Assinaturas Classificados
Seções
Anteriores
Publicidade

Giro Sustentável

Quem faz o blog
Seções
Posts
Enviado por InstitutoGRPCOM, 31/10/14 3:06:00 PM
(Foto: Arquivo Abeaço)

(Foto: Arquivo Abeaço)

A Associação Prolata Reciclagem, instituição sem fins lucrativos, visa reciclar embalagens de aço pós-consumo e conscientizar a população sobre a importância da reciclagem. Os centros de reciclagem são autossuficientes, ou seja, as fontes de recursos para a manutenção serão obtidas com a venda dos materiais reciclados e atividades desenvolvidas junto à população. Todos os centros se comprometerão a comprar, pelo melhor preço praticado no mercado, as embalagens de aço pós-consumo e a garantir a reciclagem do material coletado por meio de usinas siderúrgicas. O primeiro centro foi inaugurado na capital paulista, em 2013. Mais cinco serão inaugurados nas cidades que foram sedes da Copa do Mundo.

O centro Prolata de São Paulo foi o primeiro do Brasil a trabalhar formalmente dentro das normas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A ideia da Prolata Reciclagem é conscientizar a população sobre reciclagem de embalagens de aço pós-consumo, estimular a coleta e descarte seletivo.

As unidades serão equipadas com balanças eletrônicas e prensas hidráulicas de alta capacidade. Os consumidores ou cooperativas de catadores, hotéis, restaurantes, lojas, condomínios e clubes, ou qualquer outro interessado em levar latas de aço pós-consumo até o Prolata serão remunerados pelo material vendido. O Prolata funciona como facilitador ao sistema de logística reversa convencional. Os consumidores podem levar as embalagens de aço pós-consumo direto para os centros ou para cooperativas e sucateiros parceiros do programa. Já o lojista precisa aderir ao programa, via Associação, para participar.

Remuneração da sucata 

Toda a sucata entregue na Prolata Reciclagem será remunerada. As pessoas físicas que levarem latas de aço pós-consumo ao centro serão cadastradas com o número do CPF e, por meio de software específico, irão acumulando pontos de acordo com a quantidade (Kg) descartada.  Os pontos somados poderão ser trocados por quantia em dinheiro, que poderá ser utilizada para uso próprio ou doada. A pessoa física pode ainda trocar os pontos somados por cursos profissionalizantes que serão ministrados nos centros modelo da Prolata. Por meio do sistema de cadastro será possível consultar a quantidade de pontos e o valor acumulado. Já as cooperativas e catadores deverão se credenciar na Prolata para receber o pagamento de acordo com período estabelecido. O Ministério do Meio Ambiente poderá acompanhar todo o processo via plataforma online.

Apoio às cooperativas

As cooperativas credenciadas ao Prolata em todo o território nacional receberão treinamento sobre todas as etapas da reciclagem das latas de aço, dicas de como manejar e processar o material e oportunidade de destinação direta para as siderúrgicas. O Prolata vai prestar todo o apoio necessário para que as exigências da Política Nacional dos Resíduos Sólido (PNRS) em relação às latas de aço sejam atendidas. 

Para mais informações acesse: www.prolata.com.br 

Sobre a ABEAÇO 

A Associação Brasileira de Embalagem de Aço foi criada, em maio de 2003, com o objetivo de fortalecer a imagem da embalagem de aço, além de dar suporte técnico e mercadológico aos seus fabricantes. A entidade, sem fins lucrativos, investe e apoia iniciativas de gestão ambiental, sobretudo quando associadas à finalidade social e  aproxima os interesses de toda a cadeia produtiva. A instituição soma esforços para fomentar pesquisas, desenvolver campanhas de esclarecimento, participar de eventos e divulgar as características das latas de aço.

Hoje, a Associação reúne empresas do setor interagindo intensamente com entidades empresariais, fabricantes de embalagens, organizações ambientalistas e o governo.

Saiba mais sobre a ABEAÇO acessando o site www.abeaco.org.br

*Artigo escrito pela equipe da Abeaço. A Abeaço é uma instituição parceira do Instituto GRPCOM no Blog Giro Sustentável.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

Enviado por InstitutoGRPCOM, 27/10/14 4:33:56 PM
(Foto: Escola Ayrton Senna/ Arquivo  NPP - Sesi)

(Foto: Escola Ayrton Senna/ Arquivo NPP – Sesi)

O Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo Sesi no Paraná e diversas instituições paranaenses, mobiliza ações para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) em todo o estado. No dia 14 de novembro é comemorado o Dia Nacional da Alfabetização e ações em prol do ODM 2 (Educação Básica de Qualidade para Todos) estão sendo incentivadas em vários municípios.

