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Giro Sustentável

Enviado por InstitutoGRPCOM, 20/05/15 12:17:38 PM
(Imagem: Divulgação)

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A relação entre a sustentabilidade e o desempenho empresarial tem sido tema relevante, recursivo e controverso em debates nos meios acadêmicos e empresariais. No campo da administração, há autores que demonstraram, por meio de estudos, que a adoção de estratégias da sustentabilidade pelas empresas tem proporcionado melhoria no desempenho empresarial; outros estudos demonstraram que não se pode concluir sobre essa relação, ou seja, que não se pode afirmar ou refutar a proposição de que a sustentabilidade impulsiona o desempenho empresarial; existindo, também, aqueles que defendem um efeito contrário ou negativo, isto é, que a sustentabilidade é um ônus a mais para as empresas.

Diante deste quadro, poderíamos levantar diversas perguntas tais como: o que realmente motiva as empresas a adotarem a sustentabilidade em suas estratégias? Por que as empresas buscam a sustentabilidade?

Mas, as respostas poderiam ser as mais diversas, dependendo das partes interessadas. Para a comunidade no entorno das empresas poderia significar que estas organizações são “anjos” que exercem bem seu papel nos seus ambientes internos e externos. Para o governo poderia ser porque as empresas  tem que cumprir com as normas regulamentadoras as quais caso não cumpridas ocasionariam penalidades ou punições. Para os consumidores das empresas poderia ser porque a sociedade, como um todo, pressiona seguidamente as empresas. Para o cliente em potencial poderia significar a melhoria da imagem e reputação das empresas. Para os acionistas das empresas poderia ser porque a sustentabilidade  pode tornar as empresas mais lucrativas haja vista que a sustentabilidade melhora o desempenho empresarial. Para os colaboradores poderia significar uma forma de gestão.

Há de se observar que para especialistas em administração estratégica como JC Spender, um dos pesquisadores internacionais mais citados no campo da administração estratégica, a razão das empresas buscarem a sustentabilidade passa, primeiramente, pela questão de como se define a empresa.  Em sua constituição tradicional, o desempenho empresarial pode ser sinônimo de retorno sobre investimento em curto prazo, beneficiando, de imediato, o acionista ou uma parcela restrita das outras partes envolvidas, afetadas e interessadas, tais como: governo, consumidores, comunidade, acionistas, fornecedores, meio ambiente, stakeholders, dentre outras.

Correspondentes respostas nos levam, também, a uma reflexão sobre o que constitui o desempenho empresarial ou como se define o desempenho empresarial em um novo contexto no qual a sustentabilidade ou o desenvolvimento sustentável pode remeter a uma transição nos valores e critérios de avaliação de empresas e da sociedade como um todo.

Mas o que seria uma concepção ideal entre a Sustentabilidade e o Desempenho Empresarial? Seriam valores e benefícios mútuos criados a curto e especialmente a longo prazo entre a empresa e todas as partes envolvidas e afetadas desta geração e das gerações futuras? Talvez, sob essa concepção, o casamento poderia ser cultivado por toda uma vida.

Certamente, não existe uma resposta única sobre a questão em referência. E para você leitor, por que as empresas buscam a sustentabilidade?

*Artigo escrito por Farley Simon M. Nobre, professor na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e conselheiro do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) no Núcleo de Instituições de Ensino Superior (NIES). O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial – CPCE é colaborador voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 19/05/15 2:39:52 PM
(Imagem: NPP)

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O Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna é lembrado em 28 de maio e ainda há muito a ser feito para o alcance deste objetivo no Paraná e em Curitiba. Para debater este assunto, o Sesi no Paraná e o Movimento Nós Podemos Paraná promoveram na última terça-feira (12) um painel para apresentar números e propostas de redução da mortalidade materna.

O evento contou com a participação de 80 pessoas e foi conduzido pelas representantes do colegiado que coordena o Comitê Estadual de Prevenção a Mortalidade Materna, Vânia Muniz Nequer Soares e Eliana Carzino; e da médica ginecologista responsável pela vigilância dos óbitos maternos da Secretaria Municipal de Saúde, Regina Piazetta.

