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Enviado por InstitutoGRPCOM, 28/08/14 10:40:48 AM
(Foto: Ronaldo Guimarães/ Rede Globo)

(Foto: Ronaldo Guimarães/ Rede Globo)

Hoje, 28 de agosto, Dia Nacional do Voluntariado, é um dia propício para repensarmos nossos atos e até mesmo planejarmos ações e interesses que podem estar adormecidos em meio ao turbilhão de atividades e afazeres cotidianos que somos incumbidos.

Dentre estes, pode ser o desejo de dedicar um tempo ao trabalho voluntário para trazer benefícios que não imaginamos. E se considerarmos que atualmente ter experiência em atividades voluntárias pode significar até mesmo um diferencial em nossa vida profissional? É, ainda, um meio para exercermos nossa cidadania.

Algumas empresas atualmente, ao contratar profissionais, contabilizam pontos a favor de pessoas com experiências em trabalho voluntário. Isto porque ao considerarmos as vivências que o voluntariado nos permite, percebemos que estas vão além do que muitas vezes estamos acostumados a fazer em nossa “zona de conforto”, e como sabemos, quando saímos dela crescemos e aprendemos!

Ademais, cada um de nós têm expertises relacionadas à nossa área de atuação, ou ligadas às afinidades que temos com algumas práticas; expertises estas que podem contribuir e atender demandas de entidades que realizam trabalhos em prol do bem comum, independente da área a qual o trabalho se destine.

Trata-se de um momento em que podemos ser generosos e praticar o bem pensando no próximo, algo que não é rotineiro devido ao individualismo que se faz presente em muitos momentos de nossa vida.

É uma atitude simples que transforma quem pratica e quem é beneficiado, e como diria Clarice Lispector: “Atitude é uma pequena coisa que faz uma grande diferença.”

*Artigo escrito por Priscila Flareço, colaboradora do Instituto GRPCOM em Guarapuava.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 27/08/14 2:48:38 PM
(Foto: Roberto Stuckert Filho/ G1)

(Foto: Roberto Stuckert Filho/ G1)

No recente dia 1º de agosto foi publicada a Lei n.º 13.019, que estabelece o regime jurídico aplicável às parcerias entre a Administração Pública e as organizações da sociedade civil, assim consideradas as pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos, para a consecução de finalidades de interesse público em regime de mútua cooperação.

Embora tenha sido apelidada de Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, em primeiro lugar é importante frisar que esta lei trata exclusivamente do relacionamento entre a Administração Pública e as instituições sem fins lucrativos, não adentrando em outros aspectos relativos às referidas organizações da sociedade civil. De qualquer modo, em relação ao tema que aborda a referida lei é de fato um novo marco regulatório.

Fundamentada nas conhecidas premissas da insegurança jurídica e da necessidade de reconhecimento da importância da participação social, o documento altera substancialmente o regime jurídico aplicável ao relacionamento dessa parceria.

A começar pelo fato de que é lei nacional, ou seja, se aplica às parcerias nas três esferas de governo: federal, estadual e municipal. No regime anterior a esta lei, cada esfera governamental dispunha de legislação própria para tratar das regras aplicáveis a estas parcerias público-privadas. A lei, portanto, padroniza procedimentos no âmbito nacional, a longo prazo, facilitando a execução destas parcerias. A curto prazo, no entanto, vale lembrar que todos os Estados e Municípios deverão se ajustar a esta nova legislação, e enquanto isto não ocorrer a tendência é que a insegurança jurídica fique um pouco pior.

Um segundo ponto importante da nova lei é que ela extingue a figura dos convênios entre a Administração Pública e as entidades sem fins lucrativos. Embora historicamente utilizados para este fim a partir do Decreto n.º 93.872/86, os convênios foram criados com finalidade de descentralização administrativa entre entes públicos e, portanto, suas regras nunca se amoldaram à relação de parceria entre entes públicos e organizações particulares. Vem em boa medida, portanto, como já havia defendido em trabalho anterior, a extinção do convênio para estes fins.