Uma das iniciativas que contribuem para o alcance do ODM 2 é o projeto Cooperando com a Educação, da Unimed Curitiba. O projeto, realizado desde 2009, prevê a doação de 200 novos livros e um computador para cada escola municipal participante. Realizado nos núcleos regionais do Bairro Novo e do Cajuru, a iniciativa já atendeu 28 escolas, beneficiando mais de 23 mil alunos e professores com a doação de quase 6 mil livros e 27 computadores.

“O foco do projeto é estimular a leitura, uma das habilidades mais importantes, pois é nela que se fundamenta a aprendizagem”, destacou a analista do núcleo de responsabilidade social, Katia Cristina Costa Lessa.

Além da doação dos livros e do computador, é organizado em cada escola um ranking para a premiação dos alunos e professores que mais leram livros durante o ano e vale livros são entregues aos melhores colocados.

ODM

Os ODM foram definidos em 2000, durante a Reunião de Cúpula da ONU, onde líderes de 189 países assinaram um pacto para eliminar a fome e extrema miséria até 2015. São 8 objetivos que abrangem as áreas de geração de renda, educação, gênero, saúde e meio ambiente.

*Artigo escrito pela equipe do Movimento Nós Podemos Paraná, articulado pelo SESI-PR, parceiro voluntário do blog Giro Sustentável.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

Enviado por InstitutoGRPCOM, 24/10/14 4:29:30 PM
(Imagem: Reprodução/ Gazeta do Povo)

(Imagem: Reprodução/ Gazeta do Povo)

Sustentabilidade é, essencialmente, uma forma de pensar o mundo, seus recursos, e o tipo de convivência que temos uns com os outros e com o planeta. Sabemos que o viver sustentável implicará numa mudança de postura não apenas em relação ao consumo, mas também na ampliação do conceito de ética, cidadania e solidariedade.

Acreditamos sempre estar prestes a atingir este objetivo, mas basta olhar em torno para averiguarmos que não é bem assim. A recente campanha eleitoral, por exemplo, nos brindou com uma coleção de acusações de parte a parte, em sua maioria estapafúrdias e infundadas, que merecem profunda reflexão sobre os limites éticos do marketing eleitoral.

Os principais candidatos são assessorados por um ou vários profissionais desta área, que teriam como meta adequá-los ao melhor meio de transmitir suas ideias, supostamente bem intencionadas, visando atingir o maior número possível de pessoas que com elas comungariam, no menor espaço de tempo possível, da forma menos ambígua, o que propiciaria sua eleição, ou seja, a possibilidade de execução das suas propostas.

O que se vê, no entanto, é o estabelecimento de uma competição acirrada pelo poder a qualquer preço, um festival de calúnias e meias verdades, batalha em que a vítima é, certamente, a população, cada vez mais confusa.

Segundo os pensadores da área, “o marketing eleitoral consiste em implantar técnicas de marketing político e comunicação social integrados, de forma a conquistar a aprovação e simpatia da sociedade, construindo uma imagem do candidato que seja sólida e consiga transmitir confiabilidade e segurança à população, elevando o seu conceito em nível de opinião pública.”

Mas até que ponto um marqueteiro pode dispensar a verdade neste fazer? Imperfeições podem se reveladas? A pílula precisa ser dourada? A velha questão dos fins que justificam os meios retorna.

Esta é ocasião propícia para aprofundar reflexão em torno da ética do marketing eleitoral e do impacto destas práticas naquilo que podemos considerar o fundamento da sustentabilidade socioambiental, já que a perspectiva de uma campanha “sangrenta”, como definida pelos próprios candidatos, conduz a uma postura egoística (baseada em interesses próprios e de pequenos grupos de interesse – coligações) e de não responsabilização dos candidatos com seus eleitores.

Acrescidas à falta de consciência ambiental e ao déficit de ações para o bem comum, vemos o exercício da omissão da verdade e do excesso de agressão, que impedem a adoção de uma nova cultura de direitos, e não permitem a participação do cidadão em um processo solidário na construção dos programas de governo.

O acesso à informação vem assumindo papel cada vez mais relevante: redes sociais, imprensa, escolas e outras entidades, aos poucos, estão permitindo espaço de debate sobre alternativas que possam garantir uma construção mais democrática, que consolide uma participação plural e cidadã.