O Comitê Estadual de Prevenção a Mortalidade Materna foi fundado em 1989 e possui um papel importante para evitar as subnotificações de mortalidade materna. “Cerca de 40% das mortes maternas só são descobertas após investigação”, destacou Vânia Soares.

Segundo dados apresentados pelo Comitê, de 1990 a abril de 2015, 3.007 mulheres morreram durante a gestação ou até 42 dias após o parto no Paraná. Em 1990, foram 90,50 mortes para cada 100 mil nascidos vivos. Em 2014, foram 43,17, sendo que a redução foi de 55,93% e a meta do ODM 5 é de reduzir ¾, ou seja, 75%.

Segundo Eliana Carzino, 90% das mortes maternas são evitáveis. As maiores causas de mortalidade ainda são a eclampsia (pressão alta) e hemorragias pré e pós-parto.

Ações de planejamento familiar, pré-natal de qualidade, parto humanizado são algumas das iniciativas que podem contribuir para a redução da mortalidade materna.

Importante ter como referência, quando fala-se em mortalidade materna, é que a taxa máxima de mortalidade materna recomendada pela Organização Panamericana de Saúde (OPAS) é de 20 casos a cada 100 mil nascidos vivos. A meta estabelecida para o Brasil é de 35 casos.

ODM

Os ODM foram definidos em 2000, durante a Reunião de Cúpula da ONU, onde líderes de 189 países assinaram um pacto para eliminar a fome e extrema pobreza até 2015. São oito objetivos que abrangem as áreas de geração de renda, educação, gênero, saúde e meio ambiente.

A proposta de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) será aprovada em setembro, deste ano, na reunião de Cúpula da ONU, em Nova Iorque.  Os ODS irão abranger as áreas de sustentabilidade econômica, ambiental, justiça e paz, parcerias globais, além da geração de renda, educação, saúde e gênero.

*Artigo escrito pela equipe do Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo SESI-PR, parceiro voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 18/05/15 5:01:46 PM
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Existem várias formas e motivos que nos levam ao início de um trabalho voluntário. Às vezes acontece através de um longo processo de sensibilização e contato com necessidades sociais latentes. Outras vezes a vontade de mudar o mundo é algo intrínseco à pessoa, sendo necessário apenas uma orientação de como fazer essa mudança.

Essa vontade em transformar o mundo normalmente está presente nas ações dos jovens, que movidos pela energia e a coragem desmedida dos primeiros anos de vida, acreditam que podem e devem revolucionar a dinâmica social e acabar com suas incoerências.

Toda essa energia às vezes é gasta em ações que, com o passar do tempo, acabam em resultados frustrados e desanimam aqueles que antes topavam qualquer ação para ver uma sociedade melhor.

O voluntariado é a melhor forma de alimentar essa energia e colocar os jovens em ações que trazem impacto real na vida de outras pessoas, pois com pequenas ações em âmbito local, esses jovens percebem o quanto podem impactar na sociedade e não deixam morrer o sonho de transformar o mundo.

Muito além de tentar convencer os jovens com argumentos relacionados aos ganhos sociais do trabalho voluntário, a valorização da juventude proporcionada por tais atividades são sua maior motivação, pois permite que a coletividade se beneficie da grande necessidade dos jovens em demonstrar suas habilidades em diversas áreas.

O jovem também traz novos olhares às maneiras de resolver problemas antes sem respostas, envolvendo novas tecnologias, práticas e formas de relacionamento entre as pessoas, muitas vezes tornando o trabalho social em um momento prazeroso e cheio de diversão para as pessoas envolvidas.

Tudo isso associado com uma grande capacidade de aprendizagem e flexibilidade de opinião, o que permite e auxilia na formação de cidadãos mais conscientes e capazes de lidar tranquilamente com os problemas da sociedade moderna.

Dessa forma podemos concluir que o que leva um jovem a fazer trabalho voluntário é a sua juventude, pois ela traz vários ganhos para quem é beneficiado das ações e para quem as realiza, sendo uma forma de manter viva a própria juventude de todos nós.

*Artigo escrito por Messias Dídimo, colaborador do CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 14/05/15 5:45:56 PM
(Imagem: Fotolia.com)

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Em outubro de 2014, publicamos aqui no blog Giro Sustentável o surgimento da discussão sobre Negócios Sociais no Brasil. Na época, citando o projeto da Universidade Federal do Paraná e SEBRAE/PR, “Empreendedorismo com foco em Negócios Sociais”, trouxemos os conceitos do ganhador do Nobel da Paz em 2006, Muhammad Yunus, e todo o cenário daquele momento.