Os convênios, portanto, foram substituídos por duas novas figuras de relacionamento da Administração Pública com as instituições sem fins lucrativos para a consecução de finalidades de interesse público em regime de mútua cooperação: a) o Termo de Colaboração, quando a proposta de parceria seja oriunda do Poder Público; e b) o Termo de Fomento, quando a proposta de parceria seja oriunda das organizações da sociedade civil, por meio de Procedimento de Manifestação de Interesse Social que tramitará perante a Administração Pública para verificação da conveniência e oportunidade de instauração de chamamento público para a sua execução. Ambos os Termos, de Colaboração e de Fomento, deverão ser precedidos de procedimento de chamamento público, que consiste em edital de convocação das organizações da sociedade civil interessadas em apresentar as suas propostas de trabalho para o objeto do edital. A finalidade do chamamento público é a seleção da proposta cuja execução seja considerada a mais eficaz pela Administração Pública de acordo com os critérios definidos objetivamente pelo edital. A partir desta lei, entre outros requisitos, só poderá participar do chamamento público em qualquer esfera governamental a instituição que comprove no mínimo três anos de existência, experiência prévia na realização do objeto da parceria e capacidade técnica e operacional para a sua execução.

Vale ressaltar que a nova lei não exige qualquer tipo de certificação prévia para que a entidade possa firmar Termos de Colaboração ou Fomento; basta ser organização da sociedade civil, nos termos da lei, cumprir os demais requisitos de participação nela previstos, participar do chamamento público e ser a instituição selecionada. Mas para isto precisará passar pelo procedimento de chamamento público e cumprir outras etapas burocráticas previstas em lei.

Como toda lei, esta também apresenta aspectos negativos e positivos. Como aspectos negativos podemos citar: a) a grande preocupação da lei em criar procedimentos burocráticos que poderiam ser minimizados; b) no âmbito da prestação de contas, a manutenção do foco no controle formal ao invés do controle de resultados, embora este também tenha sido contemplado; c) o total desprestígio às certificações e qualificações já existentes, especialmente a Lei das OSCIPs; d) a sobreposição e possível conflito com a Lei das OSCIPs, que não foi revogada; e e) a outorga de desnecessários poderes de ingerência à Administração Pública sobre as atividades das instituições em determinadas situações. Do ponto de vista positivo, destacam-se: a) a previsão de capacitação dos gestores públicos e demais atores sobre o tema das parcerias; b) a criação de ferramentas de transparência e controle das parcerias firmadas, tanto para o Poder Público quanto para as organizações da sociedade civil; c) a possibilidade de criação do Conselho Nacional de Fomento e Colaboração no âmbito federal, órgão de apoio para o tema; d) a previsão de possibilidade de atuação das organizações em rede na execução dos Termos; e) a possibilidade de remuneração, pela organização, da equipe de trabalho vinculada ao Termo; e f) a possibilidade de pagamento de despesas indiretas com o recurso do Termo, limitado a 15% do valor total da parceria.

Mais um capítulo da intrincada legislação do Terceiro Setor foi escrito. Passos adiante foram dados, outros muitos ainda carecem ser dados. Tratemos, agora, de tentar assimilar da melhor forma a inserção de mais uma lei nesta colcha de retalhos, de modo a fazer que as alterações por ela promovidas sirvam para efetivamente trazer a segurança jurídica almejada neste relacionamento entre a Administração Pública e o Terceiro Setor.

*Artigo escrito pelo advogado Leandro Marins de Souza, Doutor em Direito do Estado pela USP, Presidente da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/PR, sócio do escritório Marins de Souza Advogados (www.marinsdesouza.adv.br), parceiro e colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 25/08/14 2:35:51 PM
(Foto; Arquivo ISAE)

(Foto: Arquivo ISAE)

As 32 instituições acadêmicas mais atuantes nos Princípios para Educação Executiva Responsável (PRME), reunidas no Champions Group, estiveram em Nova York no início de julho para debater o futuro da educação executiva responsável e para encontro com a diretoria do Pacto Global e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon.

No encontro, o Brasil foi representado por Norman de Paula Arruda Filho, presidente do ISAE/FGV e do capítulo brasileiro do PRME e membro da diretoria do Pacto Global. O grupo discutiu os próximos passos do movimento educacional das Nações Unidas e o papel dos Champions Groups na transformação da educação executiva mundial.