As inter-relações entre tecnologia, modos de comportamento, ações sociais, economia e política, chamam a atenção para a necessidade da adoção de uma nova postura ética, em relação à preservação não apenas do meio ambiente, mas também de posturas públicas que garantam: educação, saúde, segurança e tantas outras demandas que sirvam de exemplo para as gerações atuais e futuras, e pautem de forma mais digna os políticos, que estão cada vez mais perdendo o  respeito e a credibilidade da população, e que deveriam por princípio serem “servidores públicos”, ou seja, servir ao público.

Assim, de forma holística, os desafios da sustentabilidade confrontam o paradigma da “sociedade de risco”, pois implicam em reorganização do poder e da autoridade, e do papel indutivo de dirigentes públicos na forma como concebemos atitudes e discernimos procedimentos adequados para alterar o quadro vigente de degradação socioambiental.

O crescimento da consciência cidadã, ampliando a participação popular nos processos decisórios, é demanda social. O marketing selvagem, prezando a versão dos fatos mais convenientes para seus fins, sem o menor compromisso com a realidade – e não apenas em questões eleitorais -, tem mediado a vida em sociedade, embora pessoas mais motivadas e mobilizadas devam ser também propositivas e capazes de questionar, de forma concreta, a falta de ética e o compromisso com o desenvolvimento sustentável.

*Artigo escrito por Wanda Camargo, professora e representante das Faculdades Integradas do Brasil (UniBrasil) no Núcleo de Instituições de Ensino Superior (NIES) do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), e pela coordenadora executiva do CPCE, Rosane Fontoura.O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial – CPCE é colaborador voluntário do blog Giro Sustentável.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

Enviado por InstitutoGRPCOM, 22/10/14 4:06:48 PM
(Imagem: revistapegn.globo.com)

(Imagem: revistapegn.globo.com)

Empreender ou gerar impacto social? Em uma visão simplista, os conceitos seriam divergentes. O primeiro, por visar o lucro e ter como objetivo se tornar uma grande companhia, seria incompatível com a atuação social, em tese de responsabilidade do Estado e do Terceiro Setor.

Mas existe alguma forma de aliar esses dois objetivos, ou seja, empreender e gerar impacto social? Sim! Estamos falando dos Negócios Sociais!

Idealizador do conceito, Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2006, ao se sensibilizar com a pobreza e grandes dificuldades que passavam as mulheres da aldeia de Jobra, em Bangladesh, resolveu tirá-las da dependência dos agiotas e das altas taxas de juros emprestando pequenas quantias com juros extremamente baixos para que pudessem comprar materiais para produzir artesanato e revender. Com essa prática, criou o primeiro Banco de Microcrédito do mundo, o Grameen Bank.

A receita consiste, basicamente, em um negócio privado, o qual deve gerar lucro, mas o seu core business (núcleo do negócio) deve atacar uma questão social relevante e desarmá-la, gerando valor social e impacto direto.

Na concepção de Muhammad Yunus, o lucro, ou resultado positivo, deve ser reinvestido no próprio negócio. Todavia, atualmente, diversos doutrinadores e o próprio mercado evoluíram o conceito para a possibilidade e viabilidade de distribuição de lucros entre acionistas e investidores.

A formatação jurídica do Negócio Social também não é pacífica, embora entendamos mais apropriado separar o Terceiro Setor (sem fins lucrativos) do Setor Dois e Meio (Negócios Sociais). Ou seja, a natureza jurídica do Negócio Social deve ser de empresa privada, com fins lucrativos, sob as formas previstas no Código Civil (por exemplo: Ltda., S/A, Empresário Individual, etc.). Assim, deverá cumprir com todas as exigências da legislação relacionadas às suas atividades, inclusive o pagamento de todos os tributos necessários.

Seja qual for a formatação jurídica, o que não se pode perder de foco é o impacto social gerado pelo negócio, que o legitimará a ser chamado de Negócio Social. Outra questão relevante é a mensuração do impacto social. Como esse é o objetivo do Negócio Social, deve-se criar indicadores para medir os impactos gerados.

Atualmente, diversos fundos de investimento possuem uma atuação direta com esses negócios, como por exemplo a Vox Capital e Sitawi. Nesses casos, o investidor não se importa apenas com o retorno financeiro, que inclusive pode ser mais baixo ou mais demorado do que o empreendimento tradicional, mas também com o impacto social gerado pelo negócio investido.

Instituições nacionais e internacionais, como por exemplo a Aliança Empreendedora, a Artemisia e a Fundação Rockfeller; negócios sociais como Yunus Negócios Sociais e projetos específicos como o “Empreendedorismo com foco em Negócios Sociais”, executado por meio da parceria entre a Universidade Federal do Paraná – UFPR e o SEBRAE, trabalham o tema em detalhes, fazendo suas diferenciações e classificações, bem como disponibilizando capacitação, fomento e aceleração dos Negócios Sociais ou Negócios de Impacto Social.