Hoje, estamos presenciando o Negócio Social se tornar uma realidade!

Isso porque, o citado projeto realizou nos dias 03 e 04 de maio, o Congresso Internacional de Negócios Sociais e Empreendedorismo, o qual teve como principal palestrante, Muhammad Yunus!

Sim, o criador do conceito de Negócios Sociais no mundo, idealizador de diversas joint ventures com grandes multinacionais com o único objetivo de mudar o mundo, como a Danone, Basf, dentre outras, veio a Curitiba passar seus ensinamentos e experiência.

Além do grande idealizador, o Congresso contou com grandes estudiosos do tema, como a Professora Giulia Galera, da Universidade de Trento, Itália, e da Professora Graziella Comini, da Universidade de São Paulo – USP.

Abrindo a palestra do professor Muhammad Yunus, o Dr. Leandro Marins de Souza lançou a obra “Empreendedorismo com foco em Negócios Sociais”, da qual é um dos coordenadores, trazendo em 9 capítulos estudos sobre o modelo de um Negócio Social, seus aspectos jurídicos e de mercado, além de trazer cases internacionais, nacionais e paranaenses.

Inclusive, um dos cases paranaenses contados no livro (que está disponível para download gratuito no site www.negociossociais.ufpr.br) é o da Solidarium e Olist.com, do fundador Tiago Dalvi, que é reportagem de capa da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios do mês de maio.

Ou seja, a presença de Muhammad Yunus em Curitiba e a dedicação da capa em uma revista especializada em negócios de circulação nacional demonstra que o Negócio Social não é mais uma promessa, mas sim uma realidade!

Como poderá ser melhor visualizado no livro “Empreendedorismo com Foco em Negócios Sociais”, o modelo visa, por meio de uma empresa, a transformação da sociedade onde ela mais precisa; a solução de um problema social.

Considerando essa visão de negócio e possuir fins lucrativos, por isso excluída do conceito de Terceiro Setor nas formatações jurídicas típicas, o Negócio Social é concebido por uma figura jurídica tradicional, uma empresa.

Atualmente, não há no Brasil uma legislação própria – salvo a Lei de Cooperativas Sociais – para tratar dos Negócios Sociais e suas peculiaridades de gestão – consequentemente jurídicos – devendo ser aplicada a legislação tradicional das empresas privadas. Todavia, muitos instrumentos não muito utilizados por empresas tradicionais se tornam visíveis e atrativos nesse novo mercado, como investimentos e acelerações específicas, por exemplo. Segundo a reportagem da PE&GN, até 2020 espera-se um investimento de 500 bilhões de dólares com foco em Negócios Sociais (fonte: PE&GN, p.77).

Os Negócios Sociais e a necessidade de perseguir muito além do simples lucro passou de um sonho para uma realidade. Fazer o bem para a sociedade deixou de ser a função social da empresa (art. 170 da Constituição Federal) e se tornou o core business do empreendimento. Para isso, as questões legais são de extrema importância e devem ser atendidas com cautela e rigor e compreendidas especialmente enquanto não há legislação própria para o tema.

Fica, então, a sugestão de reflexão sobre o tema, em especial a leitura da obra que está disponível no formato e-book (http://www.negociossociais.ufpr.br/geral/livro-empreendedorismo-com-foco-em-negocios-sociais/).

*Artigo escrito pelo advogado Felipe Olivari do Carmo, sócio da Marins de Souza Advogados (www.marinsdesouza.adv.br), atuante na área de Direito Empresarial, Negócios Sociais e Terceiro Setor, parceiro e colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 11/05/15 2:04:04 PM
(Imagem: Arquivo ISAE)

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– A culpa é de fulano!

– Não, a culpa é de ciclano!

– A culpa é da economia!

– Não, a culpa é dos grandes empresários!