Além do ISAE, Escolas de Negócios da Austrália, Suíça, Estados Unidos, Peru, Colômbia, Egito, Filipinas, Finlândia, França, além de universidades de outros países, reuniram seus reitores, professores e profissionais da área de sustentabilidade para discutir o novo papel que a educação executiva deve assumir frente aos desafios sustentáveis.

Durante o encontro também ocorreu um almoço com o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon – com a presença do embaixador brasileiro, Antonio Patriota e do diretor executivo da rede mundial do Pacto Global, George Kell – onde foi debatido o zero draft da agenda pós-2015 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS). O secretário-geral destacou a importância da parceria com empresários e investidores. “Os desafios mais difíceis do nosso mundo exigem soluções que envolvem o setor privado. Nenhum setor sozinho pode diminuir a mudança climática ou reverter a perda de biodiversidade. Nenhuma entidade sozinha pode acabar com a corrupção, a pobreza e a violência, ou promover a igualdade, especialmente para as mulheres”, comenta. “O sucesso depende de governos, empresas, investidores, educadores, ativistas e cidadãos. Juntos, podemos promover a paz e a segurança, proteger os direitos humanos e alcançar o desenvolvimento sustentável.”

Após o almoço, Norman Arruda Filho teve ainda a oportunidade de compartilhar com o secretário geral a evolução do PRME no Brasil e do processo de aproximação com o meio empresarial no qual o capítulo tem atuado, fortalecendo também o movimento do Pacto Global no Brasil.

Sobre o PRME- Princípios para Educação Executiva Responsável

O PRME tem como premissa mobilizar as escolas na adoção de princípios educacionais voltados à sustentabilidade, atuando na definição de propósitos, ênfase de novos valores, desenvolvimento de métodos inovadores, construção de parcerias e intensificação do diálogo com a sociedade. O ISAE foi uma das 60 instituições acadêmicas que, a convite da ONU em 2006, desenvolveram os seis princípios do PRME. Essa iniciativa em prol da educação executiva responsável já conta com mais de 500 signatários no mundo e tem o capítulo brasileiro como uma de suas principais redes, com 24 instituições de educação signatárias.

*Artigo escrito pela equipe do ISAE/FGV, publicado também na 29ª Edição da Revista Perspectiva. O ISAE/FGV é uma instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 20/08/14 4:00:30 PM
(Foto: Arquivo SESI-PR)

(Foto: Arquivo Prati-Donaduzzi)

Neste mês de agosto, as ações do Movimento Nós Podemos Paraná estão voltadas para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) 4 (Reduzir a Mortalidade Infantil), pois no dia 24 é comemorado o Dia da Infância. O Movimento, articulado pelo SESI com o apoio de diversas instituições paranaenses, incentiva a realização de ações e projetos que contribuam para o alcance dos ODM.

Um dos exemplos fomentados pelo Movimento Nós Podemos Paraná é o programa Gestação Segura, realizado pela indústria Prati-Donaduzzi, de Toledo, para incentivar o pré-natal e os cuidados com o recém-nascido das suas colaboradoras e esposas de colaboradores. São realizados encontros semanais onde as gestantes recebem informações, orientações e oportunizam a troca de experiências sobre a gestação.

O programa é composto por 12 módulos, totalizando 24 horas, divididos em diversos temas, como maternidade, paternidade, direitos e deveres da gestante no trabalho, plano de saúde, aspectos psicossociais, parto, pós-parto, cuidados com o recém-nascido, entre outros. Além das palestras é realizado o acompanhamento domiciliar no período do pós-parto.

O Gestação Segura conta ainda com um grupo de voluntários do Corpo de Bombeiros, Banco de Leite e odontólogos. Desde a criação, em 2005, o programa já atendeu cerca de 2.100 gestantes.

*Artigo escrito pela equipe do Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo SESI-PR, parceiro voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 18/08/14 4:11:24 PM
(Foto: Getty Images)

(Foto: Getty Images)

Claro que esse é um resultado esperado, e certo, da Copa do Mundo que aconteceu em nosso país. Talvez devêssemos refletir com profundidade, por que perdemos para a Alemanha? Como perdemos e o que poderíamos usar desta derrota para evoluir enquanto país?