Por fim, os Negócios Sociais se apresentam como uma alternativa real e eficiente de transformação social por meio do empreendedorismo, se apoderando do que há de melhor no setor privado puro (segundo setor) e no setor privado/público de impacto social (terceiro setor), gerando assim impacto social direto por meio do empreendedorismo.

*Artigo escrito pelo advogado Felipe Olivari do Carmo, sócio do escritório Marins de Souza Advogados (www.marinsdesouza.adv.br), atuante na área de Direito Empresarial, Negócios Sociais e Terceiro Setor, parceiro e colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

 

Enviado por InstitutoGRPCOM, 20/10/14 2:30:36 PM
(Foto: Zig Koch)

(Foto: Zig Koch)

O Papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) é uma espécie quase exclusiva do Paraná. Ele só existe na Mata Atlântica e vive entre o litoral sul de São Paulo e o litoral norte de Santa Catarina. Ao todo, sua população é de mais de seis mil aves, das quais cinco mil vivem no litoral paranaense.

Sua existência, no entanto, está sob constante ameaça. Seu habitat natural, a rica e diversificada floresta, sofre com a destruição. Outro “predador” é o ser humano, que captura os filhotes para o tráfico de animais silvestres.

Para diminuir cada vez mais tais ameaças, o Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa – desenvolvido pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) – busca, desde 1998, promover a pesquisa biológica, o monitoramento populacional da espécie e a educação para conservação. Além disso, apoia iniciativas que criem alternativas de renda para a população que vive ao redor do habitat do animal, como meliponicultura e ecoturismo.

Todo o Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa executado pela SPVS é baseado no Plano de Ação Nacional para Conservação dos Papagaios da Mata Atlântica, documento que busca elaborar uma série de ações estratégicas para minimizar as ameaças às espécies de papagaio.

“O documento oferece informações sobre a biologia das espécies, identifica os principais fatores de ameaça e propõe uma série de medidas de conservação para implementação em diversas áreas temáticas, como ampliação do conhecimento científico e do envolvimento da sociedade”, esclarece a coordenadora do Projeto, Elenise Sipinski.

A SPVS participou desde o início da elaboração do documento, que reuniu pesquisadores, gestores de unidades de conservação e analistas ambientais, contribuindo com informações sobre a espécie e também executando ações relativas ao animal.

A fim de monitorar e avaliar as ações já realizadas pelo Plano de Ação, a coordenação técnica, realizada pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (CEMAVE/ICMBio), se reúne com representantes de organizações como a SPVS na próxima terça-feira, dia 21, em Florianópolis (SC).

Além do Papagaio-de-cara-roxa, o documento também abrange a proteção a outras quatro espécies: Papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea), Papagaio-charão (Amazona pretrei), Papagaio-chauá (Amazona rhodocorytha) e Papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva).

No local da reunião, que se estende até o dia 24, foi montada a Exposição do Papagaio, composta por 125 imagens registradas pelo fotógrafo Zig Koch, que há quase dez anos documenta de forma voluntária as ações do Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa.

Zig conta que sempre acreditou na força das imagens, por isso seu envolvimento com o projeto. A exposição utiliza fotos que impressionam pela beleza, cor e simplicidade como um instrumento de sensibilização quanto à fragilidade da espécie e a sua conservação.

*Artigo escrito pela equipe da ONG Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVS, parceira do Instituto GRPCOM no Blog Giro Sustentável.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

Enviado por InstitutoGRPCOM, 17/10/14 2:37:29 PM
(Foto: Transforme Sorrisos)

(Foto: Transforme Sorrisos)

“Cultura? Arte? Isso não tem importância! Tem que dar comida para as crianças, garantir saúde e educação de qualidade para se tornar alguém na vida, arrumar um trabalho. Cultura é balela, é papo de artista para encher linguiça!”.

Quem nunca ouviu comentários do gênero, críticas assim? Trabalhar com cultura nem sempre é fácil. Na verdade, quase nunca é fácil.

Estamos sempre em um processo contínuo de autoafirmação, tentativas de colocar em números e resultados palpáveis àquilo que fala à alma. Ainda bem que existe uma nova onda de pessoas pensando, falando, discutindo e comprovando a importância da arte e da cultura para a formação de crianças, adolescentes e até de adultos. A arte do brincar, a pintura como forma de expressão, o efeito da música para corpo e mente, o poder envolvente e formativo das histórias… a lista vai longe.