Mas afinal, quais os fatores que levaram o Brasil para esta crise? Muitos são eles, e não são de agora. Além de sermos uma colônia de Portugal, o País passou por uma ditadura entre 1964 e 1985, que retraiu ainda mais o potencial da nação de crescer. Após isso, governos e mais governos estiveram no poder, mas não conseguiram mudar muito o panorama.

Nos últimos anos, a economia brasileira chegou a estar na sexta colocação, entre as maiores do mundo. Muito pelo trabalho de readequação das famílias, da classe D para a classe C, aumentando o poderio de compra e também estabilizando a inflação e o dólar. Porém, no começo de 2015, tudo explodiu como se fosse uma bomba. É assim que a população vê. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a projeção do PIB brasileiro, para este ano, caiu de 0,3%, para queda de 1%. Muito por culpa de um combo que envolve, além do ajuste fiscal e a alta da taxa de juros, também a baixa confiança dos empresários pelas investigações de corrupção, risco de racionamento de água e energia, e problemas de competitividade.

Porém, não é apenas a economia que colocou o Brasil nesta situação, mas também a crise social, que assola as ruas e a sociedade como um todo. “São crianças crescendo em lares desestruturados, a não retenção escolar, o grande número de analfabetos diplomados, a violência não computada em estatísticas”, afirma Sérgio Itamar, pesquisador na área de direito e ética. O profissional coloca que esta crise é “invisível”, pois ela não está nos relatórios e nem nos assuntos do dia a dia.

Porém, esta pode ser uma grande oportunidade para o Brasil aprender com o erro e tentar mudar o seu futuro. Começando pelos seus trabalhadores, empreendedores e pessoas que fazem o motor do país girar. “A baixa produtividade de nossas empresas, hoje, é uma grande chance para os gestores repensarem o modelo de trabalho que vêm adotando”, afirma Rodrigo de Alvarenga, diretor do Startup Grind Brasil.

A mentalidade dos jovens, que hoje entram no mercado de trabalho e estão nas faculdades, precisa ser trabalhada de forma diferente pelos seus professores e mentores. Na opinião do especialista, se algo é ruim, tem que morrer para dar lugar ao novo. “Os jovens que tem entre 15 e 25 anos vão assumir o país nos próximos 15 anos. Este público tem uma oportunidade única de transformar o futuro”.

A mudança começa por nós. O futuro do Brasil depende dos empreendedores e dos líderes que pensam diferente, para que tenhamos um futuro cada vez melhor, não só para os que estão aqui, mas também para as gerações futuras.

*Artigo escrito pela equipe do ISAE/FGV, publicado também na 32ª Edição da Revista Perspectiva. O ISAE/FGV é uma instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 04/05/15 4:41:46 PM
(Foto: Divulgação)

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O primeiro fundamento da sociedade civilizada é a família, entendida como grupo com laços de sangue, de afeto, e até de estreitas afinidades culturais. Esses grupos estruturaram-se desde o princípio em torno de figuras femininas, que lhes deram estabilidade e sentido de pertencimento; o filhote humano precisa ser protegido e alimentado por tempo muito maior que os de outras espécies, demandando maior atenção da mãe. Enquanto os homens da tribo dedicavam-se à caça e coleta de alimentos, as mulheres iniciavam os rudimentos da agricultura que, por fim, permitiu a permanência de todos por mais tempo em áreas controladas, e a acumulação de grãos que garantia a sobrevivência em períodos difíceis.

Os laços maternos – ao lado dos paternos – estabelecem o primeiro ambiente de socialização, o modelo comportamental que de forma geral permanecerá ao longo da vida, ao fixar modos de proteção e bem estar. A família é o primeiro sistema que transmite à criança significados, crenças, valores, reflexos da sua inserção social no meio em que é constituída; ao lado das primeiras palavras, legando também conceitos éticos, visão do mundo e uma forma de convivência, que definirão o indivíduo adulto.

Vem dos vínculos familiares, portanto, a mais forte influência para o comportamento do jovem, considerando que as relações afetivas do primeiro grupo definirão a mediação entre os seres humanos em formação e a cultura estabelecida antes deles.