Em 2013, passei 60 dias na Alemanha, como moradora de lá. Aluguei uma casa e um carro, e fiquei numa pequena cidade da Bavária chamada Ansbach. Desde então, a probabilidade da Alemanha vencer a Copa já existia, pois víamos a organização deles enquanto país e com o time já escalado.

Quando nos lembramos do placar 7×1, certamente temos que verificar onde estão estes golaços.

1º – A educação pública – apenas pública – dada para as crianças desde tenra idade tem como objetivo a disciplina de estudar muito, pesquisar muito, ficando na escola das 8 às 16:h30, todos os dias. Pensemos então, como é nossa educação e os princípios básicos que a norteiam?

2º – A educação no trânsito. Na Alemanha não existe guarda de trânsito. Há placas que são seguidas com extremo rigor. Nas estradas interestaduais você anda sempre no mínimo 80 km por hora, e a velocidade máxima é o que seu carro tem. Em cada pista existe uma sincronia entre os carros, delimitando quem anda na direita ou na esquerda. Quando encontramos uma placa sinalizando algo na estrada, é impecável a diminuição imediata da velocidade. Isso, sem nenhuma supervisão. Se você ligar o pisca-pisca, o cidadão vai ceder o lugar ou diminuir a velocidade para você entrar tranquilamente na rua que deseja. E nosso trânsito? Como é? Basta pensar na faixa de pedestre e na soberba de quem está dentro do carro.

3º – Sobre a educação social e organização, basta observar uma construção de uma residência desde o plainar da terra, até o final da obra. Tudo está em seu devido lugar impecavelmente organizado. O asfalto em frente à obra é lavado todos os dias, antes dos trabalhadores irem embora, em respeito aos vizinhos. Basta pensar como são as construções em nosso país e como ficam os arredores dos espaços em construção.

4º – Comunidade organizada. Na Alemanha, você vê flores e jardins em áreas públicas, muito bem cuidadas. Fomos averiguar quem cuidava, se era a prefeitura do lugar, ou se existia algum outro processo. Descobrimos que na cidade, existem equipes voluntárias que zelam pelos espaços e que, na frente das casas, quem cuida é o proprietário. Se fizermos um paralelo com nosso país, diagnosticamos que aqui tudo é obrigação do poder público, até os capins que nascem do lado de fora do muro da nossa casa.

5º – Responsabilidade social. Descobrimos também que nas cidades menores, com cerca de 30 mil moradores, não existe pessoas empregadas como bombeiros. Existe um grupo de voluntários que se organiza e fica pronto para qualquer atendimento. O caminhão e tudo que é necessário ficam num espaço aberto, sem trancas, e todos sabem o que fazer em caso de alerta (com o som específico). Em nosso país, as cidades menores ficam sem nenhum atendimento, pois esperam que o poder público o faça.

6º – Em todas as ruas que você anda, grandes, pequenas, próxima de sítios ou cidades, existe sistema de escoamento de água. No bueiro é colocada uma tela que separa todas as folhas, para que não suje o rio onde a água vai desembocar. Aqui, além das folhas, o lixo é lançado às águas sem respeito algum pela natureza.

7º – A sustentabilidade em pequenas atitudes é o que gera um país sem problemas com resíduos sólidos e lixo orgânico. Em várias residências observamos a reciclagem dos orgânicos sendo feita com pequenas estruturas de plástico e o resto – adubo, chorume, as sobras – é tudo usado nas plantas das próprias residências.Em vários lugares, vimos galões enormes para depositar papel, latas, isopor e roupas velhas, inclusive. Há lugares específicos para vidros, que são separados por cor. Os materiais recolhidos pelas famílias são destinados para a reutilização, já as roupas velhas são doadas aos países mais pobres. As garrafas de cerveja e as garrafas de água são devolvidas nos supermercados, pois ao comprá-las você paga um valor que é ressarcido somente na devolução. Aqui em nosso país, o que reciclamos e como reciclamos?

O nosso gol, quem sabe poderia ser agraciado pelos nossos políticos, com sua maneira obscura de governar, com seu ímpeto pelo poder e pela falha com relação à ética e a coletividade.

*Artigo escrito por Esther Cristina Pereira, diretora da Escola Atuação e diretora de ensino fundamental do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.  