Mas, às vezes, até a nossa própria mente nos coloca em encruzilhadas e pede comprovações de que o caminho que estamos trilhando é realmente importante, que faz a diferença e que pode, sim, ser transformador.

Em 2013, criamos na nossa organização social o projeto Arte Transforma para levar aulas de desenho para a criançada. O projeto é semanal e específico para unidades de acolhimento da Prefeitura de Curitiba, com meninos afastados da família por motivos diversos, como vulnerabilidade, abandono, violência e maus tratos. As aulas têm trazido resultados muito bacanas com os meninos, mas recentemente tivemos uma comprovação e uma dimensão real desse poder transformador da arte.

Em abril deste ano, Gabriel*, um dos meninos de 14 anos que participam das aulas, nos contou (orgulhoso) que já tinha perdido o ano letivo, tinha desistido e que não iria mais para a escola. Falou também, entre uma reclamação e outra, que queria virar desenhista. “Pra isso não precisa de escola!”, disse ele. Mal sabia que estava frente a frente com uma artista plástica, formada em Gravura pela EMBAP – Escola de Música e Belas Artes do Paraná.

No decorrer das aulas, pincelamos como pano de fundo e nas conversas informais a importância dos estudos para quem quer virar um profissional das artes e o quanto a escola de hoje faz parte dos degraus dessa longa jornada para “chegar lá”. Um passo de cada vez, uma área servindo à outra.

Enquanto isso, nossa artista entrou em um desafio para tentar fazer com que essa conversa toda deixasse de ser “blábláblá” e se tornasse um pouco mais concreta para o Gabriel. Ela ligou e foi até a Belas Artes, conversou com os responsáveis, da secretaria à coordenação dos cursos, dos professores à diretoria da instituição. Já tínhamos um plano articulado!

No dia 13 de agosto apresentamos o universo da EMBAP para o Gabriel. Depois de um tour pela faculdade inteira, de conhecer o ateliê de gravura, de ouvir o som dos alunos da música e ver os trabalhos de xilogravura pelas paredes, ele entrou em sala, ocupou uma carteira e participou de uma aula de desenho com modelo, lado a lado com os alunos da turma de primeiro ano de Gravura.

O Gabriel já falou com a sua professora, já está fazendo trabalhos extras para recuperar o ano que, segundo ele estava perdido e já disse, com muita, mas muita determinação: “vou estudar, passar de ano, entrar na Belas Artes e virar desenhista!”.

Se a Arte Transforma? Para o Gabriel, transforma. Para as crianças que atendemos, também. E para você? 

*Gabriel é nome fictício, para preservar a identidade do menino.

*Artigo escrito por Vivian Escorsin, Empreendedora Social , Cofundadora e Diretora Executiva da organização social Transforme Sorrisos. O Transforme Sorrisos é uma instituição parceira do Instituto GRPCOM.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

Enviado por InstitutoGRPCOM, 15/10/14 3:36:37 PM
Professor Rodrigo Berté e as hortas orgânicas (Arquivo Pessoal)

Professor Rodrigo Berté e as hortas orgânicas (Arquivo Pessoal)

O conceito de sustentabilidade tem tomado proporções abrangentes, sendo discutido e planejado por diversos setores da sociedade. Mas, de maneira geral, o termo ‘sustentável’ significa muito mais quando pensado e planejado em conjunto com órgãos públicos e privados, de forma a se tornar muito mais eficiente para a sociedade como um todo.

Mas, nos casos em que nem o setor público e nem o setor privado sejam responsáveis por ações sustentáveis que gerem um retorno positivo para a comunidade, entram em ação as associações, Organizações Não Governamentais (ONGs) e fundações sem fins lucrativos, integrantes do terceiro setor, que têm como objetivo encorajar a prática de ações de responsabilidade socioambiental e de promoção do desenvolvimento sustentável.

São ações simples e de fácil aplicabilidade que podem gerar um impacto positivo para um determinado local, e que podem ser promovidas não apenas pelas organizações como, também, por um único indivíduo engajado na questão de sustentabilidade.

Um belo exemplo disso é uma ação desenvolvida por um estudante de design, que criou a “Bibliocicleta” que, como o próprio nome diz, é uma bicicleta que leva uma biblioteca comunitária para pessoas do município de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, na Bahia. A ideia surgiu a partir da demanda de uma instituição cultural sem fins lucrativos que precisava dar um destino para os livros arrecadados para a montagem de uma biblioteca comunitária. Sua invenção é um exemplo de preservação do meio ambiente e de inclusão econômica e social, especialmente porque 90% do material utilizado para sua construção veio de descartes deixados nas ruas e a mão de obra foi voluntária.