O núcleo básico costuma ser pai e mãe, mas outras configurações também podem desempenhar o mesmo papel, estabelecendo a dinâmica das relações cognitivas, afetivas e sociais do grupo mais amplo a que pertence uma criança. Um dos melhores exemplos é constituído pela escola, onde novos personagens passam a exercer influência, em particular as primeiras professoras – sim, o mais comum ainda é que sejam mulheres – que propicia à formação outros repertórios comportamentais, com a inserção da criança num universo de ações e resoluções de problemas que integram a experiência coletiva, e não apenas a individual, organizando, interferindo e estruturando as mais variadas formas de subjetivação e interação social, entre elas a forma de relacionar-se com outros seres humanos e com o próprio planeta.

Por meio dos intercâmbios familiares e escolares se concretizam as transformações na sociedade, a qual, por sua vez, influenciará as relações familiares futuras, caracterizando-se por um processo de influências bidirecionais, entre as interligações caseiras e os diferentes ambientes que compõem o ambiente externo.

Assim, todas as instituições educacionais, nos vários níveis, constituirão fator preponderante para o aperfeiçoamento pessoal, sendo preferível que incluam a percepção da sustentabilidade em seus diferentes aspectos: social, cultural, econômico ou ambiental. Tais vivências, quando compartilhadas por família e escola, participam ativamente na disseminação do conhecimento em todas as formas cotidianas de interação, refletindo-se na comunidade, alterando-a para melhor, ou pior, na dependência deste desenvolvimento de funções não apenas educativas, mas também sociais e políticas, formando o cidadão.

Apesar de permeadas por conflitos, por diferenças, dentro destes espaços materiais, comunitários e psicológicos se constituem os indivíduos, cada um com suas peculiaridades, como um microssistema, capacitando o jovem para as demandas do mundo globalizado, de mudanças rápidas e desafios interpessoais.

Tal como previsto na Constituição brasileira, em seu artigo 205: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”; apenas o trabalho conjunto poderá melhorar e transformar o sistema educacional numa possibilidade concreta de inserção do Brasil entre as nações capazes de oferecer melhores condições de vida a seu povo.

Mãe e professora são aspectos de uma mesma necessidade instrutiva. Mas é a mãe a primeira a efetivamente educar, no que esta palavra tem de mais complexo e amplo, e muito daquilo que entenderemos por sustentabilidade ao longo da vida será definido por suas atitudes.

*Artigo escrito por Wanda Camargo, professora do UniBrasil e associada ao Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.  

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 29/04/15 2:26:01 PM
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Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram definidos em 2000, durante a reunião de Cúpula da ONU, onde líderes de 191 países assinaram um pacto para eliminar a fome e a miséria até 2015. Os oito objetivos abrangem as áreas de geração de renda, educação, gênero, saúde e meio ambiente. O trabalho em prol do ODM, no estado, teve início em 2004 por meio de uma iniciativa do Sesi no Paraná com o apoio de parceiros.

Nos 19 municípios que fazem parte da Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG), as metas do 1º ODM, de reduzir pela metade a população abaixo da linha da pobreza e a população que sofre de fome, foram alcançadas.

A meta de reduzir pela metade a população abaixo da linha da pobreza, ou seja, com renda mensal inferior a R$ 140,00, foi atingida em 13 municípios (Castro, Curiúva, Imbaú, Ipiranga, Ortigueira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Reserva, São João do Triunfo, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania). Os outros seis municípios alcançaram mais de 80% da meta.

A meta de reduzir pela metade a população que sofre de fome foi cumprida por 17 municípios. O indicador utilizado para o cumprimento desta meta é o número de crianças desnutridas que foram pesadas pelo Programa Saúde da Família.

Saiba mais em www.portalodm.com.br

Paraná

O estado do Paraná alcançou a meta de reduzir pela metade a população abaixo da linha da pobreza, porém ainda são 750 mil pessoas que continuam nesta situação no estado.

O Paraná também alcançou a meta de reduzir pela metade a população que sofre de fome, sendo que, em 1999, 8,2% das crianças menores de dois anos estavam desnutridas e, em 2012, este índice passou para 0,6%.

Boas práticas

A Associação de Moradores e Amigos de Ventania (Amove), em 2011, promoveu uma capacitação para costureiras, com o objetivo de contribuir com a geração de renda das mulheres do município.

O grupo formado por 10 mulheres se revezam na confecção de roupas e também de artesanatos. Segundo uma das representantes do grupo, Rosilda dos Santos, cada artesã conquistou um incremento de 15% na sua renda com esta atividade.