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 14/08/14 4:47:08 PM
(Foto: Arquivo SPVS)

(Foto: Arquivo SPVS)

A partir deste mês, o mel da abelha nativa sem ferrão Jataí, natural da Mata Atlântica, começa a ser vendido para todo o Paraná. A novidade promete agradar os apreciadores da opção e representa uma grande conquista aos produtores da Acriapa (Associação de Criadores de Abelhas Nativas da APA de Guaraqueçaba), criada em 2007 com o apoio técnico da SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental), para promover alternativas que aliem geração de renda aos moradores locais à conservação da biodiversidade. Por ano são produzidos, no máximo, 60 quilos de mel (máximo de um quilo por comunidade de abelhas), fato que diferencia o produto e o faz ser altamente valorizado pela gastronomia.

O mel da Jataí é o único oriundo de abelha nativa do Estado que pode ser comercializado legalmente por contar com o reconhecimento do Serviço de Inspeção do Paraná/ Produtos de Origem Animal (SIP/POA).

Com a venda, os produtores – que moram em Áreas de Proteção Ambiental (APA), nas reservas Morro da Mina, Rio Cachoeira (em Antonina) e Serra do Itaqui (em Guaraqueçaba) – serão beneficiados pelo trabalho que realizam e incentivados a melhorar a produtividade e o envolvimento com o projeto. Atualmente, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e a PADF (Pan American Development Foundation), financiam a iniciativa. 

Trajetória Ascendente

Em 2013, o mel da Acriapa entrou no circuito da alta gastronomia, ao ser utilizado na elaboração de pratos da chefe de cozinha, Manu Buffara. Em maio, ela reuniu convidados, jornalistas, membros da SPVS, do governo do Estado, empresários e associados da Acriapa em seu restaurante, em Curitiba (PR), para um jantar. Na elaboração dos pratos, utilizou os variados tipos de mel produzidos pelas abelhas nativas Jataí, Uruçu-amarela, Tubuna e Mandaçaia – todas cultivadas pela associação.

Na época, comercializar a produção da Jataí ainda era um sonho da Acriapa. Em novembro do mesmo ano, a expectativa virou realidade graças à criação da Coopercriapa, responsável pelo envasamento, processamento e venda. A prefeitura de Antonina forneceu o alvará de funcionamento para comercializar a produção, e a unidade de beneficiamento tornou-se a única do Paraná a receber a chancela.

Para o futuro, a Coopercriapa espera mobilizar mais produtores e aumentar a produção do mel da Jataí, sempre priorizando a qualidade dos produtos, a conservação da região e o cuidado com as abelhas. A cooperativa também trabalha atualmente para conquistar a licença de venda dos méis das outras abelhas. 

Meliponicultura 

Apesar de já praticada por povos indígenas, a produção de mel e extrato de própolis de abelhas nativas era uma atividade pouco explorada em Antonina e Guaraqueçaba até a organização da Acriapa.

Por serem menores, as abelhas nativas polinizam flores que as africanizadas, que são espécies exóticas, não conseguem. Os enxames se organizam em garrafas do tipo pet e posteriormente são transferidos para caixas racionais produzidas por marceneiros da região, com madeira legalizada. Como as abelhas costumam viver em colônias, em espaços ocos de diversas espécies de árvores, o método evita que elas sejam derrubadas para a retirada dos enxames. 

Você Sabia?

Em todo o mundo são conhecidas aproximadamente 400 espécies de meliponíneas. No Brasil, existem cerca de 250, e 35 destas são encontradas apenas no Paraná.

Abelhas são insetos de importância vital para a manutenção das áreas naturais. Estudos revelam que elas são responsáveis pela polinização de até 80% das espécies florestais. No entanto, muitas estão ameaçadas de extinção e a meliponicultura também trabalha como facilitadora para a conservação da espécie.

*Artigo escrito pela equipe da ONG Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVS, parceira do Instituto GRPCOM no Blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 06/08/14 3:57:47 PM
(Imagem: pixabay.com)

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É constatado, com preocupação, que as Universidades, de forma geral, pouco utilizam os benefícios fiscais existentes para financiar a geração de produtos, processos ou serviços para um novo modelo de produção e consumo sustentáveis que objetivem o progresso de nossa Nação e a melhoria de vida da população Brasileira.