Um outro exemplo, bem próximo a nós, é a ONG AMAS, na cidade de Fazenda Rio Grande, no estado do Paraná, que possui vários projetos de sensibilização socioambiental, dos quais merece destaque o “Bonde da Alegria”, cujo lema é ‘um sorriso muda tudo’, o projeto “Artneu”, que faz arte com pneus usados, e o resgate de cães abandonados no projeto “Adote um Amigo”. Todos esses trabalhos são coordenados por uma educadora e neles participam alunos da rede pública e estudantes de graduação na área de ciências ambientais.

Já a ONG UNIBIO desenvolve um projeto de implantação de hortas orgânicas comunitárias, o qual eu pude acompanhar pessoalmente o trabalho, e tem o maior exemplo de práticas sustentáveis com associações comunitárias na cidade de São Francisco do Sul, em Santa Catarina. Não basta somente a mobilização social, mas a sensibilização dos atores sociais dentro de uma responsabilidade individual e posteriormente de coletividade.

São ações deste tipo que geram trabalho, renda, educação e equilíbrio ambiental. Não de forma independente mas, sim, de forma integrada. O que demonstra que as organizações sustentáveis precisam ser ambientalmente corretas e socialmente responsáveis.

Estas instituições têm desempenhado um papel importante de conscientizar os cidadãos da necessidade de participar do processo de transformação da sua realidade e do ambiente em que estão inseridos. Independentemente de ação em conjunto com as instituições, sejam elas públicas, privadas ou sem fins lucrativos, o importante é que essas ações transformem a realidade e o pensamento de forma coletiva, mesmo que agindo de forma individual.

Não basta apenas pensar e conhecer as práticas sustentáveis. Elas devem ser inseridas no cotidiano e disseminadas, tais como consumo consciente, descarte de materiais eletrônicos, separação de lixo orgânico e reciclável, por exemplo. Essa dinâmica social deve fluir para uma construção coletiva de uma sociedade saudável a partir da consciência individual.

Ter uma postura cidadã motiva as pessoas ao seu redor a adotar os mesmos hábitos e pode contribuir com o desenvolvimento sustentável. Ser um agente catalisador de mudanças promove o desenvolvimento social local para alcançar os objetivos comuns. É como diz aquela famosa frase: “a união faz a força”.

*Artigo escrito por Rodrigo Berté, PhD em Educação e Ciências Ambientais e professor do Centro Universitário internacional Uninter, instituição associada ao Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Giro Sustentável.  

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook  InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

Enviado por InstitutoGRPCOM, 13/10/14 4:17:26 PM
(Foto: Valterci Santos/ Gazeta do Povo)

(Foto: Valterci Santos/ Gazeta do Povo)

O discurso de que o idoso ao chegar na terceira idade busca apenas sombra e água fresca já é coisa do passado. O adulto mais experiente, muitas vezes já aposentado, está cada vez mais confirmando sua participação em diferentes atividades da sociedade. Prova disso são os altos índices de vagas de emprego preenchidas por idosos, participação em eventos públicos e o envolvimento com mutirões sociais e atividades do terceiro setor.

A vasta expertise de um idoso contribui para a visão ampliada de um projeto, seja ele qual for, dentro de uma instituição social. Muitas entidades sociais de Curitiba, cooperadas ao CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, já abriram e continuam a projetar vagas de trabalho voluntário sem restrições de idade, a fim de que ninguém seja discriminado e todos possam fazer a diferença em Curitiba ou na região metropolitana.

Os “vovoluntários” – termo simpático criado pelo CAV, são cada vez mais frequentes nas palestras informativas gratuitas, disponibilizadas semanalmente pelo Centro. Eles chegam na hora, não ousam em tirar dúvidas com os palestrantes e fazem sugestões pertinentes ao tema do voluntariado.

O próprio CAV conta com voluntários experientes, que já são avôs e avós. E quem ganha não é apenas a instituição, mas sim todos os atuantes da entidade. A troca de experiências entre os mais novos e os mais experientes resultam em novas ideias de projetos, contatos e oportunidades para ambos os lados.

No Dia Nacional do Idoso, comemorado em 1 de Outubro, o tema voluntariado na terceira idade vem à tona junto às questões pertinentes ao envelhecimento: felizmente a expectativa de vida do brasileiro só aumenta nos últimos anos – hoje está em 72 anos. O número de idosos, que em 2014 soma um pouco mais de 23 mil, deve dobrar até 2030 segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

É claro que ainda há muito o que fazer e oportunizar aos mais velhos, afinal, experiência se adquire com o tempo e os “vovoluntários” entendem do assunto.