Mobilização

A mobilização social para o alcance dos ODM, no Brasil, iniciou em 2004 com a criação do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade. No Paraná, este trabalho iniciou também em 2004 com a criação do Observatório de Indicadores de Desenvolvimento do Sesi PR, responsável pelo Portal ODM (www.portalodm.com.br), que apresenta e analisa os indicadores dos ODM de todos os estados e municípios brasileiros. Em 2006, com a criação do Movimento Nós Podemos Paraná e, consequentemente, do Nós Podemos Campos Gerais, foi possível mobilizar os três setores da sociedade em prol dos ODM.

Saiba mais em: www.nospodemosparana.org.br

*Artigo escrito pela equipe do Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo SESI-PR, parceiro voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 27/04/15 5:33:27 PM
(Foto: Depositphotos)

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Para tutelar o meio ambiente, pessoas físicas e jurídicas precisam estar sempre atentas às normas ambientais preexistentes e as que a cada dia vão surgindo, que além de difícil cumprimento – muitas vezes ilegais, inclusive –, acabam criando obrigações e restrições àqueles que pretendem cumpri-la. Essa proteção se faz necessária uma vez que qualquer atividade humana gera impactos à natureza.

Nada obstante, nem todos os impactos ambientais podem ser taxados somente como negativos. Determinadas atividades humanas podem gerar também impactos positivos, ou seja, trazer ganhos significativos ao ambiente natural. A própria legislação impõe a realização de atividades positivas para neutralizar os impactos negativos porventura já ocorridos, como por exemplo a reciclagem, manutenção de reserva legal, redução de emissões de gases do efeito estufa, logística reversa, etc.

Estes impactos ambientais positivos realizados tanto pelas empresas, como pelos particulares, podem se tornar Ativos Ambientais, que nada mais são que bens e direitos mensuráveis monetariamente de propriedade dos empreendimentos e os recursos que a empresa disponibiliza para preservação, conservação, minimização e recuperação de áreas degradadas.

Não são todos os impactos ambientais positivos que podem ser transformados em um Ativo Ambiental. Para que isto ocorra, necessário que a atividade executada esteja relacionada com investimentos em tecnologias, matérias primas e processos de prevenção, contenção, diminuição ou eliminação de fatores poluentes ou que representem riscos ao meio ambiente e à saúde pública ou dos trabalhadores.

Os Ativos Ambientais podem ser classificados em cotas ou permissões. Como exemplo do primeiro podemos citar as cotas de emissão de gases de efeito estufa, cotas de emissão de efluentes, etc. Por sua vez, as permissões podem ser verificadas através das Cotas de Reserva Legal, créditos de carbono, créditos de logística reversa e reciclagem.

Para que sejam criados os mecanismos de mercado e Ativos Ambientais se faz necessária a análise da lei de cada um destes ativos, assim como da instauração de processo administrativo para este fim. Criado e caracterizado o ativo ambiental, as empresas, assim como os indivíduos que realizem atividades ou serviços ambientais (reciclagem, provisão de reserva legal, logística reversa), podem receber estes créditos. Uma vez gerado o crédito, este pode ser vendido para empresas que possuem custos mais elevados na realização direta da sua obrigação ambiental, surgindo assim um mercado de Ativos Ambientais.

Atualmente, a Bolsa Verde do Rio de Janeiro realiza negociações de Ativos Ambientais nos seguintes mercados: Florestais, Logística Reversa de Resíduos, carbono e efluentes.

Quanto à logística reversa, a Política Nacional dos Resíduos Sólidos estabeleceu que devem ser implementados sistemas para que seja efetivada esta ação, envolvendo a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial. Efetuar a coleta e a devolução aos fabricantes tornou-se obrigação por parte de comerciantes e distribuidores – circunstância a que, se não dada a devida atenção, pode vir gerar prejuízos significativos no futuro.

Apesar de já ser uma obrigação destinar os resíduos sólidos gerados de forma correta, a fiscalização ainda é limitada, o que talvez justifique a razão pela qual o tema ainda não tenha proporções consideráveis. Os ativos ambientais se tornam assim uma ferramenta que facilita o cumprimento da legislação, uma vez que o empresário pode ter benefícios econômicos ao tomar as medidas corretas quanto ao gerenciamento de seus resíduos.