De acordo com recentes Relatórios do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) verificam-se contradições diversas quanto à aplicação da Lei do Bem para a concessão de Benefícios Fiscais visando investimentos em pesquisa e desenvolvimento em nosso país. Tal situação é mais grave nas Universidades, pois, atualmente, o Brasil tem cerca de 80% de seus pesquisadores lotados ou nas universidades ou em setores públicos (Institutos de Pesquisa) que geram, por sua vez, perto de 3% da produção mundial de artigos científicos publicados; possui um elevado índice de investimento em pesquisa (um pouco mais de um por cento do PIB). Além disso, a inovação está em fase embrionária e tem uma pequena (mínima) produção de patentes, propriedades industriais e propriedades intelectuais tanto no campo da sustentabilidade quanto em outras distintas áreas.

Diante do quadro evidenciado são solicitadas mudanças na academia para uma maior apropriação dos Benefícios Fiscais existentes atualmente. Soluções, então, passam a ser estudadas; porém, muitas são as condições que justificam a razão dos desperdícios em referência. Todavia, a necessidade instituída nas universidades brasileiras de se produzir incessantemente artigos científicos sem a correspondente obrigatoriedade com a geração de produtos, processos ou serviços possa ser, invariavelmente, o motivo mais determinante.

Deve-se chamar a atenção para o fato que o atual processo de PDI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) no Brasil se apresenta dissociado da função principal que exige pesquisa associada, necessariamente, ao desenvolvimento de produtos, processos ou serviços (condicionados, também, pela inovação e sustentabilidade) para a geração dos exigidos registros de patentes, propriedades intelectuais e propriedades industriais.

Tanto a inovação quanto a sustentabilidade geram valor agregado. As patentes, propriedades intelectuais e propriedades industriais geradas com base na sustentabilidade e na inovação saltam do intangível, transformando-se em valor econômico e financeiro que passa a ser incorporado pelos meios de produção. Surge nesse processo uma nova ordem mundial da qual o Brasil, por meio de suas Universidades, não pode ficar de fora sob pena de manter vinculações estritas com o subdesenvolvimento.

A não geração dos correspondentes bens que obriguem os necessários registros por parte das Universidades tem contribuído, em dada medida, para a estagnação do país em vários campos e vem determinando, também, o retrocesso em inúmeras áreas que progridem constante e continuamente em função da inovação e da sustentabilidade.

Mas, as Políticas Governamentais continuam a incentivar a inovação e a sustentabilidade em diversos campos pela oferta de linhas de empréstimos subsidiadas, pelo repasse de recursos a Fundo Perdido (promovidos pelas Leis de Inovação, por exemplo) ou pela concessão de específicos Incentivos Fiscais.

Dada a autonomia das Universidades estas poderiam, então, reverter o quadro em consideração acessando mais intensamente os correspondentes benefícios disponibilizados desde que tenham como contrapartida o compromisso de gerar produtos, processos ou serviços registráveis para a melhoria de vida da população e para o desenvolvimento sustentável.

Os caminhos estão sinalizados e as Universidades são solicitadas a seguirem os passos da inovação e da sustentabilidade no sentido referenciado.

*Artigo escrito por Carlos Magno Corrêa Dias, professor na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e conselheiro do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) no Núcleo de Instituições de Ensino Superior (NIES). O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial – CPCE é colaborador voluntário do blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 04/08/14 5:11:08 PM
(Foto: Marcelo Andrade/ Gazeta do Povo)

(Foto: Marcelo Andrade/ Gazeta do Povo)

Comemorado em 28 de agosto, o Dia Nacional do Voluntariado é uma oportunidade para agradecer, valorizar e estimular aqueles que cumprem um papel importante na entidade: os voluntários e voluntárias que doam tempo e talento sem olhar a quem.

Os voluntários que estão perto, longe, aqueles que fazem trabalho presencial ou os que se dedicam de forma online, todos merecem ser lembrados, principalmente em datas comemorativas como a do dia 28. Por isso, o Centro de Ação Voluntária de Curitiba (CAV), dá algumas dicas de iniciativas que as instituições sociais podem promover para homenagear seus voluntários. Afinal, ainda estamos no começo de agosto, então dá tempo de se preparar!