*Aline Vonsovicz é jornalista voluntária do CAV – Centro de Ação Voluntária de Curitiba, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

Enviado por InstitutoGRPCOM, 08/10/14 4:27:56 PM
(Imagem: pixabay.com)

(Imagem: pixabay.com)

A liderança ainda é um dos problemas das equipes nas organizações. Muitos pelo perfil, outros por não ter a expertise necessária na função. Com o líder não conseguindo exercer a sua função com excelência, a equipe acaba sendo prejudicada nas entregas e processos da área.

Segundo o especialista em liderança, Silvio Costa, o líder tem três características principais: atenção ao negócio, atenção às pessoas e planejamento de estratégias.  No primeiro tópico, o líder deve ter a capacidade de compreender os seus clientes e os objetivos corporativos, tanto quantitativos, quanto qualitativos. Já no segundo, o profissional precisa dar feedback de maneira estruturada e constante, organizando a sua equipe, visando maximizar os seus pontos fortes, estimular o trabalho em equipe, minimizando os pontos frágeis individuais a serem desenvolvidos e montando um plano de ação para eliminar os gaps de conhecimento, habilidades e atitudes. Além de estar atento com a satisfação de seus liderados e com sua conduta. No terceiro ponto, é preciso montar um plano de ação para atender os seus clientes, objetivando sua satisfação e atingir estes objetivos, considerando os recursos à sua disposição.

Para uma equipe se destacar é preciso que todos se unam e passem confiança e credibilidade um para os outros. Também é necessário ter o desejo de evoluir constantemente. “Sob este aspecto, devemos considerar que parte importante do bom trabalho desenvolvido por uma equipe deve-se ao fato dela simplesmente desejar fazer, já que o líder não poderá fazê-lo sozinho. A partir desta premissa, a equipe terá suas maiores chances de sucesso na medida em que, motivada pelo desejo de se destacar, conseguir tratar de maneira madura e pró-ativa os feedbacks recebidos de seu líder”, afirma Silvio Costa.

Silvio aponta que, por se tratar de pessoas, não há uma receita infalível a ser seguida. Porém, é preciso que alguns pontos sejam destacados, para que os líderes tenham uma alta performance. Confira abaixo as dicas do especialista:

a. Ele próprio: conhecer seu estilo gerencial, personalidade, características, valores, crenças, conhecimentos, experiências profissionais e pessoais.

b. Sua equipe de trabalho: saber avaliar seu nível de conhecimento (sobre seus clientes, produtos que vendem e sobre si), suas habilidades, suas atitudes, tempo de experiência na função de vendas e na empresa, e por fim, mas não menos importante, quais são seus objetivos pessoais e profissionais.

c. Seus objetivos profissionais: conhecer as metas organizacionais a serem atingidas (o que precisa ser vendido, quantidade a ser vendida, o preço desejável e em quanto tempo precisa vender).

d. Seus clientes: quem são, quantos são, onde estão, o que costumam comprar, como costumam comprar e quando costumam comprar.

A partir destas informações, o líder poderá montar o seu plano de ação gerencial com o objetivo de atingir as diversas metas envolvidas na gestão de uma equipe de alta performance. Um líder poderá considerar que obteve o melhor de sua equipe se:

- os objetivos organizacionais forem atingidos (metas quantitativas e qualitativas);

- os clientes considerarem que foram bem atendidos, quanto ao que desejavam, precisavam ou queriam comprar;

- os vendedores trabalharem usando seus conhecimentos, obtendo a maior quantidade possível de negócios num determinado espaço de tempo;

- for possível identificar os pontos fortes e aqueles a serem desenvolvidos no comportamento das pessoas e nos seus processos de trabalho. Desta forma, terá sido possível incentivar as fortalezas e identificar os pontos que precisarão ser desenvolvidos. Desta forma todos saem ganhando.

*Artigo escrito pela equipe do ISAE/FGV, publicado também na 29ª Edição da Revista Perspectiva. O ISAE/FGV é uma instituição parceira do Instituto GRPCOM.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

Enviado por InstitutoGRPCOM, 06/10/14 4:39:32 PM
(Imagem: pixabay.com)

(Imagem: pixabay.com)

Nos últimos anos algumas palavras se tornaram chavões no mundo empresarial: competitividade; inovação; gestão do conhecimento; responsabilidade social; sustentabilidade, entre outras. Cada uma tem o seu contexto e significado próprios e facilmente qualquer acadêmico ou executivo teriam muitos argumentos para justificar a importância de cada uma destas expressões no processo de gestão corporativa.