Na mesma linha, os Créditos de Reposição Florestal – CRF, são emitidos aos proprietários que realizem o plantio florestal para a geração de estoque ou recuperação de cobertura florestal. Os CRFs podem ser vendidos aos devedores da obrigação de reposição florestal.

Já existem outros mercados para a negociação de Ativos Ambientais, como por exemplo o Mercado de Carbono e o Mercado de Efluentes. Percebe-se que a tendência que está cada vez mais em voga não é mais fiscalizar e autuar as empresas, mas sim premiá-las por suas condutas ambientais positivas.

Dessa forma, condutas ambientalmente corretas se transformam em possibilidade efetiva de crescimento econômico e fortalecimento da imagem e marca das empresas, contribuindo de forma eficaz ao desenvolvimento sustentável.

*Artigo escrito por Luiz Ferrúa, biólogo, graduando em Direito e associado à Buzaglo Dantas Advogados, parceiro voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 22/04/15 2:17:30 PM
(Foto: Zig Koch)

(Foto: Zig Koch)

Por meio do censo anual realizado no litoral do Paraná e litoral sul de São Paulo, é possível saber se a população de papagaios-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) está se reproduzindo e conseguindo se manter na região apesar das ainda existentes ameaças à espécie, como roubo de filhotes e pressão imobiliária.

Para que essa contagem – realizada pelo Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa, da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) – se concretize, é necessário o esforço de uma equipe de mais de 50 pessoas, a maioria voluntárias, e apoio financeiro para que os custos das contagens sejam cobertos. A equipe do Projeto, com apoio de moradores da região, estudantes, pesquisadores e amigos do projeto são os responsáveis por fazer o censo acontecer todo ano.

A fim de arrecadar o valor necessário para a realização do 13º Censo anual do Paraná e do 3º de São Paulo, que acontece nos dias 29, 30 e 31 de maio deste ano, a SPVS promove a campanha de financiamento coletivo “Censo 2015 – Papagaio-de-cara-roxa”. O objetivo é arrecadar pouco mais de 13 mil reais até o dia 22 de maio. Para cada valor doado, o projeto vai oferecer uma recompensa, como canecas personalizadas, livros sobre a história do papagaio, fotos tiradas pelo fotógrafo de natureza Zig Koch e até dar a oportunidade de que os colaboradores acompanhem o censo, com custos de viagem inclusos.

O projeto existe desde 1998 e, em 2013, passou por uma grande expansão, que foi a extensão do trabalho de monitoramento para além do litoral paranaense, acompanhando também os indivíduos do litoral sul paulista. Esse crescimento na pesquisa é o principal fator para que o projeto careça de mais recursos. “Fazer as contagens é um desafio, pois temos que organizar uma grande equipe de voluntários, que se deslocam por terra e mar desde Guaratuba até Itanhaém para fazer as contagens simultâneas”, relata a coordenadora do projeto, a bióloga Elenise Sipinski.

O censo populacional é a contagem de todos os indivíduos que se deslocam para os dormitórios coletivos localizados no litoral do Paraná e no litoral sul de São Paulo. As contagens acontecem ao amanhecer, quando os papagaios saem dos dormitórios para buscar alimento, e ao entardecer, quando voltam para descansar. O censo é feito simultaneamente em São Paulo e Paraná, onde as equipes são posicionadas em pontos estratégicos. São feitas quatro contagens em cada um dos dormitórios.

Os interessados podem colaborar no projeto de financiamento coletivo: http://comecaki.com.br/projetos/212/censo-2015-papagaio-de-cara-roxa .

Resultados

A conclusão do projeto, ao analisar os resultados de 12 anos de censo, é de que a população de papagaios no Paraná não está crescendo, e sim se mantendo, o que mostra o resultado positivo do trabalho de conservação das áreas em que o animal vive. Em 2014, foram registrados 5.959 indivíduos – a população total atual de papagaios-de-cara-roxa é de cerca de 6.700 indivíduos – em seis dormitórios do Paraná: Guaratuba, Ilha Rasa da Cotinga, Ilha Rasa, Ariri, Ilha do Pinheiro e Ilha do Mel. As duas últimas apresentaram as maiores concentrações da espécie.