Se as pequenas ações são as que marcam na memória, que tal um encontro com os voluntários de sua instituição? Concilie a agenda para que todos estejam presentes, acompanhado de uma palestra, uma conversa, que transmita toda a gratidão da entidade pelo trabalho doado por eles.

Outra ideia é enviar mensagens para os voluntários, homenageando-os pela data. Se forem personalizadas melhor: o coordenador de voluntários pode relembrar as incríveis histórias e desafios de cada voluntário. Outra sugestão é espalhar recados e frases pela entidade, a fim de informar ao público beneficiado que naquela ONG os voluntários são essenciais e grandes apoiadores da causa.

Sugestões de frases para os cartazes:

- “Aqui tem voluntários transformadores! Obrigado por doar tempo e talento para nossa instituição!”

- “Voluntário! A cereja do bolo!”

- “Nossa entidade conta com voluntários que transformam o mundo!”

- Voluntário! O que você FAZ transforma o mundo!

- Voluntário: o fermento do nosso pão!

Agradecendo e valorizando é que se estimula para um voluntariado duradouro! 

*Aline Vonsovicz é jornalista voluntária do CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 01/08/14 2:37:29 PM
(Foto: Henry Milleo/ Gazeta do Povo)

(Foto: Henry Milleo/ Gazeta do Povo)

Publicada recentemente no Diário Oficial da União, em 25 de julho deste ano, a Resolução de n. 462/2014 do CONAMA estabelece os procedimentos relativos ao licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica a partir de fonte eólica em superfície terrestre. Alterando o artigo 1º da Resolução n. 279/2001, elaborada pelo mesmo órgão, a nova norma retirou a regulamentação das usinas eólicas do alcance da antiga norma genérica, especificando, no decorrer do seu texto, os procedimentos gerais para o licenciamento ambiental desta específica classe de empreendimentos de geração de energia.

O destaque da norma se deve, em grande parte, à possibilidade de aplicação de um procedimento de licenciamento ambiental simplificado, do qual poderão se beneficiar os empreendimentos eólicos considerados de baixo impacto ambiental, dispensando, desta forma, as tradicionais exigências do EIA/RIMA (art. 3º, § 2º). A caracterização do grau do impacto ambiental, que ficará a cargo do próprio órgão licenciador, deverá levar em conta aspectos como o porte, a localização e o baixo potencial poluidor da atividade em vista (art. 3º, caput).

Desta forma, os empreendimentos que se encontrarem suscetíveis ao procedimento simplificado deverão ser objeto, somente, de relatórios descomplicados, podendo o órgão licenciador, inclusive, atestar a viabilidade ambiental, aprovar e autorizar a localização e a implantação do empreendimento em uma única etapa, emitindo diretamente a licença de instalação, resguardando, porém, a necessária apresentação de medidas de controle, amenização e compensação de possíveis impactos ambientais (art. 5º, Parágrafo único). A participação pública não será, contudo, descartada, pois sempre que o órgão licenciador entender necessário, Reuniões Técnicas Informativas deverão ser realizadas, à custa dos empreendedores, para a apresentação e discussão dos estudos ambientais e das demais informações que se mostrem pertinentes, garantindo, assim, a consulta e a colaboração pública (art. 6º).

Merece destaque também, mesmo sendo incompatível com a natureza célere que busca a norma, a exigência de apresentação de Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), além da realização de audiências públicas, por parte dos empreendimentos que não sejam categorizados como empreendimentos de baixo impacto ambiental. Podemos citar, por exemplo, a necessidade de apresentação de EIA/RIMA por parte daqueles que pretendam realizar intervenção em dunas ou mangues (art. 3º, § 3º, I), no bioma Mata Atlântica (art. 3º, § 3º, II) ou em Zona Costeira (art. 3º, § 3º, III). Portanto, se enquadrados nas situações previstas no parágrafo 3º, do artigo de mesmo número, os empreendimentos, de pronto, serão descartados da caracterização de intervenção de baixo impacto ambiental. Ponto negativo, portanto, pois o grau de impacto ambiental não está, necessariamente, atrelado à intervenção em área de preservação permanente, que ainda pode ser mínima, se realizada em consonância com o princípio da prevenção.