Ao mesmo tempo, o cenário da evolução do ambiente de negócios aponta um conjunto cada vez mais complexo de desafios que as empresas enfrentarão nos próximos anos e décadas: entre estes, a crescente escassez de recursos naturais para atender a maior necessidade de consumo em nível mundial e brasileiro, seja pelo aumento vegetativo da população, seja pelo efeito-renda que amplia os indicadores per capita de consumo. Já são evidentes as dificuldades em várias regiões do planeta com relação a recursos naturais, sendo água, energia e alimentos os mais críticos.

Neste contexto, as empresas que atuam nos segmentos mais diretamente afetados por estes cenários precisam repensar suas estratégias de negócios e sem dúvida uma decisão inevitável será relacionada à inovação, como estratégia para sobreviver neste novo cenário. Segundo o Manual de Oslo (uma espécie de ISO 9000 da inovação), a tecnologia não é mais o único vetor da inovação: esta poderá ocorrer tanto nos produtos e serviços, como também nos processos, nas estratégias de marketing e na própria gestão organizacional. Outra evolução conceitual do Manual é que a inovação pressupõe uma melhoria significativa em qualquer das cinco categorias citadas, assim as melhorias de processos e a própria melhoria contínua por si só não constituem inovação, inclusive já são práticas correntes nas empresas.

Portanto, estamos falando de um novo processo de gestão, ancorado por uma visão estratégica do negócio, olhando mais para o futuro da sociedade e do mercado em que a empresa atua e com implicações em toda a cadeia de valor, com benefícios abrangendo todos os stakeholders.

Assim, a decisão de inovar não é mais uma reação pontual da empresa num certo momento do mercado: a inovação passa por uma visão focada no futuro desejável, tanto para a sociedade e o mercado como um todo, como para a própria organização. Daí a questão da sustentabilidade orientar a estratégia da inovação: veja que as três expressões aqui citadas – estratégia; inovação; e sustentabilidade – todas têm o mesmo foco temporal direcionado para o futuro. Conclui-se numa primeira reflexão que a inovação como estratégia de competitividade (e sobrevivência) para a empresa precisa ser sustentável, no sentido que a mesma será a diretriz central do processo de gestão da organização e orientará todas as decisões de negócio a serem tomadas.

Uma segunda reflexão, é que as empresas precisarão aprimorar nos próximos anos os mecanismos de governança e controle administrativo: sendo a gestão orientada por critérios de sustentabilidade, é necessário repensar o arsenal de ferramentas e controles focados geralmente nos resultados de curto prazo e de impacto imediato. Daí a crescente preocupação nos meios acadêmicos e empresariais de aproximar cada vez mais as questões de sustentabilidade e de governança, atualmente objeto de estudos e publicações nestas áreas temáticas.

Convidamos o leitor a aprofundar as reflexões aqui levantadas: precisamos neste momento fazer mais perguntas do que buscar respostas. Afinal, a inovação para ser sustentável precisa ser alimentada de contínuo questionamento sobre a evolução do ambiente de negócios.

*Artigo escrito por Heitor José Pereira, representante do ISAE, que integra o Núcleo de Instituições de Ensino Superior (NIES) do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE). O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial – CPCE é colaborador voluntário do blog Giro Sustentável.

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Acompanhe o Instituto GRPCOM também no Facebook: InstitutoGrpcom e no Twitter: @InstitutoGRPCOM

Páginas12345... 65»
Este é um espaço público de debate de idéias. A Gazeta do Povo não se responsabiliza pelos artigos e comentários aqui colocados pelos autores e usuários do blog. O conteúdo das mensagens é de única e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
Publicidade
Publicidade
Publicidade
«

Onde e quando quiser

Tenha a Gazeta do Povo a sua disposição com o Plano Completo de assinatura.

Nele, você recebe o jornal em casa, tem acesso a todo conteúdo do site no computador, no smartphone e faz o download das edições da Gazeta no tablet. Tudo por apenas R$ 49,90 por mês no plano anual.

SAIBA MAIS

Passaporte para o digital

Só o assinante Gazeta do Povo Digital tem acesso exclusivo ao conteúdo do site, sem nenhum custo adicional ou limite.

Navegue com seu celular ou baixe todas as edições no tablet - um novo jeito de ler jornal onde você estiver.

CLIQUE E FAÇA PARTE DESSE NOVO MUNDO

»
publicidade