No censo de 2014, realizado no litoral paulista, foram contados 1.492 indivíduos em sete dormitórios, localizados ao sul da Ilha Comprida, Cananéia, Ilha do Cardoso e Itanhaém.

Sobre o projeto

O Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa trabalha desde 1998 no litoral do Paraná, principalmente em Guaraqueçaba, com o objetivo de conhecer e proteger o papagaio-de-cara-roxa e a floresta. Além disso, busca sensibilizar e apoiar os moradores da região, por meio de ações de educação para conservação, incentivo a iniciativas que geram alternativas de renda e contratação de residentes para auxílio nas ações do projeto.

No final de 2014, o papagaio-de-cara-roxa saiu da Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente. Sua situação passou de “vulnerável” para “quase ameaçada”. A saída da lista reflete a força do trabalho realizado com a espécie, mas também mostra que as atividades devem continuar.

*Artigo escrito pela equipe da ONG Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVS, parceira do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 17/04/15 5:38:50 PM
(Imagem: Reprodução)

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Conceitualmente, o desenvolvimento sustentável “é aquele que atende as necessidades das gerações atuais sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem a suas necessidades e aspirações”. Porém, esse conceito apresentado pela Organização das Nações Unidas (ONU), no relatório Brundland (1987), torna-se muito mais complexo uma vez que vivemos em uma sociedade que fomenta diariamente a criação de novas necessidades e, consequentemente, a exploração dos recursos naturais para os processos produtivos.

A mudança de padrão na produção da Indústria e as ações de Responsabilidade Socioambiental Corporativa constituem ponto fundamental para a propagação e difusão da importância em se manter o planeta em equilíbrio a fim de garantir o futuro das próximas gerações. Por sua vez, o sucesso das Boas Práticas de Educação para a Sustentabilidade, abrangendo eixos da sustentabilidade tais como: o ambiental, o social e o econômico, demonstram ser possível produzir mais com menos, reduzindo o impacto socioambiental.

Diversas organizações públicas, privadas e do terceiro setor desenvolvem projetos e ações em prol do desenvolvimento sustentável e a divulgação dessas Boas Práticas faz com que o restante do mercado perceba as alternativas ambientalmente corretas, economicamente viáveis e socialmente justas que possam ser replicadas. A despeito da promoção e criação das alternativas viáveis em referência, há de se salientar que a Responsabilidade Socioambiental Corporativa baseia-se em normas internacionais e nacionais, em políticas de trabalho internas, ou em programas e projetos que são implementados e padronizados na cadeia de valor das respectivas empresas.

O Pacto Global, os Princípios da Educação Empresarial Responsável (PRIME), os Indicadores Ethos, a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), a exemplo de outras Organizações, desenvolvem várias metodologias de trabalho centradas na concepção de Educação para a Sustentabilidade e que podem ser implementadas ou adaptadas de acordo com as necessidades de cada setor. De outro lado, há de se observar, também, a existência de muitos bancos de práticas já desenvolvidos que reúnem projetos e proposições de ações que estão disponíveis para consulta e que podem ser replicadas.

No sentido precedente, a capacitação contínua dos colaboradores e ações educacionais com os consumidores, fornecedores e a comunidade são fatores determinantes para que a sustentabilidade seja propagada desde o chão de fábrica até a alta diretoria, bem como, disseminada, externamente, nos demais relacionamentos das empresas. Entretanto, há de se salientar que a formação dos estudantes dos distintos níveis de ensino no campo da sustentabilidade possibilita, também, gerar base para que as empresas possam contar, num futuro próximo, com mão de obra qualificada e focada em posicionamentos mais responsáveis e preocupados com o bem estar social e ambiental.

O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), um dos Conselhos Temáticos do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), promove o 1º Concurso de Boas Práticas: Educando na Sustentabilidade, visando, exatamente, reconhecer e divulgar as principais práticas do Paraná que integrem as dimensões da sustentabilidade no âmbito econômico, ambiental, social e cultural. As inscrições estão abertas até dia 30 de junho. Saiba mais no site http://www.fiepr.org.br/cpce/.

*Artigo escrito pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), colaborador voluntário do blog Giro Sustentável.

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