De modo geral, a simplificação dos processos de licenciamento destas atividades de baixo potencial poluidor deve agradar, pois, como bem coloca a própria norma, esses empreendimentos podem desempenhar um importante papel na contribuição para uma matriz energética nacional mais limpa, contribuindo, inclusive, ao cumprimento do compromisso – embora voluntário – de redução das emissões de carbono assumido pelo Brasil na Política Nacional sobre Mudança do Clima – PNMC.

Artigo escrito por Guilherme Berger Schmitt, mestre em Ciências Jurídico-Políticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e advogado associado à Buzaglo Dantas Advogados, parceiro voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

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Enviado por InstitutoGRPCOM, 28/07/14 2:33:32 PM
(Imagem: pixabay.com)

(Imagem: pixabay.com)

É bem comum ouvirmos aquela expressão: “passamos mais tempo na empresa do que com os nossos familiares”. Como esta frase é verdadeira – já que passamos, diariamente, cerca de oito a 10 dez horas no ambiente de trabalho –, é evidente que acabamos cultivando grandes relações de amizade, bem como nos deparamos com muitos casos de casamentos entre os colegas de trabalho. O mundo corporativo faz parte das nossas relações sociais. Apesar de a etiqueta empresarial orientar para que não haja envolvimento familiar no ambiente de trabalho, em alguns aspectos, eu discordo.

Os seres humanos são diferentes uns dos outros, felizmente, pois eu diria que aí é que reside a criatividade e a possibilidade de vermos diferentes situações em diversos ângulos. O profissional de sucesso saberá conduzir as suas relações afetivas sem que estas interfiram nas relações de trabalho. Uma vez que somos bastante emotivos e sensíveis, o melhor é que o familiar fique em outro departamento, e sem vínculo de subordinações ou relações hierárquicas.

Também são comuns as relações de amizade que, muitas vezes, interferem nas atividades diárias, principalmente quando estes amigos acabam por alguma situação entrando em relação conflituosa. No mundo empresarial, enfrentamos diariamente problemas entre as pessoas e o trabalho. As tarefas em si normalmente são simples e de fácil entendimento. Quando a empresa tem claro o seu planejamento estratégico e a liderança transmite com clareza para as suas equipes de trabalho os objetivos a serem perseguidos e atendidos, teoricamente estaria resolvido.

Porém, sabemos que não é bem assim. Por algum motivo as pessoas tendem a complicar. Principalmente quando as equipes de trabalho não se entendem, ou somente uma única pessoa não acredita no que foi planejado e começa a discordar. Os que gostam desta pessoa tomarão o seu partido, e os que não gostam, por vezes vão excluí-la, e se este profissional for de suma importância na execução da atividade, já está sendo desenhado o fracasso do projeto.

Podemos discorrer várias situações, porém, quando as pessoas cultivam a fofoca, e passam a falar mal de um setor e de outro, será difícil a missão do gestor de conseguir concretizar as necessidades da organização. Por isto, a importância do líder, não pela voz de comando “eu mando e você obedece”, mas para entender as necessidades do time de trabalho e buscar a harmonia entre as pessoas, bem como entre os setores. O gestor tem que ser o facilitador.

Por isso, é bem importante que haja consciência de que a cultura organizacional está mudando, buscando no mercado profissionais que tenham facilidade em se relacionar com pessoas, além da capacidade técnica. Se ele tem um bom currículo, quando se fala em desenvolvimento educacional formal, e excelente comportamento humano e relacional, mas pouca habilidade técnica, este é o talento perseguido pelos profissionais de recrutamento. Este profissional, com certeza, tem um perfil flexível, o que nos remete a inferir que também terá facilidade no aprendizado, porque está aberto para os novos desafios e aprendizados, o que leva a ter uma postura de fácil relacionamento com as demais pessoas.

Não parece tão complicado as pessoas mudarem suas posturas dentro das organizações. Se lutarem para que estas mudanças aconteçam, com certeza as relações no ambiente de trabalho serão afetivas emocionalmente ou profissionais, dependendo da exigência da situação. Estaremos, assim, construindo um ambiente sustentável, prazeroso e harmônico.

*Artigo escrito por Maria Tereza F. Ribeiro, diretora de Recursos Humanos do Grupo UNINTER, que é uma instituição associada ao Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.  

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