de fiscalização efetiva.

A isenção de tributos, por exemplo, é um excelente instrumento para quem financia projetos de PSA. Dentre os instrumentos já existentes no Brasil, é importante destacar a isenção do Imposto Territorial Rural (ITR) sobre as áreas de reserva legal. Também o ICMS ecológico é um mecanismo que foi adotado por vários Estados do Brasil para subsidiar e incentivar as ações de conservação. Mas há muito mais.

Seja como for, o importante é que novas iniciativas de PSA sejam elaboradas e implantadas (a exemplo do REDD e do REDD+), pois os benefícios alcançarão a todos, particulares, entes públicos e a sociedade em geral.

*Artigo escrito por Marina Buzaglo Dantas, coordenadora administrativo/financeiro associada à Buzaglo Dantas Advogados, parceiro voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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